Questões de Concurso
Para coveiro - sepultador
Foram encontradas 3.999 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“Fernando estava muito distante de sua casa.”
O ANTÔNIMO da palavra destacada na frase acima é:
A menina que desenhava

Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela.
Isabela morava com seus pais e seu irmãozinho. Ela adorava desenhar, vivia desenhando.
Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de arvores, pássaros e um lago com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia a sua volta.
O céu de lá era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiinhas.
E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
Mas a medida que Isabela crescia, sua cidade também crescia. Mas tinha um problema; a cidade crescia desordenadamente, e por isso foi acontecendo uma coisa horrível. De repente as arvores foram desaparecendo e em seus lugares foram surgindo prédios, foram surgindo fabricas, lojas e outras coisas mais.
Então, Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores que ela tanto gostava, o verde das arvores, o azul do céu, o vermelho das flores, aos poucos foram desaparecendo. Foi ai que ela teve a grande ideia; antes que todas aquelas cores deixassem de existir, ela foi desenhando e pintando, quer era pra não esquecer nunca mais de como era toda aquela natureza que um dia existiu ali.
Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem verdinhas. Foi ótimo, pois, no outro dia, destruíram o parque para fazer um shopping no lugar.
Então, ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na hora, pois no outro dia inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível e a cidade não viu mais aquele céu azul.
Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que no outro dia resolveram despejar o esgoto da cidade justamente neste lago? Ainda em que tinha um riozinho que ligava esse lago ao mar e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive “Biu”, o peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.
A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas, sempre com pressa, e até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir estórias elas tinham mais, coitadas...
Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas cores em suas vidas, foi aí que ela teve outra grande ideia; para que as pessoas pudessem lembrar de como era bonita sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos vissem.
Naquele dia aconteceu uma coisa extraordinária; as pessoas realmente pararam para ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam, e todos ficaram super emocionados relembrando de como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
Aconteceu então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para trazerem as cores de volta.
Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema do esgoto para que os peixinhos voltassem. Decidiram então tomar todas as providências para que a natureza não fosse outra vez tão esquecida.
Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
Sabe o melhor?
Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela cidade, pois fizeram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e pássaros. Sabe o que mais?
Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.
Márcia Hazim
A menina que desenhava

Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela.
Isabela morava com seus pais e seu irmãozinho. Ela adorava desenhar, vivia desenhando.
Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de arvores, pássaros e um lago com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia a sua volta.
O céu de lá era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiinhas.
E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
Mas a medida que Isabela crescia, sua cidade também crescia. Mas tinha um problema; a cidade crescia desordenadamente, e por isso foi acontecendo uma coisa horrível. De repente as arvores foram desaparecendo e em seus lugares foram surgindo prédios, foram surgindo fabricas, lojas e outras coisas mais.
Então, Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores que ela tanto gostava, o verde das arvores, o azul do céu, o vermelho das flores, aos poucos foram desaparecendo. Foi ai que ela teve a grande ideia; antes que todas aquelas cores deixassem de existir, ela foi desenhando e pintando, quer era pra não esquecer nunca mais de como era toda aquela natureza que um dia existiu ali.
Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem verdinhas. Foi ótimo, pois, no outro dia, destruíram o parque para fazer um shopping no lugar.
Então, ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na hora, pois no outro dia inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível e a cidade não viu mais aquele céu azul.
Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que no outro dia resolveram despejar o esgoto da cidade justamente neste lago? Ainda em que tinha um riozinho que ligava esse lago ao mar e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive “Biu”, o peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.
A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas, sempre com pressa, e até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir estórias elas tinham mais, coitadas...
Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas cores em suas vidas, foi aí que ela teve outra grande ideia; para que as pessoas pudessem lembrar de como era bonita sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos vissem.
Naquele dia aconteceu uma coisa extraordinária; as pessoas realmente pararam para ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam, e todos ficaram super emocionados relembrando de como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
Aconteceu então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para trazerem as cores de volta.
Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema do esgoto para que os peixinhos voltassem. Decidiram então tomar todas as providências para que a natureza não fosse outra vez tão esquecida.
Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
Sabe o melhor?
Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela cidade, pois fizeram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e pássaros. Sabe o que mais?
Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.
Márcia Hazim
A menina que desenhava

Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela.
Isabela morava com seus pais e seu irmãozinho. Ela adorava desenhar, vivia desenhando.
Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de arvores, pássaros e um lago com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia a sua volta.
O céu de lá era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiinhas.
E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
Mas a medida que Isabela crescia, sua cidade também crescia. Mas tinha um problema; a cidade crescia desordenadamente, e por isso foi acontecendo uma coisa horrível. De repente as arvores foram desaparecendo e em seus lugares foram surgindo prédios, foram surgindo fabricas, lojas e outras coisas mais.
Então, Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores que ela tanto gostava, o verde das arvores, o azul do céu, o vermelho das flores, aos poucos foram desaparecendo. Foi ai que ela teve a grande ideia; antes que todas aquelas cores deixassem de existir, ela foi desenhando e pintando, quer era pra não esquecer nunca mais de como era toda aquela natureza que um dia existiu ali.
Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem verdinhas. Foi ótimo, pois, no outro dia, destruíram o parque para fazer um shopping no lugar.
Então, ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na hora, pois no outro dia inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível e a cidade não viu mais aquele céu azul.
Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que no outro dia resolveram despejar o esgoto da cidade justamente neste lago? Ainda em que tinha um riozinho que ligava esse lago ao mar e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive “Biu”, o peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.
A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas, sempre com pressa, e até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir estórias elas tinham mais, coitadas...
Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas cores em suas vidas, foi aí que ela teve outra grande ideia; para que as pessoas pudessem lembrar de como era bonita sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos vissem.
Naquele dia aconteceu uma coisa extraordinária; as pessoas realmente pararam para ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam, e todos ficaram super emocionados relembrando de como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
Aconteceu então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para trazerem as cores de volta.
Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema do esgoto para que os peixinhos voltassem. Decidiram então tomar todas as providências para que a natureza não fosse outra vez tão esquecida.
Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
Sabe o melhor?
Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela cidade, pois fizeram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e pássaros. Sabe o que mais?
Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.
Márcia Hazim
A menina que desenhava

Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela.
Isabela morava com seus pais e seu irmãozinho. Ela adorava desenhar, vivia desenhando.
Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de arvores, pássaros e um lago com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia a sua volta.
O céu de lá era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiinhas.
E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
Mas a medida que Isabela crescia, sua cidade também crescia. Mas tinha um problema; a cidade crescia desordenadamente, e por isso foi acontecendo uma coisa horrível. De repente as arvores foram desaparecendo e em seus lugares foram surgindo prédios, foram surgindo fabricas, lojas e outras coisas mais.
Então, Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores que ela tanto gostava, o verde das arvores, o azul do céu, o vermelho das flores, aos poucos foram desaparecendo. Foi ai que ela teve a grande ideia; antes que todas aquelas cores deixassem de existir, ela foi desenhando e pintando, quer era pra não esquecer nunca mais de como era toda aquela natureza que um dia existiu ali.
Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem verdinhas. Foi ótimo, pois, no outro dia, destruíram o parque para fazer um shopping no lugar.
Então, ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na hora, pois no outro dia inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível e a cidade não viu mais aquele céu azul.
Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que no outro dia resolveram despejar o esgoto da cidade justamente neste lago? Ainda em que tinha um riozinho que ligava esse lago ao mar e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive “Biu”, o peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.
A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas, sempre com pressa, e até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir estórias elas tinham mais, coitadas...
Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas cores em suas vidas, foi aí que ela teve outra grande ideia; para que as pessoas pudessem lembrar de como era bonita sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos vissem.
Naquele dia aconteceu uma coisa extraordinária; as pessoas realmente pararam para ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam, e todos ficaram super emocionados relembrando de como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
Aconteceu então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para trazerem as cores de volta.
Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema do esgoto para que os peixinhos voltassem. Decidiram então tomar todas as providências para que a natureza não fosse outra vez tão esquecida.
Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
Sabe o melhor?
Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela cidade, pois fizeram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e pássaros. Sabe o que mais?
Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.
Márcia Hazim
A menina que desenhava

