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I. Trata-se de uma função que terá duas raízes, as quais serão reais, assim como serão diferentes entre si.
II. Caso o segundo sinal de adição seja substituído por um de subtração, a quantidade de raízes não-reais da função também se altera.
III. Não se trata de uma função de segundo grau devido os coeficientes serem todos iguais a 1.
Está(ão) CORRETA(S):
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro
A tarefa do autoconhecimento é intransferível. Temos que dar conta desta incrível construção. Não basta apenas focar nas coisas materiais. Estas são importantes, mas o ser é infinitamente maior do que o ter. Preciso ser uma boa pessoa para comigo mesmo, antes de qualquer coisa.
Conhecer a si mesmo é tarefa que se desenrola lentamente. Exige coragem para observar as próprias sombras, paciência para reconhecer limites, humildade para admitir que há muito a ser lapidado. O caminho interior não oferece atalhos, porque envolve enxergar o que preferimos esconder e acolher o que insistimos em rejeitar.
É muito mais simples apontar o dedo, comentar fraquezas alheias, analisar escolhas que não são nossas. Falar dos outros nos poupa do incômodo de olhar o próprio espelho. No entanto, essa facilidade é frágil, pois não gera mudança real. O autoconhecimento, por sua vez, impõe profundidade. Ele pede silêncio, discernimento, sinceridade com as próprias intenções.
A vida ganha outra qualidade quando aprendemos a observar reações, perceber por que certas palavras nos ferem, entender o que desperta irritação, orgulho ou medo. Cada descoberta ilumina um pedaço da alma e abre espaço para uma convivência mais leve. O julgamento, tão rápido e confortável, impede que reconheçamos que todos carregam histórias desconhecidas.
Quando olhamos para dentro com verdade, cresce também a compaixão pelo outro. A pressa em criticar diminui, o olhar se suaviza, o coração se alarga. O autoconhecimento nos devolve responsabilidade: em vez de culpar o mundo, aprendemos a cuidar do que está ao nosso alcance. Em vez de esperar perfeição dos outros, reconhecemos a própria incompletude.
E nesse reconhecimento nasce uma forma mais madura de viver, onde cada pessoa é vista como obra inacabada, assim como nós. O caminho para dentro nunca termina. É construção diária, feita de honestidade e delicadeza. Quanto mais nos conhecemos, menos interesse temos em medir a vida do outro. E é nesse movimento silencioso que a alma encontra paz, porque deixa de ser espectadora da vida alheia e se torna protagonista do próprio crescimento.
Autor: Jaime Bettega - Pioneiro (adaptado).
I. O julgamento rápido funciona como fuga emocional, pois evita o esforço de examinar aspectos internos que podem ser desconfortáveis.
II. O processo de autoconhecimento leva o indivíduo a reconhecer suas próprias fragilidades, diminuindo a rigidez com que observa o outro.
III. O texto afirma que abandonar o julgamento significa aceitar atitudes injustas dos outros sem reflexão crítica.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
A tuberculose continua sendo um importante problema de saúde pública. Nesse contexto, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) exerce papel fundamental na prevenção e no controle da doença.
Considerando os procedimentos a serem adotados pelo Agente Comunitário de Saúde diante de um paciente acometido de tubercule, analise as afirmativas a seguir:
I. Orientar apenas os pacientes já diagnosticados a manterem o tratamento medicamentoso até a cura.
II. Realizar busca ativa de sintomáticos respiratórios, especialmente pessoas com tosse por 3 semanas ou mais.
III. O ACS atua no acompanhamento, orientando sobre adesão ao tratamento, possíveis efeitos colaterais e importância do retorno às consultas.
IV. Encaminhar somente pessoas com febre e perda de peso para unidades hospitalares. Incentivar automedicação com antibióticos para evitar agravamento dos sintomas respiratórios.
V. Esclarecer sobre sinais e sintomas suspeitos, importância da ventilação adequada dos ambientes e necessidade de buscar atendimento.
Estão CORRETAS:
Em uma visita domiciliar regular, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) realiza o acolhimento e o acompanhamento de uma pessoa em sofrimento psíquico.
Considerando as atribuições do ACS e os princípios da Atenção Psicossocial no SUS, qual das ações abaixo é a mais adequada durante essa visita: Assinale a alternativa CORRETA:
A realização de visitas domiciliares regulares e periódicas para acolhimento, acompanhamento e identificação de vulnerabilidades sociais e de saúde faz parte das atribuições do Agente Comunitário de Saúde (ACS).
Considerando as diretrizes da Atenção Primária à Saúde e a Política Nacional de Saúde Integral LGBT, analise as afirmativas sobre a atuação do ACS junto a grupos homossexuais e transexuais a seguir:
I. O ACS deve realizar visitas domiciliares somente quando houver solicitação formal da equipe multiprofissional, não sendo de sua competência o acompanhamento contínuo de grupos específicos, como homossexuais e transexuais.
