Questões de Concurso Para taquígrafo

Foram encontradas 851 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1135926 Português
Leia o texto para responder à questão.


Marco Civil da Internet:
cinco anos de evolução nos direitos digitais


        Acesso à internet como um direito universal e essencial; sistemas jurídicos para assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura; proteção de dados pessoais e privacidade reconhecidas como direito do internauta; dever dos provedores de acesso à internet de tratarem de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo ou aplicação e independentemente de questões econômicas, políticas ou religiosas – a neutralidade da rede. Essas são algumas conquistas do Marco Civil da Internet (MCI), de 24 de abril de 2014, que completou cinco anos.
       Ao longo de todo o processo de construção da lei, que se iniciou com uma consulta pública aberta em 2009, com ampla participação social, a proposta ganhou robustez em virtude de amplos e democráticos debates. Aliás, é importante frisar que uma das conquistas do MCI foi a garantia de que a governança da internet se dará por mecanismos multissetoriais, com representação de governos, empresas, academia e terceiro setor, de modo a viabilizar que as diretrizes estratégicas para o desenvolvimento e uso da internet no Brasil sejam definidas em ambiente democrático.

(Flávia Lefèvre. www.cartacapital.com.br, 25.04.2019. Adaptado) 
No 1º parágrafo, o ponto e vírgula separa
Alternativas
Q1135925 Português
Leia o texto para responder à questão.


Marco Civil da Internet:
cinco anos de evolução nos direitos digitais


        Acesso à internet como um direito universal e essencial; sistemas jurídicos para assegurar a liberdade de expressão e impedir a censura; proteção de dados pessoais e privacidade reconhecidas como direito do internauta; dever dos provedores de acesso à internet de tratarem de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo ou aplicação e independentemente de questões econômicas, políticas ou religiosas – a neutralidade da rede. Essas são algumas conquistas do Marco Civil da Internet (MCI), de 24 de abril de 2014, que completou cinco anos.
       Ao longo de todo o processo de construção da lei, que se iniciou com uma consulta pública aberta em 2009, com ampla participação social, a proposta ganhou robustez em virtude de amplos e democráticos debates. Aliás, é importante frisar que uma das conquistas do MCI foi a garantia de que a governança da internet se dará por mecanismos multissetoriais, com representação de governos, empresas, academia e terceiro setor, de modo a viabilizar que as diretrizes estratégicas para o desenvolvimento e uso da internet no Brasil sejam definidas em ambiente democrático.

(Flávia Lefèvre. www.cartacapital.com.br, 25.04.2019. Adaptado) 
O Marco Civil da Internet é apresentado, no texto, como
Alternativas
Q2042484 Direito Administrativo
Os vinte anos da Lei de improbidade administrativa 


A Lei de Improbidade Administrativa nasceu do Projeto de Lei 1.446/91, enviado pelo então presidente Fernando Collor de Mello, que necessitava dar um basta à onda de corrupção que assolava o País naquela época. Sob o rótulo da moralidade, o ministro de Estado da Justiça, Jarbas Passarinho, integrante do citado governo, deixou registrado em sua exposição de motivos que o combate à corrupção era necessário, pois se trata de “uma das maiores mazelas que, infelizmente, ainda afligem o País”. Sempre foi uma cultura nefasta em nosso país, como nos países da América do Sul, ver os homens públicos rompendo a coletividade pelos seus maus tratos à coisa pública. Ora, a corrupção atrasou muitos povos do nosso continente, que obtiveram dos políticos o retrocesso e a conduta desleal, em vez de zelarem pela boa e pura intenção dos seus atos. [...] Os vinte anos da Lei de improbidade administrativa

DE MATTOS, Mauro Roberto Gomes. Os vinte anos da Lei de improbidade administrativa. Consultor jurídico - ConJur, 2012. Disponível em: < https://www.conjur.com.br/2012-dez-06/mauromattos-vinte-anos-lei-improbidade-administrativa>. Acesso em: 25 out. 2018.

O texto trata sobre improbidade administrativa. De acordo com a própria Lei nº 8429/92 (Lei de Improbidade Administrativa), ela foi editada em 1992 para:
Alternativas
Q2042483 Legislação Federal
Segundo a Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/11), a informação em poder dos órgãos e entidades públicas, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado, poderá ser classificada como:
Alternativas
Q2042480 Noções de Informática
O Programa Mozilla Firefox é um( uma) : 
Alternativas
Q2042479 Noções de Informática
No Word as funções de Ortografia e Gramática, Tradução, Sinônimos e Contador de palavras figuram no seguinte item da barra de ferramentas: 
Alternativas
Q2042478 Arquitetura de Computadores
No Windows, o uso frequente do HD, com gravações e deleções, vai espalhando o conteúdo dos arquivos em várias partes do disco, gerando uma queda de performance. Para corrigir este problema e reagrupar os blocos dos arquivos
Utiliza-se a função: 
Alternativas
Q2042476 Noções de Informática
O software que não pode ser considerado como sistema operacional é: 
Alternativas
Q2042474 História e Geografia de Estados e Municípios
A Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) é uma ferrovia no atual estado de Rondônia, tendo as suas obras sido executadas entre 1907 e 1912. Sua construção teve como principal objetivo o escoamento da produção da borracha, mas com o declínio dessa produção, seus investidores americanos perderam o interesse e a madeiraMamoré tornou-se patrimônio brasileiro em : 
Alternativas
Q2042473 História e Geografia de Estados e Municípios
O Território Federal de Guaporé é constituído em 1943, com capital em Porto Velho, mediante o desmembramento de áreas:
Alternativas
Q2042469 Matemática
Três moedas equilibradas são lançadas ao ar. A probabilidade de que, ao caírem, as três faces voltadas para cima sejam iguais (3 caras ou 3 coroas), é de : 
Alternativas
Q2042459 Português
As Boas Coisas da Vida
Rubem Braga

Uma revista mais ou menos frívola pediu a várias pessoas para dizer as “dez coisas que fazem a vida valer a pena”. Sem pensar demasiado, fiz esta pequena lista:

- Esbarrar às vezes com certas comidas da infância, por exemplo: aipim cozido, ainda quente, com melado de cana que vem numa garrafa cuja rolha é um sabugo de milho. O sabugo dará um certo gosto ao melado? Dá: gosto de infância, de tarde na fazenda.

- Tomar um banho excelente num bom hotel, vestir uma roupa confortável e sair pela primeira vez pelas ruas de uma cidade estranha, achando que ali vão acontecer coisas surpreendentes e lindas. E acontecerem.

- Quando você vai andando por um lugar e há um bate-bola, sentir que a bola vem para o seu lado e, de repente, dar um chute perfeito – e ser aplaudido pelos serventes de pedreiro.

- Ler pela primeira vez um poema realmente bom. Ou um pedaço de prosa, daqueles que dão inveja na gente e vontade de reler.

- Aquele momento em que você sente que de um velho amor ficou uma grande amizade – ou que uma grande amizade está virando, de repente, amor. - Sentir que você deixou de gostar de uma mulher que, afinal, para você, era apenas aflição de espírito e frustração da carne – essa amaldiçoada.
- Viajar, partir…
- Voltar.

- Quando se vive na Europa, voltar para Paris, quando se vive no Brasil, voltar para o Rio. - Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte – o assim chamado descanso eterno.

Texto adaptado de BRAGA, R., As Boas Coisas da Vida, 1988. 
Tomemos o título “As Boas Coisas da vida”. Sabemos que a palavra “coisa” pode carregar diversos significados, dependendo do contexto. A partir dessa observação, numa leitura interpretativa, é possível afirmar que:
Alternativas
Q2042456 Português
As Boas Coisas da Vida
Rubem Braga

Uma revista mais ou menos frívola pediu a várias pessoas para dizer as “dez coisas que fazem a vida valer a pena”. Sem pensar demasiado, fiz esta pequena lista:

- Esbarrar às vezes com certas comidas da infância, por exemplo: aipim cozido, ainda quente, com melado de cana que vem numa garrafa cuja rolha é um sabugo de milho. O sabugo dará um certo gosto ao melado? Dá: gosto de infância, de tarde na fazenda.

- Tomar um banho excelente num bom hotel, vestir uma roupa confortável e sair pela primeira vez pelas ruas de uma cidade estranha, achando que ali vão acontecer coisas surpreendentes e lindas. E acontecerem.

- Quando você vai andando por um lugar e há um bate-bola, sentir que a bola vem para o seu lado e, de repente, dar um chute perfeito – e ser aplaudido pelos serventes de pedreiro.

- Ler pela primeira vez um poema realmente bom. Ou um pedaço de prosa, daqueles que dão inveja na gente e vontade de reler.

- Aquele momento em que você sente que de um velho amor ficou uma grande amizade – ou que uma grande amizade está virando, de repente, amor. - Sentir que você deixou de gostar de uma mulher que, afinal, para você, era apenas aflição de espírito e frustração da carne – essa amaldiçoada.
- Viajar, partir…
- Voltar.

- Quando se vive na Europa, voltar para Paris, quando se vive no Brasil, voltar para o Rio. - Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte – o assim chamado descanso eterno.

Texto adaptado de BRAGA, R., As Boas Coisas da Vida, 1988. 
Observe as correspondências entre os tempos do verbo manter.
Como usei a rolha de sabugo, a garrafa ____ um sabor de infância. Se eu não usasse o sabugo, ela não _____ o sabor de infância. Vou adorar, se ela ______ o sabor da infância.

A opção que completa, corretamente, as três lacunas é: 
Alternativas
Q2042453 Português
As Boas Coisas da Vida
Rubem Braga

Uma revista mais ou menos frívola pediu a várias pessoas para dizer as “dez coisas que fazem a vida valer a pena”. Sem pensar demasiado, fiz esta pequena lista:

- Esbarrar às vezes com certas comidas da infância, por exemplo: aipim cozido, ainda quente, com melado de cana que vem numa garrafa cuja rolha é um sabugo de milho. O sabugo dará um certo gosto ao melado? Dá: gosto de infância, de tarde na fazenda.

- Tomar um banho excelente num bom hotel, vestir uma roupa confortável e sair pela primeira vez pelas ruas de uma cidade estranha, achando que ali vão acontecer coisas surpreendentes e lindas. E acontecerem.

- Quando você vai andando por um lugar e há um bate-bola, sentir que a bola vem para o seu lado e, de repente, dar um chute perfeito – e ser aplaudido pelos serventes de pedreiro.

- Ler pela primeira vez um poema realmente bom. Ou um pedaço de prosa, daqueles que dão inveja na gente e vontade de reler.

- Aquele momento em que você sente que de um velho amor ficou uma grande amizade – ou que uma grande amizade está virando, de repente, amor. - Sentir que você deixou de gostar de uma mulher que, afinal, para você, era apenas aflição de espírito e frustração da carne – essa amaldiçoada.
- Viajar, partir…
- Voltar.

- Quando se vive na Europa, voltar para Paris, quando se vive no Brasil, voltar para o Rio. - Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte – o assim chamado descanso eterno.

Texto adaptado de BRAGA, R., As Boas Coisas da Vida, 1988. 
“Viajar, partir... voltar. Quando se vive na Europa, voltar para Paris, quando se vive no Brasil, voltar para o Rio.”

A alternativa que melhor transcreve o trecho do autor é:
Alternativas
Q2042452 Português
As Boas Coisas da Vida
Rubem Braga

Uma revista mais ou menos frívola pediu a várias pessoas para dizer as “dez coisas que fazem a vida valer a pena”. Sem pensar demasiado, fiz esta pequena lista:

- Esbarrar às vezes com certas comidas da infância, por exemplo: aipim cozido, ainda quente, com melado de cana que vem numa garrafa cuja rolha é um sabugo de milho. O sabugo dará um certo gosto ao melado? Dá: gosto de infância, de tarde na fazenda.

- Tomar um banho excelente num bom hotel, vestir uma roupa confortável e sair pela primeira vez pelas ruas de uma cidade estranha, achando que ali vão acontecer coisas surpreendentes e lindas. E acontecerem.

- Quando você vai andando por um lugar e há um bate-bola, sentir que a bola vem para o seu lado e, de repente, dar um chute perfeito – e ser aplaudido pelos serventes de pedreiro.

- Ler pela primeira vez um poema realmente bom. Ou um pedaço de prosa, daqueles que dão inveja na gente e vontade de reler.

- Aquele momento em que você sente que de um velho amor ficou uma grande amizade – ou que uma grande amizade está virando, de repente, amor. - Sentir que você deixou de gostar de uma mulher que, afinal, para você, era apenas aflição de espírito e frustração da carne – essa amaldiçoada.
- Viajar, partir…
- Voltar.

- Quando se vive na Europa, voltar para Paris, quando se vive no Brasil, voltar para o Rio. - Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte – o assim chamado descanso eterno.

Texto adaptado de BRAGA, R., As Boas Coisas da Vida, 1988. 
Observe:

“Uma revista mais ou menos frívola...” “Sem pensar demasiado...” “...pelas ruas de uma cidade estranha...”

As palavras “frívola”, “demasiado” e “estranha” foram, correta e sequencialmente, substituídas por sinônimos em: 
Alternativas
Q2042451 Português
As Boas Coisas da Vida
Rubem Braga

Uma revista mais ou menos frívola pediu a várias pessoas para dizer as “dez coisas que fazem a vida valer a pena”. Sem pensar demasiado, fiz esta pequena lista:

- Esbarrar às vezes com certas comidas da infância, por exemplo: aipim cozido, ainda quente, com melado de cana que vem numa garrafa cuja rolha é um sabugo de milho. O sabugo dará um certo gosto ao melado? Dá: gosto de infância, de tarde na fazenda.

- Tomar um banho excelente num bom hotel, vestir uma roupa confortável e sair pela primeira vez pelas ruas de uma cidade estranha, achando que ali vão acontecer coisas surpreendentes e lindas. E acontecerem.

- Quando você vai andando por um lugar e há um bate-bola, sentir que a bola vem para o seu lado e, de repente, dar um chute perfeito – e ser aplaudido pelos serventes de pedreiro.

- Ler pela primeira vez um poema realmente bom. Ou um pedaço de prosa, daqueles que dão inveja na gente e vontade de reler.

- Aquele momento em que você sente que de um velho amor ficou uma grande amizade – ou que uma grande amizade está virando, de repente, amor. - Sentir que você deixou de gostar de uma mulher que, afinal, para você, era apenas aflição de espírito e frustração da carne – essa amaldiçoada.
- Viajar, partir…
- Voltar.

- Quando se vive na Europa, voltar para Paris, quando se vive no Brasil, voltar para o Rio. - Pensar que, por pior que estejam as coisas, há sempre uma solução, a morte – o assim chamado descanso eterno.

Texto adaptado de BRAGA, R., As Boas Coisas da Vida, 1988. 

Observe a frase a seguir:


"- o assim chamado descanso eterno."


Nela o autor refere-se à .............., valendo-se de um(a) ............... 

Alternativas
Ano: 2018 Banca: FCC Órgão: Câmara Legislativa do Distrito Federal
Q1201774 Redação Oficial
Está escrito com clareza e em conformidade com o que se exige em comunicações oficiais o que se encontra em:
Alternativas
Q1161206 Português

A partir da leitura dos textos abaixo responda a questão 


Texto 3


Mudança


    Fabiano procurou em vão perceber um toque de chocalho. Avizinhou-se da casa, bateu, tentou forçar a porta. Encontrando resistência, penetrou num cercadinho cheio de plantas mortas, rodeou a tapera, alcançou o terreiro do fundo, viu um barreiro vazio, um bosque de catingueiras murchas, um pé-de-turco e o prolongamento da cerca do curral.

Ramos, G. Vidas secas. 29. Ed. São Paulo: Martins, 1971. P.47 


Texto 4


Tesouro consumido pelo fogo


    Um incêndio destruiu parte da igreja Nossa Senhora Do Carmo da Antiga Sé, na rua Primeiro de Março, no Centro, ontem pela manhã. Toda a talha da lateral direita do monumento, com pinturas de José Leandro de Carvalho, considerado o Velázquez brasileiro – as imagens foram feitas como ornamento quando da sagração de Dom João VI como rei de Portugal – foi perdida.

    O fogo começou por volta das 10h30, num cômodo conhecido como sala de servidão, na lateral da igreja, e se alastrou para o segundo andar, atingindo a torre. Durante o socorro, a água jorrada pelo Corpo de Bombeiros também ajudou a destruir o patrimônio. Fragilizada, a estrutura de madeira caía aos pedaços. 

Figueiras, M. Tesouro consumido pelo fogo. Jornal do Brasil/Cidade.02/09/2005, p. A15

Resumidamente, o texto 4 fala sobre:
Alternativas
Q1161205 Português

A partir da leitura dos textos abaixo responda a questão 


Texto 3


Mudança


    Fabiano procurou em vão perceber um toque de chocalho. Avizinhou-se da casa, bateu, tentou forçar a porta. Encontrando resistência, penetrou num cercadinho cheio de plantas mortas, rodeou a tapera, alcançou o terreiro do fundo, viu um barreiro vazio, um bosque de catingueiras murchas, um pé-de-turco e o prolongamento da cerca do curral.

Ramos, G. Vidas secas. 29. Ed. São Paulo: Martins, 1971. P.47 


Texto 4


Tesouro consumido pelo fogo


    Um incêndio destruiu parte da igreja Nossa Senhora Do Carmo da Antiga Sé, na rua Primeiro de Março, no Centro, ontem pela manhã. Toda a talha da lateral direita do monumento, com pinturas de José Leandro de Carvalho, considerado o Velázquez brasileiro – as imagens foram feitas como ornamento quando da sagração de Dom João VI como rei de Portugal – foi perdida.

    O fogo começou por volta das 10h30, num cômodo conhecido como sala de servidão, na lateral da igreja, e se alastrou para o segundo andar, atingindo a torre. Durante o socorro, a água jorrada pelo Corpo de Bombeiros também ajudou a destruir o patrimônio. Fragilizada, a estrutura de madeira caía aos pedaços. 

Figueiras, M. Tesouro consumido pelo fogo. Jornal do Brasil/Cidade.02/09/2005, p. A15

Resumidamente, o texto 3 fala sobre:
Alternativas
Q1161204 Linguística

A partir da leitura dos textos abaixo responda a questão 


Texto 3


Mudança


    Fabiano procurou em vão perceber um toque de chocalho. Avizinhou-se da casa, bateu, tentou forçar a porta. Encontrando resistência, penetrou num cercadinho cheio de plantas mortas, rodeou a tapera, alcançou o terreiro do fundo, viu um barreiro vazio, um bosque de catingueiras murchas, um pé-de-turco e o prolongamento da cerca do curral.

Ramos, G. Vidas secas. 29. Ed. São Paulo: Martins, 1971. P.47 


Texto 4


Tesouro consumido pelo fogo


    Um incêndio destruiu parte da igreja Nossa Senhora Do Carmo da Antiga Sé, na rua Primeiro de Março, no Centro, ontem pela manhã. Toda a talha da lateral direita do monumento, com pinturas de José Leandro de Carvalho, considerado o Velázquez brasileiro – as imagens foram feitas como ornamento quando da sagração de Dom João VI como rei de Portugal – foi perdida.

    O fogo começou por volta das 10h30, num cômodo conhecido como sala de servidão, na lateral da igreja, e se alastrou para o segundo andar, atingindo a torre. Durante o socorro, a água jorrada pelo Corpo de Bombeiros também ajudou a destruir o patrimônio. Fragilizada, a estrutura de madeira caía aos pedaços. 

Figueiras, M. Tesouro consumido pelo fogo. Jornal do Brasil/Cidade.02/09/2005, p. A15

A alternativa que melhor caracteriza o modo de organização discursivo presente nos textos é:
Alternativas
Respostas
101: E
102: C
103: C
104: C
105: A
106: E
107: C
108: A
109: A
110: D
111: B
112: C
113: D
114: B
115: A
116: D
117: C
118: A
119: C
120: E