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Q3868760 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
No trecho, “A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça [...]”, a expressão em destaque estabelece um mecanismo de coesão textual por meio de:
Alternativas
Q3868759 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
A partir do excerto “Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: ‘Pai, vem ver!’”, e mantendo o mesmo sentido e padrão de norma culta, seria gramaticalmente CORRETO substituir o início do trecho por:
Alternativas
Q3868758 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
No trecho: “Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: ‘Se não é verdadeira... é muito graciosa!’”, o autor emprega um recurso linguístico que contribui para:
Alternativas
Q3868757 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
A função do comentário do narrador no trecho “Quem foi que disse hora e meia?” é o de:
Alternativas
Q3868756 Português
TEXTO II – Base para responder à questão.


Arrumar o homem


Não boto a mão no fogo pela autenticidade da estória que estou para contar. Não posso, porém, duvidar da veracidade da pessoa de quem a escutei e, por isso, tenho-a como verdadeira. Salva-me, de qualquer modo, o provérbio italiano: “Se não é verdadeira... é muito graciosa!”

Estava, pois, aquele pai carioca, engenheiro de profissão, posto em sossego, admitido que, para um engenheiro, é sossego andar mergulhado em cálculos de estrutura. Ao lado, o filho, de 7 ou 8 anos, não cessava de atormentá-lo com perguntas de todo jaez, tentando conquistar um companheiro de lazer.

A ideia mais luminosa que ocorreu ao pai, depois de dez a quinze convites a ficar quieto e a deixá-lo trabalhar, foi a de pôr nas mãos do moleque um belo quebra-cabeça trazido da última viagem à Europa. “Vá brincando enquanto eu termino esta conta”. Sentencia entre dentes, prelibando pelo menos uma hora, hora e meia de trégua. O peralta não levará menos do que isso para armar o mapa do mundo com os cinco continentes, arquipélagos, mares e oceanos, comemora o pai-engenheiro.

Quem foi que disse hora e meia? Dez minutos depois, dez minutos cravados, e o menino já o puxava triunfante: “Pai, vem ver!” No chão, completinho, sem defeito, o mapa do mundo. Como fez, como não fez? Em menos de uma hora era impossível. O próprio herói deu a chave da proeza: “Pai, você não percebeu que, atrás do mundo, o quebra-cabeça tinha um homem? Era mais fácil. E quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado!” “Mas esse garoto é um sábio!”, sobressaltei, ouvindo a palavra final. Nunca ouvi verdade tão cristalina: “Basta arrumar o homem (tão desarrumado quase sempre) e o mundo fica arrumado!”

Arrumar o homem é a tarefa das tarefas, se é que se quer arrumar o mundo.


(Dom Lucas Moreira Neves Jornal do Brasil, Jan. 1997)
No texto, o sentido metafórico da frase “Quando eu arrumei o homem, o mundo ficou arrumado”, dita pelo menino, deve ser interpretado como: 
Alternativas
Q3868755 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
Considere o seguinte período extraído do texto: “A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio.”

Com relação à estrutura sintática, esse período classifica-se como:
Alternativas
Q3868754 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
“A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados.”

A partir do excerto acima, foi realizada uma reescrita com o objetivo do uso do pronome em consonância com a norma culta da língua escrita formal. Dessa forma, assinale a ÚNICA alternativa que atende a esse critério:
Alternativas
Q3868753 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
No trecho: “Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução [...]”, a palavra em destaque é formada por:
Alternativas
Q3868752 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
No trecho “não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos”, a expressão em destaque revela:
Alternativas
Q3868751 Português
TEXTO I – Base para responder à questão.


Brasil estagna e tem 29% de analfabetos funcionais; pandemia piorou quadro


O Brasil segue estagnado no analfabetismo funcional, situação em que a pessoa consegue identificar apenas palavras isoladas ou ler frases muito simples. Quase três em cada dez brasileiros (29% da população) entre 15 e 64 anos são incapazes de entender e utilizar de forma eficaz a leitura, a escrita e a matemática em tarefas simples do dia a dia.


Pesquisa Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) foi divulgada hoje. O estudo foi coordenado pela Ação Educativa e pela consultoria Conhecimento Social, em parceria com Fundação Itaú, Fundação Roberto Marinho, Instituto Unibanco, Unesco e Unicef.



O impacto da pandemia atingiu especialmente os jovens. O percentual de analfabetismo funcional entre a população de 15 a 29 anos subiu de 14% em 2018 para 16% em 2024. A série histórica da pesquisa começou em 2001 e foi interrompida devido à pandemia de covid-19.


Testes foram realizados com 2.554 pessoas de 15 a 64 anos, entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. A economista Ana Lima, coordenadora do estudo, afirma que os dados surpreenderam negativamente. "Fenômenos desse tipo se movem muito lentamente; não esperávamos nenhuma revolução, mas nos impactou que o freio fosse mais forte do que imaginávamos." 


Desde o início da série histórica, o indicador mostrava uma redução progressiva no número de analfabetos funcionais no país. O aumento de dois pontos percentuais no nível de analfabetismo entre 2015 e 2018, para 29%, não foi considerado relevante, pois ficou dentro da margem de erro da pesquisa —de 2 a 3 pontos percentuais.


A pandemia não afetou apenas a educação formal, que passou a ser realizada a distância, por meio de aulas online, apostilas e até mesmo pelo rádio. "A falta de convivência em outros espaços de letramento, como trabalho, mercado e cinema, parece ter influenciado uma oscilação para baixo nos resultados", afirma Lima.


[...] https://educacao.uol.com.br/noticias/2025/05/05/estagnado-brasil-tem-29-de-analfabetos-funcionais-pandemia-piorou-quadro. htm.
Com referência às informações dadas no texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3825776 Sociologia
O conceito de racismo institucional, amplamente discutido na sociologia e em estudos sobre relações raciais, envolve as formas pelas quais instituições públicas e privadas produzem, reproduzem ou mantêm desigualdades raciais. Em relação a esse conceito, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825775 Sociologia
Segundo a sociologia contemporânea, a cidadania é entendida como um processo historicamente construído, que envolve participação política, direitos sociais e formas de reconhecimento. Ao mesmo tempo, concepções éticas variam entre sociedades e influenciam tanto práticas institucionais quanto relações cotidianas. Com base nos debates sociológicos sobre ética pública, cidadania democrática e desigualdades, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825774 Sociologia
A diversidade cultural e étnica manifesta-se em múltiplas formas de organização social e produção simbólica, ao mesmo tempo em que diferentes sociedades desenvolvem mecanismos de discriminação e hierarquização entre grupos. Considerando os debates sociológicos sobre diversidade étnico-cultural, preconceito e discriminação, assinale a opção correta.
Alternativas
Q3825773 Pedagogia
Texto 15A2-II

        A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo, Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia. Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre. O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.

        Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”, dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e plutocracia (poder do dinheiro).

C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
Considerando o texto 15A2-II, assinale a opção em que é apresentado um princípio metodológico do ensino de sociologia, especialmente no que se refere ao uso de recursos didáticos, à análise crítica de fenômenos sociais e ao emprego de categorias conceituais na mediação pedagógica.
Alternativas
Q3825772 Pedagogia
Texto 15A2-II

        A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo, Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia. Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre. O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.

        Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”, dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e plutocracia (poder do dinheiro).

