Questões de Concurso Para médico

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Q3325908 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

Em  “É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação” (2º parágrafo). A oração em destaque é classificada como:
Alternativas
Q3325907 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

“O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores” (4º parágrafo). Nesse trecho, a vírgula foi empregada para: 
Alternativas
Q3325906 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância” (2º parágrafo). O termo em destaque veicula sentido de: 
Alternativas
Q3325905 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

No titulo do texto (“Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito”), há: 
Alternativas
Q3325904 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

A função da linguagem predominante no texto é a: 
Alternativas
Q3325903 Português

Leia o texto a seguir:



Baixa escolaridade é principal fator de risco para demência no Brasil, mostra estudo inédito



Em países do hemisfério norte, desenvolvimento da doença está associado a sexo e idade 



     A baixa escolaridade é o principal fator de risco para o declínio cognitivo entre idosos do Brasil, enquanto a falta de saúde mental desponta como possível causa de problemas de perda de autonomia, mostra estudo brasileiro publicado na revista The Lancet Global Health. O baixo acesso à educação superou variáveis tradicionalmente associadas ao sintoma, como idade ou sexo. 


   O projeto, liderado pelo professor Eduardo Zimmer, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e apoiado a saúde pelo Instituto Serrapilheira, evidencia a necessidade de políticas públicas que garantam o acesso universal ao ensino e o cuidado com mental desde cedo. "Para resolver o declínio cognitivo, precisamos colocar todo mundo na escola desde a infância. É fundamental garantir que crianças e adolescentes tenham acesso à educação", destaca Zimmer.


   O professor também ressalta que os resultados alertam para a importância de considerar as particularidades regionais ao analisar dados globais. Estudos feitos em países desenvolvidos, com outras realidades socioeconômicas, apontam idade e sexo como os principais fatores associados a essas doenças. 


   "Começamos ver que o cérebro do brasileiro diferente do é completamente cérebro do Norte Global", afirma o especialista. O país tem sofrido com um aumento no número de casos de demências, como o Alzheimer. O envelhecimento da população cumpre papel fundamental nesse cenário, mas a nova pesquisa reforça a influência de outros fatores. 


   A investigação, inédita, usou inteligência  artificial para comparar dados de 9,4 mil pacientes brasileiros obtidos por meio do Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSA- Brasil). As informações socioeconômicas e de saúde foram comparadas com as de outros países latino-americanos de renda alta (Uruguai e Chile) e baixa ou média (Colômbia e Equador). No total, mais de 40 mil pessoas foram envolvidas.


Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2025/02/baixa-escolaridade- e-principal-fator-de-risco-para-demencia-no-brasil-mostra-estudo-inedito.shtml. Acesso em 05/02/2025 (Adaptado). 

A leitura do texto permite a conclusão de que uma das principais causas para a demência no Brasil, segundo pesquisas modernas,  é
Alternativas
Q3325862 Saúde Pública
Uma creche identificou aumento significativo de casos de infecção por vírus respiratórios em um curto espaço de tempo. Várias crianças apresentaram febre alta e coriza persistente, gerando preocupação nos responsáveis. Diante desse cenário, a equipe de saúde propôs estratégias para reduzir a propagação e orientar sobre cuidados preventivos. Assinalar a alternativa CORRETA que reflete uma abordagem eficaz de prevenção em ambientes coletivos na infância:
Alternativas
Q3325861 Medicina
A fisiopatologia dos líquidos corporais em pediatria exige avaliação constante das perdas insensíveis e do equilíbrio hidroeletrolítico. A hidratação oral e parenteral deve considerar tanto a condição clínica quanto o nível de atividade da criança. Assinalar a alternativa CORRETA sobre a terapia de hidratação em pediatria:
Alternativas
Q3325860 Medicina
Considerando-se a doença de Crohn, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) Acomete exclusivamente a mucosa do cólon.
( ) As alterações são tipicamente transmurais e com potencial formação de fístulas.
( ) A maioria dos pacientes apresenta acometimento perianal e invasão da serosa por tecido adiposo.
( ) Geralmente cursa com sintomas gerais como febre, anorexia e perda de peso, além de diarreia crônica invasiva e dor abdominal.
Alternativas
Q3325859 Medicina
Uma criança de 5 anos foi levada à emergência com quadro súbito de dispneia intensa, cianose labial e agitação. Segundo os pais, houve contato prévio com um possível alérgeno alimentar. Na avaliação inicial, constatou-se taquicardia, uso de musculatura acessória e sibilos à ausculta. Diante da suspeita de reação anafilática, assinalar a alternativa CORRETA sobre a conduta imediata:
Alternativas
Q3325858 Medicina
Em relação ao crescimento e desenvolvimento infantil, analisar os itens.

I. A avaliação contínua do crescimento infantil permite detectar precocemente possíveis desvios, possibilitando intervenções oportunas para corrigir ou minimizar problemas.

II. A baixa estatura deve ser investigada exclusivamente quando há redução da velocidade de crescimento.

III. O primeiro sinal puberal nos meninos é o aumento do tamanho dos testículos. Nas meninas, é o surgimento do broto mamário.


Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3325857 Medicina
Você está avaliando um paciente pediátrico de 14 anos com histórico de episódios recorrentes de dor abdominal severa, náuseas e vômitos. Exames laboratoriais revelam elevação das enzimas pancreáticas, e a imagem do abdome sugere pancreatite. Com base nesses achados, você considera o diagnóstico de pancreatite aguda e crônica e reflete sobre os aspectos clínicos e de manejo dessas condições. Sobre pancreatites agudas e crônicas em pacientes pediátricos, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

( ) A etiologia mais comum de pancreatite aguda em crianças é a obstrução biliar.
( ) Pacientes com pancreatite crônica frequentemente desenvolvem insuficiência pancreática exócrina.
( ) O manejo inicial da pancreatite aguda foca principalmente no suporte nutricional enteral precoce.
( ) A ressonância magnética é ineficaz no diagnóstico de pancreatite crônica.
Alternativas
Q3325856 Medicina
Sobre medidas de suporte avançado de vida em crianças, analisar os itens.

I. O evento parada cardiorrespiratória (PCR) na criança ocorre mais frequentemente com o ritmo de assistolia (55 a 70%), depois como atividade elétrica sem pulso (10 a 25%), e depois como fibrilação ventricular (FV) ou taquicardia ventricular sem pulso (até 20%). Nos dois primeiros ritmos, após identificação, está indicada a administração de lidocaína.

II. Mais do que assegurar uma via aérea com entubação traqueal, uma prioridade na ressuscitação de crianças é a ventilação adequada (por meio de tubo traqueal, máscara laríngea ou máscara facial apropriada, bem posicionada e com boa vedação), uma vez que as causas respiratórias de PCR são as mais frequentes nesse grupo etário.

III. Cânulas/tubos para entubação traqueal de crianças menores de oito anos devem ser desprovidas(os) de balonete (cuff), EXCETO para situações nas quais se deseje evitar qualquer escape de ar.

IV. A PCR na criança menor de oito anos, em quase 90% dos eventos, é caracterizada ou por um evento respiratório, com hipoxemia e hipercarbia, ou por um evento circulatório, com má perfusão e má oxigenação de órgãos e sistemas vitais.


Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3325855 Nutrição
Analisar os itens.

I. Os oligossacarídeos, o terceiro componente mais abundante no leite humano, atuam na defesa do hospedeiro ao impedir a fixação de bactérias à mucosa intestinal; desse modo, exercendo um papel protetor para o recém-nascido pré-termo relativamente imunocomprometido.

II. O aminoácido tirosina desempenha muitas funções no recém-nascido, como a conjugação dos ácidos biliares, a osmorregulação e a neurotransmissão, e também atua como um antioxidante e fator de crescimento. Ele está presente em altas concentrações no leite humano e quase ausente no leite de vaca.

III. Embora se possa esperar que recém-nascidos alimentados com leite humano apresentem, quando forem jovens adultos, níveis mais elevados de colesterol do que os recém-nascidos alimentados com fórmula, descobriu-se que o oposto é verdadeiro, além de terem proteína C reativa inferior, uma medida do processo inflamatório associado à aterosclerose.

IV. O leite humano é pobre em fenilalanina e taurina, os quais os recém-nascidos e prematuros estão mal equipados para metabolizar. Por essa razão, a composição proteica do leite bovino está bem adaptada às necessidades dos recém-nascidos prematuros.


Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3325850 Estatuto da Pessoa Idosa - Lei nº 10.741 de 2003
Conforme a Lei nº 10.741/2003 − Estatuto da Pessoa Idosa, a atenção integral à saúde da pessoa idosa é assegurada por meio do Sistema Único de Saúde, promovendo a prevenção, a promoção e a recuperação da saúde, por meio de ações e serviços articulados e contínuos. Considerando isso, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3325849 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Na Lei nº 13.146/2015 − Estatuto da Pessoa com Deficiência, as pessoas com deficiência são aquelas que têm alguma limitação física, mental ou sensorial que dura a vida toda e que, por causa de obstáculos, impede que elas vivam plenamente e participem de tudo na sociedade. Considerando isso, analisar os itens.

I. A avaliação da deficiência será exclusivamente física e mental.
II. O Poder Legislativo criará instrumentos para avaliação da deficiência.
III. A avaliação da deficiência será realizada por um único profissional.


Está CORRETO o que se afirma:
Alternativas
Q3325848 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Com base na Lei nº 8.069/1990 — Estatuto da Criança e do Adolescente, o Estado deve implementar políticas públicas que assegurem o nascimento e o desenvolvimento sadio de crianças e adolescentes. Tendo em vista essas iniciativas do poder público, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE.

O Sistema Único de Saúde promoverá programas de assistência médica e ___________ para a prevenção das enfermidades que ordinariamente afetam a população infantil. 
Alternativas
Q3325827 Medicina
Sobre as lesões do nervo ciático em fraturas do acetábulo, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3325826 Medicina
A tuberculose é uma infecção granulomatosa que pode causar acometimento osteoarticular. A respeito desse quadro, assinalar a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
19401: C
19402: A
19403: D
19404: C
19405: B
19406: C
19407: D
19408: E
19409: A
19410: D
19411: E
19412: C
19413: D
19414: C
19415: B
19416: A
19417: A
19418: B
19419: A
19420: E