Questões de Concurso Para professor de ensino fundamental

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Q3681758 Português

A oração


“Era uma vez um rei muito justo e bondoso” é exemplo clássico de: 

Alternativas
Q3681757 Português
Assinale a alternativa em que a forma plural do substantivo está empregada de maneira inadequada, segundo a norma culta: 
Alternativas
Q3681756 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

Considerando o propósito comunicativo do texto, bem como o uso de estratégias discursivas, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q3681755 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

A respeito da estrutura argumentativa do texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3681754 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

De acordo com o texto, a inteligência artificial personalizada deixa de ser uma simples ferramenta para se tornar um reflexo da subjetividade humana. Assinale a alternativa incorreta em relação a essa ideia central: 
Alternativas
Q3681753 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

No que se refere às implicações políticas do uso de IA personalizada, assinale a alternativa que apresenta uma conclusão coerente com os argumentos do texto: 
Alternativas
Q3681752 Português

O espelho que te imita (e te expõe)



No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.


Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.


Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?


O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.


Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar. 

A partir do texto, é possível inferir que o uso de inteligências artificiais personalizadas poderá alterar de forma significativa a noção tradicional de privacidade. Nesse sentido, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3642950 Pedagogia
A integração de conteúdos e a interdisciplinaridade promovem uma aprendizagem mais significativa. Analise as afirmações abaixo sobre interdisciplinaridade:

I.Propõe uma mudança de atitude diante do conhecimento, estimulando a visão integral.
II.Limita-se a comparar disciplinas sem estabelecer conexões reais entre elas.
III.Favorece a compreensão da aplicabilidade dos conteúdos em diferentes contextos sociais.
IV.Mantém os conteúdos isolados em suas respectivas áreas do saber.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3642949 Pedagogia
O Plano Municipal de Educação (PME), com vigência de 10 (dez) anos a contar da publicação desta Lei, na forma dos Anexos I e II, e com vistas ao cumprimento do disposto no Art. 8º da Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, prevê um regime de colaboração, que busca:
Alternativas
Q3642948 Pedagogia
A heterogeneidade em sala de aula refere-se à diversidade de características, habilidades, conhecimentos prévios e estilos de aprendizagem presentes entre os alunos. Essa heterogeneidade em uma sala de alfabetização exige que o professor:
Alternativas
Q3642947 Pedagogia
Os métodos de ensino são conjuntos de estratégias e técnicas que guiam o processo pedagógico. Sobre os métodos e metodologias pedagógicas, marque V (verdadeiro) ou F (falso):

(__)As instituições de ensino têm adotado metodologias inovadoras no Brasil e em outros países.
(__)A aprendizagem por jogos promove conhecimentos de forma lúdica.
(__)A aprendizagem por experimentação exclui a possibilidade de descobertas.
(__)As novas metodologias atendem às demandas das novas gerações.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3642946 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é o documento que traz a Doutrina da Proteção Integral dos Direitos da Criança, que coloca a criança e o adolescente como sujeitos de direito com proteção e garantias específicas. Se um município planeja políticas públicas para a primeira infância, conforme o Art. 4º do Estatuto da Criança e do Adolescente, deve ter como foco principal:
Alternativas
Q3642945 Pedagogia
O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC), programa que apoiava professores, fornecia materiais pedagógicos, promovia a formação continuada e realizava avaliações para a alfabetização e o letramento em Língua Portuguesa e Matemática, tem como objetivo central: 
Alternativas
Q3642944 Pedagogia
Em uma reunião pedagógica, o coordenador explica que as atividades na sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) devem ir além da leitura e escrita, buscando contribuir para o desenvolvimento integral da criança. Qual enfoque está mais alinhado com essa orientação?
Alternativas
Q3642943 Pedagogia
Conforme o princípio de que a aprendizagem através do brincar é uma abordagem pedagógica fundamental pois permite que as crianças desenvolvam diversas habilidades de forma natural e prazerosa, analise a situação:

"Durante uma roda de conversa, uma criança afirma que sua brincadeira favorita é transformar uma folha seca em barco para navegar na calçada."

Esse exemplo ilustra:
Alternativas
Q3642942 Pedagogia
Uma professora observa que seus alunos têm dificuldades em conviver respeitosamente entre si, muitas vezes ocorrendo situações de intolerância e conflitos. Para alinhar sua prática ao que preconiza o Art. 32 da LDB, ela deve priorizar atividades que favoreçam:
Alternativas
Q3642941 Pedagogia
Uma universidade deseja reformular seu curso de licenciatura em Matemática, buscando alinhar teoria e prática pedagógica. Entre as opções metodológicas, decide-se por uma que considera a apropriação do patrimônio cultural humano, a prática social e o processo dialético como centrais para a formação do futuro professor. Essa proposta está fundamentada em:
Alternativas
Q3642940 Pedagogia
A psicologia da aprendizagem é o estudo científico de como os seres humanos adquirem conhecimento, desenvolvem habilidades e modificam o seu comportamento através da experiência e da prática, analisando os processos mentais, comportamentais, neuroquímicos e o contexto social que influenciam a aprendizagem. A Psicologia aplicada à Educação tem como objetivo? 
Alternativas
Q3642939 Pedagogia
O papel do professor como mediador no processo educativo é facilitar a aprendizagem e a autonomia do aluno, em vez de apenas transmitir informações. Associe corretamente os elementos da mediação do conhecimento (Coluna I) com seus respectivos papéis (Coluna II).

Coluna I
1.Conhecer a realidade do aluno.
2.Domínio da comunicação.
3.Equilíbrio emocional.
4.Evitar envolvimento pessoal.

Coluna II
(__)Auxilia na separação entre problemas educacionais e emocionais.
(__)Garante uma relação saudável sem confusões no processo de aprendizagem.
(__)Permite ao professor compreender necessidades e anseios dos estudantes.
(__)Favorece a clareza na transmissão do conteúdo, mesmo em contextos de questionamento.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3642938 Pedagogia
As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental (DCNs) são um conjunto de normas obrigatórias que orientam o planejamento curricular das escolas e dos sistemas de ensino no Brasil. Essas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental (DCNs) têm como base principal:
Alternativas
Respostas
981: C
982: A
983: C
984: C
985: C
986: A
987: D
988: A
989: B
990: B
991: A
992: A
993: D
994: D
995: B
996: D
997: C
998: B
999: C
1000: A