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Q2359765 Português
        As regiões metropolitanas e as grandes cidades brasileiras concentram hoje a atenção das autoridades de gestão territorial em nível local, regional e nacional. O conhecimento da complexa realidade dessas áreas em suas múltiplas dimensões e de modo dinâmico torna-se imprescindível para geri-las de forma eficiente. Não se trata apenas do levantamento de dados brutos, mas da proficiente manipulação e interpretação desses dados a partir de processamentos quantitativos (matemáticos e lógicos) sobre uma base espacial, de forma a revelar características e processos intrínsecos aos fenômenos em análise. Dito de outra forma, não basta somente a confecção de mapas digitais coloridos ilustrando, por exemplo, a exclusão social de uma determinada cidade por quantis, mas é fundamental que, com o auxílio de técnicas apropriadas de análise espacial, se possam extrair tendências do padrão de manifestação da exclusão social de forma contínua no espaço. Ou ainda, não é suficiente apenas mapear a ocorrência de crimes em um sistema georreferenciado, mas sim estudá-los de forma dinâmica, entendendo a sua proliferação no espaço e no tempo em articulação com inúmeras variáveis socioeconômicas e biofísicas, e como as estradas podem atuar como vetores de expansão da criminalidade.
         Nessa linha de pensamento, elaborar mapas estáticos de uso do solo urbano não mais atende às necessidades atuais dos gestores locais, mas é necessário que se permitam simulações de diferentes cenários futuros de expansão urbana e dinâmica de uso do solo em ambiente computacional. Aí reside o desafio da geoinformação em gestão urbana e regional, que pode ser entendida como um paradigma emergente na pesquisa multi e interdisciplinar que se dedica a explorar a extrema complexidade de problemas socioambientais em um ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Openshaw (2000) argumenta que a geoinformação não se reduz ao uso de técnicas computacionais para solucionar problemas espaciais, mas se refere, ao contrário, a uma forma totalmente nova de se fazer ciência em um contexto geográfico.


Cláudia Maria de Almeida, Gilberto Câmara e Antonio Miguel V. Monteiro (Org.).
Geoinformação em urbanismo. Cidade Real X Cidade Virtual.
São Paulo: Oficina de Texto, 2007, p. 5 e 6. (com adaptações).

Em relação aos aspectos linguísticos do texto apresentado anteriormente, julgue o próximo item.


Em todas as suas ocorrências nos 3º, 4º e 5º períodos do primeiro parágrafo, a conjunção “mas” introduz no texto uma ideia de contraste.

Alternativas
Q2359764 Português
        As regiões metropolitanas e as grandes cidades brasileiras concentram hoje a atenção das autoridades de gestão territorial em nível local, regional e nacional. O conhecimento da complexa realidade dessas áreas em suas múltiplas dimensões e de modo dinâmico torna-se imprescindível para geri-las de forma eficiente. Não se trata apenas do levantamento de dados brutos, mas da proficiente manipulação e interpretação desses dados a partir de processamentos quantitativos (matemáticos e lógicos) sobre uma base espacial, de forma a revelar características e processos intrínsecos aos fenômenos em análise. Dito de outra forma, não basta somente a confecção de mapas digitais coloridos ilustrando, por exemplo, a exclusão social de uma determinada cidade por quantis, mas é fundamental que, com o auxílio de técnicas apropriadas de análise espacial, se possam extrair tendências do padrão de manifestação da exclusão social de forma contínua no espaço. Ou ainda, não é suficiente apenas mapear a ocorrência de crimes em um sistema georreferenciado, mas sim estudá-los de forma dinâmica, entendendo a sua proliferação no espaço e no tempo em articulação com inúmeras variáveis socioeconômicas e biofísicas, e como as estradas podem atuar como vetores de expansão da criminalidade.
         Nessa linha de pensamento, elaborar mapas estáticos de uso do solo urbano não mais atende às necessidades atuais dos gestores locais, mas é necessário que se permitam simulações de diferentes cenários futuros de expansão urbana e dinâmica de uso do solo em ambiente computacional. Aí reside o desafio da geoinformação em gestão urbana e regional, que pode ser entendida como um paradigma emergente na pesquisa multi e interdisciplinar que se dedica a explorar a extrema complexidade de problemas socioambientais em um ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Openshaw (2000) argumenta que a geoinformação não se reduz ao uso de técnicas computacionais para solucionar problemas espaciais, mas se refere, ao contrário, a uma forma totalmente nova de se fazer ciência em um contexto geográfico.


Cláudia Maria de Almeida, Gilberto Câmara e Antonio Miguel V. Monteiro (Org.).
Geoinformação em urbanismo. Cidade Real X Cidade Virtual.
São Paulo: Oficina de Texto, 2007, p. 5 e 6. (com adaptações).

Em relação aos aspectos linguísticos do texto apresentado anteriormente, julgue o próximo item.


Em “geri-las” (segundo período do primeiro parágrafo) e em “estudá-los” (último período do primeiro parágrafo), as formas pronominais exercem a função de complemento das formas verbais a que se ligam e referem-se a “áreas” e a “crimes”, respectivamente. 

Alternativas
Q2359763 Português
        As regiões metropolitanas e as grandes cidades brasileiras concentram hoje a atenção das autoridades de gestão territorial em nível local, regional e nacional. O conhecimento da complexa realidade dessas áreas em suas múltiplas dimensões e de modo dinâmico torna-se imprescindível para geri-las de forma eficiente. Não se trata apenas do levantamento de dados brutos, mas da proficiente manipulação e interpretação desses dados a partir de processamentos quantitativos (matemáticos e lógicos) sobre uma base espacial, de forma a revelar características e processos intrínsecos aos fenômenos em análise. Dito de outra forma, não basta somente a confecção de mapas digitais coloridos ilustrando, por exemplo, a exclusão social de uma determinada cidade por quantis, mas é fundamental que, com o auxílio de técnicas apropriadas de análise espacial, se possam extrair tendências do padrão de manifestação da exclusão social de forma contínua no espaço. Ou ainda, não é suficiente apenas mapear a ocorrência de crimes em um sistema georreferenciado, mas sim estudá-los de forma dinâmica, entendendo a sua proliferação no espaço e no tempo em articulação com inúmeras variáveis socioeconômicas e biofísicas, e como as estradas podem atuar como vetores de expansão da criminalidade.
         Nessa linha de pensamento, elaborar mapas estáticos de uso do solo urbano não mais atende às necessidades atuais dos gestores locais, mas é necessário que se permitam simulações de diferentes cenários futuros de expansão urbana e dinâmica de uso do solo em ambiente computacional. Aí reside o desafio da geoinformação em gestão urbana e regional, que pode ser entendida como um paradigma emergente na pesquisa multi e interdisciplinar que se dedica a explorar a extrema complexidade de problemas socioambientais em um ambiente de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Openshaw (2000) argumenta que a geoinformação não se reduz ao uso de técnicas computacionais para solucionar problemas espaciais, mas se refere, ao contrário, a uma forma totalmente nova de se fazer ciência em um contexto geográfico.


Cláudia Maria de Almeida, Gilberto Câmara e Antonio Miguel V. Monteiro (Org.).
Geoinformação em urbanismo. Cidade Real X Cidade Virtual.
São Paulo: Oficina de Texto, 2007, p. 5 e 6. (com adaptações).

Em relação aos aspectos linguísticos do texto apresentado anteriormente, julgue o próximo item.


O sujeito da oração apresentada no primeiro período do texto é “a atenção das autoridades de gestão territorial”. 

Alternativas
Q2359760 Português
        O eucalipto é cortado, e dele se faz o papel. Processo quase alquímico. O inflexível se dobra, o marrom se torna branco, onde cabiam folhas verdes agora cabem ideias maduras. Chegada a obra-prima, alguém trabalha o preenchê-la. E era isso que fascinava tanto o jornalista Pinheiro Júnior — fosse jovem fosse experiente.
         — Por que arquitetura? Por que arquitetura quando o senhor já havia contribuído tanto com esse talento, com esse dom?
          — Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a diagramação da UH, a paginação da UH. Enquanto os outros jornais eram jornais duros, feios, a UH era um jornal bonito, era um jornal, inclusive, a cores. Os outros jornais não eram. Arquitetura, em jornalismo, é exatamente a diagramação dos jornais.

Bruna Rezende e Victor Gabry. A Arquitetura tem tudo a ver com o Jornalismo!
Uma conversa com Pinheiro Júnior, veterano do jornalismo, sobre o que ele ainda não falou.
In: Cadernos de reportagem, 2018. Internet:<cadernosdereportagem.wordpress.com> .

Com base na leitura e nos sentidos do texto anterior, julgue o item que se segue.


Seria preservada a correção gramatical e os sentidos do texto caso o termo “Por que”, no trecho “– Por que arquitetura?”, fosse substituído por Por qual.

Alternativas
Q2359758 Português
        O eucalipto é cortado, e dele se faz o papel. Processo quase alquímico. O inflexível se dobra, o marrom se torna branco, onde cabiam folhas verdes agora cabem ideias maduras. Chegada a obra-prima, alguém trabalha o preenchê-la. E era isso que fascinava tanto o jornalista Pinheiro Júnior — fosse jovem fosse experiente.
         — Por que arquitetura? Por que arquitetura quando o senhor já havia contribuído tanto com esse talento, com esse dom?
          — Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a diagramação da UH, a paginação da UH. Enquanto os outros jornais eram jornais duros, feios, a UH era um jornal bonito, era um jornal, inclusive, a cores. Os outros jornais não eram. Arquitetura, em jornalismo, é exatamente a diagramação dos jornais.

Bruna Rezende e Victor Gabry. A Arquitetura tem tudo a ver com o Jornalismo!
Uma conversa com Pinheiro Júnior, veterano do jornalismo, sobre o que ele ainda não falou.
In: Cadernos de reportagem, 2018. Internet:<cadernosdereportagem.wordpress.com> .

Com base na leitura e nos sentidos do texto anterior, julgue o item que se segue.


Em “Chegada a obra-prima” (quarto período do primeiro parágrafo), o emprego do sinal indicativo de crase é facultativo, de modo que seu emprego manteria os sentidos originais do texto. 

Alternativas
Q2359757 Português
        O eucalipto é cortado, e dele se faz o papel. Processo quase alquímico. O inflexível se dobra, o marrom se torna branco, onde cabiam folhas verdes agora cabem ideias maduras. Chegada a obra-prima, alguém trabalha o preenchê-la. E era isso que fascinava tanto o jornalista Pinheiro Júnior — fosse jovem fosse experiente.
         — Por que arquitetura? Por que arquitetura quando o senhor já havia contribuído tanto com esse talento, com esse dom?
          — Uma das coisas que mais me atraiu na Última Hora foi a diagramação da UH, a paginação da UH. Enquanto os outros jornais eram jornais duros, feios, a UH era um jornal bonito, era um jornal, inclusive, a cores. Os outros jornais não eram. Arquitetura, em jornalismo, é exatamente a diagramação dos jornais.

Bruna Rezende e Victor Gabry. A Arquitetura tem tudo a ver com o Jornalismo!
Uma conversa com Pinheiro Júnior, veterano do jornalismo, sobre o que ele ainda não falou.
In: Cadernos de reportagem, 2018. Internet:<cadernosdereportagem.wordpress.com> .

Com base na leitura e nos sentidos do texto anterior, julgue o item que se segue.


No primeiro parágrafo, “inflexível”, “marrom” e “folhas verdes” relacionam-se a “eucalipto”, enquanto “dobra”, “branco” e “ideias maduras” associam-se a “papel”, apontando para as especificidades de seus significados, mas sem descartar a origem comum de ambos os termos — “eucalipto” e “papel”.

Alternativas
Q2359756 Português
           

                  Fábula de um arquiteto
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e teto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.

Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.

João Cabral de Melo Neto. Fábula de um arquiteto.
In: Antologia poética. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 1978, p.18.

Considerando o texto e a imagem da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, obra de Oscar Niemayer, julgue o item a seguir.


O resultado arquitetônico da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida corresponde ao conteúdo expresso na última estrofe do texto de João Cabral de Melo Neto: “onde vidro, concreto; / até fechar o homem: na capela útero, / com confortos de matriz, outra vez feto.” 

Alternativas
Q2359755 Português
           

                  Fábula de um arquiteto
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e teto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.

Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.

João Cabral de Melo Neto. Fábula de um arquiteto.
In: Antologia poética. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 1978, p.18.

Considerando o texto e a imagem da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, obra de Oscar Niemayer, julgue o item a seguir.


Na segunda estrofe, o significado das expressões “vãos de abrir” e “opacos de fechar” está em consonância com a tensão que estrutura o poema: a transformação do sujeito que abre novos caminhos para o homem em alguém capaz de encerrá-lo por trás de muros confortáveis.

Alternativas
Q2359753 Português
           

                  Fábula de um arquiteto
A arquitetura como construir portas,
de abrir; ou como construir o aberto;
construir, não como ilhar e prender,
nem construir como fechar secretos;
construir portas abertas, em portas;
casas exclusivamente portas e teto.
O arquiteto: o que abre para o homem
(tudo se sanearia desde casas abertas)
portas por-onde, jamais portas-contra;
por onde, livres: ar luz razão certa.

Até que, tantos livres o amedrontando,
renegou dar a viver no claro e aberto.
Onde vãos de abrir, ele foi amurando
opacos de fechar; onde vidro, concreto;
até fechar o homem: na capela útero,
com confortos de matriz, outra vez feto.

João Cabral de Melo Neto. Fábula de um arquiteto.
In: Antologia poética. Rio de Janeiro: Ed. José Olympio, 1978, p.18.

Considerando o texto e a imagem da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, obra de Oscar Niemayer, julgue o item a seguir.


A ausência de pontuação na enumeração presente em “por onde, livres: ar luz razão certa” (primeira estrofe) contraria a norma culta quanto ao emprego dos sinais de pontuação, mas atende à especificidade do gênero textual poético.

Alternativas
Q2355048 Sistemas de Informação

Analise as informações a seguir:



I.  A tecnologia de informação lida diretamente com três tipos de interoperabilidade: técnica, semântica e organizativa ou pragmática. Na interoperatividade técnica, usam-se padrões tecnológicos convergentes para apresentação, processamento, coleta e troca de dados. Na interoperatividade semântica, promovem-se padrões de significados de informações entre sistemas por meio de contexto da comunicação, taxonomia, linguagens utilizadas, textos, imagens, sons. Na interoperatividade organizativa ou pragmática, as organizações adaptam-se uma à realidade da outra, e mesmo assim mantêm suas políticas de cooperação, estratégias e processos de trabalho diferentes.


II. No campo da tecnologia de informação, a interoperabilidade significa troca de informações e/ou dados por meio de máquinas que executam programas através de linguagens e protocolos comuns, preservando, no entanto, a independência tecnológica de cada uma. Assim, a condição para a interoperabilidade entre sistemas de tecnologia é trabalhar com ontologias fechadas.



Marque a alternativa CORRETA:  

Alternativas
Q2355047 Ética na Administração Pública
Analise as informações a seguir:

I. São diretrizes que devem guiar o servidor público, quando do exercício de suas funções: tratar todos os usuários com igualdade e sem discriminação, impor exigências, obrigações, restrições e sanções não previstas na legislação, quando achar importante para exercer seu atendimento, bem como cumprir prazos e normas procedimentais da instituição na qual está o servidor lotado.
II. O servidor público, ao prestar atendimento, deverá observar os códigos de ética e de conduta, bem como exigir nova prova sobre fato já comprovado em documentação válida apresentada, por garantia.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355046 Engenharia de Software

Analise as informações a seguir:



I.  É correto afirmar que um modelo geral com características de qualidade de software e suas subcaracterísticas, a exemplo da Eficiência, que pressupõe comportamento adequando quanto ao tempo de resposta e comportamento adequado quanto aos recursos utilizados. 


II. É correto afirmar que um modelo geral com características de qualidade de software e suas subcaracterísticas, a exemplo da Portabilidade, que pressupõe: adaptabilidade, capacidade para ser instalado, capacidade para substituição



Marque a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q2355045 Noções de Informática
Analise as informações a seguir:

I. Para ocultar linhas selecionadas no Excel, utilizando teclas de atalho, deve-se acionar as teclas Ctrl + 9.
II Para ocultar colunas selecionadas no Excel, utilizando teclas de atalho, deve-se acionar as teclas Ctrl + 0.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355044 Engenharia de Software
Analise as informações a seguir:

I.  É correto afirmar que um modelo geral com características de qualidade de software e suas subcaracterísticas, a exemplo da Usabilidade, que pressupõe inteligibilidade, operabilidade e apreensibilidade. 
II. É correto afirmar que um modelo geral com características de qualidade de software e suas subcaracterísticas, a exemplo da Manitenibilidade, que pressupõe analisabilidade, modificabilidade, estabilidade e testabilidade. 

