Questões de Concurso Para arquivista

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Q1158900 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Sobre a prescrição da ação disciplinar, a Lei Complementar Municipal no 680/2013 dispõe que
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Q1158899 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Nos termos do que estabelece, expressamente, a Lei Complementar Municipal no 680/2013, a penalidade aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de
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Q1158898 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Nos termos da Lei Complementar Municipal no 680/2013, o servidor público municipal ocupante de cargo em comissão, ao deixar o cargo,
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Q1158897 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Júpiter da Silva, funcionário público do Município de Marília, cometeu ato ilícito que, em tese, enseja sua responsabilidade civil, administrativa e penal. No processo criminal que Júpiter respondeu perante a Justiça, houve decisão transitada em julgado que negou a existência do fato. Nessa situação, considerando o disposto na Lei Complementar Municipal no 680/2013, é correto afirmar que Júpiter
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Q1158896 Matemática

Ao realizar um cálculo, um profissional, que estava sem acesso a uma calculadora, chegou ao seguinte resultado: Imagem associada para resolução da questão . Após realizar corretamente as operações, esse profissional identificou que o valor de x é

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Q1158895 Matemática

O gráfico apresenta informações sobre dois grupos distintos de profissionais. Um grupo é formado somente por engenheiros e o outro somente por economistas.

Imagem associada para resolução da questão

Com base nas informações apresentadas no gráfico, assinale a alternativa que contém informação necessariamente verdadeira.

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Q1158894 Matemática
Dois grupos de peças, um deles com 54 peças do tipo A e outro com 90 peças do tipo B, serão separados em caixas, contendo ambos os tipos de peças cada uma, com x peças do tipo A e y peças do tipo B. A fim de se formar o maior número possível de caixas, o número total de peças em cada caixa deverá ser igual a
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Q1158893 Matemática
O preço unitário de venda de um produto A é R$ 15,00 mais caro que o do produto B, em um mesmo estabelecimento. Um cliente comprou, nesse estabelecimento, 13 unidades desses produtos e pagou o total de R$ 179,00, nessa compra, sendo que ele comprou 3 unidades a mais do produto B do que do produto A. Se outro cliente comprar uma unidade de cada um desses produtos, ele pagará o total de
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Q1158892 Matemática
Dentre os vários objetos comercializados por uma loja, R ascunho há dois tipos de mesa: uma com tampo no formato de quadrado, de perímetro 4,8 metros, e outra com o tampo no formato retangular, com o lado maior medindo 1,5 metros a mais que o outro lado. Sabendo que a área da superfície do tampo da mesa retangular é 1,06 m2 maior que a área do tampo da mesa quadrada, a medida do lado da mesa de tampo no formato de quadrado corresponde, da medida do maior lado da mesa com o tampo em formato retangular, a
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Q1158891 Matemática

Na tabela, são apresentadas informações sobre algumas das notas dadas por um grupo de consumidores, após a utilização de um serviço.

Imagem associada para resolução da questão

Sabendo-se que a média das notas dadas pelos consumidores é igual a 7,8, então o número de consumidores que deram nota 9 pelo serviço supera o número dos que deram nota 6 em

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Q1158890 Matemática

Considere a seguinte informação, relacionada à senha de acesso a sites:

“4 em cada 10 brasileiros não mudam senha, mesmo após ataque online”

A informação tem como base a análise de uma pesquisa publicada em agosto de 2017, por meio de entrevistas. Supondo-se que a diferença entre o número de pessoas entrevistadas que mudaram a senha do site invadido, após sofrerem um ataque online, e o número das que não mudaram era igual a 130, o número de brasileiros que teriam sido entrevistados é

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Q1158889 Matemática
Um total de 300 peças de um determinado produto foi vendido da seguinte forma: as primeiras 40 peças, ao preço unitário de x reais; 60% do restante, com desconto de 10% sobre o preço unitário de x reais, gerando uma receita parcial de R$ 561,60; as demais peças, ao preço unitário de R$ 3,00. No final das vendas, o valor da receita total referente à comercialização do referido produto foi de
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Q1158888 Matemática
No regime de juros simples, para que um capital renda juros correspondentes a 6/25 do valor aplicado, com taxa de juros anual de 18% ao ano, é necessário que ele fique aplicado por, pelo menos, um número de meses igual a
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Q1158887 Matemática
Uma torneira, totalmente aberta por 50 minutos, com fluxo uniforme e ininterrupto, despejou água em um reservatório inicialmente vazio, correspondente a um quinto da capacidade total desse reservatório. Nas mesmas condições, para completar o reservatório com água, o tempo mínimo necessário que essa torneira deverá ficar aberta é de
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Q863186 Português
O acento indicativo de crase está empregado corretamente em:
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Q863185 Português

              Rubem Braga e Mário de Andrade, dois bicudos que não se davam


      Qual a razão da desavença entre Rubem Braga e Mário de Andrade, dois dos mais influentes escritores brasileiros do século 20? Era sabido que os bicudos jamais se beijaram, e a leitura de “Os Moços Cantam & Outras Crônicas Sobre Música” – um dos três títulos de uma caixa recém-lançada – põe mais lenha na fogueira da vaidade literária.

      Em texto que permanecia inédito em livro, publicado em 1957 no “Diário de Notícias”, Rubem Braga conta que, em cartas, o autor modernista se referia a ele como “asa negra da minha vida”. Macabro, não?

      O cronista desconfia que a hostilidade começou durante a Revolução de 1932. Com 19 anos, Braga cobriu a revolta armada contra Getúlio Vargas, chegando a ser preso como espião. O paulista não teria gostado do tom irônico das reportagens. Um ano depois, os dois se encontraram na redação do jornal “Diário de São Paulo”. Braga, que ocupava a mesa ao lado daquela em que Mário vinha à noite escrever sua crítica de música, tentou uma aproximação – mas não foi bem recebido.

      Já tendo se transformado no velho Braga, com as vastas sobrancelhas e o bigode em forma de trapézio que lhe conferiam um ar ainda mais carrancudo, o “Sabiá da Crônica” não poupou bicadas: “Em assuntos de amizade, tenho horror dessa história de ‘trocar de bem’ e ‘trocar de mal’, e o maior tédio a confissões, acertos de conta, explicações sentimentais com homens”.

      O fato é que Rubem Braga foi, entre os jovens intelectuais dos anos 1930, o único que não recebeu uma carta do guru Mário de Andrade. Se tivessem trocado um bilhetinho que seja, poderiam ter sido amigos. Ao menos, por correspondência.

              (Álvaro Costa e Silva. Folha de S.Paulo, 11.10.2016. Adaptado)

Quanto à regência padrão, a expressão destacada em – … o autor modernista se referia a ele como “asa negra da minha vida”. – está corretamente substituída por:
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Q863184 Português

              Rubem Braga e Mário de Andrade, dois bicudos que não se davam


      Qual a razão da desavença entre Rubem Braga e Mário de Andrade, dois dos mais influentes escritores brasileiros do século 20? Era sabido que os bicudos jamais se beijaram, e a leitura de “Os Moços Cantam & Outras Crônicas Sobre Música” – um dos três títulos de uma caixa recém-lançada – põe mais lenha na fogueira da vaidade literária.

      Em texto que permanecia inédito em livro, publicado em 1957 no “Diário de Notícias”, Rubem Braga conta que, em cartas, o autor modernista se referia a ele como “asa negra da minha vida”. Macabro, não?

      O cronista desconfia que a hostilidade começou durante a Revolução de 1932. Com 19 anos, Braga cobriu a revolta armada contra Getúlio Vargas, chegando a ser preso como espião. O paulista não teria gostado do tom irônico das reportagens. Um ano depois, os dois se encontraram na redação do jornal “Diário de São Paulo”. Braga, que ocupava a mesa ao lado daquela em que Mário vinha à noite escrever sua crítica de música, tentou uma aproximação – mas não foi bem recebido.

      Já tendo se transformado no velho Braga, com as vastas sobrancelhas e o bigode em forma de trapézio que lhe conferiam um ar ainda mais carrancudo, o “Sabiá da Crônica” não poupou bicadas: “Em assuntos de amizade, tenho horror dessa história de ‘trocar de bem’ e ‘trocar de mal’, e o maior tédio a confissões, acertos de conta, explicações sentimentais com homens”.

      O fato é que Rubem Braga foi, entre os jovens intelectuais dos anos 1930, o único que não recebeu uma carta do guru Mário de Andrade. Se tivessem trocado um bilhetinho que seja, poderiam ter sido amigos. Ao menos, por correspondência.

              (Álvaro Costa e Silva. Folha de S.Paulo, 11.10.2016. Adaptado)

Na frase que abre o texto, o vocábulo influentes está corretamente substituído pelo sinônimo:
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Q863183 Português

              Rubem Braga e Mário de Andrade, dois bicudos que não se davam


      Qual a razão da desavença entre Rubem Braga e Mário de Andrade, dois dos mais influentes escritores brasileiros do século 20? Era sabido que os bicudos jamais se beijaram, e a leitura de “Os Moços Cantam & Outras Crônicas Sobre Música” – um dos três títulos de uma caixa recém-lançada – põe mais lenha na fogueira da vaidade literária.

      Em texto que permanecia inédito em livro, publicado em 1957 no “Diário de Notícias”, Rubem Braga conta que, em cartas, o autor modernista se referia a ele como “asa negra da minha vida”. Macabro, não?

      O cronista desconfia que a hostilidade começou durante a Revolução de 1932. Com 19 anos, Braga cobriu a revolta armada contra Getúlio Vargas, chegando a ser preso como espião. O paulista não teria gostado do tom irônico das reportagens. Um ano depois, os dois se encontraram na redação do jornal “Diário de São Paulo”. Braga, que ocupava a mesa ao lado daquela em que Mário vinha à noite escrever sua crítica de música, tentou uma aproximação – mas não foi bem recebido.

      Já tendo se transformado no velho Braga, com as vastas sobrancelhas e o bigode em forma de trapézio que lhe conferiam um ar ainda mais carrancudo, o “Sabiá da Crônica” não poupou bicadas: “Em assuntos de amizade, tenho horror dessa história de ‘trocar de bem’ e ‘trocar de mal’, e o maior tédio a confissões, acertos de conta, explicações sentimentais com homens”.

      O fato é que Rubem Braga foi, entre os jovens intelectuais dos anos 1930, o único que não recebeu uma carta do guru Mário de Andrade. Se tivessem trocado um bilhetinho que seja, poderiam ter sido amigos. Ao menos, por correspondência.

              (Álvaro Costa e Silva. Folha de S.Paulo, 11.10.2016. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta um entendimento adequado da passagem do texto, considerada no contexto.
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Q863182 Português

              Rubem Braga e Mário de Andrade, dois bicudos que não se davam


      Qual a razão da desavença entre Rubem Braga e Mário de Andrade, dois dos mais influentes escritores brasileiros do século 20? Era sabido que os bicudos jamais se beijaram, e a leitura de “Os Moços Cantam & Outras Crônicas Sobre Música” – um dos três títulos de uma caixa recém-lançada – põe mais lenha na fogueira da vaidade literária.

      Em texto que permanecia inédito em livro, publicado em 1957 no “Diário de Notícias”, Rubem Braga conta que, em cartas, o autor modernista se referia a ele como “asa negra da minha vida”. Macabro, não?

      O cronista desconfia que a hostilidade começou durante a Revolução de 1932. Com 19 anos, Braga cobriu a revolta armada contra Getúlio Vargas, chegando a ser preso como espião. O paulista não teria gostado do tom irônico das reportagens. Um ano depois, os dois se encontraram na redação do jornal “Diário de São Paulo”. Braga, que ocupava a mesa ao lado daquela em que Mário vinha à noite escrever sua crítica de música, tentou uma aproximação – mas não foi bem recebido.

      Já tendo se transformado no velho Braga, com as vastas sobrancelhas e o bigode em forma de trapézio que lhe conferiam um ar ainda mais carrancudo, o “Sabiá da Crônica” não poupou bicadas: “Em assuntos de amizade, tenho horror dessa história de ‘trocar de bem’ e ‘trocar de mal’, e o maior tédio a confissões, acertos de conta, explicações sentimentais com homens”.

      O fato é que Rubem Braga foi, entre os jovens intelectuais dos anos 1930, o único que não recebeu uma carta do guru Mário de Andrade. Se tivessem trocado um bilhetinho que seja, poderiam ter sido amigos. Ao menos, por correspondência.

              (Álvaro Costa e Silva. Folha de S.Paulo, 11.10.2016. Adaptado)

O autor do texto
Alternativas
Q863181 Português
A concordância padrão está plenamente respeitada em:
Alternativas
Respostas
6101: C
6102: A
6103: E
6104: B
6105: B
6106: E
6107: B
6108: E
6109: D
6110: C
6111: A
6112: C
6113: D
6114: A
6115: A
6116: E
6117: C
6118: D
6119: B
6120: B