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( ) Ocorre a mesóclise nas orações com verbos no futuro do presente ou futuro do pretérito do indicativo. Exemplo: A cerimônia realizar-se-á no salão principal. ( ) A ênclise é o uso do pronome depois do verbo, a próclise é a colocação do pronome antes do verbo, a mesóclise é a utilização do pronome no meio do verbo. ( ) Algumas adaptações podem ser necessárias para o uso dos pronomes o, a, os, as. Após verbos terminados em -r, -s ou -z, eliminam-se essas letras, acrescentando-se -lo, -la, -los, -las e acentuam-se as formas verbais quando necessário. ( ) Nos pronomes o, a, os, as, após verbos terminados em som nasal, acrescentam-se -no, -na, -nos, -nas. ( ) Embora exerçam, predominantemente, a função de complemento verbal, os pronomes oblíquos átonos podem atuar como sujeitos após alguns verbos, como mandar, deixar, fazer, ouvir, ver e sentir.
A- Metáfora. B- Comparação. C- Eufemismo. D- Sinestesia. E- Antítese.
COLUNA Y. 1- É uma aproximação de ideias de maneira explícita, contando com o emprego de termos que a evidenciam: como, tal qual, assim como etc. 2- Ocorre quando se fundem na mesma percepção, elementos sensoriais diferentes. 3- Caracteriza-se por associar ideias contrárias por meio de enunciados de sentidos opostos. 4- Consiste na troca de palavras ou expressões desagradáveis ou excessivamente fortes por formulações que as atenuem. 5- Seu princípio é a relação de semelhança subentendida, exige do leitor uma operação de decifração de sentido.
( ) O predicado verbal tem como núcleo um verbo. De acordo com a transitoriedade, esse verbo pode ser intransitivo, quando constitui uma informação integral, ou transitivo, quando prevê um ou mais complementos. ( ) O predicado nominal tem como núcleo uma palavra ou expressão responsável por apresentar algum atributo do sujeito; esse núcleo é chamado de predicativo do sujeito. ( ) O predicado verbo-nominal é formado por dois núcleos: um verbo e um predicativo. O predicativo do sujeito expressa o estado do sujeito durante a ação verbal. O predicativo do objeto indica uma característica do objeto atribuída a ele por meio da ação verbal. ( ) O predicado verbal associa as características dos predicados nominal e verbo-nominal, apresenta sempre um verbo de ligação.
Sobre características das escolas literárias, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa
correta.
COLUNA I.
A- Quinhentismo.
B- Barroco.
C- Arcadismo.
D- Romantismo.
E- Realismo.
COLUNA II.
1- O dualismo, o bifrontismo, o fusionismo, o feísmo, religiosidade mesclada com a sensualidade.
2- Imposição do “eu”, subjetivismo, individualismo, predomínio da emoção, da imaginação, escapismo,
religiosidade, ilogismo, idealização, nacionalismo.
3- Objetivismo, impassibilidade, observação e análise, temas contemporâneos, preocupação formal.
4- Simplicidade, clareza, equilíbrio, pastoralismo, bucolismo, poesia descritiva e objetiva.
5- Textos informativos, textos propagandísticos, textos catequéticos, textos de viajantes estrangeiros.
Conversinha mineira:(Fernando Sabino).
— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
— Sei dizer não senhor: não tomo café.
— Você é dono do café, não sabe dizer?
— Ninguém tem reclamado dele não senhor.
— Então me dá café com leite, pão e manteiga.
— Café com leite só se for sem leite.
— Não tem leite?
— Hoje, não senhor.
— Por que hoje não?
— Porque hoje o leiteiro não veio.
— Ontem ele veio?
— Ontem não.
— Quando é que ele vem?
— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não
vem.
— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!
— Ah, isso está, sim senhor.
— Quando é que tem leite?
— Quando o leiteiro vem.
— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a
política aqui na sua cidade?
— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
— E há quanto tempo o senhor mora aqui?
— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.
— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
— E o Prefeito?
— Que é que tem o Prefeito?
— Que tal o Prefeito daqui?
— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
— Que é que falam dele?
— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
— Você, certamente, já tem candidato.
— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
— Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
Conversinha mineira:(Fernando Sabino).
— É bom mesmo o cafezinho daqui, meu amigo?
— Sei dizer não senhor: não tomo café.
— Você é dono do café, não sabe dizer?
— Ninguém tem reclamado dele não senhor.
— Então me dá café com leite, pão e manteiga.
— Café com leite só se for sem leite.
— Não tem leite?
— Hoje, não senhor.
— Por que hoje não?
— Porque hoje o leiteiro não veio.
— Ontem ele veio?
— Ontem não.
— Quando é que ele vem?
— Tem dia certo não senhor. Às vezes vem, às vezes não vem. Só que no dia que devia vir em geral não
vem.
— Mas ali fora está escrito “Leiteria”!
— Ah, isso está, sim senhor.
— Quando é que tem leite?
— Quando o leiteiro vem.
— Tem ali um sujeito comendo coalhada. É feita de quê?
— O quê: coalhada? Então o senhor não sabe de que é feita a coalhada?
— Está bem, você ganhou. Me traz um café com leite sem leite. Escuta uma coisa: como é que vai indo a
política aqui na sua cidade?
— Sei dizer não senhor: eu não sou daqui.
— E há quanto tempo o senhor mora aqui?
— Vai para uns quinze anos. Isto é, não posso agarantir com certeza: um pouco mais, um pouco menos.
— Já dava para saber como vai indo a situação, não acha?
— Ah, o senhor fala da situação? Dizem que vai bem.
— Para que Partido? — Para todos os Partidos, parece.
— Eu gostaria de saber quem é que vai ganhar a eleição aqui.
— Eu também gostaria. Uns falam que é um, outros falam que outro. Nessa mexida...
— E o Prefeito?
— Que é que tem o Prefeito?
— Que tal o Prefeito daqui?
— O Prefeito? É tal e qual eles falam dele.
— Que é que falam dele?
— Dele? Uai, esse trem todo que falam de tudo quanto é Prefeito.
— Você, certamente, já tem candidato.
— Quem, eu? Estou esperando as plataformas.
— Mas tem ali o retrato de um candidato dependurado na parede, que história é essa?
— Aonde, ali? Ué, gente: penduraram isso aí...
I. Queimar em qualquer local, lixo ou quaisquer outros objetos em quantidade capaz de molestar os vizinhos, ou a segurança das vias públicas.
II. Varrer lixo do interior das residências, estabelecimentos comerciais, terrenos ou veículos, para as vias públicas.
III. Atirar através de janelas, portas ou aberturas, que dão para as vias públicas, aves ou animais mortos, lixos, detritos, papéis velhos e outras impurezas.
IV. Conduzir ou transportar em caminhões ou qualquer outro veículo aberto, areia, terra, pedras etc., sem a devida cobertura.
São corretas:
I. Higiene das vias públicas, higiene das habitações.
II. Controle das águas, controle do sistema de eliminação de dejetos.
III. Higiene nos estabelecimentos comerciais e industriais.
IV. Controle do lixo; limpeza e desobstrução dos cursos de águas e valas.
São corretas as afirmativas: