Questões de Concurso Para museólogo

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Q4089242 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como uma nova onda de imunoterapia está eliminando cânceres


Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago, passou por um tratamento inovador em teste clínico, baseado em infusões periódicas de um medicamento. Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, restando como efeito colateral principal a fadiga associada à insuficiência adrenal. O resultado, surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.

Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um século, começa a consolidar resultados consistentes, com a promessa de tratamentos personalizados, maior duração da remissão e menos efeitos adversos que as terapias convencionais. O princípio da imunoterapia baseia-se na capacidade natural do organismo de identificar e eliminar células anormais. No entanto, células cancerosas podem escapar desse controle, disfarçando-se entre as células saudáveis.

A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema imunológico, fortalecendo sua capacidade de reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais estratégias, estão as terapias com células imunológicas modificadas e os inibidores de pontos de controle. No primeiro caso, células de defesa são retiradas do paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam mecanismos que impedem o sistema imunológico de reagir, permitindo que ele identifique o tumor.

Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos, além de apresentarem custos elevados e possíveis efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.

Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da imunoterapia. Estudos indicam que fatores como alimentação rica em fibras, uso de medicamentos comuns e até o horário de aplicação influenciam os resultados. A combinação com outras técnicas, como radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.

A personalização do tratamento surge como uma estratégia central, já que o câncer engloba diversas doenças com características distintas. Estudos demonstram que tumores com perfis genéticos específicos respondem melhor a determinados medicamentos, possibilitando a eliminação completa em muitos casos, com menor necessidade de intervenções invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos tumores apresenta essas condições.

Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para reconhecer proteínas específicas das células tumorais. Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com pacientes permanecendo livres da doença por anos após o tratamento, reforçando o potencial da medicina de precisão.

Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes. Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às diferentes características dos tumores. Ainda assim, para aqueles que se beneficiam, os resultados são expressivos, indicando uma mudança significativa no tratamento do câncer.

A imunoterapia, portanto, representa um avanço relevante na oncologia, apontando para um futuro em que terapias mais eficazes e menos invasivas possam substituir gradualmente os métodos tradicionais, oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade de vida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
A análise dos mecanismos de coesão textual envolve a identificação de recursos linguísticos que articulam os elementos do texto, garantindo a progressão das informações e a conexão entre seus segmentos.

Assinale a alternativa correta quanto aos mecanismos de coesão empregados no texto sobre a imunoterapia. 
Alternativas
Q4089241 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como uma nova onda de imunoterapia está eliminando cânceres


Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago, passou por um tratamento inovador em teste clínico, baseado em infusões periódicas de um medicamento. Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, restando como efeito colateral principal a fadiga associada à insuficiência adrenal. O resultado, surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.

Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um século, começa a consolidar resultados consistentes, com a promessa de tratamentos personalizados, maior duração da remissão e menos efeitos adversos que as terapias convencionais. O princípio da imunoterapia baseia-se na capacidade natural do organismo de identificar e eliminar células anormais. No entanto, células cancerosas podem escapar desse controle, disfarçando-se entre as células saudáveis.

A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema imunológico, fortalecendo sua capacidade de reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais estratégias, estão as terapias com células imunológicas modificadas e os inibidores de pontos de controle. No primeiro caso, células de defesa são retiradas do paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam mecanismos que impedem o sistema imunológico de reagir, permitindo que ele identifique o tumor.

Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos, além de apresentarem custos elevados e possíveis efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.

Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da imunoterapia. Estudos indicam que fatores como alimentação rica em fibras, uso de medicamentos comuns e até o horário de aplicação influenciam os resultados. A combinação com outras técnicas, como radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.

A personalização do tratamento surge como uma estratégia central, já que o câncer engloba diversas doenças com características distintas. Estudos demonstram que tumores com perfis genéticos específicos respondem melhor a determinados medicamentos, possibilitando a eliminação completa em muitos casos, com menor necessidade de intervenções invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos tumores apresenta essas condições.

Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para reconhecer proteínas específicas das células tumorais. Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com pacientes permanecendo livres da doença por anos após o tratamento, reforçando o potencial da medicina de precisão.

Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes. Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às diferentes características dos tumores. Ainda assim, para aqueles que se beneficiam, os resultados são expressivos, indicando uma mudança significativa no tratamento do câncer.

A imunoterapia, portanto, representa um avanço relevante na oncologia, apontando para um futuro em que terapias mais eficazes e menos invasivas possam substituir gradualmente os métodos tradicionais, oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade de vida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, restando como efeito colateral principal a fadiga associada "à insuficiência adrenal".

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego do sinal indicativo de crase no trecho apresentado.
Alternativas
Q4089240 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como uma nova onda de imunoterapia está eliminando cânceres


Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago, passou por um tratamento inovador em teste clínico, baseado em infusões periódicas de um medicamento. Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, restando como efeito colateral principal a fadiga associada à insuficiência adrenal. O resultado, surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.

Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um século, começa a consolidar resultados consistentes, com a promessa de tratamentos personalizados, maior duração da remissão e menos efeitos adversos que as terapias convencionais. O princípio da imunoterapia baseia-se na capacidade natural do organismo de identificar e eliminar células anormais. No entanto, células cancerosas podem escapar desse controle, disfarçando-se entre as células saudáveis.

A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema imunológico, fortalecendo sua capacidade de reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais estratégias, estão as terapias com células imunológicas modificadas e os inibidores de pontos de controle. No primeiro caso, células de defesa são retiradas do paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam mecanismos que impedem o sistema imunológico de reagir, permitindo que ele identifique o tumor.

Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos, além de apresentarem custos elevados e possíveis efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.

Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da imunoterapia. Estudos indicam que fatores como alimentação rica em fibras, uso de medicamentos comuns e até o horário de aplicação influenciam os resultados. A combinação com outras técnicas, como radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.

A personalização do tratamento surge como uma estratégia central, já que o câncer engloba diversas doenças com características distintas. Estudos demonstram que tumores com perfis genéticos específicos respondem melhor a determinados medicamentos, possibilitando a eliminação completa em muitos casos, com menor necessidade de intervenções invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos tumores apresenta essas condições.

Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para reconhecer proteínas específicas das células tumorais. Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com pacientes permanecendo livres da doença por anos após o tratamento, reforçando o potencial da medicina de precisão.

Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes. Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às diferentes características dos tumores. Ainda assim, para aqueles que se beneficiam, os resultados são expressivos, indicando uma mudança significativa no tratamento do câncer.

A imunoterapia, portanto, representa um avanço relevante na oncologia, apontando para um futuro em que terapias mais eficazes e menos invasivas possam substituir gradualmente os métodos tradicionais, oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade de vida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos, além de apresentarem custos elevados e possíveis efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.

Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal no trecho apresentado.
Alternativas
Q4089239 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como uma nova onda de imunoterapia está eliminando cânceres


Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago, passou por um tratamento inovador em teste clínico, baseado em infusões periódicas de um medicamento. Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, restando como efeito colateral principal a fadiga associada à insuficiência adrenal. O resultado, surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.

Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um século, começa a consolidar resultados consistentes, com a promessa de tratamentos personalizados, maior duração da remissão e menos efeitos adversos que as terapias convencionais. O princípio da imunoterapia baseia-se na capacidade natural do organismo de identificar e eliminar células anormais. No entanto, células cancerosas podem escapar desse controle, disfarçando-se entre as células saudáveis.

A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema imunológico, fortalecendo sua capacidade de reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais estratégias, estão as terapias com células imunológicas modificadas e os inibidores de pontos de controle. No primeiro caso, células de defesa são retiradas do paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam mecanismos que impedem o sistema imunológico de reagir, permitindo que ele identifique o tumor.

Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos, além de apresentarem custos elevados e possíveis efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.

Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da imunoterapia. Estudos indicam que fatores como alimentação rica em fibras, uso de medicamentos comuns e até o horário de aplicação influenciam os resultados. A combinação com outras técnicas, como radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.

A personalização do tratamento surge como uma estratégia central, já que o câncer engloba diversas doenças com características distintas. Estudos demonstram que tumores com perfis genéticos específicos respondem melhor a determinados medicamentos, possibilitando a eliminação completa em muitos casos, com menor necessidade de intervenções invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos tumores apresenta essas condições.

Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para reconhecer proteínas específicas das células tumorais. Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com pacientes permanecendo livres da doença por anos após o tratamento, reforçando o potencial da medicina de precisão.

Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes. Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às diferentes características dos tumores. Ainda assim, para aqueles que se beneficiam, os resultados são expressivos, indicando uma mudança significativa no tratamento do câncer.

A imunoterapia, portanto, representa um avanço relevante na oncologia, apontando para um futuro em que terapias mais eficazes e menos invasivas possam substituir gradualmente os métodos tradicionais, oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade de vida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
A análise dos mecanismos de referenciação, substituição, repetição e sequenciação textual envolve a identificação de recursos que asseguram a continuidade temática e a articulação entre os segmentos do texto, contribuindo para o encadeamento das informações ao longo do desenvolvimento.

Assinale a alternativa correta quanto ao emprego desses elementos no texto sobre a imunoterapia.
Alternativas
Q4089238 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Como uma nova onda de imunoterapia está eliminando cânceres


Uma paciente de setenta e um anos, residente em Nova York, foi tratada em 2008 por câncer de cólon, com necessidade de cirurgia e recuperação prolongada. Anos depois, ao ser diagnosticada com câncer no esôfago, passou por um tratamento inovador em teste clínico, baseado em infusões periódicas de um medicamento. Após quatro meses, o tumor desapareceu, sem necessidade de cirurgia, quimioterapia ou radioterapia, restando como efeito colateral principal a fadiga associada à insuficiência adrenal. O resultado, surpreendente, ilustra o avanço recente da imunoterapia.

Esse método, desenvolvido ao longo de mais de um século, começa a consolidar resultados consistentes, com a promessa de tratamentos personalizados, maior duração da remissão e menos efeitos adversos que as terapias convencionais. O princípio da imunoterapia baseia-se na capacidade natural do organismo de identificar e eliminar células anormais. No entanto, células cancerosas podem escapar desse controle, disfarçando-se entre as células saudáveis.

A imunoterapia atua ao expor essas células ao sistema imunológico, fortalecendo sua capacidade de reconhecê-las e destruí-las. Entre as principais estratégias, estão as terapias com células imunológicas modificadas e os inibidores de pontos de controle. No primeiro caso, células de defesa são retiradas do paciente, modificadas em laboratório e reinseridas para atacar o câncer. No segundo, medicamentos bloqueiam mecanismos que impedem o sistema imunológico de reagir, permitindo que ele identifique o tumor.

Apesar dos avanços, há limitações. Essas terapias ainda enfrentam dificuldades para atuar em tumores sólidos, além de apresentarem custos elevados e possíveis efeitos colaterais, como inflamações e fadiga.

Pesquisas recentes buscam ampliar a eficácia da imunoterapia. Estudos indicam que fatores como alimentação rica em fibras, uso de medicamentos comuns e até o horário de aplicação influenciam os resultados. A combinação com outras técnicas, como radiação ou ultrassom, torna o tumor mais visível ao sistema imunológico, aumentando a chance de resposta.

A personalização do tratamento surge como uma estratégia central, já que o câncer engloba diversas doenças com características distintas. Estudos demonstram que tumores com perfis genéticos específicos respondem melhor a determinados medicamentos, possibilitando a eliminação completa em muitos casos, com menor necessidade de intervenções invasivas. Contudo, apenas uma pequena parcela dos tumores apresenta essas condições.

Outra frente promissora é o desenvolvimento de vacinas terapêuticas, que treinam o sistema imunológico para reconhecer proteínas específicas das células tumorais. Pesquisas iniciais mostram resultados positivos, com pacientes permanecendo livres da doença por anos após o tratamento, reforçando o potencial da medicina de precisão.

Apesar do entusiasmo, ainda há desafios importantes. Muitos tratamentos permanecem em fase inicial, e nem todos os pacientes respondem à imunoterapia, devido às diferentes características dos tumores. Ainda assim, para aqueles que se beneficiam, os resultados são expressivos, indicando uma mudança significativa no tratamento do câncer.

A imunoterapia, portanto, representa um avanço relevante na oncologia, apontando para um futuro em que terapias mais eficazes e menos invasivas possam substituir gradualmente os métodos tradicionais, oferecendo melhores perspectivas de cura e qualidade de vida.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqxldv2e44do.adaptado.
O texto apresenta o desenvolvimento e a aplicação da imunoterapia no tratamento do câncer, destacando seus mecanismos de ação, seus avanços recentes e os desafios ainda enfrentados na sua utilização clínica.

Assinale a alternativa correta de acordo com o texto apresentado sobre a imunoterapia no tratamento do câncer.
Alternativas
Q4068040 Museologia
Conforme o Código de Ética para Museus do ICOM (versão lusófona) “as autoridades de tutela e todos os responsáveis pela orientação estratégica e a supervisão dos museus têm como primeira obrigação proteger e promover este patrimônio, assim como prover os recursos humanos, materiais e financeiros necessários para este fim”. Com base no Código de Ética para Museus do ICOM, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A autoridade de tutela tem a responsabilidade de assegurar que o museu tenha um estatuto, um regimento ou outro documento oficial, conforme a legislação nacional em vigor.

II. A autorização de trabalho voluntário em museus deve ser analisada pela autoridade de tutela, que deve estabelecer uma política oficial, por escrito, que promova o bom relacionamento entre voluntários e profissionais do museu.

III. A autoridade de tutela deve assegurar que as normas de saúde, segurança e acessibilidade sejam aplicadas aos profissionais do museu e aos visitantes.

IV. Para a nomeação do cargo de direção do museu, a autoridade de tutela deve levar em consideração os conhecimentos profissionais específicos e as competências requeridas para ocupar o cargo com eficiência.
Alternativas
Q4068039 Museologia
Desde o século XIX, os museus brasileiros estiveram envolvidos com a produção científica, constituindo-se como “notáveis centros de pesquisa” (Chagas, 2005) responsáveis pela formação de pesquisadores em diferentes áreas do conhecimento, como Antropologia, Botânica e Zoologia. No âmbito da história dos museus brasileiros, qual museu foi criado no final do século XIX e se estabeleceu como local de pesquisa e produção de conhecimento, posteriormente se tornando um museu universitário? 
Alternativas
Q4068038 Museologia
Segundo o art. 44 da Lei nº 11.904/2009, é dever dos museus elaborar e implementar o Plano Museológico. No que tange ao Programa de Segurança, analise as assertivas a seguir:

I. Cada museu deve dispor de um Programa de Segurança periodicamente testado para prevenir e neutralizar perigos.
II. O Programa e as regras de segurança de cada museu têm natureza pública.
III. É dever dos museus estabelecer restrições à entrada de objetos e pessoas, desde que devidamente justificadas.



Quais estão INCORRETAS?
Alternativas
Q4068037 Museologia
Sobre a segurança em museus, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A manutenção do ambiente e a higienização de objetos expostos acontece em um dia específico em que o museu não esteja aberto ao público.

II. Os funcionários devem revisar o fechamento correto de portas e janelas após o fechamento do museu ao público.

III. A vistoria dos espaços expositivos e do acervo em exposição deve acontecer antes da abertura do museu ao público.

IV. As normas de segurança, de comportamento e de procedimentos de emergência devem ficar visíveis e acessíveis aos funcionários do museu. 
Alternativas
Q4068036 Museologia
Conjunto de técnicas desenvolvidas para preencher as funções museais, considerada a figura prática e aplicada da Museologia. O trecho anterior se refere à: 
Alternativas
Q4068035 Museologia
Assinale a alternativa INCORRETA quanto aos procedimentos de controle da iluminação nos espaços expositivos.
Alternativas
Q4068034 Museologia
Sobre o uso de dioramas em exposições, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4068033 Museologia
Com base no Código de Ética do ICOM para os museus (versão lusófona), é dever das instituições museológicas desenvolver o seu papel educativo fomentando e ampliando o diálogo com a sociedade. Um dos meios possíveis de desenvolver essa relação com os públicos é por meio das exposições. Sendo assim, analise as assertivas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. Os museus devem garantir que as informações apresentadas em suas exposições estejam bem representados. fundamentadas, sejam precisas e levem em consideração os grupos ou as crenças nelas

II. As exposições devem estar de acordo com a missão, a política e os objetivos do museu.

III. Os museus devem utilizar objetos sem procedência atestada desde que assegurada a proteção e a conservação do acervo.

IV. O museu deve responder com diligência, respeito e sensibilidade às solicitações de retirada, pela comunidade de origem, de restos humanos ou de objetos considerados sagrados expostos ao público. 
Alternativas
Q4068032 Museologia
Os museus são responsáveis por desenvolver uma política de aquisição e descarte que oriente e respalde de forma ética e responsável as ações implementadas quando da avaliação do seu acervo. O descarte que visa à permuta entre museus ou instituições afins de um objeto por outro, de forma recíproca, denomina-se:
Alternativas
Q4068031 Museologia
O Seminário “A Missão dos Museus na América Latina Hoje: Novos Desafios” foi responsável por abordar temas relevantes para o campo dos museus e proporcionar debates sobre o papel social dos museus no século XXI. O evento destacou o museu como um meio de comunicação singular e apontou a necessidade de desenvolver a especificidade da linguagem museológica como mensagem aberta, democrática e participativa. Qual é o nome do documento final do Seminário?
Alternativas
Q4068030 Museologia
 O processo de musealização engloba diversas ações específicas, EXCETO:
Alternativas
Q4068029 Museologia
O Plano de ____________ constitui-se como a aplicação de uma metodologia que permite identificar os sinistros em potencial, analisar e estimar seus efeitos, reunindo, de forma interdisciplinar, um conjunto de informações, diretrizes e propostas de ações voltadas à redução dos seus efeitos e à resposta eficiência às ocorrências. O Plano de _____________ é um documento que formaliza e descreve o conjunto de ações e medidas a serem adotadas no caso de uma situação crítica, visando proteger a vida e o patrimônio, bem como reduzir as consequências sociais e danos ao meio ambiente. As ações ___________ são aquelas implementadas para impedir que o risco se concretize ou amenizá-los, caso eles sejam processos cumulativos (IBRAM, 2023).

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Alternativas
Q4068028 Museologia
 Teixeira e Ghizoni (2012) afirmam que os procedimentos de conservação preventiva em acervos são cruciais para garantir a efetiva preservação dos objetos que pertencem aos museus. Em relação às ações de conservação preventiva voltadas para as coleções etnográficas, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) As coleções etnográficas são compostas geralmente por materiais orgânicos de origem animal e vegetal.
( ) Todo objeto recém incorporado ao acervo será encaminhado para reserva técnica e para as exposições de longa duração.
( ) A plumagem deve ser higienizada com auxílio de aspirador de pó, respeitando o movimento das hastes.



A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q4068027 Museologia
De acordo com a Lei nº 11.904/2009, que institui o Estatuto de Museus, existem diferentes recomendações e obrigações no que tange à difusão cultural e ao acesso aos museus. Nesse sentido, analise as afirmações abaixo:

1. Os museus deverão elaborar e implementar programas de exposições adequados à sua vocação e tipologia.

2. O museu regulamentará o acesso público aos bens culturais levando em consideração as condições de conservação e segurança.

3. Os museus poderão autorizar ou produzir publicações sobre temas vinculados a seus bens culturais após aprovação do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).

4. A política de gratuidade ou onerosidade do ingresso ao museu será estabelecida pelo Conselho Interacional de Museus (ICOM) ou pela Associação de Amigos do Museu.

5. Os museus deverão disponibilizar um livro de sugestões e reclamações disposto de forma visível na área de acolhimento dos visitantes.



O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Alternativas
Q4068026 Museologia
Segundo Manuelina Duarte Cândido (2013), realizar diagnósticos museológicos é fundamental para planejar projetos e ações no âmbito da gestão de museus. No que tange ao diagnóstico voltado aos estudos de públicos, analise as assertivas abaixo:


I. Existe uma relação entre frequência em museus e nível de instrução. II. As barreiras atitudinais podem acontecer desde o momento de recepção ao visitante. III. As pesquisas voltadas a compreender e analisar a experiência dos visitantes são de cunho quantitativo.



Quais estão corretas? 
Alternativas
Respostas
161: A
162: C
163: D
164: B
165: B
166: A
167: A
168: C
169: C
170: B
171: D
172: A
173: D
174: B
175: B
176: D
177: B
178: C
179: B
180: B