Questões de Concurso Para turismólogo

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Q2180542 Português
Todas as palavras está escritas, corretamente, na opção:
Alternativas
Q2180541 Português

Relacione as colunas:

(1 ) Oração Subordinada Substantiva Subjetiva

( 2 ) Oração Subordinada Substantiva Predicativa

( 3 ) Oração Subordinada Substantiva Completiva Nominal


( ) Temos fé de que a humanidade viverá em paz.

( ) É fundamental que você chegue cedo.

( ) Nosso desejo é que ela passe no vestibular.

Alternativas
Q2180540 Português

A figura de linguagem presente na citação abaixo é:


“Eu li Stephen King.” 

Alternativas
Q2180539 Português
Elas estão levando a cultura indígena para a universidade

Conheça quatro brasileiras que têm se destacado na área acadêmica com os saberes de seus povos

    Pietra, Rute, Naine e Kellen têm algo em comum além de serem mulheres indígenas. Com carreiras acadêmicas e/ou de pesquisadoras em plena ascensão, elas almejam honrar os ancestrais, compartilhar ensinamentos de seus povos de origem e, sobretudo, contribuir para (re)contar a história dos indígenas no Brasil sob outros pontos de vista - os de quem cresceu em aldeias e entendem as lutas na pele.
    O ambiente da faculdade, para elas, é mais do que um compromisso ou uma oportunidade: é outro território que, sim, a despeito das dificuldades, também lhes pertence.

     Pietra Dolamita (Kowawa Kapukaja)
    "Eu sou o sonho dos meus ancestrais", define Pietra Dolamita/Kowawa Kapukaja, indígena da etnia Apurinã oriunda do Médio Purus, no sul do Amazonas. A fala potente expressa não só orgulho, mas gratidão pela construção de uma carreira acadêmica em várias vertentes.
     Formada em Direito pelo Universidade Católica de Pelotas (UCPel) em 2004, ela também é mestra em Antropologia Social pela mesma instituição e em Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul). Atualmente, se dedica ao doutorado sanduíche em Antropologia Social na Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com a Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3.

       Rute Anacé
     Nascida na reserva indígena Taba dos Anacé, no Ceará, desde menina Rute, hoje com 25 anos, sabia que no futuro seria pesquisadora e concentrou todas as energias e esforços que pôde para realizar o objetivo. "Aos 17 anos, entrei no bachelarado de Ciências Sociais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia sabendo o que queria falar, fazer e pesquisar. Para mim, a universidade sempre foi um ambiente estratégico para contar outro viés da História, um viés epistemológico da luta indígena", afirma.
       Determinada, chegou - literalmente - longe. Hoje Rute Anacé vive na Espanha, onde faz doutorado em Ciências Sociais na prestigiada Universidad de Salamanca. A fonte de sua pesquisa é o povo Anacé e sua luta por território, tema que também permeou seu trabalho de conclusão de curso da graduação.

       Naine Terena
       A ativista, educadora, artista e pesquisadora indígena do povo Terena possui um currículo invejável. Não à toa, foi convidada por Fabiano Piuba, Secretário de Formação Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura para ser diretora de Educação e Formação Artística do MinC. "Meu plano atual é contribuir com esse campo em reconstrução", diz ela, que nasceu em Cuiabá (MT) e hoje mora em Brasília (DF).

       Kellen Natalice Vilharva (Xamiri Hu’y Rendy)
      Nascida em Japorã (MS), a bióloga faz parte da etnia Guarani Kaiowá e viveu na reserva indígena de Jaguapiru, em Dourados. Hoje mora em Campinas (SP), onde faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Sempre gostei das áreas biológicas, desde o Ensino Médio. Me identifiquei com o curso e passei na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. As áreas da Biologia são várias, o que eu gosto e trabalho hoje em dia é a Etnofarmacologia. A pesquisa que venho desenvolvendo é relacionada às plantas medicinais e à medicina tradicional do meu povo Guarani Kaiowá", conta.

(https://www.terra.com.br/nos/elas-estao-levando-a-cultura-indigena-para-auniversidade,58f31dcfb4fabf1ccb4a9219386522bcx3b2t93q.html)

Analise e assinale a opção que apresenta a respectiva classificação dos termos da citação: 


“Eu sou o sonho dos meus ancestrais”

Alternativas
Q2180538 Português
Elas estão levando a cultura indígena para a universidade

Conheça quatro brasileiras que têm se destacado na área acadêmica com os saberes de seus povos

    Pietra, Rute, Naine e Kellen têm algo em comum além de serem mulheres indígenas. Com carreiras acadêmicas e/ou de pesquisadoras em plena ascensão, elas almejam honrar os ancestrais, compartilhar ensinamentos de seus povos de origem e, sobretudo, contribuir para (re)contar a história dos indígenas no Brasil sob outros pontos de vista - os de quem cresceu em aldeias e entendem as lutas na pele.
    O ambiente da faculdade, para elas, é mais do que um compromisso ou uma oportunidade: é outro território que, sim, a despeito das dificuldades, também lhes pertence.

     Pietra Dolamita (Kowawa Kapukaja)
    "Eu sou o sonho dos meus ancestrais", define Pietra Dolamita/Kowawa Kapukaja, indígena da etnia Apurinã oriunda do Médio Purus, no sul do Amazonas. A fala potente expressa não só orgulho, mas gratidão pela construção de uma carreira acadêmica em várias vertentes.
     Formada em Direito pelo Universidade Católica de Pelotas (UCPel) em 2004, ela também é mestra em Antropologia Social pela mesma instituição e em Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul). Atualmente, se dedica ao doutorado sanduíche em Antropologia Social na Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com a Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3.

       Rute Anacé
     Nascida na reserva indígena Taba dos Anacé, no Ceará, desde menina Rute, hoje com 25 anos, sabia que no futuro seria pesquisadora e concentrou todas as energias e esforços que pôde para realizar o objetivo. "Aos 17 anos, entrei no bachelarado de Ciências Sociais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia sabendo o que queria falar, fazer e pesquisar. Para mim, a universidade sempre foi um ambiente estratégico para contar outro viés da História, um viés epistemológico da luta indígena", afirma.
       Determinada, chegou - literalmente - longe. Hoje Rute Anacé vive na Espanha, onde faz doutorado em Ciências Sociais na prestigiada Universidad de Salamanca. A fonte de sua pesquisa é o povo Anacé e sua luta por território, tema que também permeou seu trabalho de conclusão de curso da graduação.

       Naine Terena
       A ativista, educadora, artista e pesquisadora indígena do povo Terena possui um currículo invejável. Não à toa, foi convidada por Fabiano Piuba, Secretário de Formação Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura para ser diretora de Educação e Formação Artística do MinC. "Meu plano atual é contribuir com esse campo em reconstrução", diz ela, que nasceu em Cuiabá (MT) e hoje mora em Brasília (DF).

       Kellen Natalice Vilharva (Xamiri Hu’y Rendy)
      Nascida em Japorã (MS), a bióloga faz parte da etnia Guarani Kaiowá e viveu na reserva indígena de Jaguapiru, em Dourados. Hoje mora em Campinas (SP), onde faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Sempre gostei das áreas biológicas, desde o Ensino Médio. Me identifiquei com o curso e passei na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. As áreas da Biologia são várias, o que eu gosto e trabalho hoje em dia é a Etnofarmacologia. A pesquisa que venho desenvolvendo é relacionada às plantas medicinais e à medicina tradicional do meu povo Guarani Kaiowá", conta.

(https://www.terra.com.br/nos/elas-estao-levando-a-cultura-indigena-para-auniversidade,58f31dcfb4fabf1ccb4a9219386522bcx3b2t93q.html)

Analise e assinale a opção que apresenta o tipo de sujeito da citação abaixo:


“Pietra, Rute, Naine e Kellen têm algo em comum (...)” 

Alternativas
Q2180537 Português
Elas estão levando a cultura indígena para a universidade

Conheça quatro brasileiras que têm se destacado na área acadêmica com os saberes de seus povos

    Pietra, Rute, Naine e Kellen têm algo em comum além de serem mulheres indígenas. Com carreiras acadêmicas e/ou de pesquisadoras em plena ascensão, elas almejam honrar os ancestrais, compartilhar ensinamentos de seus povos de origem e, sobretudo, contribuir para (re)contar a história dos indígenas no Brasil sob outros pontos de vista - os de quem cresceu em aldeias e entendem as lutas na pele.
    O ambiente da faculdade, para elas, é mais do que um compromisso ou uma oportunidade: é outro território que, sim, a despeito das dificuldades, também lhes pertence.

     Pietra Dolamita (Kowawa Kapukaja)
    "Eu sou o sonho dos meus ancestrais", define Pietra Dolamita/Kowawa Kapukaja, indígena da etnia Apurinã oriunda do Médio Purus, no sul do Amazonas. A fala potente expressa não só orgulho, mas gratidão pela construção de uma carreira acadêmica em várias vertentes.
     Formada em Direito pelo Universidade Católica de Pelotas (UCPel) em 2004, ela também é mestra em Antropologia Social pela mesma instituição e em Educação pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul). Atualmente, se dedica ao doutorado sanduíche em Antropologia Social na Universidade Federal Fluminense (UFF) em parceria com a Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3.

       Rute Anacé
     Nascida na reserva indígena Taba dos Anacé, no Ceará, desde menina Rute, hoje com 25 anos, sabia que no futuro seria pesquisadora e concentrou todas as energias e esforços que pôde para realizar o objetivo. "Aos 17 anos, entrei no bachelarado de Ciências Sociais na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia sabendo o que queria falar, fazer e pesquisar. Para mim, a universidade sempre foi um ambiente estratégico para contar outro viés da História, um viés epistemológico da luta indígena", afirma.
       Determinada, chegou - literalmente - longe. Hoje Rute Anacé vive na Espanha, onde faz doutorado em Ciências Sociais na prestigiada Universidad de Salamanca. A fonte de sua pesquisa é o povo Anacé e sua luta por território, tema que também permeou seu trabalho de conclusão de curso da graduação.

       Naine Terena
       A ativista, educadora, artista e pesquisadora indígena do povo Terena possui um currículo invejável. Não à toa, foi convidada por Fabiano Piuba, Secretário de Formação Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura para ser diretora de Educação e Formação Artística do MinC. "Meu plano atual é contribuir com esse campo em reconstrução", diz ela, que nasceu em Cuiabá (MT) e hoje mora em Brasília (DF).

       Kellen Natalice Vilharva (Xamiri Hu’y Rendy)
      Nascida em Japorã (MS), a bióloga faz parte da etnia Guarani Kaiowá e viveu na reserva indígena de Jaguapiru, em Dourados. Hoje mora em Campinas (SP), onde faz doutorado no Programa de Pós-Graduação em Clínica Médica da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Sempre gostei das áreas biológicas, desde o Ensino Médio. Me identifiquei com o curso e passei na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul. As áreas da Biologia são várias, o que eu gosto e trabalho hoje em dia é a Etnofarmacologia. A pesquisa que venho desenvolvendo é relacionada às plantas medicinais e à medicina tradicional do meu povo Guarani Kaiowá", conta.

(https://www.terra.com.br/nos/elas-estao-levando-a-cultura-indigena-para-auniversidade,58f31dcfb4fabf1ccb4a9219386522bcx3b2t93q.html)
Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto:
Alternativas
Q4244056 Turismo
A oferta de serviços turísticos deve ser definida como a capacidade de recursos que uma região tem para atender às demandas. Sendo assim, a oferta de turismo torna-se efetiva quando a combinação de diversas variáveis, tais como recursos naturais, econômicos e humanos, são estabelecidos de forma apropriada a produzir serviços de turismo. Sobre o marketing no turismo, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1
1. Recursos Naturais.
2. Infraestrutura.
3. Hospitalidade.
4. Superestrutura.

Coluna 2
( ) Definida como uma atitude receptiva e acolhedora, encontra sua expressão no interesse em servir, na cortesia, na amizade e no auxílio que uma comunidade oferece aos seus visitantes.
( ) São elementos básicos tais como clima, flora, fauna, recursos hidrográficos, acidentes geográficos. Estes recursos evidentemente preexistem em uma área ou região, mas constituem um conjunto essencial de fatores sem os quais a efetivação da oferta de turismo será pouco significativa.
( ) Este conjunto de fatores engloba serviços públicos (água, luz, telefone, esgoto), estradas, instalações em aeroportos, estações, portos, etc.
( ) São recursos classificados como prédios de aeroportos, terminais de passageiros, estações de água, hotéis, motéis, shopping centers, casas de espetáculos e praça de esporte.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4244055 Turismo
A organização do Plano Nacional de Turismo foi elaborada de forma coletiva, com o apoio das áreas técnicas do Ministério do Turismo, constituída dentro do Conselho Nacional de Turismo. Esse documento espelha os anseios do setor e do cidadão que consome turismo, agregando um amplo conjunto de informações e dados que norteiam as ações compartilhadas e a cadeia produtiva do setor, em favor: 
Alternativas
Q4244054 Turismo
Em viagens, esse termo é usado quando você consegue uma melhoria no seu voo, quarto de hotel ou viagem de ônibus. A qual termo se refere essa descrição? 
Alternativas
Q4244053 Turismo
É uma autarquia federal vinculada ao Ministério do Turismo, que responde pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro. Cabe a este proteger e promover os bens culturais do País, assegurando sua permanência e usufruto para as gerações presentes e futuras. Segundo essa descrição, essa autarquia pode ser denominada como: 
Alternativas
Q4244052 Turismo
Os passaportes brasileiros classificam-se em algumas categorias, sendo o documento de identificação, de propriedade da União, exigível de todos os que pretendam realizar uma viagem internacional. Sobre o assunto, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q4244051 Turismo
O turismo cultural é um segmento firmemente estabelecido no mercado de turismo de massa, marcado pela heterogeneidade em sua composição, no que se diz respeito aos vários tipos de turistas culturais. É comum que motivações particulares sejam tratadas como um tipo específico de turismo. Sobre o assunto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1
1. Turismo patrimonial.
2. Turismo de legado.
3. Turismo religioso.
4. Turismo sombrio.

Coluna 2
( ) É formado por turistas que viajam para coletar informações acerca de sua área genealógica, e/ou para se sentirem ligados a seus ancestrais e a suas raízes.
( ) Consiste na motivação de conhecer e consumir experiências em sítios históricos, monumentos e lugares associados a genocídios, massacres e violações a direitos humanos.
( ) Consiste em um tipo único de turismo cognitivo, que satisfaz o interesse de descoberta de viajantes e turistas, dando-lhes a oportunidade de observar, de viver um processo de culto religioso, cerimônias e rituais, e de comprar símbolos e souvenires religiosos.
( ) Trata-se de um subgrupo do turismo, no qual a principal motivação para visitar uma atração é baseada nas características patrimoniais do lugar.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4244050 Turismo
Desde a antiguidade, o homem se desloca de seu ambiente de moradia para outros lugares por diversos motivos. Mesmo em épocas bem remotas, já existia alguma forma do homem se hospedar. Com isso, os meios de hospedagem, da antiguidade até os dias atuais, sofreram imensas mudanças. Em relação ao setor Hoteleiro, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4244049 Turismo
De acordo com a OMT, a capacidade de carga turística é “o número máximo de pessoas que podem visitar um destino turístico ao mesmo tempo, sem causar a destruição física, econômica, sociocultural e ambiental”. A gestão de visitação de um espaço turístico, seja uma área protegida particular ou pública, deve ser cuidadosamente planejada para atingir os objetivos de conservação para os quais foi criado. Em relação a esse trecho, analise as assertivas a seguir:

I. Ambiental é o tipo de capacidade de carga onde o número de visitantes pode ser acomodado antes que se iniciem os danos ao ambiente ou ao ecossistema.
II. Capacidade de carga econômica é o número de visitantes que pode ser recebido antes que a comunidade local comece a sofrer problemas econômicos.
III. Capacidade de carga física é o número de visitantes que um lugar pode acomodar fisicamente.
IV. Perceptiva é o tipo de capacidade de carga que o número de visitantes que um lugar pode receber antes que a qualidade da experiência comece a ser afetada negativamente.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q4244048 Turismo
 A EMBRATUR é um serviço social autônomo que tem como objetivo o planejamento, a formulação e a implementação das ações de promoção comercial de produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros no exterior, em cooperação com a administração pública federal. Em relação à EMBRATUR, é INCORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4244047 Legislação Federal
A Lei nº 12.591/2012 reconhece a profissão de Turismólogo e disciplina o seu exercício. Acerca desse assunto e seus objetivos, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) É considerado atividade do Turismólogo atuar como responsável técnico em empreendimentos que tenham o turismo e o lazer como seu objetivo social ou estatutário.
( ) O Turismólogo pode criar e implantar roteiros e rotas turísticas.
( ) De acordo com a Lei nº 12.591/2012, é considerado atividade do Turismólogo desenvolver e comercializar novos produtos turísticos.
( ) Não é considerada atividade do Turismólogo emitir laudos e pareceres técnicos referentes à capacitação ou não de locais e estabelecimentos voltados ao atendimento do turismo receptivo, conforme normas estabelecidas pelos órgãos competentes.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 
Alternativas
Q4242841 Raciocínio Lógico
A negação da sentença “Todos os funcionários da unidade de pronto atendimento não estão com febre” é equivalente à sentença da alternativa: 
Alternativas
Q4242840 Estatística
Determinada clínica de atendimento fonoaudiológico de um município tem a idade dos pacientes atendidos durante o mês de março/2022 descrita pelo gráfico abaixo:
29.png (683×401)
A alternativa que representa aproximadamente a média da idade dos pacientes atendidos nesse mês é: 
Alternativas
Q4242839 Matemática
Um carro elétrico, que se desloca a uma velocidade média de 52 km/h, faz um determinado percurso em 2 horas e 15 minutos. Se a velocidade utilizada fosse de 60 km/h, o mesmo percurso seria realizado em: 
Alternativas
Q4242838 Matemática
Uma família gasta mensalmente, em reais, R$ 180,00 em telefonia móvel, R$ 1.200,00 em mensalidade escolar e R$ 800,00 em alimentação por serviço de tele-entrega. No último mês, a telefonia móvel e a mensalidade escolar tiveram aumentos, respectivamente, de 25% e 10%. Desejando manter os mesmos gastos em reais dos itens descritos, os gastos em alimentação por tele-entrega passarão para: 
Alternativas
Respostas
1201: A
1202: D
1203: A
1204: D
1205: B
1206: D
1207: A
1208: C
1209: E
1210: D
1211: B
1212: D
1213: B
1214: E
1215: B
1216: A
1217: A
1218: D
1219: B
1220: E