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355043 Noções de Informática
Analise as informações a seguir:

I. Para ativar ou desativar o controle de alterações em um documento Word, utilizando teclas de atalho, deve-se acionar simultaneamente Ctrl + Shift + N.
II. Para abrir a página Arquivo e usar o modo de exibição Backstage no Word, utilizando teclas de atalho, deve-se acionar simultaneamente Alt + B.
III. Para abrir a Guia Referências para adicionar um sumário, nota de rodapé ou uma tabela de citações no documento Word, deve-se pressionar simultaneamente Alt + R.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355042 Segurança da Informação
Analise as afirmativas a seguir:

I. A segurança da informação é um processo que visa proteger, sincronizadamente, ativos digitais e físicos ligados à informação, que incluem as áreas de: Gestão de segurança de sistemas, responsável pela administração da segurança da empresa; Arquitetura da Segurança que cria mecanismos de proteção a ameaças digitais, especificamente referente à infraestrutura de segurança de TI; Engenharia da segurança que constrói a infraestrutura de segurança de TI. 
II. A segurança da informação é um processo que visa proteger, sincronizadamente, ativos digitais e físicos ligados à informação, que incluem as áreas de:  Segurança de Dados, que atua para proteger os sistemas e redes com auditorias de segurança e avaliações de risco; Segurança de Sistemas de Informação, que implementa as melhores práticas e políticas de segurança e supervisão de infraestrutura de segurança.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355041 Engenharia de Software
Analise as informações a seguir:

I. É correto afirmar que, entre as tecnologias assistivas já criadas e utilizadas por pessoas com deficiência, estão: leitores de tela que convertem texto em áudio, ampliadores de tela que aumentam o tamanho dos elementos visuais em um site.
II. É correto afirmar que, entre as tecnologias assistivas já criadas e utilizadas por pessoas com deficiência, estão: tradutores de site para línguas de sinais como o Hand Talk app, o Hand Talk Plugin e o Duolingo App.   
III. É correto afirmar que, entre as tecnologias assistivas já criadas e utilizadas por pessoas com deficiência, estão: Software por comandos de voz para que pessoas com deficiência física ou motora controlem dispositivos ou interajam com recursos on-line, Eye track que rastreia os movimentos oculares do usuário e permite que pessoas com deficiência física ou limitação motora controlem o cursor do mouse ou realizem ações na tela por meio do movimento dos olhos.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355040 Governança de TI
Analise as informações a seguir:

I. O gerenciamento de processos de TI dentro das organizações deve sempre utilizar métricas para avaliar a eficiência e a qualidade de seus produtos. Para isso, um dos indicadores-chave é o tempo de resposta do suporte, medido pelo total de consulta e tempo médio de resposta. 
II. O gerenciamento de processos de TI dentro das organizações deve sempre utilizar métricas para avaliar a eficiência e a qualidade de seus produtos. Para isso, um dos indicadores-chave é a disponibilidade do servidor, pois quanto mais inativo ficar o servidor mais satisfeitos ficarão os clientes.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355039 Noções de Informática
Analise as informações a seguir:

I. Para abrir a caixa de diálogo Substituir no Powerpoint, utilizando teclas de atalho, deve-se acionar as teclas Ctrl + S.
II Para justificar um parágrafo no Powerpoint, utilizando teclas de atalho, deve-se acionar as teclas Ctrl + J.

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q2355038 Engenharia de Software
Analise as informações a seguir:


I. Entre as metodologias para desenvolvimento de software mais conhecidas e utilizadas atualmente, o Modelo Waterfall (Cascata) ainda se destaca por trabalhar em 5 fases: Requerimento, Projeto, Implementação e Verificação e Manutenção.

II. Entre as metodologias para desenvolvimento de software mais conhecidas e utilizadas atualmente, a metodologia Lean ganhar a atenção dos desenvolvedores por se basear em 5 princípios: Reduzir o desperdício; Postergar as decisões; Agilizar as entregas; Empoderar as equipes e Otimizar o todo. 

Marque a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Respostas
4201: E
4202: C
4203: E
4204: E
4205: E
4206: C
4207: E
4208: C
4209: C
4210: B
4211: D
4212: A
4213: A
4214: A
4215: B
4216: A
4217: D
4218: B
4219: C
4220: B