Em uma cidadezinha do interior, vivia uma menina chamada Isabela.
Isabela morava com seus pais e seu irmãozinho. Ela adorava desenhar, vivia desenhando.
Sua cidade era muito bonita, tinha um parque cheio de arvores, pássaros e um lago com muitos peixinhos coloridos. Isabela adorava a natureza que havia a sua volta.
O céu de lá era de um azul tão azul, mas tão azul, que contrastava com aquelas nuvens tão branquiiinhas.
E o ar? O ar dava gosto de respirar de tão puro.
Mas a medida que Isabela crescia, sua cidade também crescia. Mas tinha um problema; a cidade crescia desordenadamente, e por isso foi acontecendo uma coisa horrível. De repente as arvores foram desaparecendo e em seus lugares foram surgindo prédios, foram surgindo fabricas, lojas e outras coisas mais.
Então, Isa começou a ficar muito preocupada, pois aquelas cores que ela tanto gostava, o verde das arvores, o azul do céu, o vermelho das flores, aos poucos foram desaparecendo. Foi ai que ela teve a grande ideia; antes que todas aquelas cores deixassem de existir, ela foi desenhando e pintando, quer era pra não esquecer nunca mais de como era toda aquela natureza que um dia existiu ali.
Ela começou pelo parque. Fez então um desenho lindo, com todas aquelas árvores bem verdinhas. Foi ótimo, pois, no outro dia, destruíram o parque para fazer um shopping no lugar.
Então, ela fez um desenho daquele céu azul, com aquelas nuvens branquinhas. Foi bem na hora, pois no outro dia inauguraram uma fábrica que soltava uma fumaça terrível e a cidade não viu mais aquele céu azul.
Depois Isabela resolveu desenhar o lago com os peixinhos. E sabe que no outro dia resolveram despejar o esgoto da cidade justamente neste lago? Ainda em que tinha um riozinho que ligava esse lago ao mar e foi por aí que vários peixinhos fugiram, inclusive “Biu”, o peixe-boi que morava lá. Infelizmente os que não conseguiram fugir acabaram morrendo.
A menina começou a prestar atenção nas pessoas que moravam na cidade e observou que elas não tinham mais aquela alegria de antes, viviam preocupadas, sempre com pressa, e até meio cinzentas. Nem tempo para contar ou ouvir estórias elas tinham mais, coitadas...
Isabela sabia que as pessoas estavam daquele jeito porque não tinham mais aquelas cores em suas vidas, foi aí que ela teve outra grande ideia; para que as pessoas pudessem lembrar de como era bonita sua cidade, ela ampliou e espalhou seus desenhos para que todos vissem.
Naquele dia aconteceu uma coisa extraordinária; as pessoas realmente pararam para ver os desenhos, a fábrica parou, os carros pararam, e todos ficaram super emocionados relembrando de como eram felizes vivendo com toda aquela natureza por perto.
Aconteceu então, que as pessoas perceberam que tinham de fazer alguma coisa para trazerem as cores de volta.
Decidiram que iriam replantar as árvores, organizar as fábricas para que elas não poluíssem o meio ambiente, resolver de outra forma o problema do esgoto para que os peixinhos voltassem. Decidiram então tomar todas as providências para que a natureza não fosse outra vez tão esquecida.
Tudo isso foi feito e aquela cidade voltou a sorrir.
Sabe o melhor?
Isabela, a menina que desenhava, entrou para a história daquela cidade, pois fizeram uma estátua para ela no meio da nova praça, cheia de árvores e pássaros. Sabe o que mais?
Biu, o peixe-boi, voltou para o lago e trouxe toda a sua família.
Márcia Hazim
Lucas recebeu R$ 1.500,00. Ele gastou 2/5 desse valor em um novo smartphone e guardou o restante. Lucas guardou, em reais, a quantia de:
CADA VEZ MENOS INSETOS ESTÃO ATINGINDO O PARA-BRISA DO SEU CARRO
Todo verão, quase nos últimos 20 anos, voluntários da Kent Wildlife Trust y Buglife e da Buglife, ambas no Reino Unido, têm rastreado as placas dos carros. Mas não da maneira que você imagina. O objetivo das inspeções é registrar o número de insetos voadores atingidos por veículos.
Embora isso possa parecer insignificante, a escala desse projeto de ciência cidadã o torna importante. Com quase 700 participantes, a campanha Bugs Matter de 2023 coletou dados de 6.358 viagens, o que pode ajudar a tirar conclusões muito mais amplas.
Os resultados da campanha de 2022 mostraram uma redução, em menos de 20 anos, de 64% no número de insetos atropelados por carros. Esses resultados reforçam uma tese que está preocupando os cientistas: essa perda maciça de vida de insetos demonstra que estamos nos aproximando cada vez mais da sexta extinção em massa.
Infelizmente, estudos mostram que o Reino Unido não é o único lugar onde as populações de insetos estão diminuindo; foram realizados estudos em toda a Europa que chegaram a conclusões semelhantes. Para obter medições realistas, a pesquisa mais rigorosa utiliza estudos históricos que rastreiam as populações de insetos ao longo de décadas.
Na Alemanha, um estudo de 27 anos foi publicado em 2017, mostrando que 76% da biomassa de insetos voadores foi perdida em uma ampla rede de espaços naturais.
Na Dinamarca, uma redução no número de insetos foi documentada juntamente com a diminuição do número de pássaros, como a andorinha-das-chaminés, que se alimentam deles.
As sociedades científicas de entomologistas da Espanha e de Portugal se reuniram em junho deste ano em Alicante para o XX Congresso Ibérico de Entomologia.
Alarmados com o declínio das populações de insetos, eles publicaram um manifesto com o objetivo de aumentar a conscientização social sobre essa situação sem precedentes e pôr um fim a ela.
Entretanto, a situação não está causando alarme apenas na Europa, que é densamente povoada e exposta às pressões da atividade humana. Estudos realizados em florestas tropicais de Porto Rico compararam os números atuais de insetos com os de 36 anos atrás, com resultados igualmente catastróficos: uma redução de mais de 78% na biomassa de insetos que vivem no solo. Esse estudo também mostrou um declínio paralelo em animais que comem insetos, como lagartos, sapos e pássaros.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/cada-vez-menos-insetos-estao
atingindo-o-para-brisa-do-seu-carro-entenda-por-que/.
Observe a imagem e indique a ferramenta apontada:
