Questões de Concurso Para psicopedagogo

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Q3065720 Pedagogia
As teorias de Henri Wallon e Jean Piaget apresentam perspectivas diferentes sobre o desenvolvimento infantil, embora compartilhem algumas semelhanças. Enquanto Piaget foca nos estágios do desenvolvimento cognitivo, Wallon enfatiza uma abordagem mais integrada, que envolve aspectos afetivos, motores e sociais. Qual das alternativas abaixo descreve corretamente uma diferença fundamental entre as teorias de Wallon e Piaget?
Alternativas
Q3065719 Pedagogia
Henri Wallon propôs que o desenvolvimento infantil é um processo dinâmico e integrado, no qual os aspectos afetivos, motores, cognitivos e sociais estão inter-relacionados. Sua teoria destaca a importância das fases de desenvolvimento, que são marcadas pela alternância entre momentos de predominância do "eu" e do "outro". Com base na teoria de Wallon, qual das alternativas abaixo descreve corretamente um aspecto essencial do desenvolvimento infantil segundo essa abordagem?
Alternativas
Q3065718 Pedagogia
Na teoria de Vygotsky, a distinção entre instrumento e símbolo é central para entender como ocorre o desenvolvimento cognitivo. Para ele, os instrumentos e os símbolos são mediadores que influenciam a relação do indivíduo com o mundo. Qual das alternativas abaixo explica corretamente a diferença entre instrumento e símbolo segundo a teoria de Vygotsky?
Alternativas
Q3065717 Pedagogia
De acordo com a teoria de Vygotsky, a linguagem desempenha um papel fundamental no desenvolvimento cognitivo e na formação da inteligência. Para Vygotsky, a linguagem não é apenas um meio de comunicação, mas também um instrumento de pensamento e mediação do aprendizado. Considerando essa teoria, qual das alternativas abaixo descreve corretamente a relação entre linguagem e desenvolvimento intelectual?
Alternativas
Q3065716 Pedagogia
Em uma escola de ensino infantil, a professora observa que uma aluna de 4 anos costuma expressar suas emoções de forma intensa, como chorando ou rindo alto, e tem dificuldade em seguir regras nas atividades em grupo. Ela também se mostra muito sensível a elogios e críticas dos colegas e dos adultos. Considerando a teoria de Henri Wallon sobre o desenvolvimento infantil, qual das alternativas abaixo explica corretamente o comportamento dessa aluna? 
Alternativas
Q3065715 Pedagogia
As teorias de desenvolvimento cognitivo de Vygotsky, Wallon e Piaget apresentam diferentes abordagens para explicar como ocorre a aprendizagem e o desenvolvimento humano. Considerando as contribuições desses teóricos, qual das alternativas abaixo descreve corretamente uma diferença fundamental entre as teorias de Vygotsky, Wallon e Piaget?
Alternativas
Q3065714 Pedagogia
Na teoria construtivista de Jean Piaget, os conceitos de assimilação e acomodação são fundamentais para explicar como ocorre o desenvolvimento cognitivo. Esses processos descrevem a forma como os indivíduos integram novas informações em seus esquemas cognitivos e ajustam esses esquemas para lidar com novas experiências. Qual das alternativas abaixo diferencia corretamente os conceitos de assimilação e acomodação?
Alternativas
Q3065713 Pedagogia
A teoria construtivista, desenvolvida por Jean Piaget, enfatiza o papel ativo do aluno na construção do conhecimento. Segundo essa teoria, o processo de aprendizagem é resultado da interação entre o sujeito e o ambiente, e ocorre por meio de processos de assimilação e acomodação. Com base na teoria construtivista de Piaget, qual das alternativas abaixo descreve corretamente o conceito de acomodação?
Alternativas
Q3065712 Pedagogia
A Psicopedagogia tem como forte aliada a ciência Psicológica. Um dos temas discutidos e estudos pela Psicologia que tem forte influencia sobre a Psicopedagogia é a motivação. Atente para a seguinte descrição acerca desta temática: “enfoque nos estímulos reforçadores ou punitivos do ambiente que determinam o comportamento, considerando os estímulos antecedentes e principalmente os consequentes que determinam se o comportamento será ou não mantido.”

Marque a alternativa que apresenta o nome correto da teoria que dá suporte para a afirmação acima:
Alternativas
Q3065711 Pedagogia
Lobo (2008) define a lateralidade como a propensão que o ser humano tem de utilizar, preferencialmente, mais um lado do corpo que o outro em três níveis: mão, olho e pé. Sendo que, esse lado dominante apresenta maior força muscular, mais precisão e mais rapidez. De acordo com a literatura cientifica, por volta de que idade a lateralidade se desenvolve?
Alternativas
Q3065710 Pedagogia
Atente para a seguinte manifestação:
“Dificuldades para recordar palavras e solicitar informações da memória.”
Marque a alternativa que, de acordo com a literatura cientifica, define o tipo de distúrbio descrito acima. 
Alternativas
Q3065709 Pedagogia
No processo de avaliação psicopedagógica há uma série de recursos e possibilidades para compreender as dificuldades do aprendizado. Em relação ao instrumento para avaliar a coordenação motora, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3065708 Pedagogia
Sobre as funções da Psicopedagogia, Sobrinho (2015) explica que a Psicopedagogia com a confluência de diversas áreas do conhecimento, principalmente da Psicologia e da Pedagogia. Sobre as funções da Psicopedagogia, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3065707 Pedagogia
Ainda sobre o processo de avaliação psicopedagógica, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3065706 Pedagogia
Diversos autores da Psicologia apontam para a importância dos afetos no âmbito da aprendizagem. Sobre este tema, marque a alternativa correta.
Alternativas
Q3065705 Pedagogia
Marque a alternativa correta acerca da história da Psicopedagogia enquanto ciência e profissão.
Alternativas
Q3065704 Pedagogia
Para a realização de diagnóstico psicopedagógico é necessário procedimentos específicos, quanto a postura teórica e prática. Acerca do diagnóstico marque a alternativa INCORRETA a respeito dos processos avaliativos e diagnósticos.
Alternativas
Q3065213 Português

Leia o texto adiante e, em seguida, responda:


As palavras e o tempo

(Cristovão Tezza) 



Ao chegar criança em Curitiba, em 1961, meu primeiro choque foi linguístico: um vendedor de rua oferecia “dolé”. Para quem não sabe, era picolé. O nome “dolé” me soava tão estranho que só a custo parecia se encaixar naquele objeto que eu sempre conhecera como “picolé”. Os anos se passaram e os dolés sumiram. A última vez que os vi foi nas ruínas de uma parede no litoral, onde se podia ler em letras igualmente arruinadas pelo tempo: “Fábrica de dolés”. Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua. Lembro que, pouco a pouco, comecei a ouvir pessoas dizendo “emprestei do Fulano”, quando para meus ouvidos o normal seria “peguei emprestado do Fulano”; ou então emprestamos a ele. “Emprestar” só poderia ser “para alguém”; o contrário seria “pedir emprestado”. Mas em poucos anos o estranho passou a ser “pedir emprestado”, e a nova forma foi para o Houaiss. Um linguista diria que se trata de uma passagem sutil de formas analíticas para formas sintéticas. Quando o telefone começou a se popularizar, também se popularizou a forma “telefonar na tua casa”; assim, “eu telefono na casa do João” não significa ir até a casa do João para usar o telefone dele, que no início parecia a única interpretação possível, mas sim telefonar para a casa dele. E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo. Bem, sem dinheiro para pagar à vista, a gramática não importa mesmo, e vamos pagando no cartão.

A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra. O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas, ou expressões velhas transmudadas em outras. Um dos fenômenos mais interessantes, e de rápida consolidação, foi também a criação de verbos para substituir expressões analíticas. “Priorizar” ou “disponibilizar”, que parecem tão comuns, com um jeito de que vieram lá do tempo de Camões, na verdade não terão mais de vinte anos – e também já estão no Houaiss. Na antiquíssima década de 1980, dizíamos “dar prioridade a” e “tornar possível”. Bem, as novas formas ainda têm uma aura tecnocrática. Em vez de “disponibilizar os sentimentos”, preferimos ainda “abrir o coração”. Mas outras novidades acertam na veia: “deletar” entrou definitivamente no dia a dia das pessoas. Já ouvi gente confessar “deletei ela da minha vida”.

Piorou a língua? De modo algum. A língua continua inculta e bela como sempre, como queria o poeta. Ela sempre adiante – nós é que envelhecemos, e, às vezes, pela fala, parecemos pergaminhos de um tempo que passou.

20/09/2011

TEZZA, Cristovão, Um operário em férias, organização e apresentação Christian Schwartz; ilustrações Benett. – Rio de Janeiro: Record, 2013.

Releia e responda: “O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas,...” Classifique o período dessa construção:
Alternativas
Q3065212 Português

Leia o texto adiante e, em seguida, responda:


As palavras e o tempo

(Cristovão Tezza) 



Ao chegar criança em Curitiba, em 1961, meu primeiro choque foi linguístico: um vendedor de rua oferecia “dolé”. Para quem não sabe, era picolé. O nome “dolé” me soava tão estranho que só a custo parecia se encaixar naquele objeto que eu sempre conhecera como “picolé”. Os anos se passaram e os dolés sumiram. A última vez que os vi foi nas ruínas de uma parede no litoral, onde se podia ler em letras igualmente arruinadas pelo tempo: “Fábrica de dolés”. Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua. Lembro que, pouco a pouco, comecei a ouvir pessoas dizendo “emprestei do Fulano”, quando para meus ouvidos o normal seria “peguei emprestado do Fulano”; ou então emprestamos a ele. “Emprestar” só poderia ser “para alguém”; o contrário seria “pedir emprestado”. Mas em poucos anos o estranho passou a ser “pedir emprestado”, e a nova forma foi para o Houaiss. Um linguista diria que se trata de uma passagem sutil de formas analíticas para formas sintéticas. Quando o telefone começou a se popularizar, também se popularizou a forma “telefonar na tua casa”; assim, “eu telefono na casa do João” não significa ir até a casa do João para usar o telefone dele, que no início parecia a única interpretação possível, mas sim telefonar para a casa dele. E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo. Bem, sem dinheiro para pagar à vista, a gramática não importa mesmo, e vamos pagando no cartão.

A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra. O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas, ou expressões velhas transmudadas em outras. Um dos fenômenos mais interessantes, e de rápida consolidação, foi também a criação de verbos para substituir expressões analíticas. “Priorizar” ou “disponibilizar”, que parecem tão comuns, com um jeito de que vieram lá do tempo de Camões, na verdade não terão mais de vinte anos – e também já estão no Houaiss. Na antiquíssima década de 1980, dizíamos “dar prioridade a” e “tornar possível”. Bem, as novas formas ainda têm uma aura tecnocrática. Em vez de “disponibilizar os sentimentos”, preferimos ainda “abrir o coração”. Mas outras novidades acertam na veia: “deletar” entrou definitivamente no dia a dia das pessoas. Já ouvi gente confessar “deletei ela da minha vida”.

Piorou a língua? De modo algum. A língua continua inculta e bela como sempre, como queria o poeta. Ela sempre adiante – nós é que envelhecemos, e, às vezes, pela fala, parecemos pergaminhos de um tempo que passou.

20/09/2011

TEZZA, Cristovão, Um operário em férias, organização e apresentação Christian Schwartz; ilustrações Benett. – Rio de Janeiro: Record, 2013.

Releia e responda: “Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua.” O conectivo destacado, entre a construção que introduz e a que o antecede, estabelece uma relação de:
Alternativas
Q3065211 Português

Leia o texto adiante e, em seguida, responda:


As palavras e o tempo

(Cristovão Tezza) 



Ao chegar criança em Curitiba, em 1961, meu primeiro choque foi linguístico: um vendedor de rua oferecia “dolé”. Para quem não sabe, era picolé. O nome “dolé” me soava tão estranho que só a custo parecia se encaixar naquele objeto que eu sempre conhecera como “picolé”. Os anos se passaram e os dolés sumiram. A última vez que os vi foi nas ruínas de uma parede no litoral, onde se podia ler em letras igualmente arruinadas pelo tempo: “Fábrica de dolés”. Com o tempo, as estranhezas linguísticas vão ganhando outro contorno, mas sempre com a marca que o tempo vai deixando nas formas da língua. Lembro que, pouco a pouco, comecei a ouvir pessoas dizendo “emprestei do Fulano”, quando para meus ouvidos o normal seria “peguei emprestado do Fulano”; ou então emprestamos a ele. “Emprestar” só poderia ser “para alguém”; o contrário seria “pedir emprestado”. Mas em poucos anos o estranho passou a ser “pedir emprestado”, e a nova forma foi para o Houaiss. Um linguista diria que se trata de uma passagem sutil de formas analíticas para formas sintéticas. Quando o telefone começou a se popularizar, também se popularizou a forma “telefonar na tua casa”; assim, “eu telefono na casa do João” não significa ir até a casa do João para usar o telefone dele, que no início parecia a única interpretação possível, mas sim telefonar para a casa dele. E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo. Bem, sem dinheiro para pagar à vista, a gramática não importa mesmo, e vamos pagando no cartão.

A língua não para, mas seus movimentos nunca são claramente visíveis, assim como jamais conseguimos ver a grama crescer – súbito parece que ela já foi trocada por outra. O advento da informática e dos computadores é um manancial sem fim de palavras e expressões novas, ou expressões velhas transmudadas em outras. Um dos fenômenos mais interessantes, e de rápida consolidação, foi também a criação de verbos para substituir expressões analíticas. “Priorizar” ou “disponibilizar”, que parecem tão comuns, com um jeito de que vieram lá do tempo de Camões, na verdade não terão mais de vinte anos – e também já estão no Houaiss. Na antiquíssima década de 1980, dizíamos “dar prioridade a” e “tornar possível”. Bem, as novas formas ainda têm uma aura tecnocrática. Em vez de “disponibilizar os sentimentos”, preferimos ainda “abrir o coração”. Mas outras novidades acertam na veia: “deletar” entrou definitivamente no dia a dia das pessoas. Já ouvi gente confessar “deletei ela da minha vida”.

Piorou a língua? De modo algum. A língua continua inculta e bela como sempre, como queria o poeta. Ela sempre adiante – nós é que envelhecemos, e, às vezes, pela fala, parecemos pergaminhos de um tempo que passou.

20/09/2011

TEZZA, Cristovão, Um operário em férias, organização e apresentação Christian Schwartz; ilustrações Benett. – Rio de Janeiro: Record, 2013.

Releia e responda: “E, com a multiplicação do dinheiro de plástico, pagar a conta com o cartão de crédito se transformou subrepticiamente em pagar a conta no cartão de crédito, o que sempre me pareceu esdrúxulo.” Do ponto de vista semântico, as duas expressões sublinhadas mantêm entre si uma relação de:
Alternativas
Respostas
4281: B
4282: D
4283: A
4284: D
4285: E
4286: B
4287: A
4288: C
4289: C
4290: B
4291: B
4292: C
4293: A
4294: D
4295: C
4296: A
4297: D
4298: C
4299: E
4300: A