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Q2759153 Atualidades

O Soccer City, antigo FNB Stadium (First National Bank Stadium), foi construído em 1987 e tinha capacidade inicial para 80 mil espectadores. Por muito tempo, foi o único palco sul-africano destinado exclusivamente ao futebol. Com os investimentos para sua expansão por conta do Mundial, o estádio passou a ter mais de 94 mil assentos, recebeu o jogo de abertura e receberá a final da Copa. A reforma do estádio teve como inspiração a elogiada Allianz Arena, de Munique, um dos palcos da Copa de 2006. O Soccer City é muito próximo ao Soweto, onde vivem 40% da população de Johanesburgo.


Internet: <http://espnbrasil.terra.com.br> (com adaptações). Acesso em 7/7/2010.


Tendo o texto apenas como referência inicial, assinale a alternativa correta acerca dos diversos aspectos relacionados à Copa do Mundo da FIFA 2010, realizada na África do Sul e à próxima Copa, a ser realizada no Brasil.

Alternativas
Q2759152 Direito Ambiental

Polêmico, novo código florestal não deve ser aprovado este ano


(9/6/2010) O clima foi de bate-boca e muita discussão na Câmara dos Deputados. O novo Código Florestal dividiu opiniões. O ponto mais polêmico é o que trata das áreas de preservação ambiental às margens dos rios.


Internet: <http://g1.globo.com/>. Acesso em 8/7/2010.


A revisão do Código Florestal Brasileiro continua gerando polêmica. De um lado, a bancada ruralista do Congresso Nacional, representada pelo relator da Comissão Especial, deputado federal Moacir Micheletto (PMDB-PR); e de outro, as entidades ambientalistas.


Internet: <www.comciencia.br> (com adaptações). Acesso em 9/7/2010.


Considerando os fragmentos de textos acima, assinale a alternativa correta com relação à proposta do novo Código Florestal Brasileiro.

Alternativas
Q2759151 Português

1 Vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos

a interpretação do seguinte trecho de poema de Camões:


Amor é fogo que arde sem se ver,

4 é ferida que dói e não se sente,

é um contentamento descontente,

dor que desatina sem doer.


7 Uma vestibulanda, de 16 anos, deu a sua interpretação:


Ah, Camões! Se vivesses hoje em dia,

tomavas uns antipiréticos,

10 uns quantos analgésicos

e Prozac para a depressão.

Compravas um computador,

13 consultavas a Internet

e descobririas que essas dores que sentias,

esses calores que te abrasavam,

16 essas mudanças de humor repentinas,

esses desatinos sem nexo,

não eram feridas de amor,

19 mas somente falta de sexo!


Internet: <http://books168.com>. Acesso em 15/7/2010.


Acerca desse texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1200461 Sociologia
Karl Marx é considerado um dos clássicos da sociologia, o seu objeto de estudo são as classes sociais. A respeito das classes sociais, marque a afirmativa INCORRETA:
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Q2891501 Sociologia

Ao estudar as sociedades humanas, Max eber constatou que, independentemente da igualdade na condição econômica, existia uma diferenciação social entre os indivíduos, porque o (a)

Alternativas
Q2891500 Sociologia

Nos anos 60 e 70 do século XX, cientistas ligados ao Clube de Roma comentaram a crise ambiental e manifestaram sua oposição ao (à)

Alternativas
Q2891498 Sociologia

Em seu discurso silencioso, o neoliberalismo difunde os (as)

Alternativas
Q2891496 Sociologia

De acordo com a tipologia dos movimentos populares, eles podem ser

Alternativas
Q2891495 Sociologia

A partir da década de 70 do século XX, os movimentos sociais intensificaram-se no Brasil, e os (as)

Alternativas
Q2891493 Sociologia

Um dos movimentos sociais que representou todo o povo brasileiro no período de 1966 a 1968 foi o movimento

Alternativas
Q2891491 Sociologia

A história do movimento social no Brasil, no período de 1930 a 1945, registrou a existência do "Movimento dos Pioneiros da Educação", que propunha a

Alternativas
Q2891486 Sociologia

A escola, quando considerada como um dos aparelhos Ideológicos do Estado, é responsável pelo pela)

Alternativas
Q2891483 Sociologia

Para Bárbara Freitag, a escola como instituição

Alternativas
Q2891481 Sociologia
A Sociologia proclama o que aparentemente é óbvio para o senso comum porque o (a)
Alternativas
Q2891479 Sociologia

A Sociologia e as outras ciências sociais compartilham

Alternativas
Q2891477 Sociologia

Segundo Anthony Giddens, a Sociologia é uma disciplina

Alternativas
Q2891475 Sociologia

Em suas obras, Pierre Bourdieu recebe influência das concepções

Alternativas
Q2891474 Sociologia

Em seu livro O Poder Simbólico, Pierre Bourdieu mostra que os "sistemas simbólicos" cumprem a função política de

Alternativas
Respostas
4261: D
4262: C
4263: A
4264: A
4265: E
4266: B
4267: A
4268: A
4269: A
4270: B
4271: D
4272: A
4273: D
4274: A
4275: B
4276: C
4277: C
4278: D
4279: A
4280: A