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Q3399166 Português
"Figuras de linguagem são palavras ou expressões conotativas, portanto, apresentam um sentido que ultrapassa a linguagem comum, literal ou denotativa."
(brasilescola.uol.com.br/gramatica/figuras-linguagem.ht)
Na oração "No local moravam seis almas", há uma figura de linguagem relacionada à mudança de significado por proximidade de ideias, denominada:
Alternativas
Q3399165 Português
Locução adjetiva é a união de dois ou mais vocábulos que equivalem a um único adjetivo. Houve substituição da locução adjetiva pelo respectivo adjetivo, EXCETO:
Alternativas
Q3399164 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?

Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
"A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos."
A expressão "ou melhor" foi empregada para:
Alternativas
Q3399159 Português
A inteligência artificial vai acabar com os testes em animais?

Dos amantes da causa animal aos técnicos de laboratório, ninguém gosta de submeter os animais a testes científicos.

Mas isso acaba sendo feito para ajudar a garantir que os medicamentos e outras substâncias sejam seguros para eventual uso humano.

Os pesquisadores há muito tempo buscam alternativas que não envolvam os animais. Os sistemas de inteligência artificial (IA) agora estão acelerando o trabalho nessa área.

Uma aplicação da IA neste campo pode ser considerada simples e especialistas acreditam que ela está se revelando eficaz. Isso porque a tecnologia utiliza todos os resultados globais de testes em animais existentes e disponíveis e evita a necessidade de novos testes desnecessários.

Isso é útil porque pode ser difícil para os cientistas examinarem décadas de dados para encontrar e analisar exatamente o que procuram, diz Joseph Manuppello, analista de investigação sênior do Comitê de Medicina Responsável, uma organização sem fins lucrativos dos EUA.

"Estou muito entusiasmado com a aplicação de modelos de IA como o ChatGPT para extrair e sintetizar todos esses dados disponíveis e tirar o máximo proveito deles", diz.

Thomas Hartung é professor de Toxicologia na Universidade Johns Hopkins, nos EUA, e também diretor do Centro de Alternativas aos Testes em Animais. Ele diz: "A IA é tão boa quanto um ser humano, ou melhor, na extração de informações de artigos científicos".

Quando se trata dos atuais testes em animais, Hartung diz que a necessidade de testar novos produtos químicos é uma das principais razões. E com mais de 1.000 desses novos compostos entrando no mercado todos os anos, há muito a ser testado.

O professor Hartung diz que sistemas de IA treinados estão começando a ser capazes de determinar a toxicidade de um novo produto químico.

"Ter ferramentas disponíveis onde podemos pressionar um botão e obter uma avaliação preliminar, que nos dá alguns sinais de 'aqui está um problema'... será extremamente útil."

Hartung acrescenta que, embora os sistemas de software sejam usados há muito tempo na Toxicologia, a IA está proporcionando um "enorme salto em frente" tanto em potência quanto em precisão.

"Isso está subitamente criando oportunidades que não existiam antes", diz ele, acrescentando que a IA está agora envolvida em todas as fases dos testes de toxicidade.

A inteligência artificial está sendo usada até mesmo para criar novos medicamentos.

É claro que os sistemas de IA não são perfeitos para determinar a segurança química. Um problema é o fenômeno conhecido como viés de dados.

Um exemplo disso é se um sistema de IA e o seu algoritmo tiverem sido treinados utilizando dados de saúde predominantemente de um grupo étnico.

O risco é que os seus cálculos ou conclusões não sejam inteiramente adequados para pessoas de outra origem étnica.

Mas, como salienta o professor Hartung, testar medicamentos humanos em animais pode, por vezes, ser de pouca utilidade também.

Por exemplo, o medicamento para artrite Vioxx passou pela fase de testes em animais, mas depois foi retirado da venda após estudos terem demonstrado que o uso a longo prazo por seres humanos levou a um risco aumentado de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Por outro lado, alguns medicamentos amplamente utilizados teriam falhado em testes em animais, como o analgésico aspirina, que é tóxico para embriões de ratos.

Hartung conclui que, em vários casos, a IA já tem se revelado mais precisa do que os testes em animais.

(https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4nnp21 zxe4o fragmento)
De acordo com o texto é INCORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3396893 Saúde Pública
No âmbito da saúde pública, como é conhecido o programa que oferece medicamentos gratuitos ou a preços acessíveis à população, inclusive por meio da parceria com farmácias e drogarias da rede privada?
Alternativas
Q3396892 Saúde Pública
Considerando-se alguns dos princípios relacionados ao Sistema Único de Saúde (SUS), marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

() Regionalização: transferência de responsabilidades e recursos para estados e municípios.
() Integralidade: oferta de serviços que cubram todas as necessidades de saúde, desde a prevenção até a reabilitação.
() Participação popular: envolvimento da comunidade na gestão e no controle social das políticas de saúde.
Alternativas
Q3396891 Saúde Pública
No âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), a estratégia de promoção da saúde assume um papel crucial na abordagem da saúde pública. Nesse contexto, considerandose as diretrizes prioritárias que guiam essa estratégia, visando a melhorar a qualidade de vida da população, assinalar a alternativa que está alinhada com essas diretrizes prioritárias:
Alternativas
Q3396890 Saúde Pública
Assinalar a alternativa que melhor descreve o objetivo principal da aplicação de larvicidas nos criadouros positivos ao realizar atividades de controle focal nas formas larvárias do Aedes aegypti:
Alternativas
Q3396889 Saúde Pública
Assinalar, entre as seguintes, a medida de prevenção que, embora possa não impedir completamente a infecção, é eficaz na redução da transmissão do SARS-CoV-2, o vírus que causa a covid-19: 
Alternativas
Q3396888 Saúde Pública
A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário e que acomete milhões de pessoas no mundo todo. Para a maioria das pessoas, a toxoplasmose não apresenta nenhum sintoma e pode até passar despercebida. No entanto, existe uma grande preocupação em relação a um grupo específico da população devido a complicações e sequelas que a toxoplasmose pode causar. Assinalar a alternativa que apresenta esse grupo:
Alternativas
Q3396887 Saúde Pública
Os carrapatos contaminados com a bactéria Rickettsia rickettsii podem transmitir a febre maculosa ao ser humano, doença grave que pode levar à morte. No Brasil, a infecção tem comportamento sazonal, sendo a ocorrência de maior número de casos de febre maculosa registrada:
Alternativas
Q3396886 Saúde Pública
É uma doença parasitária, diretamente relacionada ao saneamento precário, causada pelo Schistosoma mansoni. A pessoa adquire a infecção quando entra em contato com água doce onde existam caramujos infectados pelos vermes causadores da doença. No Brasil, a doença é conhecida popularmente como “xistose”, “barriga d’água” ou “doença dos caramujos”. O trecho faz referência à:
Alternativas
Q3396827 Direito Sanitário
São, entre outros, objetivos do Sistema Único de Saúde SUS, de acordo com a Lei nº 8.080/1990 — Lei Orgânica da Saúde:

I. A divulgação dos fatores degradantes da saúde.
II. A assistência às pessoas por intermédio de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde, com a realização integrada das ações assistenciais e das atividades preventivas.
Alternativas
Q3396826 Direito Sanitário
Observadas as especificidades legais previstas para pessoas com proteção especial, em conformidade com o Decreto nº 7.508/2011, o acesso universal e igualitário às ações e aos serviços de saúde será ordenado pela atenção primária e deve ser fundado:

I. Na renda familiar.
II. No critério cronológico.
III. Na avaliação da gravidade do risco individual e coletivo.

Está(ão) CORRETO(S): 
Alternativas
Q3396825 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Conforme a Lei Orgânica do Município, compete ao Município, no exercício de sua autonomia, EXCETO: 
Alternativas
Q3395630 Saúde Pública
De acordo com a Lei nº 13.595/2018, o Agente de Combate às Endemias (ACE) e o Agente Comunitário de Saúde (ACS) realizarão atividades de forma integrada. É exemplo de uma atividade integrada do ACE e ACS 
Alternativas
Q3395629 Saúde Pública
A principal forma de prevenir a febre amarela é a vacinação. De acordo com o Programa Nacional de Imunizações, a vacina que protege contra a febre amarela é composta por 
Alternativas
Q3395628 Biologia
O Agente de Combate a Endemias deve atuar na assistência, investigação e monitoramento de doenças como a leptospirose, doença de notificação compulsória, ou seja, obrigatoriamente, deve ser comunicada à autoridade de saúde. A leptospirose é transmitida a partir da exposição à urina de animais infectados por um patógeno. Por qual patógeno a urina desses animais está infectada? 
Alternativas
Q3395627 Segurança e Saúde no Trabalho
Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são necessários para proteção do Agente de Combate a Endemias (ACE) em sua rotina de trabalho. Há disponíveis EPI de uso contínuo e uso eventual para as atividades de controle de vetores. São exemplos de EPI de uso contínuo pelos ACE no controle de vetores: 
Alternativas
Q3395626 Saúde Pública
Na assistência, investigação e monitoramento da dengue, o Agente de Combate às Endemias (ACE) deve atuar junto aos domicílios, informando os moradores sobre o vetor da dengue, os sintomas e riscos da doença e as medidas de prevenção. É considerada uma medida de prevenção da dengue 
Alternativas
Respostas
3621: C
3622: D
3623: D
3624: X
3625: A
3626: D
3627: C
3628: A
3629: B
3630: C
3631: A
3632: C
3633: C
3634: D
3635: D
3636: A
3637: B
3638: C
3639: A
3640: D