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Q427504 Português
Quando se olha para o que aconteceu no cenário cultural brasileiro durante a última década e meia, não há como escapar do impacto da tecnologia. Ela possibilitou a reorganização dos universos da música, dos filmes e dos livros. Motivou igualmente o surgimento das mídias sociais e das megaempresas que as gerenciam, além de democratizar e ampliar a produção em todas as áreas. Nunca se produziu tanto como agora.

As inovações tecnológicas modificaram completamente o debate sobre cultura, trazendo, para os próximos anos, ao menos três questões centrais. A primeira é a tensão entre as formas ampliadas de criatividade e os contornos cada vez mais restritos dos direitos autorais. Com a tecnologia, gerou-se um contingente maciço de novos produtores de conteúdo. Isso faz com que os limites do que chamamos “cultura” fiquem permanentemente sujeitos a contínuas “invasões bárbaras”, vindas dos recantos mais inusitados. Vez por outra, alguns casos simbólicos extraem essas tensões do cotidiano no qual elas ocorrem e as colocam num contexto jurídico, em que uma decisão precisa ser tomada.

O outro tema é o permanente conflito entre passado e futuro, exacerbado pela atual revolução tecnológica. Em seu livro mais recente, Retromania, o escritor e crítico inglês Simon Reynolds afirma que nosso atual uso da tecnologia, em vez de apontar novos caminhos estéticos, está criando um generalizado pastiche do passado. Vivemos num mundo onde todo legado cultural está acessível a apenas um clique. Uma das respostas inteligentes à provocação de Reynolds vem dos proponentes da chamada “nova estética”, como o designer inglês James Bridle: para eles, mesmo sem perceber com clareza, estamos desenvolvendo novos modos de representar a realidade, em que o “real” mistura-se cada vez mais a sucessivas camadas virtuais. O mundo está cheio de novidades. É só reeducar o olhar para enxergá-las, algo que Reynolds ainda não teria feito.

A tese de Reynolds abre caminho para o terceiro ponto. Na medida em que “terceirizamos” nossa memória para as redes em que estamos conectados (a nuvem), ignoramos o quanto o suporte digital é efêmero. Não existe museu nem arquivo para conservar essas memórias coletivas. Artefatos digitais culturais se evaporam o tempo todo e se perdem para sempre: são deletados, ficam obsoletos ou tornam-se simplesmente inacessíveis. Apesar de muita gente torcer o nariz à menção do Orkut, a “velha” rede social é talvez o mais rico e detalhado documento do período 2004-2011 no Brasil, já que registrou em suas infinitas comunidades a ascensão da classe C e a progressão da inclusão digital. No entanto, basta uma decisão do Google para tudo ficar inalcançável.

(Adaptado de Ronaldo Lemos. Bravo! outubro de 2012, edição especial de aniversário, p. 26)

As referências a Simon Reynolds e a James Bridle, no 3º parágrafo,
Alternativas
Q427503 Português
Quando se olha para o que aconteceu no cenário cultural brasileiro durante a última década e meia, não há como escapar do impacto da tecnologia. Ela possibilitou a reorganização dos universos da música, dos filmes e dos livros. Motivou igualmente o surgimento das mídias sociais e das megaempresas que as gerenciam, além de democratizar e ampliar a produção em todas as áreas. Nunca se produziu tanto como agora.

As inovações tecnológicas modificaram completamente o debate sobre cultura, trazendo, para os próximos anos, ao menos três questões centrais. A primeira é a tensão entre as formas ampliadas de criatividade e os contornos cada vez mais restritos dos direitos autorais. Com a tecnologia, gerou-se um contingente maciço de novos produtores de conteúdo. Isso faz com que os limites do que chamamos “cultura” fiquem permanentemente sujeitos a contínuas “invasões bárbaras”, vindas dos recantos mais inusitados. Vez por outra, alguns casos simbólicos extraem essas tensões do cotidiano no qual elas ocorrem e as colocam num contexto jurídico, em que uma decisão precisa ser tomada.

O outro tema é o permanente conflito entre passado e futuro, exacerbado pela atual revolução tecnológica. Em seu livro mais recente, Retromania, o escritor e crítico inglês Simon Reynolds afirma que nosso atual uso da tecnologia, em vez de apontar novos caminhos estéticos, está criando um generalizado pastiche do passado. Vivemos num mundo onde todo legado cultural está acessível a apenas um clique. Uma das respostas inteligentes à provocação de Reynolds vem dos proponentes da chamada “nova estética”, como o designer inglês James Bridle: para eles, mesmo sem perceber com clareza, estamos desenvolvendo novos modos de representar a realidade, em que o “real” mistura-se cada vez mais a sucessivas camadas virtuais. O mundo está cheio de novidades. É só reeducar o olhar para enxergá-las, algo que Reynolds ainda não teria feito.

A tese de Reynolds abre caminho para o terceiro ponto. Na medida em que “terceirizamos” nossa memória para as redes em que estamos conectados (a nuvem), ignoramos o quanto o suporte digital é efêmero. Não existe museu nem arquivo para conservar essas memórias coletivas. Artefatos digitais culturais se evaporam o tempo todo e se perdem para sempre: são deletados, ficam obsoletos ou tornam-se simplesmente inacessíveis. Apesar de muita gente torcer o nariz à menção do Orkut, a “velha” rede social é talvez o mais rico e detalhado documento do período 2004-2011 no Brasil, já que registrou em suas infinitas comunidades a ascensão da classe C e a progressão da inclusão digital. No entanto, basta uma decisão do Google para tudo ficar inalcançável.

(Adaptado de Ronaldo Lemos. Bravo! outubro de 2012, edição especial de aniversário, p. 26)

Afirma-se corretamente, de acordo com o texto:
Alternativas
Q427502 Português
Em razão do aumento progressivo da concentração de gases do efeito estufa e de alterações no uso do solo, o clima no Brasil do final do século XXI será provavelmente bem diferente do atual, a exemplo do que deverá ocorrer em outras partes do planeta. As projeções indicam que a temperatura média em todas as grandes regiões do país, sem exceção, será de 3º a 6º mais elevada em 2100 do que no final do século XX, a depender do padrão futuro das emissões desses gases.

As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.

O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.

Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)

Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso ... (2º parágrafo)

A expressão sublinhada acima deverá preencher corretamente a lacuna que se encontra em:
Alternativas
Q427501 Português
Em razão do aumento progressivo da concentração de gases do efeito estufa e de alterações no uso do solo, o clima no Brasil do final do século XXI será provavelmente bem diferente do atual, a exemplo do que deverá ocorrer em outras partes do planeta. As projeções indicam que a temperatura média em todas as grandes regiões do país, sem exceção, será de 3º a 6º mais elevada em 2100 do que no final do século XX, a depender do padrão futuro das emissões desses gases.

As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.

O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.

Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)

O texto aponta claramente
Alternativas
Q427500 Português
Em razão do aumento progressivo da concentração de gases do efeito estufa e de alterações no uso do solo, o clima no Brasil do final do século XXI será provavelmente bem diferente do atual, a exemplo do que deverá ocorrer em outras partes do planeta. As projeções indicam que a temperatura média em todas as grandes regiões do país, sem exceção, será de 3º a 6º mais elevada em 2100 do que no final do século XX, a depender do padrão futuro das emissões desses gases.

As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.

O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.

Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)

É correto depreender do texto:
Alternativas
Q427499 Português
Em razão do aumento progressivo da concentração de gases do efeito estufa e de alterações no uso do solo, o clima no Brasil do final do século XXI será provavelmente bem diferente do atual, a exemplo do que deverá ocorrer em outras partes do planeta. As projeções indicam que a temperatura média em todas as grandes regiões do país, sem exceção, será de 3º a 6º mais elevada em 2100 do que no final do século XX, a depender do padrão futuro das emissões desses gases.

As chuvas devem apresentar um quadro mais complexo. Em biomas como a Amazônia e a caatinga, a quantidade estimada poderá ser 40% menor. Nos pampas, há uma tendência de que ocorra o inverso, com um aumento de cerca de um terço nos índices gerais de pluviosidade ao longo deste século. Nas demais áreas do Brasil, os modelos climáticos também indicam cenários com modificações preocupantes, mas o grau de confiabilidade dessas projeções é menor. Ainda assim, há indícios de que poderá chover significativamente mais nas porções de mata atlântica do Sul e do Sudeste e menos na do Nordeste, no cerrado, na caatinga e no pantanal.

O cenário apresentado indica que os brasileiros vão conviver tanto com mais períodos de seca prolongada como de chuva forte, às vezes um após o outro. Isso sem considerar a possibilidade do aparecimento de fenômenos com grande potencial de destruição, antes raros no país, como o furacão que atingiu a costa de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em março de 2004. Nas grandes áreas metropolitanas, e mesmo em cidades de médio porte, o avanço do concreto e do asfalto intensifica o efeito ilha urbana de calor, tornando-as mais quentes e alterando seu regime de chuvas.

Esse quadro faz parte do mais completo diagnóstico já produzido sobre as principais tendências do clima futuro no país: o primeiro relatório de avaliação nacional (RAN1) do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas (PBMC), criado em 2009 pelos ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

(Adaptado de Marcos Pivetta. Revista Fapesp, agosto de 2013, p. 16-17)

O assunto central do texto é
Alternativas
Q410685 Segurança da Informação
Os certificados usados para confirmação da identidade na web, correio eletrônico, transações online, redes privadas virtuais, transações eletrônicas, informações eletrônicas, cifração de chaves de sessão e assinatura de documentos com verificação da integridade de suas informações, são os Certificados de Assinatura Digital
Alternativas
Q410684 Segurança da Informação
Considere o texto abaixo.

É a entidade subordinada à hierarquia da ICP-Brasil, responsável por emitir, distribuir, renovar, revogar e gerenciar certificados digitais. Cabe também a esta entidade emitir listas de certificados revogados (LCR) e manter registros de suas operações sempre obedecendo às práticas definidas na Declaração de Práticas de Certificação (DPC). Desempenha como função essencial a responsabilidade de verificar se o titular do certificado possui a chave privada que corresponde à chave pública que faz parte do certificado. Cria e assina digitalmente o certificado do assinante, onde o certificado emitido representa a declaração da identidade do titular, que possui um par único de chaves (pública/privada).
Na hierarquia dos Serviços de Certificação Pública, esta entidade está subordinada às entidades de nível hierarquicamente superior
.

O texto refere-se à Autoridade
Alternativas
Q410683 Banco de Dados
No Oracle, uma base de dados física consiste de arquivos armazenados no disco e uma instância lógica consiste de estruturas e processos na memória do servidor. Os três tipos fundamentais de arquivos físicos que compõem uma base de dados Oracle 11g são: arquivos de controle, arquivos de log de repetição e arquivos de
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Q410682 Banco de Dados
Considere o comando PL/SQL a seguir:

select nome, cargo, salario, comissao, (salario*12)+NVL(comissao,2) from funcionario;

A função NVL foi usada para
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Q410681 Banco de Dados
Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Considere a existência do banco de dados, denominado trt16 no PostgreSQL 8.4 para Windows, manipulado utilizando a ferramenta gráfica pgAdmin. Deseja-se criar neste banco de dados a tabela proc_trab com os campos descritos a seguir:

numero – inteiro, não nulo.
digito – inteiro, não nulo.
justica – cadeia de caracteres.
ano – inteiro.
vara – cadeia de caracteres.

A chave primária será composta pelos campos numero e digito.

Para visualizar apenas o número e o dígito dos processos cujo ano seja maior do que 2000, em ordem decrescente pelo número do processo, utiliza-se a instrução:
Alternativas
Q410680 Banco de Dados
Para responder à questão, considere o texto abaixo.

Considere a existência do banco de dados, denominado trt16 no PostgreSQL 8.4 para Windows, manipulado utilizando a ferramenta gráfica pgAdmin. Deseja-se criar neste banco de dados a tabela proc_trab com os campos descritos a seguir:

numero – inteiro, não nulo.
digito – inteiro, não nulo.
justica – cadeia de caracteres.
ano – inteiro.
vara – cadeia de caracteres.

A chave primária será composta pelos campos numero e digito.

Considere os comandos a seguir:

I. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero integer NOT NULL, digito integer NOT NULL, justica character varying(5) DEFAULT 5.16, ano integer, vara character varying(50), CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY (numero, digito));

II. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero integer NOT NULL CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY, digito integer NOT NULL CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY, justica varchar(5) DEFAULT '5.16', ano integer, vara varchar(50));

III. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero int NOT NULL, digito int NOT NULL, justica char(5) DEFAULT 5.16, ano integer, vara varchar(50), CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY (numero, digito));

IV. CREATE TABLE trt16.proc_trab(numero integer NOT NULL, digito integer NOT NULL, justica char(5) DEFAULT '5.16', ano integer, vara character varying(50), CONSTRAINT pk_proc PRIMARY KEY (numero, digito));

Para criar a tabela de forma que, ao inserir um novo registro, ele receba automaticamente no campo justica o valor 5.16, pode-se utilizar APENAS os comandos apresentados em
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Q410679 Programação
O programa Java a seguir implementa uma estrutura de dados conhecida como pilha.

imagem-016.jpg

Considere que push( ) empilha um elemento, pop( ) desempilha e peek( ) obtém o elemento sem desempilhá-lo.

Ao compilar e executar o programa em condições ideais, serão exibidos os valores
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Q410678 Programação
Em uma aplicação Java há dois pacotes chamados, respectivamente, pacote1 e pacote2. No pacote1 estão as classes Principal e Classe1:

imagem-015.jpg

Com base nas informações apresentadas, analise as assertivas a seguir.

Pode-se afirmar que ocorrerá um erro na instrução double x = b.obterValor( );

PORQUE

o método obterValor é protected na Classe2 e como tal só pode ser acessado de dentro da própria classe, de classes que estão no mesmo pacote ou de subclasses da Classe2, caso houvesse uma relação de herança.

Acerca dessas assertivas, é correto afirmar:
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Q410677 Programação
É uma linguagem de programação orientada a objetos que está disponível para diversas plataformas. Nela, todas as variáveis são objetos, inclusive os tipos primitivos. Possui métodos para geração de códigos em tempo real (como os attribute accessors), utiliza mixins para emular herança múltipla, permite passar code blocks como parâmetros para métodos e permite a criação de clausuras.

A linguagem descrita é denominada:
Alternativas
Q410676 Programação
Na arquitetura Java EE, muito trabalho que poderia ser feito pelo programador é feito por um middleware denominado container. Os tipos principais de container que existem e executam em um servidor de aplicações Java EE completo são:
Alternativas
Q410675 Governança de TI
O processo de Gerenciamento de Mudanças pode ser melhor avaliado através de KPIs (Key Performance Indicators). Dentre os principais KPIs deste processo NÃO se inclui:
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Q410674 Governança de TI
Considere: GP= Gerenciamento de Problemas, GM= Gerenciamento de Mudanças e GI= Gerenciamento de Incidentes.

O ...I..... garante que a operação normal de um serviço seja restaurada tão rapidamente quanto possível e que o impacto no negócio seja minimizado.

O banco de dados de erros conhecidos contém todos os registros de erros conhecidos. Este banco de dados é criado pelo ...II..... e é usado também pelo ...III... .

O ...IV...... previne proativamente a ocorrência de incidentes e minimiza o impacto dos incidentes que não podem ser evitados.

De acordo com a ITIL v3, as lacunas de I a IV são, correta e respectivamente, preenchidas por:
Alternativas
Q410673 Governança de TI
De acordo com a ITIL v3, prioridade é uma categoria usada para identificar a importância relativa de um incidente, problema ou mudança. O impacto e a urgência são usados para designar a prioridade. Considere que o TRT da 16ª Região, hipoteticamente, utiliza a seguinte classificação de prioridades:

       Código de        Descrição        Prazo para
        prioridade                                 solução
              1                 Crítico               1 hora
              2                   Al to                8 horas
              3                  Médio             24 horas
              4                   Baixo             48 horas
              5               Planejado           Planejado

Com base nesta classificação, a matriz Impacto x Urgência correta do TRT16R é:
Alternativas
Q410672 Segurança da Informação
Considerando os mecanismos de segurança e os tipos de ataques em redes de computadores, é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Respostas
2141: D
2142: E
2143: A
2144: D
2145: C
2146: B
2147: A
2148: E
2149: E
2150: B
2151: D
2152: A
2153: D
2154: B
2155: C
2156: A
2157: D
2158: B
2159: C
2160: E