II. O ACS não pode desenvolver ações educativas direcionadas à população LGBT, pois tais ações são exclusivas do enfermeiro e do psicólogo da equipe de saúde.
III. O ACS tem como atribuição realizar visitas domiciliares regulares e periódicas, incluindo pessoas homossexuais e transexuais de sua área, promovendo acolhimento, acompanhamento e ações educativas voltadas à promoção da saúde, prevenção de doenças e redução de vulnerabilidades.
IV. O ACS deve restringir suas atividades a orientações sobre vacinação e doenças transmissíveis, não sendo de sua responsabilidade abordar aspectos relacionados aos direitos, vulnerabilidades sociais ou acesso aos serviços de saúde da população LGBT.
Está(ão) CORRETA(S):
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) deve realizar visitas domiciliares periódicas em sua área de atuação, como também realizar o cadastramento familiar. Durante essas visitas, é responsabilidade do ACS coletar e registrar dados relacionados às condições de saúde das famílias, sempre com finalidade exclusiva de controle e planejamento das ações de saúde no território.
Nesse contexto, assinale a alternativa que MELHOR DESCREVE o procedimento adequado a ser adotado pelo ACS.
A respeito dos principais problemas de saúde da população brasileira e dos recursos disponíveis para o seu enfrentamento no âmbito do SUS, assinale V para as afirmativas VERDADEIRAS e F paras as FALSAS:
( )As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como hipertensão, diabetes e câncer, constituem importantes causas de morbimortalidade, sendo seu enfrentamento baseado em ações de promoção da saúde, prevenção e cuidado contínuo na Atenção Primária.
( )As doenças infectocontagiosas deixaram de representar preocupação para o sistema de saúde brasileiro, sendo atualmente inexistentes programas de vigilância epidemiológica para essas condições.
( )O SUS atua apenas na assistência médica curativa, não incluindo estratégias de educação em saúde e promoção de hábitos saudáveis.
( )Os agravos decorrentes de acidentes e violências não são considerados problemas relevantes para as políticas públicas de saúde.
A sequência CORRETA é:
A ACS Maria é responsável por uma microárea que possui cerca de 140 famílias. Recentemente, ela percebeu que várias famílias desconheciam os dias de atendimento da equipe na UBS e que algumas moradias novas não estavam cadastradas no sistema. Maria realizou visitas domiciliares para atualizar o cadastro, identificar riscos sociais e comunicar os moradores sobre as ações da unidade.
Nesse caso, a atuação de Maria demonstra que:
Durante o processo de territorialização da equipe de Saúde da Família, o ACS João percebe que, em sua área, existe uma comunidade ribeirinha que apresenta dificuldade de acesso à UBS, além de altos índices de doenças de veiculação hídrica. A equipe decide reorganizar o mapa do território para identificar os pontos de maior vulnerabilidade e planejar ações específicas.
Diante dessa situação, a atitude da equipe representa:
Assinale a alternativa CORRETA:
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) realizou visitas domiciliares regulares a um adolescente, com o objetivo de acolhimento e acompanhamento de suas condições biopsicossociais, identificando necessidades específicas e incentivando sua participação em ações de educação em saúde. Essa atuação está alinhada ao Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8.069/1990), que determina a proteção integral e a garantia dos direitos da criança e do adolescente.
Nesse contexto, assinale a alternativa que MELHOR JUSTIFICA a conformidade da prática do ACS com o ECA.
O Agente Comunitário de Saúde (ACS) desempenha papel fundamental no acompanhamento das condicionalidades de programas sociais, como o Programa Bolsa Família/Auxílio Brasil, atuando de forma integrada com outros setores.
Nesse contexto, assinale a alternativa CORRETA:
A visita domiciliar é uma das principais estratégias do Agente Comunitário de Saúde (ACS) para o acompanhamento da pessoa idosa na Atenção Primária à Saúde.
Considerando as atribuições do ACS, assinale a alternativa CORRETA:
Em visitas domiciliares, a equipe de Saúde da Família identificou que um adolescente de 14 anos, residente em área de risco, deixou de frequentar a escola, passou a apresentar comportamento agressivo e vive em contexto de conflitos familiares, insegurança territorial e dificuldade de acesso a alimentos. Diante desse cenário, o Agente Comunitário de Saúde (ACS) orientou a família, encaminhou o adolescente para atividades educativas e acionou a rede intersetorial.
Considerando as atribuições do ACS e os princípios da atenção integral, analise as alternativas e assinale a que indica qual ação descrita representa ADEQUADAMENTE o papel do ACS na articulação do cuidado: