Questões de Concurso Para médico

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Q4318047 Medicina
Um pesquisador de 61 anos, funcionário de uma universidade pública, procura atendimento ambulatorial por apresentar dor epigástrica em queimação, há cerca de três meses, com piora em jejum e melhora parcial após as refeições. Refere uso quase diário de ibuprofeno para osteoartrose de joelhos. Nega hematêmese, melena, perda ponderal ou disfagia. Ao exame físico, apresenta apenas dor discreta à palpação epigástrica, sem sinais de irritação peritoneal. Considerando a idade, os fatores de risco e a suspeita de doença ulcerosa péptica, é correto afirmar que a conduta adequada é
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Q4318046 Segurança e Saúde no Trabalho
Auxiliar de limpeza realiza diariamente, com o uso de luvas, a higienização de laboratórios, utilizando detergentes, desinfetantes e outros produtos químicos. Há cerca de um mês, passou a apresentar eritema, descamação, prurido intenso e pequenas vesículas nas mãos e punhos, com melhora parcial nos fins de semana e piora após os dias de trabalho. Nega uso recente de medica mentos ou produtos de higiene diferentes dos habituais. Diante desse quadro, é correto afirmar que a conduta adequada é
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Q4318045 Segurança e Saúde no Trabalho
Um servidor de 52 anos, assistente administrativo em uma universidade pública, comparece à consulta para o exame médico periódico. Ele não possui exposição a riscos ocupacionais identificados no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR). O servidor é hipertenso, com pressão arterial controlada por tratamento medicamentoso.

Com base nas diretrizes da Norma Regulamentadora no 7 (NR-7) sobre o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), qual a periodicidade cor reta para a realização do próximo exame médico periódico desse trabalhador?
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Q4318044 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a investigação de um caso de adoecimento relacionado ao trabalho, o médico deve distinguir os conceitos de doença profissional e de doença relacionada ao trabalho para estabelecer adequadamente o nexo ocupacional. Nesse contexto, assinale a alternativa correta.
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Q4318043 Medicina
Um servidor de 58 anos, escriturário, procura o ambulatório da universidade relatando dor em aperto no peito iniciada há cerca de 30 minutos durante uma caminhada até o estacionamento. A dor irradia para o braço esquerdo e é acompanhada de sudorese fria e náuseas. Não melhora com repouso. O paciente é hipertenso e tabagista. Diante desse quadro clínico, a principal hipótese diagnóstica é:
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Q4318042 Direito Sanitário
Um professor de uma universidade pública procura o ser viço de Saúde do Trabalhador por apresentar lombalgia relacionada ao trabalho, agravada pela permanência prolongada em pé e pela movimentação de equipamentos.

Considerando as competências do Sistema Único de Saúde (SUS) previstas na Constituição Federal de 1988, a conduta adequada do médico é aquela que reconhece competir ao SUS:
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Q4318041 Segurança e Saúde no Trabalho
Um técnico de laboratório, empregado pelo regime da CLT, sofreu uma contusão leve em um dos dedos da mão durante o manuseio de um equipamento, em horário de trabalho. Após atendimento no ambulatório da instituição, o médico constatou que a lesão provocou redução temporária da capacidade funcional para o trabalho, mas não justificava afastamento, liberando o servidor para retornar imediatamente às suas atividades. Nessa situação, em relação à Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), a conduta correta é:
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Q4318040 Legislação Estadual
Tendo em vista o Regimento Geral da Unesp, pode-se corretamente afirmar sobre a Comissão Permanente de Avaliação (CPA):
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Q4318039 Direito Sanitário
Foi enviado, pelo Poder Executivo, a proposta de orça mento da União relativa ao ano de 2027. Nesta foi previsto que seriam aplicados em ações e serviços públicos de saúde o percentual de 12% (doze por cento) do valor da receita corrente líquida. Acerca do caso hipotético, pode-se corretamente afirmar que
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Q4318038 Direito Sanitário
Os serviços de atendimento à saúde da população
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Q4318037 Direito Constitucional
Dr. José, médico e diretor geral do hospital X, recebeu dois requerimentos formulados por entidades religiosas, representantes de credos distintos, solicitando autorização para a prestação de assistência religiosa aos pacientes internados. Tendo em vista o que dispõe a Constituição Federal, assinale a alternativa correta.
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Q4318036 Direito Constitucional
Tendo em vista os princípios fundamentais que regem a República Federativa do Brasil, pode-se corretamente afirmar que
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Q4318035 Raciocínio Lógico

Considere a afirmação:


“Se a teoria é boa, então o experimento dá certo ou não é bem desenvolvido.” Uma afirmação que seja logicamente equivalente a essa é:

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Q4318034 Matemática

Considere a sequência de números naturais criada com um padrão lógico matemático:


1, 2, 3, 4, 5, 2, 3, 4, 5, 6, 3, 4, 5, 6, 7, 4, ... 9, 6, 7, 8, 9, 10, 7, 8, 9, 10, 11, ...


