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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260302 Raciocínio Lógico
Alberto, Frede e Jorge nasceram em três países distintos, que são, não necessariamente nessa ordem, Alemanha, Grécia e Polônia. Quando esses três amigos estão juntos, suas falas têm a seguinte característica: se a fala contiver o nome do país em que o locutor nasceu, então a fala é verdadeira; caso contrário a fala é falsa. Considere o seguinte diálogo que esses rapazes tiveram:
Alberto:   — eu nasci na Alemanha. Frede:    — Jorge não nasceu na Polônia. Jorge:     — Frede nasceu na Alemanha ou na Polônia. Alberto:   — Jorge já esteve na Grécia e nunca esteve na Polônia.
Os países em que nasceram Alberto, Frede e Jorge são, respectivamente,
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260301 Matemática
Sobre os lados de um retângulo ABCD estão os pontos F, M e N, conforme mostra a figura a seguir, de maneira que AM = MN = ND:
9.jpg (263×209)
Sabendo que a área do triângulo CDM é 21 cm2 , a área do triângulo CFM é
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260300 Matemática
Em um parque, uma lagoa se esvazia e se enche de água regularmente. Com a lagoa vazia, um fluxo de água começa a enchê-la, o qual é interrompido quando ela fica cheia, e, logo em seguida, a lagoa volta a se esvaziar. Entre a lagoa começar a receber água, ficar cheia e se esvaziar, passam-se 15 minutos. Após a lagoa ficar vazia, passam-se 20 horas até que o processo recomece, ou seja, a lagoa voltar a receber o fluxo de água.
Certo ano, no dia 16 de junho, essa lagoa começou a receber o fluxo de água às 6h. Nesse mês de junho, a última vez que essa lagoa começou a receber água foi no dia 30 às
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260299 Matemática
No início de maio de 2026, apenas uma parte dos 588 funcionários de uma empresa já havia feito o treinamento de prevenção e combate a incêndio, obrigatório para todos os funcionários. Durante esse mês, fizeram o treinamento 40% dos funcionários que ainda não tinham feito, de maneira que, ao fim desse mês, o número total de funcionários que já haviam realizado o treino era o triplo daqueles que ainda não haviam feito.
No fim de maio de 2026, o número de funcionários que ainda necessitavam realizar o treinamento era
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260298 Matemática
Na faixa de pedestre de maior movimentação em uma cidade, entre 8h e 16h é estimado que, a cada vez que o semáforo indica permissão para o pedestre atravessar (boneco verde), 37 pessoas atravessam a rua do lado par para o lado ímpar, e 48 pessoas atravessam do lado ímpar para o lado par.
De acordo com essa estimativa, se no período considerado 10.200 pessoas atravessaram essa faixa, quantas pessoas foram do lado par da rua para o lado ímpar? 
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260297 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Assinale a alternativa que está redigida em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa. 
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260296 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Considere os trechos a seguir.
• “Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições…” (2° parágrafo) • “… os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços.” (5° parágrafo)
As expressões destacadas indicam, respectivamente, circunstâncias de
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260295 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
As aspas e o travessão presentes no 1° parágrafo foram empregados, respectivamente, para
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260294 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:
– “As cidades que decidiram banir o Airbnb” (título) – “… ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.” (5° parágrafo)
Preservando o sentido do contexto em que estão inseridos, os termos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
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Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260293 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, a crise habitacional mencionada explica-se
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Q4256986 Direito Tributário
Carlos faleceu deixando patrimônio a ser partilhado entre seus herdeiros. Na data do óbito, existiam débitos tributários regularmente constituídos em seu nome. Considerando as disposições do Código Tributário Nacional acerca da responsabilidade tributária dos sucessores, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4256985 Direito Processual do Trabalho
Em reclamação trabalhista submetida ao rito ordinário, o Juiz do Trabalho proferiu sentença extinguindo o processo sem resolução do mérito. Inconformado, o reclamante pretende impugnar a decisão perante a instância superior. Considerando as disposições da Consolidação das Leis do Trabalho acerca dos recursos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4256984 Direito Tributário
Pedro adquiriu, mediante escritura pública de compra e venda, um imóvel urbano localizado no Município Alfa. Considerando as disposições do Código Tributário Nacional, assinale a alternativa CORRETA: 
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Q4256983 Direito Processual do Trabalho
Em reclamação trabalhista ajuizada perante a Justiça do Trabalho, as partes celebraram acordo após a instrução processual. Nada foi convencionado acerca da responsabilidade pelo pagamento das custas processuais. Considerando as disposições da Consolidação das Leis do Trabalho sobre custas e emolumentos, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q4256982 Direito Tributário
Determinado contribuinte realizou operação econômica posteriormente declarada nula pelo Poder Judiciário em razão de vício existente no negócio jurídico. Apesar da invalidação do ato, a Fazenda Pública sustenta que o tributo incidiu normalmente, pois o fato previsto na legislação tributária ocorreu efetivamente. À luz das disposições do Código Tributário Nacional acerca do fato gerador, assinale a alternativa CORRETA: 
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Q4256981 Direito do Trabalho
 Maria é empregada pública de uma sociedade de economia mista estadual, regida pela CLT. Seu cônjuge, servidor público estadual, foi transferido de ofício, no interesse da Administração Pública, para outro município. Em razão disso, Maria requereu sua transferência para a mesma localidade, onde a empregadora mantém unidade administrativa regularmente instalada. À luz das disposições da Consolidação das Leis do Trabalho, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4256980 Direito do Trabalho
Uma empresa do ramo de entretenimento pretende contratar Lucas, de 17 anos de idade, para exercer atividades em horário compreendido entre 22h30 e 4h30, sob o argumento de que o empregado já concluiu o ensino médio e possui autorização expressa de seus pais. Considerando as disposições da CLT sobre a proteção do trabalho do menor, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4256979 Direito do Trabalho
Joana trabalha há cinco anos para determinada empresa. Nos últimos meses, o empregador deixou reiteradamente de efetuar os depósitos do FGTS e passou a atrasar o pagamento dos salários. Diante da situação, a empregada pretende encerrar o vínculo empregatício sem perder os direitos inerentes à dispensa sem justa causa. Considerando as disposições da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4256978 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Em ação ajuizada por servidor público municipal visando à imediata reintegração ao cargo do qual foi exonerado, o autor requer a concessão de tutela provisória de urgência, alegando a existência de elementos que demonstram a ilegalidade do ato administrativo e o risco de danos decorrentes da perda de sua remuneração. Considerando as disposições do Código de Processo Civil, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q4256977 Direito Processual Civil - Novo Código de Processo Civil - CPC 2015
Em ação de cobrança ajuizada por determinada empresa contra um Município, o ente público sustenta que eventual condenação decorre de cláusula contratual cuja responsabilidade, por força de contrato administrativo específico, deve ser suportada integralmente por empresa terceirizada que não integra a relação processual. Diante disso, o Município pretende trazer a referida empresa para o processo, a fim de exercer pretensão de regresso no mesmo feito. À luz das disposições do Código de Processo Civil, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Respostas
141: C
142: B
143: E
144: A
145: D
146: B
147: B
148: C
149: D
150: C
151: E
152: E
153: A
154: D
155: E
156: C
157: C
158: B
159: B
160: D