Foram encontradas 1.444 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2479545 Português
O rápido surto de dengue no Brasil, em 2024, já se transformou em epidemia em seis estados e obrigou 17 municípios a declarar emergência de saúde pública.


Qual a diferença entre surto e epidemia?


O Brasil já vivia uma endemia de dengue. É quando a doença é recorrente na região, mas não há crescimento significativo de casos, como acontece durante o verão em diversas partes do país.


Um surto ocorre quando há aumento localizado do número de casos de uma doença. "Falamos em surto quando temos um aumento de casos de uma doença de forma mais localizada, como em um hospital, bairro ou cidade", explica Lucena. 


Quando os surtos se espalham por diversas regiões, estados e cidades, ocorre uma epidemia. "Já uma pandemia é quando esse aumento acontece em vários países e continentes ao mesmo tempo, podendo se tornar um risco global", diz o médico.


Fonte: <https://noticias.uol.com.br/saude/ultimasnoticias/redacao/2024/02/10/dengue-brasil-epidemia> (adaptado). Acesso em: 16 fev. 2024.

Em: "Falamos em surto quando temos um aumento de casos de uma doença de forma mais localizada [...]”, os sujeitos das orações são:
Alternativas
Q2479544 Português
O rápido surto de dengue no Brasil, em 2024, já se transformou em epidemia em seis estados e obrigou 17 municípios a declarar emergência de saúde pública.


Qual a diferença entre surto e epidemia?


O Brasil já vivia uma endemia de dengue. É quando a doença é recorrente na região, mas não há crescimento significativo de casos, como acontece durante o verão em diversas partes do país.


Um surto ocorre quando há aumento localizado do número de casos de uma doença. "Falamos em surto quando temos um aumento de casos de uma doença de forma mais localizada, como em um hospital, bairro ou cidade", explica Lucena. 


Quando os surtos se espalham por diversas regiões, estados e cidades, ocorre uma epidemia. "Já uma pandemia é quando esse aumento acontece em vários países e continentes ao mesmo tempo, podendo se tornar um risco global", diz o médico.


Fonte: <https://noticias.uol.com.br/saude/ultimasnoticias/redacao/2024/02/10/dengue-brasil-epidemia> (adaptado). Acesso em: 16 fev. 2024.

Assinale a alternativa INCORRETA, de acordo com a leitura do texto. 
Alternativas
Q2479543 Português

Leia a propaganda a seguir e responda a questão.







Fonte: <https://www.palmas.to.gov.br/portal/noticias/prefeitura-incentiva-comprano-comercio-local-neste-fim-de-ano/32874/> (adaptado). Acesso em: 16 fev. 2024.

Em: “Faça suas compras de fim de ano no comércio local”, o verbo “faça” expressa o sentido de: 
Alternativas
Q2479542 Português

Leia a propaganda a seguir e responda a questão.







Fonte: <https://www.palmas.to.gov.br/portal/noticias/prefeitura-incentiva-comprano-comercio-local-neste-fim-de-ano/32874/> (adaptado). Acesso em: 16 fev. 2024.

Observe com atenção a frase: “É melhor pra pechinchar”, na peça publicitária, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2479541 Português



Fonte: Disponível em <https://www.professorjeanrodrigues.com.br/2018/10>.

Acesso em: 15 jan. 2024.

Assinale a alternativa INCORRETA quanto à classe de palavras. 
Alternativas
Q2479540 Português



Fonte: Disponível em <https://www.professorjeanrodrigues.com.br/2018/10>.

Acesso em: 15 jan. 2024.

Leia as afirmativas para responder a questão.

I. O artigo indefinido, em destaque, em: “um cachorro” (2º quadrinho), apresenta a ideia de generalização, isto é, indica que se refere a um ser não especificado.
II. O artigo definido, em destaque, em: “o cachorro” (2º quadrinho), apresenta a ideia de especificidade, isto é, indica um ser específico.
III. O advérbio “aqui” (1º quadrinho) indica a ideia de intensidade.

Assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Q2479539 Português
Brasil tem mais de 11 milhões de mães que criam os filhos sozinhas



Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, mostra que o Brasil tem mais de 11 milhões de mães que criam os filhos sozinhas. Na última década, o país ganhou 1,7 milhão de mães com a responsabilidade de criarem os filhos sem a ajuda do pai.


O levantamento mostra também que 90% das mulheres que se tornaram mães solo entre 2012 e 2022 são negras. Quase 15% dos lares brasileiros são chefiados por mães solo. A proporção é maior nas regiões Norte e Nordeste. A maioria, 72,4%, vive só com os filhos e não conta com uma rede de apoio próxima.


Carla da Silva Modesto, de 37 anos, tem duas filhas, uma de 5 e outra de 2 anos. Ela cria as duas sozinha desde que elas nasceram. Na família da Carla, ela não é a única. A irmã mais velha, Iara da Silva, de 53 anos, vive a mesma situação. Mãe solo de dois filhos, que agora já são adolescentes.


O desafio de cuidar sozinha dos filhos também dificulta a busca por emprego. Muitas não conseguem conciliar a rotina na casa com trabalho fixo e precisam de jornadas mais flexíveis. Por isso, normalmente acabam fazendo trabalhos informais e, às vezes, não é um trabalho só. 



Fonte: <https://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2023/05/12/brasil-tem-maisde-11-milhoes-de-maes-que-criam-os-filhos-sozinhas.ghtml> (adaptado). Acesso
em: 16 fev. 2024.

Em: “Muitas não conseguem conciliar a rotina na casa com trabalho fixo e precisam de jornadas mais flexíveis”, a palavra conciliar, em destaque, pode ser substituída, sem causar prejuízo de sentido, por: 
Alternativas
Q2479538 Português
Brasil tem mais de 11 milhões de mães que criam os filhos sozinhas



Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, mostra que o Brasil tem mais de 11 milhões de mães que criam os filhos sozinhas. Na última década, o país ganhou 1,7 milhão de mães com a responsabilidade de criarem os filhos sem a ajuda do pai.


O levantamento mostra também que 90% das mulheres que se tornaram mães solo entre 2012 e 2022 são negras. Quase 15% dos lares brasileiros são chefiados por mães solo. A proporção é maior nas regiões Norte e Nordeste. A maioria, 72,4%, vive só com os filhos e não conta com uma rede de apoio próxima.


Carla da Silva Modesto, de 37 anos, tem duas filhas, uma de 5 e outra de 2 anos. Ela cria as duas sozinha desde que elas nasceram. Na família da Carla, ela não é a única. A irmã mais velha, Iara da Silva, de 53 anos, vive a mesma situação. Mãe solo de dois filhos, que agora já são adolescentes.


O desafio de cuidar sozinha dos filhos também dificulta a busca por emprego. Muitas não conseguem conciliar a rotina na casa com trabalho fixo e precisam de jornadas mais flexíveis. Por isso, normalmente acabam fazendo trabalhos informais e, às vezes, não é um trabalho só. 



Fonte: <https://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2023/05/12/brasil-tem-maisde-11-milhoes-de-maes-que-criam-os-filhos-sozinhas.ghtml> (adaptado). Acesso
em: 16 fev. 2024.

Segundo o texto, um dos desafios que a mãe solo enfrenta para criar sozinha seus(suas) filhos(as) é:
Alternativas
Q2479537 Português
Brasil tem mais de 11 milhões de mães que criam os filhos sozinhas



Pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, mostra que o Brasil tem mais de 11 milhões de mães que criam os filhos sozinhas. Na última década, o país ganhou 1,7 milhão de mães com a responsabilidade de criarem os filhos sem a ajuda do pai.