Nessa sequência, a razão entre o 89º elemento e o 128º elemento é

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Q4318033 Matemática
Um aluno gastou 1 hora e 40 minutos para resolver a primeira parte de uma prova. Gastou, na segunda parte, 20% a mais do que o tempo gasto na parte anterior. Já na terceira parte, esse mesmo aluno gastou 30% a mais do que o tempo gasto na resolução da segunda parte. Esse aluno utilizou nessas três resoluções um tempo médio, por parte, igual a
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Q4318032 Farmácia
Uma pessoa trouxe um vasilhame com uma solução que disse ser soro fisiológico. Questionada sobre como a solução tinha sido feita, a pessoa respondeu que havia colocado 4,5 g de sal no vasilhame e acrescentado água purificada até atingir o volume de 0,31 L. O soro fisiológico contém 0,9 g de sal para cada 100 mL de água purificada.

Para que de fato essa solução se torne soro fisiológico, é necessário acrescentar, nesse vasilhame, um volume de água purificada igual a
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Q4318031 Matemática

Em um almoxarifado, quando o estoque de um determinado material cai até atingir a terça parte da quantidade definida como ideal, é emitida uma nova ordem de compra, de maneira a repor o estoque a essa quantidade definida. Com o estoque em nível ideal, foram registradas três retiradas desse material:


1ª retirada: a sétima parte do estoque inicial.


2ª retirada: a terça parte da quantidade que ainda havia no estoque.


3ª retirada: a oitava parte da quantidade que ainda havia no estoque.


A fração, do estoque ideal, que falta ser retirada para que o estoque atinja a marca para a emissão de nova ordem de compra é

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Q4318030 Português

Leia a seguir um trecho do prólogo do livro A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma, para responder à questão


 Prólogo ao leitor extremamente ocupado


“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupa dos e extremamente apressados.


Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupa do, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.


Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constante mente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.


Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…


Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.


Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.


Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).

Leia o cartum.


Imagem associada para resolução da questão



Esse cartum dialoga com o texto “Prólogo ao leitor extremamente ocupado”, apontando que

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Q4318029 Português

Leia a seguir um trecho do prólogo do livro A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma, para responder à questão


 Prólogo ao leitor extremamente ocupado


“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupa dos e extremamente apressados.


Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupa do, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.


Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constante mente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.


Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…


Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.


Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.


Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).

A troca da expressão destacada pela que está entre colchetes está em conformidade com a norma-padrão de emprego e colocação pronominal em:
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Q4318028 Português

Leia a seguir um trecho do prólogo do livro A literatura como remédio: os clássicos e a saúde da alma, para responder à questão


 Prólogo ao leitor extremamente ocupado


“Desocupado leitor…” É assim que Miguel de Cervantes iniciava o prólogo de uma das mais célebres obras literárias da história universal: O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha. Quatrocentos anos depois, neste mundo marcado pelo imediatismo e pelo produtivismo, fico pensando se ainda seria possível iniciar um livro fazendo um convite ao “desocupado leitor” de Cervantes… Pois, na verdade, hoje estamos todos tão extremamente ocupados… Extremamente ocupa dos e extremamente apressados.


Esta pressa e esta azáfama têm, mais que nos ocupa do, nos preocupado e, em última análise, nos desumanizado e nos adoecido. E como os que estão doentes precisam de remédio, passo, rapidamente — porque nos falta tempo — a falar sobre o porquê deste livro.


Este livro fala sobre um remédio; um tipo muito especial de remédio. O remédio é, como veremos, muito, muito antigo. Foi descoberto ou inventado ainda na aurora da humanidade e, ficando às vezes meio esquecido, precisa ser constante mente resgatado, para que essa mesma humanidade não adoeça mortalmente.


Quem nunca experimentou, algum dia, os seus efeitos benfazejos? Eu mesmo me lembro o quanto o desejava e esperava, ansiosamente, quando minha mãe, às vezes meu pai, ou mesmo meu avô, vinham administrá-lo à noite, antes de dormir…


Sim, não cabe mais fazer mistério: esse remédio são as histórias. As narrativas que, algumas vezes, brotam da imaginação fértil; outras, das coisas efetivamente ocorridas e reinventadas; e, na maioria, dos livros clássicos de contos infantis.


Chamo de remédio, porque, desde a mais tenra infância, essas histórias eram o que enchiam a alma, quebravam a rotina dos dias cinzentos, abriam as portas para outras dimensões e patamares da realidade. Divertiam, encantavam, ensinavam e, mesmo quando eram amargas e tristes (pois é próprio do remédio às vezes ser amargo), sempre faziam bem.


Com o passar do tempo, entretanto, e as demandas da vida — escola, trabalho etc. — vamos nos afastando deste maravilhoso remédio, fortificante da alma. No contexto do mundo moderno, aliás, passaram a acreditar que tal remédio é não só dispensável, mas até prejudicial, pois ficção, fantasia, sonho, nos distrai da “realidade”, determinada pelas coisas “reais”, sérias, produtivas. Mas então, quando começamos a sentir os sintomas de um tipo muito particular de adoecimento, nos damos conta da sua falta e nos lembramos dos seus efeitos.


(Dante Gallian. São Paulo: Martin Claret, 2019. Adaptado).

Assinale a alternativa que está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância e crase.
Alternativas
Respostas
721: D
722: E
723: A
724: E
725: A
726: B
727: C
728: B
729: C
730: A
731: B
732: E
733: A
734: D
735: C
736: D
737: B
738: D
739: B
740: E