C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
Tendo o texto 15A2-II como referência, assinale a opção em que é apresentada prática docente alinhada às competências da BNCC para o ensino de sociologia.
Alternativas
Q3825771 Sociologia
Texto 15A2-II

        A influenciadora Fabiana Sobrinho compartilhou recentemente um vídeo em sua rede social, no qual expôs conversas com sua filha de 12 anos a respeito do trabalho formal regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). No vídeo, Fabiana pede para a menina repetir por que ela tem medo de “ser CLT” quando começar a trabalhar. “Andar de ônibus todo dia. Muita gente, chefe, pessoas mandando”, responde ela. Segundo a influenciadora, alguns jovens acham que “ser CLT” é ser pobre. O caso não é isolado. Nas redes sociais, há outros relatos de pessoas que já se depararam com crianças usando a sigla CLT para ofender. Segundo Fabiana Sobrinho, “vocês não têm noção da quantidade de crianças demonizando ser CLT. Vários alunos meus, 6.º, 7.º ano, demonizando ser CLT. Aí eu pergunto o que é CLT, eles dizem apenas que é trabalhar e receber pouco”.

        Em janeiro, o UOL publicou reportagem sobre os coaches mirins — crianças que aparecem nas redes sociais desdenhando da escola e ensinando supostos atalhos para enriquecer. “Para ser pobre, estude, faça uma boa faculdade e encontre um bom emprego. Agora, para ser rico, faça totalmente ao contrário”, dizia uma das crianças. Segundo especialistas, a ideia de prosperidade e qualidade de vida que é passada aos mais jovens está distorcida, já que reforça uma constante comparação social a partir de uma visão centrada no consumismo, meritocracia e plutocracia (poder do dinheiro).

C. Corsini. Crianças demonizam CLT: carteira assinada vira ofensa entre os jovens.
Internet: www.economia.uol.com.br (com adaptações).
Tendo o texto 15A2-II como referência, assinale a opção correta no que se refere às transformações contemporâneas do trabalho e ao denominado processo de “uberização”. 
Alternativas
Q3825770 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).

Considerando o texto 15A2-I e as orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino de sociologia, é correto afirmar que, em sala de aula, o professor desse componente curricular deve
Alternativas
Q3825769 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).

Tendo como referência o texto 15A2-I, é correto afirmar, com relação à estratificação social, aos sentimentos de pertencimento e à noção weberiana de grupos de status, que
Alternativas
Q3825768 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


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Considerando o texto 15A2-I, assinale a opção correta no que se refere à cidadania e às fronteiras entre o público e o privado.
Alternativas
Q3825767 Sociologia
Texto 15A2-I

O psicólogo social norte-americano Jonathan Haidt estuda, há anos, o impacto do uso excessivo das redes sociais na saúde mental de crianças e adolescentes, um fenômeno que, segundo ele, causou uma epidemia de transtornos mentais nessa faixa etária: “Quando olhamos para os dados autorrelatados de adolescentes, temos dados muito bons nos Estados Unidos da América que remontam à década de 1970. Portanto, não vemos realmente altos ou baixos, nenhuma mudança real de 1990 a 2010, até 2011, não há sinal de mudança. E, então, de repente, os números começam a subir muito, muito rapidamente por volta de 2012, 2013. E isso acontece em muitos países ao mesmo tempo. Cada um de nós como pais quer dizer: ‘Não, você não pode ter uma conta no Instagram aos 11 anos’. Mas nossa filha diz: ‘Mas, pai, todo mundo na minha sala está no Instagram. Eu ficarei excluída’. E, então, a maioria de nós acaba cedendo. É um problema de ação coletiva. Estamos presos como indivíduos, mas, se agirmos juntos, podemos escapar. Os pais precisam mudar seu comportamento, mas a maioria de nós está enfrentando dificuldades, e se tantos de nós estão passando por isso e é tão difícil manter os filhos longe, talvez a culpa seja dos fabricantes de dispositivos, dos desenvolvedores de aplicativos e da total ausência de regulamentação até agora.”


Internet: <www.cnnbrasil.com.br (com adaptações).

Com base no texto 15A2-I, assinale a opção correta em relação aos meios de comunicação e à ideologia.
Alternativas
Respostas
181: A
182: D
183: B
184: E
185: A
186: C
187: B
188: C
189: B
190: D
191: B
192: C
193: C
194: D
195: D
196: E
197: A
198: B
199: E
200: E