O levantamento mostra também que 90% das mulheres que se tornaram mães solo entre 2012 e 2022 são negras. Quase 15% dos lares brasileiros são chefiados por mães solo. A proporção é maior nas regiões Norte e Nordeste. A maioria, 72,4%, vive só com os filhos e não conta com uma rede de apoio próxima.


Carla da Silva Modesto, de 37 anos, tem duas filhas, uma de 5 e outra de 2 anos. Ela cria as duas sozinha desde que elas nasceram. Na família da Carla, ela não é a única. A irmã mais velha, Iara da Silva, de 53 anos, vive a mesma situação. Mãe solo de dois filhos, que agora já são adolescentes.


O desafio de cuidar sozinha dos filhos também dificulta a busca por emprego. Muitas não conseguem conciliar a rotina na casa com trabalho fixo e precisam de jornadas mais flexíveis. Por isso, normalmente acabam fazendo trabalhos informais e, às vezes, não é um trabalho só. 



Fonte: <https://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2023/05/12/brasil-tem-maisde-11-milhoes-de-maes-que-criam-os-filhos-sozinhas.ghtml> (adaptado). Acesso
em: 16 fev. 2024.

De acordo com a leitura do texto, mãe solo é: 
Alternativas
Q3713452 Raciocínio Lógico
Mariana convidou seu namorado João para uma festa. Considere as seguintes respostas possíveis de João:

- É falso que eu não vou deixar de não ir à festa.
- Eu não vou deixar de ir à festa.
- Eu vou deixar de ir à festa.
- Eu não vou deixar de não ir à festa.
- É falso que eu não vou recusar o seu convite de ir à festa. 

Entre essas respostas, quantas resultam POSITIVAS em relação à intenção de ir à festa? 
Alternativas
Q3713448 Matemática
Se G = 17,5 e P = 40, qual é o valor de T?
Alternativas
Q3713436 Português
A VIDA É COMO A DENGUE


Renato Essenfelder


    Os sintomas foram se acumulando rapidamente. No intervalo de dois ou três dias, estavam todos lá: cansaço, depois cansaço extremo. Moleza, fraqueza. Inapetência. Enxaqueca em grau até então desconhecido (pode respirar mais baixo, por favor?) - e já não lembrava nem o que havia almoçado horas antes. Enjoos. Nas semanas anteriores, a dor na coluna havia me levado duas vezes ao PS Ortopédico (Primeiro foram os anti-inflamatórios, depois os analgésicos, depois as bolsas térmicas, depois acupuntura, depois RPG e então, enfim, admitamos: só Deus). Mas só quando surgiu a febre alta, repentina, instantânea, suspeitei realmente.

    (...) 

    Fui acometido por uma certeza fria de que era dengue. A dengue daria sentido a tudo, ao cansaço, à insatisfação, à moleza, à inapetência. À vida, nestes dias. Era dengue. Preparei as malas para ir ao hospital e decretar triunfalmente: estou com dengue. Meus amigos tiveram dengue. Colegas de trabalho tiveram dengue. Matei um mosquito de listras brancas dentro do meu carro esses dias. Tenho todos os sintomas do Google, digo, da dengue, portanto é saber qual tipo e se vou sobreviver. O médico contestou. Fez-me pagar um exame particular, já que os planos de saúde já não cobrem mais testes de dengue - como se sabe, servem para todas as coisas de que não precisamos.

    Paguei para ver. 

    Não era dengue. Fiquei desconcertado. O rosário que daria sentido aos meus sintomas - e a mais do que isso, aos meus dias - se desfazia.

     Não era dengue, era a vida.

    Aquela doença que me andava deprimindo, exaurindo, que na quinta-feira às sete horas da noite engolfou meu corpo na cama como um oceano de algodão - era a vida.

    Era a vida, que também derruba. A vida, que não é transmitida por mosquitos, mas por mães, e da qual a gente só se lembra assim, de vez em quando, quando um mosquito inocula um falso vírus, quando uma dor trava a coluna, quando alguém próximo morre.

    A vida, que, quando ignorada, volta-se contra nós de mansinho, com lábios de Monalisa, enfraquecendo pernas e pés, costas e ombros, turvando a vista e ricocheteando furiosamente nas paredes do crânio até que nos apercebamos dela. A vida, cachorro que morde a mão, cachorro cuja indignação é inexplicável até que notada.

    A vida de minhas retinas tão fatigadas. A vida de acordar muito cedo, estender-se na rua até tarde, culpar- se pela pouca atenção à família, à mulher, ao cachorro, às crianças e velhos que morrem sem vida; ao corpo, ao sono, à cabeça. A vida de São Paulo, Brasil, classe média, escritor fatigado de 34 anos.

    Eu não sei se fez sol ou se choveu, ontem à tarde. Não lembro o que comi no almoço. Tenho 16 relatórios para esta semana.

     A vida é como a dengue.


(Fonte: https://www.estadao.com.br/emais/renatoessenfelder/a-vida-e-como-a-dengue/ - Adaptado)
"No intervalo de dois ou três dias, estavam todos lá:  cansaço, depois cansaço extremo. Moleza, fraqueza. Inapetência. Enxaqueca em grau até então desconhecido (pode respirar mais baixo, por favor?) - e já não lembrava nem o que havia almoçado horas antes. Enjoos."

Em relação à estruturação das frases e pontuação realizadas no trecho acima, transcrito do texto, é CORRETO afirmar que 
Alternativas
Q3713434 Português
A VIDA É COMO A DENGUE


Renato Essenfelder


    Os sintomas foram se acumulando rapidamente. No intervalo de dois ou três dias, estavam todos lá: cansaço, depois cansaço extremo. Moleza, fraqueza. Inapetência. Enxaqueca em grau até então desconhecido (pode respirar mais baixo, por favor?) - e já não lembrava nem o que havia almoçado horas antes. Enjoos. Nas semanas anteriores, a dor na coluna havia me levado duas vezes ao PS Ortopédico (Primeiro foram os anti-inflamatórios, depois os analgésicos, depois as bolsas térmicas, depois acupuntura, depois RPG e então, enfim, admitamos: só Deus). Mas só quando surgiu a febre alta, repentina, instantânea, suspeitei realmente.

    (...) 

    Fui acometido por uma certeza fria de que era dengue. A dengue daria sentido a tudo, ao cansaço, à insatisfação, à moleza, à inapetência. À vida, nestes dias. Era dengue. Preparei as malas para ir ao hospital e decretar triunfalmente: estou com dengue. Meus amigos tiveram dengue. Colegas de trabalho tiveram dengue. Matei um mosquito de listras brancas dentro do meu carro esses dias. Tenho todos os sintomas do Google, digo, da dengue, portanto é saber qual tipo e se vou sobreviver. O médico contestou. Fez-me pagar um exame particular, já que os planos de saúde já não cobrem mais testes de dengue - como se sabe, servem para todas as coisas de que não precisamos.

    Paguei para ver. 

    Não era dengue. Fiquei desconcertado. O rosário que daria sentido aos meus sintomas - e a mais do que isso, aos meus dias - se desfazia.

     Não era dengue, era a vida.

    Aquela doença que me andava deprimindo, exaurindo, que na quinta-feira às sete horas da noite engolfou meu corpo na cama como um oceano de algodão - era a vida.

    Era a vida, que também derruba. A vida, que não é transmitida por mosquitos, mas por mães, e da qual a gente só se lembra assim, de vez em quando, quando um mosquito inocula um falso vírus, quando uma dor trava a coluna, quando alguém próximo morre.

    A vida, que, quando ignorada, volta-se contra nós de mansinho, com lábios de Monalisa, enfraquecendo pernas e pés, costas e ombros, turvando a vista e ricocheteando furiosamente nas paredes do crânio até que nos apercebamos dela. A vida, cachorro que morde a mão, cachorro cuja indignação é inexplicável até que notada.

    A vida de minhas retinas tão fatigadas. A vida de acordar muito cedo, estender-se na rua até tarde, culpar- se pela pouca atenção à família, à mulher, ao cachorro, às crianças e velhos que morrem sem vida; ao corpo, ao sono, à cabeça. A vida de São Paulo, Brasil, classe média, escritor fatigado de 34 anos.

    Eu não sei se fez sol ou se choveu, ontem à tarde. Não lembro o que comi no almoço. Tenho 16 relatórios para esta semana.

     A vida é como a dengue.


(Fonte: https://www.estadao.com.br/emais/renatoessenfelder/a-vida-e-como-a-dengue/ - Adaptado)
Em relação ao texto acima, é CORRETO afirmar que se trata de uma
Alternativas
Q3713433 Saúde Pública
No que concerne ao Sistema Único de Saúde (SUS), entre os seus princípios, tem-se uma conjugação dos recursos (X) da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios na prestação de serviços de assistência à saúde da população.

Assinale a alternativa que NÃO substitui corretamente o (X) do texto acima. 
Alternativas
Q3713432 Direito Sanitário
O Sistema Único de Saúde (SUS) é o sistema de assistência à saúde proposto pela Reforma Sanitária e criado pela Constituição de 1988 que garante: "a saúde é direito de todos e dever do Estado". O SUS tem seus níveis federal, estadual e municipal, cada qual com suas atribuições específicas. Assim, o SUS possui alguns princípios que o regem, entre os quais (assinale a alternativa CORRETA):
Alternativas
Q3713431 Saúde Pública
Quando o poder público adota uma norma ou lei sanitária e fiscaliza a sua aplicação, está fazendo Vigilância Sanitária. O Governo tem a obrigação de promover e proteger a saúde da população. Para isso ele diz quais são as regras, as normas que devem ser consideradas e respeitadas na produção, uso e circulação de produtos que apresentam algum tipo de risco para a saúde das pessoas. Diante disso, faça a adequada correlação do risco (coluna I) e a sua descrição (coluna II). 

Coluna I
I - Riscos sociais
II - Riscos iatrogênicos
III - Riscos ambientais

Coluna II
a - Radiações ionizantes
b - Transporte de produtos perigosos
c - Necessidades básicas insatisfeitas

Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3713430 Direito Sanitário
De acordo com a Portaria n° 1.378, de 09 de julho de 2013, Art. 13, os recursos federais transferidos para Estados, Distrito Federal e Municípios para financiamento das ações de Vigilância em Saúde estão organizados no Bloco Financeiro de Vigilância em Saúde e são constituídos por:

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3713429 Saúde Pública
Entre as ações abaixo relacionadas à Vigilância Sanitária, descritas no Instrutivo para Execução e Avaliação das Ações de Vigilância em Saúde: Projeto Fortalecimento da Vigilância em Saúde em Minas Gerais (Resolução SES nº 4.238/2014), assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3713428 Saúde Pública
Conjunto de ações que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana, com a finalidade de identificar as medidas de prevenção e controle dos fatores de riscos ambientais relacionados às doenças ou a outros agravos à saúde.

Fonte: Laguardia, Filipe Curzio. Instrutivo para execução e avaliação das ações de vigilância em saúde: projeto fortalecimento da vigilância em saúde em Minas Gerais (Resolução SES nº 4.238/2014). /Filipe Curzio Laguardia; Nayara Dornela Quintino; Romulo Batista Gusmão; Cristine Alice de Lima Moraes; Paula Brant de Barros Oliveira (orgs.)./ - Belo Horizonte: SES-MG, 2014

O texto acima refere-se a qual conceito? Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
761: C
762: A
763: B
764: D
765: B
766: E
767: C
768: A
769: E
770: D
771: D
772: A
773: D
774: A
775: B
776: C
777: E
778: A
779: D
780: B