Foram encontradas 5.434 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Em relação à acentuação de palavras do texto, analise as assertivas a seguir:
I. A palavra ‘angústia’ é acentuada por ser uma paroxítona terminada em ditongo.
II. A palavra ‘fácil’ é acentuada por ser uma paroxítona terminada em ‘l’.
III. Os vocábulos ‘está’ e ‘nós’ são classificados da mesma forma, e, se retirássemos os acentos gráficos, assumiriam outra classe gramatical.
Quais estão corretas?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Analise as seguintes propostas de alteração de expressões no texto:
I. ‘abdicar’ (l.25) por abrir mão.
II. ‘olhe’ (l.32) por admire.
III. ‘insiste’ (l.36) por decide.
Quais precisam de ajustes na estrutura da frase em que estão inseridas em vista da correta regência?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Analise as seguintes assertivas a respeito da linguagem do texto e assinale C, se as frases contiverem linguagem conotativa, ou D, se apresentarem somente linguagem denotativa.
( ) Nossa personalidade – livre na solidão, senhora de si na ausência do outro – começa a se inquietar com a influência externa ponderosa (l.08-09).
( ) Muitos romances terminam aí, precocemente, quando alguém reage em pânico ___ possibilidade de ser engolido ou controlado pelo outro (l.11-12).
( ) Dá para entender o que eu estou dizendo? (l.31).
( ) Se existe um jeito fácil de superar essa barreira, eu desconheço (l.40).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Analise as assertivas a seguir sobre a ocorrência da letra ‘x’ em palavras retiradas do texto:
I. Na palavra ‘exaspera’, o fonema ‘x’ é o mesmo que o ‘s’ em ‘resistência’.
II. Em ‘perplexidade’, o fonema ‘x’ representa duas consoantes.
III. A ocorrência de ‘x’ em ‘experiência’ é a mesma que em ‘auxílio’.
Quais estão corretas?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Analise as seguintes assertivas a respeito da pontuação do texto e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) As vírgulas da linha 07 (2ª ocorrência) e 13 são empregadas pelo mesmo motivo.
( ) A vírgula da linha 35 (1ª ocorrência) é empregada para marcar uma oração subordinada adjetiva explicativa.
( ) A vírgula da linha 35 (2ª ocorrência) é empregada para introduzir uma oração subordinada adjetiva restritiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Analise as seguintes frases retiradas do texto:
I. Muitos romances terminam aí, precocemente (l.11).
II. todo mundo está louco para ter uma experiência como essa (l.16-17).
III. Quem é essa pessoa? (l.34).
Quais podem ser passadas para a voz passiva?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Em relação a propostas de alteração de vocábulos do texto, analise as seguintes assertivas:
I. Supressão de ‘sequer’ (l.21).
II. Substituição de ‘híbrida’ (l.22) por ‘alterada’.
III. Substituição de ‘subitamente’ (l.33) por ‘repentinamente’.
Quais NÃO alteram o sentido da frase em que estão inseridos?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

É noite. Sinto que é noite não porque a sombra descesse (bem me importa a face negra) mas porque dentro de mim, no fundo de mim, o grito se calou, fez-se desânimo. Sinto que nós somos noite, que palpitamos no escuro e em noite dissolvemos. Sinto que é noite no vento, noite nas águas, na pedra. E que adianta uma lâmpada? E que adianta uma voz? É noite no meu amigo. É noite no submarino. É noite na roça grande. É noite, não é morte, é noite de sono espesso e sem praia. Não é dor, nem paz, é noite, é perfeitamente a noite. Mas, salve, olhar de alegria! E salve, dia que surge! Os corpos saltam do sono, o mundo se recompõe. Que gozo na bicicleta! Existir: seja como for. A fraterna entrega do pão. Amar: mesmo nas canções. De novo andar: as distâncias, as cores, posse das ruas. Tudo que à noite perdemos se nos confia outra vez. Obrigado, coisas fiéis! Saber que ainda há florestas, sinos, palavras; que a terra prossegue seu giro, e o tempo não murchou; não nos diluímos! Chupar o gosto do dia! Clara manhã, obrigado, o essencial é viver!
(Reunião. 10. ed. Rio de Janeiro: José Olympia, 1980. P.88)
Que relação há entre a 3ª estrofe e as anteriores?
Pesquisa de IBGE coloca o Distrito Federal na frente entre as unidades da Federação onde as pessoas vivem mais: média de 75, 79 anos. Segundo especialista, se o estudo fosse dividido por cidade, haveria discrepância na capital Basta um passeio pelas praças do Cruzeiro ou uma visita ao Parque da Cidade no fim do dia para se dar conta do crescimento da população idosa no Distrito Federal. Prova do envelhecimento dos moradores da capital é a mais recente pesquisa sobre expectativa de vida realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), divulgada na quarta-feira. De acordo com o estudo, no Plano Piloto e nas regiões administrativas, as pessoas chegaram, em 2009, em média, aos 75, 79 anos. Com o resultado, o DF se mantém pelo 10º ano consecutivo na liderança do ranking das unidades da federação onde as pessoas vivem mais. A média nacional é de 73,17 anos. O pesquisador do IBGE Gabriel Borges acredita que o bom desempenho do DF está diretamente ligado à situação econômica dos trabalhadores. “Os fatores socioeconômicos estão envolvidos com a esperança de vida da população. Assim como as baixas taxas de mortalidade infantil, que são indicadores de que a expectativa de vida será maior. De uma maneira geral, nos estados onde há uma incidência maior de mortes entre crianças, há também menor esperança de longevidade”, analisou Gabriel. Ele ainda ressalta outros aspectos que influenciam na longevidade da população de um determinado lugar. Para ele, quando o poder público investe em educação, saneamento básico e trabalho, a tendência é de longevidade. Talvez essa seja a explicação para que os idosos de locais como Brasília, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estejam num patamar bem à frente do que aqueles que residem nas regiões do Norte e do Nordeste.
EM ASCENSÃO
Evolução da expectativa de vida no DF nos últimos 18 anos
1991 – 68,64 1992 – 69,25 1993 – 69,84 1994 – 70,43 1995 – 71,00 1996 – 71,56 1997 – 72,10 1998 – 72,63 1999 – 73,15 2000 – 73,64 2001 – 73,90 2002 – 74,15 2003 – 74,40 2004 – 74,64 2005 – 74,87 2006 – 75,11 2007 – 75,34 2008 – 75,57 2009 – 75,79
A sequência dos números relativos aos últimos nove anos do século XX e dos primeiros nove anos do século XXI indica que o crescimento da expectativa de vida nesses períodos: