Questões de Concurso
Para operador de máquinas
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“No município de Santana da Vargem, o benefício da licença-prêmio será concedido a cada _________ anos ao servidor em efetivo exercício no serviço público municipal.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
De acordo com a Lei Complementar nº 22/2022 do município de Santana da Vargem, o servidor em exercício comprovará que cumpriu a sua jornada de trabalho diária através de:
Diante do que dispõe a Lei Complementar nº 22/2022 do município de Santana da Vargem, são consideradas formas adotadas para a movimentação de pessoal:
I. Remoção.
II. Redistribuição.
III. Demissão.
Está correto o que se afirma em
“No termo de posse constarão ____________; ____________; ________________; e, direitos inerentes ao cargo ocupado.” Assinale a afirmativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
Considerando a Lei Complementar nº 22/2022 do município de Santana da Vargem, analise as afirmativas a seguir.
I. É proibido o exercício gratuito de cargo, emprego ou função pública.
II. A posse se dará pela convocação via mensagem de texto; e-mail; e, por meio das redes sociais.
III. O início do exercício, no caso de servidora gestante, será de até cento e vinte dias corridos.
Está correto o que se afirma em
Considerando que os cargos em comissão são destinados às atribuições de chefia, assessoramento e direção, relacione adequadamente as colunas a seguir.
1. Chefia.
2. Assessoramento.
3. Direção.
( ) Funções de comando; liderança; e, gerenciamento de pessoas.
( ) Responsabilidades pela gerência de departamentos; setores; e, unidades.
( ) Suporte direto à direção.
A sequência está correta em
José é servidor do quadro efetivo do município de Santana da Vargem e terá direito de gozar férias anuais pelo período de:
O ato pelo qual o servidor estável, demitido injustamente, retorna ao serviço público, é denominado de:
Juliano trabalha como lavador de carros e recebe R$ 23,50 para cada carro lavado. Se Juliano pretende comprar um smartphone novo no valor de R$ 4.235,00, qual será o número mínimo de carros que ele deverá lavar para pagar este smartphone?
Jerônimo está construindo um prédio com 15 andares, sendo que em cada andar ele pretende construir 4 apartamentos com dois ou três quartos cada. Se X é o menor número de quartos que o prédio de Jerônimo poderá ter e Y é o número máximo, quanto vale Y + X?
Isabela foi ao fisioterapeuta no dia 3 de agosto, uma segunda-feira. Ao final da sessão, o fisioterapeuta recomendou que Isabela retornasse na última sexta-feira daquele mesmo mês. Em que dia Isabela deverá retornar ao fisioterapeuta?
Juliana hidrata sua pele após o banho todos os dias da semana, gastando um tempo total de 195 segundos para completar a hidratação. Durante o mês de abril completo, o tempo gasto por Juliana na hidratação de sua pele será um tempo entre:
Qual das alternativas completa a estrutura lógica a seguir?
“Pneu está para borracha, assim como Canoa está para...”
O responsável pela obra de um grande hospital combinou com seus funcionários as seguintes regras:
• Todos os dias que estiver chovendo, vocês não precisam trabalhar;
• Vocês receberão o vale-refeição mesmo que não trabalhem.
Deste modo, se segunda-feira os funcionários não precisarem trabalhar, é necessariamente verdade que:
Considere a seguinte sequência lógica:
(152, 173, 204, 245, 296, X)
Sendo X um elemento desconhecido desta sequência, qual é o valor da soma de seus algarismos?
Dentre as figuras relacionadas, qual NÃO possui eixo de simetria?
Três operadores de máquinas igualmente eficientes trabalham em uma obra que deve ser concluída no prazo de 8 dias. Se, durante este período, apenas um dos trabalhadores efetivamente trabalhar, em quantos dias a obra será finalizada?
Após finalizar uma reforma em sua residência, Marcelo calculou que gastou:
• Na sala, o valor de R$ 2.500,00;
• Na cozinha, o total de R$ 3.500,00; e,
• Em cada um dos dormitórios, a quantia de R$ 3.800,00.
Sabendo-se que Marcelo gastou na reforma de sua residência o total de R$ 21.200,00, quantos quartos existem em sua casa?
Distância
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam nunca; é tão caro, e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada… e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando — “outra semana!” —, e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje quando se viu era mudado em agosto…
Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz, mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência — e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda — e eu vos direi: amai para entendê-las!
Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.
Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, nada, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.
Cuidais amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de papéis escritos no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos… Não ameis a distância, não ameis, não ameis!
(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010.
Adaptado.)
Apresenta ERRO de grafia a seguinte afirmativa:
Distância
Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas; em outra há outros milhões: e as cidades são tão longe uma de outra que nesta é inverno quando naquela é verão. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas duas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor a distância?
Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam nunca; é tão caro, e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada… e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando — “outra semana!” —, e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje quando se viu era mudado em agosto…
Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz, mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência — e, no entanto, há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direis que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda — e eu vos direi: amai para entendê-las!
Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui — e isso não há.
Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, nada, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está se gastando, perdendo seu poder emissor a distância.
Cuidais amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de papéis escritos no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos… Não ameis a distância, não ameis, não ameis!
(Rubem Braga. In: 200 Crônicas Escolhidas. Editora Record, 2010.
Adaptado.)
No trecho “Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias.” (2º§), a expressão destacada apresenta como antônimo: