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Leia o texto abaixo e responda à questão.
Aconteceu em Natal
Sanderson Negreiros
O trânsito ontem à tarde na Rua João Pessoa estava uma delícia. Servido com caviar, batatinhas e molho pardo. Uma delícia de trânsito.
Às 16 horas em ponto, dei entrada com meu carango varonil na referida artéria. Por que as ruas chamavam-se antigamente de artérias? É porque nelas corria sangue, disse-me Vetusto, repórter policial, do tempo em que, ao morrer uma criança, escrevia-se: “Ontem, alou-se aos céus, a interessante garota”.
Cheguei no começo da João Pessoa e pensei com os três botões da minha camisa: vou provar a mim mesmo que sou edição modesta de Fittipaldi e atravessarei estas ruas em menos de meia hora. Não vos conto minha decepção: às 17h30 é que conseguia chegar no chamado Grande Ponto. E vos informo de minha epopeia, minha odisseia, minha ilíada.
Para passar ao largo do Centro Cearense, gastei 20 minutos. Havia carros por cima das calçadas, carros por cima dos outros e, num realismo fantástico, um Volks que tinha subido numa mangueira parnasiana.
Perguntareis: como isso é possível? Na Rua João Pessoa, depois das 4 da tarde, tudo é possível. Não sei ainda se tudo é permitido.
Pensei em Jean-Luc Godard, para filmar aquele apocalipse subdesenvolvido. Imprensara meu carango de tal maneira que fui jogado fora dele. Foi preciso o guarda para o caos, isto é, o trânsito; e dar vez aos meus direitos institucionais, dizendo-me: “O senhor pode voltar para o seu carro e assumir a direção”. Gostei e voltei.
Dei continuação ao fluxograma, ao esquema, ao organograma, ao... qualquer coisa de fila de carros que ia em demandada do Grande Ponto. De repente, aquele susto, inevitável: um corcel amarelo-hepatite ia por cima da parede. Como uma lagartixa profissional.
Depois de uma hora intensa de empurra-empurra, vi em minha frente uma camioneta parada, no meio da rua, que não era mais rua, mas um ringue. Fechei os olhos, e um sujeito gritou de trás: “Passe por cima. Passe por cima”.
Alguém botou um tobogã invertido e apenas liguei a primeira. Logo senti que havia ultrapassado mais um obstáculo olímpico.
A caminhada continuou. Quando atingi a possibilidade de passar em frente à APERN, uma mulher disse para mim: “Nunca me viu?”. Respondi: “Nunca. Never. A senhora pertence ao planeta Terra?”.
E segui em frente. Ia me esquecendo: nesse tempo todo, choveu cinco vezes e fez verão outras tantas. Ouvimos trovões pianíssimos, em fita gravada; e trovões reais, em alta fidelidade. Houve tempestade em curto circuito e tempestades que só conhecemos em filmes coloridos da Metro, como o que contava a queda de Roma.
O Grande Ponto era um mar de cabeças unânimes (perdoem a imagem). Um mar compacto; não havia brecha sequer para que alguém espirrasse sem atingir a moral do outro. Hippies, defensores da contracultura, ex-hippies, artistas pops, pintores ops, singulares personalidades que não pagam ainda o INPS.
E, diante de tal quadro, vi o impossível acontecer, pelo menos em Natal: um motorista impaciente levantou-se do seu carro e caminhou por cima das cabeças como pudesse se repetir a imagem do Evangelho: de Cristo andando sobre as águas.

- NEGREIROS, Sanderson. Aconteceu em Natal. In: SOBRAL, Gustavo; MACEDO, Helton Rubiano de (Orgs.).
Cinco cronistas da cidade. Natal: EDUFRN, 2017. p. 145-148.
Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/23773/1/Cinco%20cronistas%20da%20cidade.pdf.
Acesso em: 26 set. 2022.
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Aconteceu em Natal
Sanderson Negreiros
O trânsito ontem à tarde na Rua João Pessoa estava uma delícia. Servido com caviar, batatinhas e molho pardo. Uma delícia de trânsito.
Às 16 horas em ponto, dei entrada com meu carango varonil na referida artéria. Por que as ruas chamavam-se antigamente de artérias? É porque nelas corria sangue, disse-me Vetusto, repórter policial, do tempo em que, ao morrer uma criança, escrevia-se: “Ontem, alou-se aos céus, a interessante garota”.
Cheguei no começo da João Pessoa e pensei com os três botões da minha camisa: vou provar a mim mesmo que sou edição modesta de Fittipaldi e atravessarei estas ruas em menos de meia hora. Não vos conto minha decepção: às 17h30 é que conseguia chegar no chamado Grande Ponto. E vos informo de minha epopeia, minha odisseia, minha ilíada.
Para passar ao largo do Centro Cearense, gastei 20 minutos. Havia carros por cima das calçadas, carros por cima dos outros e, num realismo fantástico, um Volks que tinha subido numa mangueira parnasiana.
Perguntareis: como isso é possível? Na Rua João Pessoa, depois das 4 da tarde, tudo é possível. Não sei ainda se tudo é permitido.
Pensei em Jean-Luc Godard, para filmar aquele apocalipse subdesenvolvido. Imprensara meu carango de tal maneira que fui jogado fora dele. Foi preciso o guarda para o caos, isto é, o trânsito; e dar vez aos meus direitos institucionais, dizendo-me: “O senhor pode voltar para o seu carro e assumir a direção”. Gostei e voltei.
Dei continuação ao fluxograma, ao esquema, ao organograma, ao... qualquer coisa de fila de carros que ia em demandada do Grande Ponto. De repente, aquele susto, inevitável: um corcel amarelo-hepatite ia por cima da parede. Como uma lagartixa profissional.
Depois de uma hora intensa de empurra-empurra, vi em minha frente uma camioneta parada, no meio da rua, que não era mais rua, mas um ringue. Fechei os olhos, e um sujeito gritou de trás: “Passe por cima. Passe por cima”.
Alguém botou um tobogã invertido e apenas liguei a primeira. Logo senti que havia ultrapassado mais um obstáculo olímpico.
A caminhada continuou. Quando atingi a possibilidade de passar em frente à APERN, uma mulher disse para mim: “Nunca me viu?”. Respondi: “Nunca. Never. A senhora pertence ao planeta Terra?”.
E segui em frente. Ia me esquecendo: nesse tempo todo, choveu cinco vezes e fez verão outras tantas. Ouvimos trovões pianíssimos, em fita gravada; e trovões reais, em alta fidelidade. Houve tempestade em curto circuito e tempestades que só conhecemos em filmes coloridos da Metro, como o que contava a queda de Roma.
O Grande Ponto era um mar de cabeças unânimes (perdoem a imagem). Um mar compacto; não havia brecha sequer para que alguém espirrasse sem atingir a moral do outro. Hippies, defensores da contracultura, ex-hippies, artistas pops, pintores ops, singulares personalidades que não pagam ainda o INPS.
E, diante de tal quadro, vi o impossível acontecer, pelo menos em Natal: um motorista impaciente levantou-se do seu carro e caminhou por cima das cabeças como pudesse se repetir a imagem do Evangelho: de Cristo andando sobre as águas.

- NEGREIROS, Sanderson. Aconteceu em Natal. In: SOBRAL, Gustavo; MACEDO, Helton Rubiano de (Orgs.).
Cinco cronistas da cidade. Natal: EDUFRN, 2017. p. 145-148.
Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/23773/1/Cinco%20cronistas%20da%20cidade.pdf.
Acesso em: 26 set. 2022.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Aconteceu em Natal
Sanderson Negreiros
O trânsito ontem à tarde na Rua João Pessoa estava uma delícia. Servido com caviar, batatinhas e molho pardo. Uma delícia de trânsito.
Às 16 horas em ponto, dei entrada com meu carango varonil na referida artéria. Por que as ruas chamavam-se antigamente de artérias? É porque nelas corria sangue, disse-me Vetusto, repórter policial, do tempo em que, ao morrer uma criança, escrevia-se: “Ontem, alou-se aos céus, a interessante garota”.
Cheguei no começo da João Pessoa e pensei com os três botões da minha camisa: vou provar a mim mesmo que sou edição modesta de Fittipaldi e atravessarei estas ruas em menos de meia hora. Não vos conto minha decepção: às 17h30 é que conseguia chegar no chamado Grande Ponto. E vos informo de minha epopeia, minha odisseia, minha ilíada.
Para passar ao largo do Centro Cearense, gastei 20 minutos. Havia carros por cima das calçadas, carros por cima dos outros e, num realismo fantástico, um Volks que tinha subido numa mangueira parnasiana.
Perguntareis: como isso é possível? Na Rua João Pessoa, depois das 4 da tarde, tudo é possível. Não sei ainda se tudo é permitido.
Pensei em Jean-Luc Godard, para filmar aquele apocalipse subdesenvolvido. Imprensara meu carango de tal maneira que fui jogado fora dele. Foi preciso o guarda para o caos, isto é, o trânsito; e dar vez aos meus direitos institucionais, dizendo-me: “O senhor pode voltar para o seu carro e assumir a direção”. Gostei e voltei.
Dei continuação ao fluxograma, ao esquema, ao organograma, ao... qualquer coisa de fila de carros que ia em demandada do Grande Ponto. De repente, aquele susto, inevitável: um corcel amarelo-hepatite ia por cima da parede. Como uma lagartixa profissional.
Depois de uma hora intensa de empurra-empurra, vi em minha frente uma camioneta parada, no meio da rua, que não era mais rua, mas um ringue. Fechei os olhos, e um sujeito gritou de trás: “Passe por cima. Passe por cima”.
Alguém botou um tobogã invertido e apenas liguei a primeira. Logo senti que havia ultrapassado mais um obstáculo olímpico.
A caminhada continuou. Quando atingi a possibilidade de passar em frente à APERN, uma mulher disse para mim: “Nunca me viu?”. Respondi: “Nunca. Never. A senhora pertence ao planeta Terra?”.
E segui em frente. Ia me esquecendo: nesse tempo todo, choveu cinco vezes e fez verão outras tantas. Ouvimos trovões pianíssimos, em fita gravada; e trovões reais, em alta fidelidade. Houve tempestade em curto circuito e tempestades que só conhecemos em filmes coloridos da Metro, como o que contava a queda de Roma.
O Grande Ponto era um mar de cabeças unânimes (perdoem a imagem). Um mar compacto; não havia brecha sequer para que alguém espirrasse sem atingir a moral do outro. Hippies, defensores da contracultura, ex-hippies, artistas pops, pintores ops, singulares personalidades que não pagam ainda o INPS.
E, diante de tal quadro, vi o impossível acontecer, pelo menos em Natal: um motorista impaciente levantou-se do seu carro e caminhou por cima das cabeças como pudesse se repetir a imagem do Evangelho: de Cristo andando sobre as águas.

- NEGREIROS, Sanderson. Aconteceu em Natal. In: SOBRAL, Gustavo; MACEDO, Helton Rubiano de (Orgs.).
Cinco cronistas da cidade. Natal: EDUFRN, 2017. p. 145-148.
Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/23773/1/Cinco%20cronistas%20da%20cidade.pdf.
Acesso em: 26 set. 2022.
Leia o texto abaixo e responda à questão.
Aconteceu em Natal
Sanderson Negreiros
O trânsito ontem à tarde na Rua João Pessoa estava uma delícia. Servido com caviar, batatinhas e molho pardo. Uma delícia de trânsito.
Às 16 horas em ponto, dei entrada com meu carango varonil na referida artéria. Por que as ruas chamavam-se antigamente de artérias? É porque nelas corria sangue, disse-me Vetusto, repórter policial, do tempo em que, ao morrer uma criança, escrevia-se: “Ontem, alou-se aos céus, a interessante garota”.
Cheguei no começo da João Pessoa e pensei com os três botões da minha camisa: vou provar a mim mesmo que sou edição modesta de Fittipaldi e atravessarei estas ruas em menos de meia hora. Não vos conto minha decepção: às 17h30 é que conseguia chegar no chamado Grande Ponto. E vos informo de minha epopeia, minha odisseia, minha ilíada.
Para passar ao largo do Centro Cearense, gastei 20 minutos. Havia carros por cima das calçadas, carros por cima dos outros e, num realismo fantástico, um Volks que tinha subido numa mangueira parnasiana.
Perguntareis: como isso é possível? Na Rua João Pessoa, depois das 4 da tarde, tudo é possível. Não sei ainda se tudo é permitido.
Pensei em Jean-Luc Godard, para filmar aquele apocalipse subdesenvolvido. Imprensara meu carango de tal maneira que fui jogado fora dele. Foi preciso o guarda para o caos, isto é, o trânsito; e dar vez aos meus direitos institucionais, dizendo-me: “O senhor pode voltar para o seu carro e assumir a direção”. Gostei e voltei.
Dei continuação ao fluxograma, ao esquema, ao organograma, ao... qualquer coisa de fila de carros que ia em demandada do Grande Ponto. De repente, aquele susto, inevitável: um corcel amarelo-hepatite ia por cima da parede. Como uma lagartixa profissional.
Depois de uma hora intensa de empurra-empurra, vi em minha frente uma camioneta parada, no meio da rua, que não era mais rua, mas um ringue. Fechei os olhos, e um sujeito gritou de trás: “Passe por cima. Passe por cima”.
Alguém botou um tobogã invertido e apenas liguei a primeira. Logo senti que havia ultrapassado mais um obstáculo olímpico.
A caminhada continuou. Quando atingi a possibilidade de passar em frente à APERN, uma mulher disse para mim: “Nunca me viu?”. Respondi: “Nunca. Never. A senhora pertence ao planeta Terra?”.
E segui em frente. Ia me esquecendo: nesse tempo todo, choveu cinco vezes e fez verão outras tantas. Ouvimos trovões pianíssimos, em fita gravada; e trovões reais, em alta fidelidade. Houve tempestade em curto circuito e tempestades que só conhecemos em filmes coloridos da Metro, como o que contava a queda de Roma.
O Grande Ponto era um mar de cabeças unânimes (perdoem a imagem). Um mar compacto; não havia brecha sequer para que alguém espirrasse sem atingir a moral do outro. Hippies, defensores da contracultura, ex-hippies, artistas pops, pintores ops, singulares personalidades que não pagam ainda o INPS.
E, diante de tal quadro, vi o impossível acontecer, pelo menos em Natal: um motorista impaciente levantou-se do seu carro e caminhou por cima das cabeças como pudesse se repetir a imagem do Evangelho: de Cristo andando sobre as águas.

- NEGREIROS, Sanderson. Aconteceu em Natal. In: SOBRAL, Gustavo; MACEDO, Helton Rubiano de (Orgs.).
Cinco cronistas da cidade. Natal: EDUFRN, 2017. p. 145-148.
Disponível em: https://repositorio.ufrn.br/bitstream/123456789/23773/1/Cinco%20cronistas%20da%20cidade.pdf.
Acesso em: 26 set. 2022.
É CORRETO afirmar, sobre o adolescente privado de sua liberdade, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente:
Sobre os currículos da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio, é correto afirmar, EXCETO:
De acordo com a Lei nº 9.394, de 20/12/96 é responsabilidade dos Municípios, EXCETO:
Disponível em: https://g1.globo.com/sp/bauru-marilia/noticia/2023/03/11/video-de-universitarias-de-sp-debochando-de-colega-por-ter-40-anos-viraliza-e-gera-indignacao.ghtml.
Saber classificar os tipos de preconceitos é essencial na busca pelas estratégias adequadas em tentativas de evitar violências e solucionar conflitos provocados por manifestações preconceituosas no âmbito escolar. Sobre os tipos de preconceitos em razão da idade, é CORRETO afirmar:
Em uma abordagem sócio-histórica, que busca compreender os fatos a partir de sua inserção na totalidade, responder o que é adolescência implica em buscar compreender sua gênese histórica e seu desenvolvimento. Desse modo, analise as proposições sobre como a adolescência, período importante do desenvolvimento humano, pode ser vista ou compreendida segundo essa abordagem:
I. É uma fase natural do desenvolvimento e uma etapa natural entre a vida adulta e a infância;
II. É uma construção social com repercussões na subjetividade e no desenvolvimento da pessoa;
III. É um momento significado, interpretado e construído pelos seres humanos;
IV. Está dissociada de marcas do desenvolvimento do corpo.
Assinale a alternativa CORRETA:
Há diferentes abordagens teóricas sobre o desenvolvimento humano relacionado com a aprendizagem e, consequentemente, com a Educação. Independentemente da corrente filosófica, muitos estudiosos tiveram suas proposições reconhecidas, de tal modo que se constituíram em referenciais para ações educativas e mobilização do desenvolvimento dos educandos assistidos pelas instituições de ensino e por seus servidores. Desse modo, associe as duas colunas corretamente, relacionando os teóricos com suas respectivas proposições teóricas.
1. Burrhus Frederic Skinner.
2. Jean Piaget.
3. Lev Semenovitch Vygotsky.
4. David Ausubel.
5. Henri Wallon.
( ) A Zona de desenvolvimento proximal foi um dos conceitos desenvolvidos por este teórico, possivelmente o mais original e de maior repercussão.
( ) A afetividade ocupa lugar importante na teoria desse estudioso, em que afetividade e cognição se revezam, em termos de prevalência, ao longo dos estágios de desenvolvimento.
( ) A Epistemologia genética foi a teoria proposta por este teórico, em que há quatro estágios gerais de desenvolvimento cognitivo.
( ) O Condicionamento operante foi uma das preocupações dos estudos deste teórico, considerado um dos maiores representantes do behaviorismo.
( ) A Aprendizagem significativa é o conceito central da teoria deste estudioso, em que as novas informações se ancoram em conceitos relevantes pré-existentes na estrutura cognitiva.
A sequência CORRETA da associação é:
O assédio moral pode ocorrer nas relações de trabalho; quanto às suas classificações, é CORRETO afirmar que:
Paulo Freire foi um brasileiro reconhecido mundialmente por defender uma educação como prática da liberdade para os oprimidos social e culturalmente. Desse modo, critica e abomina a concepção de educação como instrumento de opressão, aquela em que o educador apenas realiza o ato de transferir e de transmitir valores e conhecimentos, cabendo aos educandos somente recebê-los, memorizá-los e repeti-los. Esta concepção de educação criticada por Paulo Freire é denominada por ele de:
Sobre as causas da indisciplina escolar, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) As causas da indisciplina escolar podem ter origem externa ou interna à escola.
( ) As causas da indisciplina, muitas vezes, estão mais nos contextos que a produzem do que no aluno.
( ) Às vezes, a indisciplina escolar representa a dificuldade do aluno de ser reconhecido.
( ) A indisciplina pode ser a expressão dos maus-tratos que o aluno recebe dos familiares.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
De acordo com o Anexo II do Edital Nº 52/2023 – PROGESP/UFRR, que estabelece normas para a realização do Concurso Público para provimento de cargo do Quadro Permanente de Pessoal Técnico-Administrativo da Universidade Federal de Roraima, a descrição sumária do cargo de Assistente de Alunos é: Cumprir com zelo e responsabilidade suas atribuições junto ao aluno público-alvo, em consonância com as diretrizes institucionais. Observar o aluno na chegada e saída da instituição escolar e informar quaisquer fatos relevantes à gestão da escola. Acompanhar o desenvolvimento do aluno público-alvo, respeitando os seus valores, sua individualidade, sua faixa etária e seus diferentes níveis de evolução física, emocional, cognitiva e social, considerando suas necessidades e limitações.
Ante o exposto, no cotidiano escolar e na assistência a possíveis estudantes de Ensino Fundamental e Ensino Médio, pode ser considerada uma das atribuições do/a Assistente de Alunos:
Analise a afirmações abaixo do Estatuto da Criança e do adolescente, no que diz respeito ao que é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente. Considerando esse dever do Estado, marque V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas.
( ) ensino fundamental, obrigatório e gratuito, inclusive para os que a ele não tiveram acesso na idade própria; progressiva extensão da obrigatoriedade e gratuidade ao ensino médio e o atendimento em creche e pré-escola às crianças de zero a cinco anos de idade.
( ) atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.
( ) acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um.
A sequência está CORRETA em:
A educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com:
A educação básica poderá organizar-se em:
Analise as afirmativas a seguir sobre os órgãos e instituições que compõem os sistemas municipais de ensino:
I. As instituições do ensino fundamental, médio e de educação infantil mantidas pelo Poder Público municipal;
II. As instituições de educação infantil criadas e mantidas pela iniciativa privada;
III. Os órgãos municipais de educação.
Está CORRETO o que se afirma em:
A respeito da disciplina escolar, analise as proposições:
I. A disciplina não consiste em um conjunto de regras de conduta destinadas a garantir diferentes atividades no ambiente escolar;
II. A disciplina não é um conceito negativo, mas pode tornar-se negativa quando há uma relação exagerada entre disciplina e obediência;
III. A disciplina não permite entrar na cultura da responsabilidade e compreender que ações têm consequências;
IV. A disciplina e ser disciplinado não é obediência incondicional, é colocar a si próprio regras de conduta em função de valores e objetivos que se quer alcançar.
Assinale a alternativa CORRETA:
No âmbito da administração pública federal, a redação oficial tem como finalidade básica comunicar com objetividade e máxima clareza, por meio de comunicações oficiais e atos normativos. Sobre os atributos da redação oficial, é CORRETO afirmar que: