Foram encontradas 117 questões
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O autor, mesmo rejeitando o determinismo ambiental, procura a influência dos fatores ambientais na vida social.
A respeito da construção cultural da natureza, julgue os itens de 115 a 120.
Agrofloresta tropical e fazenda marinha de algas são termos técnicos agronômicos incompatíveis com a antropologia e as construções culturais.
A respeito da construção cultural da natureza, julgue os itens de 115 a 120.
O termo terras-pretas ou terras de cultura, na Amazônia, é utilizado para designar terras que são cultivadas há muitos séculos e que, apesar disso, não perderam seu vigor, devido ao uso de formas de cultivo agroflorestais com sistemas de encapoeiramento.
A respeito da construção cultural da natureza, julgue os itens de 115 a 120.
De acordo com a visão antropológica, o ser humano cria deuses para estabelecer sua própria natureza divina, mas nem todas as religiões podem ser consideradas, por isso, antropocêntricas. As religiões politeístas têm, muitas vezes, deuses com aparência de animais ou de seres andrógenos.
A respeito da construção cultural da natureza, julgue os itens de 115 a 120.
A crença na infinitude do manancial da natureza está fundada, em parte, nos mitos do paraíso, fundamentais nas culturas judaica, cristã e islâmica.
A respeito da construção cultural da natureza, julgue os itens de 115 a 120.
Na África, diferentemente do que ocorre no Brasil, os orixás são compreendidos como ancestrais divinizados da linhagem de um indivíduo ou grupo social e cada um dos entes divinizados tem determinado poder sobre algum elemento da natureza, o qual também manipula, sendo esse poder circunscrito a certas questões e não, infinito.
A respeito da construção cultural da natureza, julgue os itens de 115 a 120.
Sob o ponto de vista das ciências sociais, antropocentrismo e teocentrismo são filosofias excludentes entre si.
Nas sociedades nômades, mesmo com um território mais ou menos fixo para os deslocamentos, a inexistência de comportamentos solidários na estrutura dos relacionamentos sociais é um traço motivado pelos hábitos competitivos típicos dos grupos caçadores-coletores.
Tabu é a expressão com a qual são denominados, nas ciências sociais, os mitos de criação que instituem as regras de organização da produção agrícola nas sociedades tribais.
Nas sociedades tribais, como a dos kayapós, não existe divisão social em grupos específicos e ou classes, a qual é característica das sociedades modernas.
Nas sociedades tribais onde o trabalho e a produção são divididos entre gêneros, geralmente as obrigações cotidianas de trabalho de um gênero não atingem nem substituem aquelas de outro gênero. Culturalmente, as etnias explicam essa divisão do trabalho por meio de sua mitologia.
Os processos antagônicos de percepção das semelhanças e das diferenças, nas formas de perceber, crer, fazer, aprender e ensinar entre os indivíduos de uma mesma sociedade, são complementares na construção das identidades individuais e grupais.
Os processos de dessocialização e de despessoalização estão agrupados na categoria dos ritos sociais.
O batismo católico dado aos recém-escravizados tinha por finalidade a ressocialização dos africanos das colônias do novo mundo.
No Brasil do século XIX, as metaetnias foram formadas a partir da organização de redes sociais como as irmandades religiosas da Bahia, que, por sua vez, deram origem aos terreiros de candomblé.
O sincretismo religioso baiano, que atingiu seu auge no final do século XIX e primeira metade do século XX, teve como motivação ideológica a reforma dos ritos sociais africanos realizados no Brasil naquela época.
O processo de regularização das terras indígenas, instituído pela Lei n.º 6.001/1973 e pelo Decreto-lei n.º 1.775/1996, é considerado um exemplo de aplicação dos princípios de participação social e transparência na gestão de políticas públicas.
A coleta e o registro de conhecimentos tradicionais têm sido, nas últimas décadas, importante base para o avanço na pesquisa de novos fármacos e cosméticos. Entretanto, a real autoria dos saberes coletados é constantemente omitida, ou mesmo negada, no âmbito acadêmico, o que demanda maior regulação social.