Questões de Concurso Para agente comunitário de saúde

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Q4022064 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram "que" as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo.
Considerando o vocábulo destacado, de acordo com o emprego das classes de palavras, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4022063 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
 O texto apresenta explicações científicas sobre a origem da Lua a partir de diferentes hipóteses construídas ao longo do tempo, com destaque para evidências que relacionam eventos físicos iniciais a efeitos de longa duração sobre a Terra.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4022062 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
A explicação mais provável é que ele "tivesse" cerca de dez por cento da massa da Terra e "tenha sido" amplamente absorvido após a colisão.
Considerando a conjugação de tempo e modo dos verbos destacados, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4022061 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
"Assim, embora ainda haja incertezas", a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia.
Considerando a análise sintática do trecho destacado, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4022059 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
 O texto aborda aspectos explicativos e interpretativos sobre a formação da Lua, destacando tanto as evidências científicas disponíveis quanto os limites atuais do conhecimento sobre esse processo.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q4022058 Português
Theia: o planeta que a Terra pode ter engolido, ajudando a formar a Lua


Na próxima vez que você observar uma Lua cheia, vale lembrar de Theia. Esse é o nome dado a um planeta hipotético que pode ter colidido com a Terra ainda jovem há cerca de quatro bilhões e quinhentos milhões de anos, liberando material que deu origem à Lua. Segundo os cientistas, sem esse evento, o satélite natural permanente da Terra talvez não existisse, o que poderia ter alterado profundamente a história da vida no planeta.

A explicação mais aceita para esse processo é a hipótese do impacto gigante. De acordo com ela, um corpo com tamanho aproximado ao de Marte colidiu com a Terra, lançando detritos suficientes para que, ao se aglomerarem, formassem a Lua. Esse acontecimento teve consequências duradouras, pois a presença do satélite ajudou a estabilizar a rotação da Terra ao longo de bilhões de anos, favorecendo a manutenção de um clima relativamente estável. Sem essa influência gravitacional, as condições climáticas e meteorológicas seriam muito mais extremas, dificultando o desenvolvimento da vida.

Estudos recentes reforçaram essa hipótese ao comparar a composição química da Terra e da Lua. Pesquisas publicadas no ano passado indicam que ambos os corpos se formaram em regiões próximas durante um período caótico da formação do Sistema Solar, o que explicaria suas semelhanças químicas. Essas conclusões foram possíveis graças à análise detalhada de amostras lunares e ao avanço das técnicas de modelagem computacional.

Antes dessas descobertas, outras teorias tentaram explicar a origem da Lua. Algumas defendiam que ela se desprendeu da Terra, enquanto outras sugeriam que foi capturada pela gravidade terrestre ou que ambos os corpos se formaram juntos. As missões espaciais que trouxeram amostras da Lua, porém, mostraram que as rochas lunares apresentam sinais de formação sob calor extremo e perda de elementos voláteis, reforçando a ideia de um impacto massivo.

Um dos principais mistérios ainda sem resposta é o destino de Theia. Ao contrário de outros impactos conhecidos, esse planeta não deixou uma cratera evidente. A explicação mais provável é que ele tivesse cerca de dez por cento da massa da Terra e tenha sido amplamente absorvido após a colisão, com parte de seu material integrando a Lua. A ausência de uma assinatura química clara de Theia pode ser explicada pelo fato de ele e a Terra terem composições muito semelhantes, por suas formações na mesma região do Sistema Solar.

Apesar dos avanços, muitas perguntas permanecem. Novas missões espaciais pretendem explorar regiões pouco estudadas da Lua e trazer amostras de áreas diferentes das já analisadas, ampliando o conhecimento sobre sua origem e evolução. Assim, embora ainda haja incertezas, a ciência indica que a Lua e a própria estabilidade do planeta devem muito a Theia e ao impacto que marcou profundamente a história do Sistema Solar.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg19kzkje2o .adaptado.
O texto desenvolve uma explicação científica articulando conceitos, hipóteses e evidências por meio de recursos linguísticos que asseguram continuidade referencial e progressão argumentativa.
De acordo com o texto-base, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3996245 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS) é orientado por princípios que fundamentam a organização e a oferta das ações e serviços de saúde em todo o país. Esses princípios também devem ser operacionalizados na Atenção Básica e nas Redes de Atenção à Saúde (RAS). Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os princípios do SUS.
Alternativas
Q3996244 Saúde Pública
A participação da comunidade é um elemento importante na organização das ações de saúde no território. O Agente Comunitário de Saúde (ACS) atua como elo entre a equipe de saúde e a população, incentivando a participação social e valorizando os conhecimentos, experiências e opiniões das pessoas da comunidade. Esse processo fortalece o diálogo, a troca de saberes e a construção coletiva de estratégias para melhorar as condições de saúde da população. Considerando o papel do ACS na promoção da participação comunitária, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996243 Saúde Pública
As ações educativas são parte importante do trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS) e contribuem para a promoção da saúde e melhoria da qualidade de vida da população. Essas ações podem ocorrer em diferentes espaços do território e devem valorizar o diálogo, a escuta e a participação das pessoas no processo de construção do conhecimento. Nesse sentido, o enfoque educativo fortalece a autonomia dos indivíduos e da comunidade para o cuidado com a saúde. Com base nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA sobre as ações educativas em saúde.
Alternativas
Q3996242 Saúde Pública
A visita domiciliar é uma atividade essencial no processo de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS), pois permite o contato direto com as famílias e a observação da realidade em que vivem. Durante essa atividade, o ACS tem a oportunidade de conhecer características importantes da comunidade, como as condições de moradia, os hábitos de vida, as crenças e os principais problemas de saúde dos moradores. Além disso, a visita domiciliar possibilita identificar grupos que necessitam de maior acompanhamento, orientar a população sobre cuidados com a saúde, divulgar os serviços disponíveis na unidade de saúde e fortalecer a relação entre a equipe de saúde e a comunidade. Dessa forma, essa prática contribui para a promoção da saúde, a prevenção de doenças e a melhoria da qualidade de vida da população atendida no território. Considerando as finalidades da visita domiciliar realizada pelo Agente Comunitário de Saúde, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996241 Saúde Pública
A visita domiciliar constitui uma das principais atividades do Agente Comunitário de Saúde (ACS), pois possibilita o contato direto com as famílias e a compreensão das condições de vida, cultura e dinâmica familiar presentes no território. Durante essa atividade, o ACS deve desenvolver habilidades de comunicação, respeito e construção de vínculo, além de observar fatores que possam representar riscos à saúde da população. Considerando essas informações, analise as afirmativas a seguir e marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO.

( ) A visita domiciliar permite ao ACS conhecer não apenas o espaço físico da casa, mas também aspectos culturais, sociais e históricos da família.
( ) A construção de vínculo e confiança entre o ACS e a família é fundamental para o desenvolvimento de ações de promoção, prevenção e cuidado em saúde.
( ) O ACS deve estabelecer vínculos com as famílias, porém precisa manter limites claros entre sua relação pessoal e seu papel profissional.
( ) Microáreas de risco são locais do território que apresentam condições mais favoráveis ao aparecimento de doenças ou acidentes, como áreas sujeitas a enchentes ou com esgoto a céu aberto.
( ) Durante a visita domiciliar, o ACS deve realizar diagnósticos médicos e prescrever tratamentos quando identificar algum problema de saúde na família.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3996240 Saúde Pública
No processo de organização do trabalho na Atenção Primária à Saúde, a equipe da Unidade de Saúde da Família (USF) realiza a territorialização, que consiste na delimitação de microáreas de atuação e na coleta de informações sobre as condições de vida e saúde da população. Nesse processo, os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) desempenham papel fundamental ao levantar dados geográficos, sociais e de saúde durante suas atividades no território. Essas informações permitem compreender melhor a realidade da comunidade e subsidiam a vigilância em saúde, o planejamento, a execução e o acompanhamento das ações desenvolvidas pela equipe. Além disso, o mapeamento do território possibilita a organização de estratégias como definição de roteiros para visitas domiciliares, realização de ações educativas e desenvolvimento de atividades voltadas a grupos específicos da comunidade. Considerando essas informações sobre territorialização e mapeamento da comunidade, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996239 Saúde Pública
O cadastramento das famílias é uma etapa fundamental do trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS), pois permite conhecer as características da população e subsidiar o planejamento das ações da equipe de saúde. Analise as afirmativas abaixo e marque V para VERDADEIRO ou F para FALSO:

( ) O cadastramento das famílias constitui uma etapa inicial do trabalho do ACS em sua microárea e deve abranger, preferencialmente, até 750 pessoas no território de atuação.
( ) O cadastro das famílias permite identificar aspectos das condições de vida da população, como composição familiar, escolaridade, condições de moradia, acesso ao saneamento básico e doenças referidas.
( ) O levantamento da população por faixa etária e sexo é irrelevante para o planejamento das ações de saúde da equipe, pois todas as doenças atingem os grupos populacionais de forma semelhante.
( ) O cadastramento também possibilita identificar instituições e equipamentos existentes no território, como escolas, creches, igrejas, comércio e instituições de longa permanência.
( ) O cadastro territorial limita-se exclusivamente às informações clínicas dos moradores, não abrangendo dados sociais, ambientais ou institucionais da comunidade.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA. 
Alternativas
Q3996238 Patologia
No processo de trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS), o diagnóstico da comunidade é construído a partir de diferentes instrumentos como as fichas de cadastro, criação do mapa de risco e etapas que possibilitam conhecer a realidade do território e planejar intervenções adequadas. Considerando esse processo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996237 Saúde Pública
No âmbito da Atenção Primária à Saúde, a identificação de situações de risco é uma atividade importante para orientar o acompanhamento das famílias e a organização das ações da equipe de saúde. Considerando o papel do Agente Comunitário de Saúde (ACS) nesse processo, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3996236 Saúde Pública
O trabalho do Agente Comunitário de Saúde (ACS) envolve acompanhamento contínuo das famílias do território, identificação de fatores que influenciam a saúde e articulação com a equipe de saúde para o enfrentamento de situações-problema. Considerando essas atribuições, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996235 Saúde Pública
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) exerce papel estratégico na Atenção Primária à Saúde, atuando diretamente no território e mantendo contato permanente com as famílias e a comunidade. Considerando as características e objetivos de sua atuação, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996234 Saúde Pública
A Estratégia Saúde da Família (ESF) foi definida pelo Ministério da Saúde como modelo prioritário para organização e fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. Considerando suas características e composição mínima da equipe, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3996233 Direito Sanitário
A Constituição Federal de 1988 estabelece princípios e diretrizes para a organização das ações e serviços públicos de saúde no Brasil, reconhecendo a saúde como resultado de diversos fatores sociais e estruturais. Com base nesse entendimento e nas diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3996232 Saúde Pública
De acordo com as normativas que organizam a Atenção Básica no Sistema Único de Saúde (SUS), os estabelecimentos que ofertam ações e serviços nesse nível de atenção recebem uma denominação específica e desempenham funções estratégicas para a Rede de Atenção à Saúde (RAS). Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
641: D
642: A
643: B
644: C
645: B
646: D
647: E
648: E
649: E
650: A
651: B
652: A
653: A
654: D
655: C
656: C
657: D
658: A
659: A
660: C