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Q2154148 Veterinária
A Medicina Veterinária do Coletivo envolve a medicina preventiva, a saúde pública, o controle de zoonoses, o comportamento e o bem-estar animal, o manejo populacional canino e felino, a bioética e o gerenciamento de recursos humanos.
Com relação a essa medicina e sua abrangência, assinale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas.  
( ) A eutanásia é um método ético e eficaz de controle populacional, e, por isso, no âmbito do estado de Minas Gerais, essa técnica está indicada para extermínio de cães e gatos para fins de controle populacional. ( ) A Síndrome de Noé é definida como a acumulação de muitos animais e a incapacidade em proporcionar padrões mínimos de nutrição, saneamento, cuidados veterinários, e em agir sobre a condição deteriorante dos animais. ( ) Os programas de controle populacional devem conter: programas que visem à identificação, registro, esterilização cirúrgica, adoção, e campanhas educacionais para a conscientização pública da relevância de tais atividades. ( ) O registro e a identificação dos animais são instrumentos de responsabilização do proprietário, sendo recomendado que nos programas de controle populacional seja associado método duplo de identificação do animal, como coleira e microchip.
Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q2144502 Serviço Social
A Lei 13.146, de 6 de julho de 2015 (Estatuto da Pessoa com Deficiência), determina que: A avaliação da deficiência, quando necessária, será biopsicossocial, realizada por equipe multiprofissional e interdisciplinar e considerará, exceto: 
Alternativas
Q2144501 Serviço Social
De acordo com a Lei nº 8.662, de 7 de junho de 1993, assinale a alternativa que corresponde à competência profissional do assistente social. 
Alternativas
Q2144500 Serviço Social
O debate acerca da interdisciplinaridade ocorre tanto no ambiente acadêmico quanto nos cenários de exercício profissional. A leitura interdisciplinar da realidade exige a necessidade de exercitar a visão da totalidade sobre a realidade.
Com base no texto Serviço Social e Interdisciplinaridade na Atenção Básica à Saúde, analise as afirmativas a seguir.  
I. No contexto dos serviços de saúde, persiste a distância entre o discurso e a prática interdisciplinar na atuação dos profissionais, caracterizada pela insuficiência de fundamentação teórico-conceitual e prática sobre interdisciplinaridade. II. Para o Serviço Social, por ser uma profissão cuja formação é vinculada às diversas áreas de conhecimento, a postura interdisciplinar é exigida à medida que a reflexão sobre a interação entre os diferentes saberes favorece a abrangência de sua prática profissional e em equipe. III. A Estratégia Saúde da Família é considerada como alternativa para a reorganização dos serviços de Atenção Especial do SUS, assumindo a atenção centrada no indivíduo, no território físico e social que a envolve e em ações preventivas. IV. Atuar em equipe na Atenção Básica exige profissionais críticos e reflexivos, com formação que atenda à diversidade da realidade que envolve os usuários, para desenvolver visão integral do processo saúde-doença.
Estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Q2144499 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Com base no disposto no Estatuto da Criança e Adolescente, Lei nº 8.069 de 13 de julho de 1990, acerca do direito à vida e saúde da criança e adolescente, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q2144498 Saúde Pública
São princípios e / ou diretrizes estabelecidos pela Lei Federal nº 8.080 de 19 de setembro de 1990, exceto: 
Alternativas
Q2144497 Saúde Pública
Sobre imunização, analise as afirmativas a seguir.
I. Por meio das vacinas, é possível adquirir a imunidade natural e inata específica para cada agente infeccioso. II. Os adjuvantes são substâncias que protegem o organismo de vacinas que contêm micro-organismos vivos. III. Para a administração de vacinas, não é recomendada a assepsia da pele do usuário com álcool 70%. IV. Na sala de vacinação, todas as vacinas devem ser armazenadas entre +2ºC e +8ºC.
Estão corretas as afirmativas 
Alternativas
Q2144496 Saúde Pública
Muitos estudos apontam que a tripla carga de doenças torna ainda mais complexa a organização das ações de serviços de saúde.
O que significa essa tripla carga de doenças? 
Alternativas
Q2144495 Saúde Pública
A necessidade da valorização do desempenho das equipes e serviços de atenção primária para o alcance de resultados em saúde levou o Governo Federal a aprovar o programa Previne Brasil com qual objetivo? 
Alternativas
Q2144494 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde no Brasil (SUS), após o trabalho realizado frente à pandemia Covid-19, assumiu um importante protagonismo social.
Sobre os princípios e diretrizes do SUS, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q2144493 Saúde Pública
A Portaria nº 4.279/2010 reorganizou o sistema de saúde por meio de uma rede de serviços de diferentes densidades tecnológicas.
Qual é o objetivo dessa organização? 
Alternativas
Q2144492 Português

Leia o cartum de Laerte: 


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Disponível em: https://www.instagram.com/p/CVApPqps_Ll/.

Acesso em: 24 abr. 2022.


O cartum apresentado faz uma crítica social ao se referir à(ao)
Alternativas
Q2144491 Português
Como surgiram a ideia e os nomes dos pontos
cardeais?

Por Bruno Valano

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Os nomes em português e outras línguas europeias remetem, em última instância, ao protoindo-europeu (PIE), língua pré-histórica falada há mais de 3 mil anos que deu origem ao latim, grego, sânscrito e às línguas germânicas. “Leste” deriva da palavra em PIE para “alvorada”, pois a direção em que o Sol nasce é um dado astronômico óbvio para qualquer civilização – e essa foi a origem da ideia. “Oeste”, claro, se refere à direção oposta – e, portanto, ao período do dia oposto. O termo tem a mesma raiz da palavra “vespertino” (a conexão fica óbvia em inglês: west). Em PIE, *wes- era “noite” ou “poente”. “Norte” provavelmente vem do PIE *ner-, que significava “esquerda”, porque é a direção que fica à nossa esquerda quando olhamos o Sol nascente. Por sua vez, “Sul” deriva da mesma raiz da palavra “Sol” – porque, no Hemisfério Norte, o Sol do meio-dia se posiciona no céu mais caído para o Sul que para o Norte (ideia reforçada pelo fato de que outra palavra para Sul é “meridional”, que tem origem latina e também se refere ao meio-dia). Em línguas distantes das indo-europeias, lógicas parecidas se aplicaram à nomeação dos pontos cardeais: usar o sol para se localizar foi um método inventado de maneira independente por muitos povos.

Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/
coluna/oraculo/como-surgiram-a-ideia-e-os-nomes-dos-pontos-cardeais/. Acesso em: 24 abr. 2022.

Releia este trecho: 


“Por sua vez, “Sul” deriva da mesma raiz da palavra “Sol” – porque, no Hemisfério Norte, o Sol do meio-dia se posiciona no céu mais caído para o Sul que para o Norte [...].” 


A palavra destacada nesse trecho poderia ser substituída sem prejuízo de sentido por 

Alternativas
Q2144490 Português
Como surgiram a ideia e os nomes dos pontos
cardeais?

Por Bruno Valano

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Os nomes em português e outras línguas europeias remetem, em última instância, ao protoindo-europeu (PIE), língua pré-histórica falada há mais de 3 mil anos que deu origem ao latim, grego, sânscrito e às línguas germânicas. “Leste” deriva da palavra em PIE para “alvorada”, pois a direção em que o Sol nasce é um dado astronômico óbvio para qualquer civilização – e essa foi a origem da ideia. “Oeste”, claro, se refere à direção oposta – e, portanto, ao período do dia oposto. O termo tem a mesma raiz da palavra “vespertino” (a conexão fica óbvia em inglês: west). Em PIE, *wes- era “noite” ou “poente”. “Norte” provavelmente vem do PIE *ner-, que significava “esquerda”, porque é a direção que fica à nossa esquerda quando olhamos o Sol nascente. Por sua vez, “Sul” deriva da mesma raiz da palavra “Sol” – porque, no Hemisfério Norte, o Sol do meio-dia se posiciona no céu mais caído para o Sul que para o Norte (ideia reforçada pelo fato de que outra palavra para Sul é “meridional”, que tem origem latina e também se refere ao meio-dia). Em línguas distantes das indo-europeias, lógicas parecidas se aplicaram à nomeação dos pontos cardeais: usar o sol para se localizar foi um método inventado de maneira independente por muitos povos.

Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/
coluna/oraculo/como-surgiram-a-ideia-e-os-nomes-dos-pontos-cardeais/. Acesso em: 24 abr. 2022.

Releia este trecho.


“Os nomes em português e outras línguas europeias remetem, em última instância, ao protoindo-europeu (PIE), língua pré-histórica falada há mais de 3 mil anos que deu origem ao latim, grego, sânscrito e às línguas germânicas.”


O trecho destacado na passagem apresentada

Alternativas
Q2144489 Português
Como surgiram a ideia e os nomes dos pontos
cardeais?

Por Bruno Valano

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Os nomes em português e outras línguas europeias remetem, em última instância, ao protoindo-europeu (PIE), língua pré-histórica falada há mais de 3 mil anos que deu origem ao latim, grego, sânscrito e às línguas germânicas. “Leste” deriva da palavra em PIE para “alvorada”, pois a direção em que o Sol nasce é um dado astronômico óbvio para qualquer civilização – e essa foi a origem da ideia. “Oeste”, claro, se refere à direção oposta – e, portanto, ao período do dia oposto. O termo tem a mesma raiz da palavra “vespertino” (a conexão fica óbvia em inglês: west). Em PIE, *wes- era “noite” ou “poente”. “Norte” provavelmente vem do PIE *ner-, que significava “esquerda”, porque é a direção que fica à nossa esquerda quando olhamos o Sol nascente. Por sua vez, “Sul” deriva da mesma raiz da palavra “Sol” – porque, no Hemisfério Norte, o Sol do meio-dia se posiciona no céu mais caído para o Sul que para o Norte (ideia reforçada pelo fato de que outra palavra para Sul é “meridional”, que tem origem latina e também se refere ao meio-dia). Em línguas distantes das indo-europeias, lógicas parecidas se aplicaram à nomeação dos pontos cardeais: usar o sol para se localizar foi um método inventado de maneira independente por muitos povos.

Superinteressante. Disponível em: https://super.abril.com.br/
coluna/oraculo/como-surgiram-a-ideia-e-os-nomes-dos-pontos-cardeais/. Acesso em: 24 abr. 2022.
O texto de Bruno Valano foi publicado na revista Superinteressante, na seção Oráculo, que a revista caracteriza como “Ser supremo detentor de toda a sabedoria”. 
A leitura do texto permite afirmar que ele se caracteriza como do tipo 
Alternativas
Q2144488 Português
Fazendo referência ao tapa dado por Will Smith em Chris Rock, Adão Iturrusgarai, cartunista e ilustrador, publicou a seguinte tirinha na Folha de S.Paulo:
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Adão Iturrusgarai. A vida como ela é. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/cartunsdiarios/#30/3/2022. Acesso em: 20 abr. 2022.
O diálogo entre as personagens e a linguagem visual indica que a reflexão proposta pela tirinha se relaciona à
Alternativas
Q2144487 Português

TEXTO II 

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“Não temos mais tempo” é o recado de Txai Paiter

Suruí na abertura da COP-26


Jovem indígena foi a única brasileira a discursar no

palco principal da Conferência do Clima nesta

segunda-feira (01).


1 de novembro de 2021 Giselli Cavalcanti


Txai Paiter Suruí foi a única indígena e única brasileira a discursar nesta segunda-feira (01) no palco principal do World Leaders Summit, na Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, no Reino Unido. A jovem, de 24 anos, é ativista do povo Paiter Suruí e integrante da delegação de jovens do Engajamundo, organização que estará presente com 13 jovens nesta Conferência.

Durante seu discurso, Txai Suruí teve como plateia líderes globais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, integrante da delegação oficial do Brasil. Txai aproveitou esta audiência de alto nível para reforçar a necessidade urgente de compromissos concretos e ambiciosos. “Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora”, disse a jovem.

A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão. “Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar nos centros das decisões que acontecem aqui”, afirma. No Brasil, quarto país que mais mata ambientalistas no mundo, Txai lembrou ainda de Ari Uru-Eu-Wau-Wau, seu amigo de infância e guardião, que aos 32 anos foi assassinado por proteger a floresta – em um caso que hoje, mais de um ano depois, segue sem respostas. 

“A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”. No maior espaço internacional sobre a crise climática, que tem o potencial de influenciar os rumos da história da humanidade neste grande desafio, Txai Suruí reforça que para as juventudes e os povos indígenas a ação climática não é um plano para o futuro – construir um mundo mais justo no enfrentamento à crise climática é um projeto do presente.

Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/nao-temos-mais-tempo-e-o-recado-de-txai-paiter-surui-na-abertura-da-cop-26/. Acesso em: 23 abr. 2022 (adaptado).
A COP é um evento organizado pelo comitê das Nações Unidas sobre Mudança do Clima que acontece anualmente, mas foi adiado em 2020 por causa da pandemia. Os líderes mundiais comparecem, mas muitas das discussões acontecem entre ministros e outras autoridades de alto nível que trabalham com questões climáticas.
Considerando as informações apresentadas sobre a COP, constata-se que o objetivo central do texto de Giselli Cavalcanti é 
Alternativas
Q2144486 Português

TEXTO II 

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“Não temos mais tempo” é o recado de Txai Paiter

Suruí na abertura da COP-26


Jovem indígena foi a única brasileira a discursar no

palco principal da Conferência do Clima nesta

segunda-feira (01).


1 de novembro de 2021 Giselli Cavalcanti


Txai Paiter Suruí foi a única indígena e única brasileira a discursar nesta segunda-feira (01) no palco principal do World Leaders Summit, na Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, no Reino Unido. A jovem, de 24 anos, é ativista do povo Paiter Suruí e integrante da delegação de jovens do Engajamundo, organização que estará presente com 13 jovens nesta Conferência.

Durante seu discurso, Txai Suruí teve como plateia líderes globais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, integrante da delegação oficial do Brasil. Txai aproveitou esta audiência de alto nível para reforçar a necessidade urgente de compromissos concretos e ambiciosos. “Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora”, disse a jovem.

A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão. “Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar nos centros das decisões que acontecem aqui”, afirma. No Brasil, quarto país que mais mata ambientalistas no mundo, Txai lembrou ainda de Ari Uru-Eu-Wau-Wau, seu amigo de infância e guardião, que aos 32 anos foi assassinado por proteger a floresta – em um caso que hoje, mais de um ano depois, segue sem respostas. 

“A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”. No maior espaço internacional sobre a crise climática, que tem o potencial de influenciar os rumos da história da humanidade neste grande desafio, Txai Suruí reforça que para as juventudes e os povos indígenas a ação climática não é um plano para o futuro – construir um mundo mais justo no enfrentamento à crise climática é um projeto do presente.

Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/nao-temos-mais-tempo-e-o-recado-de-txai-paiter-surui-na-abertura-da-cop-26/. Acesso em: 23 abr. 2022 (adaptado).
Giselle Cavalcanti, em algumas passagens de seu texto, apresenta juízo de valor em relação aos fatos apresentados. As marcas de opinião, geralmente, são marcadas pelo uso de adjetivos e advérbios.
Observam-se marcas de opinião da autora do artigo no seguinte trecho: 
Alternativas
Q2144485 Português

TEXTO II 

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“Não temos mais tempo” é o recado de Txai Paiter

Suruí na abertura da COP-26


Jovem indígena foi a única brasileira a discursar no

palco principal da Conferência do Clima nesta

segunda-feira (01).


1 de novembro de 2021 Giselli Cavalcanti


Txai Paiter Suruí foi a única indígena e única brasileira a discursar nesta segunda-feira (01) no palco principal do World Leaders Summit, na Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, no Reino Unido. A jovem, de 24 anos, é ativista do povo Paiter Suruí e integrante da delegação de jovens do Engajamundo, organização que estará presente com 13 jovens nesta Conferência.

Durante seu discurso, Txai Suruí teve como plateia líderes globais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, integrante da delegação oficial do Brasil. Txai aproveitou esta audiência de alto nível para reforçar a necessidade urgente de compromissos concretos e ambiciosos. “Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora”, disse a jovem.

A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão. “Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar nos centros das decisões que acontecem aqui”, afirma. No Brasil, quarto país que mais mata ambientalistas no mundo, Txai lembrou ainda de Ari Uru-Eu-Wau-Wau, seu amigo de infância e guardião, que aos 32 anos foi assassinado por proteger a floresta – em um caso que hoje, mais de um ano depois, segue sem respostas. 

“A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”. No maior espaço internacional sobre a crise climática, que tem o potencial de influenciar os rumos da história da humanidade neste grande desafio, Txai Suruí reforça que para as juventudes e os povos indígenas a ação climática não é um plano para o futuro – construir um mundo mais justo no enfrentamento à crise climática é um projeto do presente.

Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/nao-temos-mais-tempo-e-o-recado-de-txai-paiter-surui-na-abertura-da-cop-26/. Acesso em: 23 abr. 2022 (adaptado).
Os pronomes relativos atuam como importantes ferramentas de coesão textual. Observe o uso do pronome destacado na passagem apresentada a seguir.
“A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão.”
Na passagem acima, o pronome “que” se refere ao(à)
Alternativas
Q2144484 Português

TEXTO II 

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“Não temos mais tempo” é o recado de Txai Paiter

Suruí na abertura da COP-26


Jovem indígena foi a única brasileira a discursar no

palco principal da Conferência do Clima nesta

segunda-feira (01).


1 de novembro de 2021 Giselli Cavalcanti


Txai Paiter Suruí foi a única indígena e única brasileira a discursar nesta segunda-feira (01) no palco principal do World Leaders Summit, na Conferência do Clima (COP-26), em Glasgow, no Reino Unido. A jovem, de 24 anos, é ativista do povo Paiter Suruí e integrante da delegação de jovens do Engajamundo, organização que estará presente com 13 jovens nesta Conferência.

Durante seu discurso, Txai Suruí teve como plateia líderes globais como o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, o presidente dos EUA, Joe Biden, e o embaixador brasileiro Paulino Franco de Carvalho Neto, integrante da delegação oficial do Brasil. Txai aproveitou esta audiência de alto nível para reforçar a necessidade urgente de compromissos concretos e ambiciosos. “Precisamos tomar outro caminho com mudanças corajosas e globais. Não é 2030 ou 2050, é agora”, disse a jovem.

A luta pela justiça climática também esteve fortemente presente no discurso de Txai, que trouxe a necessidade não apenas de que a agenda climática inclua a pauta indígena, mas, principalmente, que os povos indígenas possam estar presentes e efetivamente participando dos espaços de tomada de decisão. “Os povos indígenas estão na linha de frente da emergência climática, por isso devemos estar nos centros das decisões que acontecem aqui”, afirma. No Brasil, quarto país que mais mata ambientalistas no mundo, Txai lembrou ainda de Ari Uru-Eu-Wau-Wau, seu amigo de infância e guardião, que aos 32 anos foi assassinado por proteger a floresta – em um caso que hoje, mais de um ano depois, segue sem respostas. 

“A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”. No maior espaço internacional sobre a crise climática, que tem o potencial de influenciar os rumos da história da humanidade neste grande desafio, Txai Suruí reforça que para as juventudes e os povos indígenas a ação climática não é um plano para o futuro – construir um mundo mais justo no enfrentamento à crise climática é um projeto do presente.

Disponível em: https://oeco.org.br/colunas/nao-temos-mais-tempo-e-o-recado-de-txai-paiter-surui-na-abertura-da-cop-26/. Acesso em: 23 abr. 2022 (adaptado).

Em seu discurso, reproduzido no texto de Giselli Cavalcanti, Txai Paiter afirma: “A Terra está falando. Ela nos diz que não temos mais tempo”.  


A fim de enfatizar a mensagem que desejava transmitir durante a COP-26, a indígena, nesse trecho, faz uso da figura de linguagem conhecida como 

Alternativas
Respostas
17061: A
17062: C
17063: B
17064: D
17065: C
17066: A
17067: C
17068: A
17069: D
17070: A
17071: D
17072: A
17073: A
17074: C
17075: A
17076: B
17077: C
17078: C
17079: A
17080: D