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Q3953731 Matemática

Uma placa de sinalização que indica a velocidade máxima de certa via foi vandalizada, e não é mais possível ler o último algarismo, conforme ilustrado abaixo. 


                                                                                                    Imagem associada para resolução da questão


Um condutor passou nesse local a 75km/h. Qual é a probabilidade de ele ter excedido a velocidade máxima permitida? 

Alternativas
Q3953729 Matemática
 Avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

(  ) Dividir um número por 2/5 é equivalente a multiplicá-lo por 2,5.

(  ) O número 32,205 é maior que 32,25.

(  ) A raiz quadrada de 225 é 25. 
Alternativas
Q3953728 Matemática
Uma pizzaria produz pizzas circulares, todas com raio igual a 18cm. Em determinado dia, o pizzaiolo informou que a área total das pizzas produzidas ultrapassou 10m². Considerando-se π =3,14, o número mínimo de pizzas produzidas nesse dia foi de: 
Alternativas
Q3953727 Português
Assinalar a alternativa em que o verbo sublinhado esteja no modo indicativo.
Alternativas
Q3953723 Português
“A única verdade que realmente sei: os seres humanos me assombram.” (Markus Zusak). A palavra sublinhada tem por antônimo: 
Alternativas
Q3953722 Português
A adição de um prefixo em uma palavra pode dar um novo sentido a ela. Em qual das alternativas o prefixo tem sentido de negação? 
Alternativas
Q3953721 Português
Em relação à regência nominal, avaliar se as afirmativas são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência correspondente.

(   ) João estava sempre alheio a tudo.

(  ) A menina é aplicada aos estudos.

(   ) Aquilo foi arquitetado contra ele.  
Alternativas
Q3953718 Português
Assinalar a alternativa em que o uso dos “porquês” está CORRETO.  
Alternativas
Q3953717 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
A respeito da distinção entre conjunção integrante e pronome relativo, relacionar as colunas e assinalar a sequência correspondente.

(1) Conjunção integrante.
(2) Pronome relativo. 

(   ) “Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência [...]” (1º parágrafo). 
(  ) “[...] e que o cérebro era uma espécie de ‘radiador’ [...]” (1º parágrafo).
(   ) “‘[...] a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas’.” (2º parágrafo).  
(  ) “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles [...]” (6º parágrafo). 
Alternativas
Q3953715 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
No trecho, “O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando [...] (6º parágrafo)”, para manter o sentido da frase, a palavra sublinhada poderia ser substituída por: 
Alternativas
Q3953714 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
As palavras “imediatamente”, “provavelmente” e “indiretamente”, presentes no texto, são classificadas como:
Alternativas
Q3953713 Português
    Aristóteles afirmava que o coração era o órgão responsável pela consciência, pela sensação e pelo movimento, e que o cérebro era uma espécie de “radiador” que servia apenas para resfriar o coração. 
    Passados 2.500 anos, essa hipótese pode ser refutada imediatamente por estudos na área das neurociências: é o cérebro que, por meio da complexidade de suas rugas, dobras e tipos celulares, coordena as funções cognitivas e as “automáticas”, como os batimentos do coração e a respiração. Uma reviravolta sem tamanho em relação ao que postulava o filósofo grego. Como disse Karl Popper, um dos maiores filósofos da ciência, “a ciência produz teorias falseáveis, que serão válidas enquanto não refutadas”.
    Hoje, se você perguntar a qualquer pessoa (incluindo neurocientistas) qual é o “chefe” do nosso corpo, a resposta muito provavelmente vai ser: o cérebro. Porém, novos estudos têm posto em dúvida sua hegemonia como órgão de controle, e quem vem ganhando força é uma região quase tão misteriosa quanto o cérebro: o intestino.
    O intestino tem sido chamado de “o nosso segundo cérebro”, e de fato existe uma abundância de células nervosas vivendo em nossas entranhas. Os neurônios intestinais mantêm um contato direto com o cérebro, podendo ter impacto em nosso comportamento.
    O cérebro e o intestino podem trabalhar juntos ditando nossos pensamentos e ações. Então é possível dizer que o intestino interfere no funcionamento do cérebro e vice-versa, e atualmente até existe uma área de pesquisa voltada somente para o tão falado eixo intestino-cérebro.
    Mas essa história de eixo cérebro-intestino tem potencial de ficar ainda mais interessante: existem evidências científicas de que as bactérias intestinais comandariam o sistema nervoso intestinal e o central. O que parece ser mais extravagante do que a ideia inicial de Aristóteles vem se confirmando, pois estudos demonstram que a microbiota intestinal é capaz de modular nosso comportamento. O intestino humano é colonizado por nada mais nada menos do que surpreendentes 100 trilhões de microrganismos vivos, em sua grande maioria bactérias.
    Estudos recentes reforçam a ideia de que a microbiota intestinal influencia o cérebro e podem provocar uma revolução no tratamento de distúrbios mentais, especialmente diante das dificuldades da neurofarmacologia em fazer medicamentos atravessarem as barreiras cerebrais. A possibilidade de atuar indiretamente no cérebro por meio do intestino, utilizando bactérias e seus metabólitos como mediadores, abre novos caminhos para o desenvolvimento de fármacos. Esse cenário leva até a questionar o conceito de livre-arbítrio, já que organismos microscópicos podem exercer um controle silencioso sobre nossos pensamentos e comportamentos.

Fonte: Folha de São Paulo. Adaptado.  
Considerando os aspectos gerais e específicos do texto, analisar os itens.

I. Segundo os cientistas, o órgão que, de fato, controla nossas ações e pensamentos é o intestino.

II. As células nervosas do intestino estão sempre em contato direto com o cérebro.

III. O intestino pode interferir no funcionamento do cérebro e vice-versa.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3673984 Saúde Pública
A epidemiologia evoluiu na sua compreensão sobre a causalidade das doenças, passando de modelos mais simples para abordagens mais complexas. A respeito dos modelos de determinação do processo saúde-doença, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O modelo multicausal considera que características individuais, comportamentais, sociais e ambientais influenciam conjuntamente o aparecimento das doenças, superando a visão de que um único agente é responsável pelo agravo.
(__)A Teoria dos Miasmas, que relacionava a ocorrência de doenças a fatores ambientais como ar e água insalubres, foi o primeiro raciocínio de causalidade, sendo posteriormente substituída por modelos mais específicos.
(__)O modelo unicausal, que ganhou força no século XIX, defendia que cada doença possuía um agente etiológico específico, como um vírus ou uma bactéria, como sua única e suficiente causa.
(__)Atualmente, o modelo multicausal é considerado ultrapassado, sendo substituído pelo retorno à teoria unicausal, devido aos avanços da genética que identificam genes específicos como causa única de todas as enfermidades.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3673983 Saúde Pública
O estudo clássico de John Snow sobre a epidemia de cólera em Londres, em meados do século XIX, é um marco na história da epidemiologia e da saúde pública, demonstrando a importância do saneamento. Considerando os achados e a metodologia de Snow, analise as afirmativas a seguir.

I.Snow formulou a hipótese de que a cólera era transmitida pela água contaminada ao observar a distribuição espacial dos óbitos e sua concentração em torno de uma bomba de água específica na Rua Broad.
II.A investigação de Snow utilizou um método epidemiológico de campo que incluiu o mapeamento de casos e a comparação das taxas de mortalidade entre populações abastecidas por diferentes companhias de água.
III.A remoção da alavanca da bomba de água da Rua Broad, uma medida de controle baseada na hipótese de Snow, foi seguida por uma diminuição no número de novos casos, reforçando a evidência da transmissão hídrica.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3673982 Saúde Pública
Na investigação epidemiológica de campo, a caracterização de um surto segundo a variável "tempo" é uma etapa fundamental. Para isso, utiliza-se a curva epidêmica como instrumento básico de análise. Considerando a metodologia para estimar o período provável de exposição ao agente causal a partir da curva epidêmica, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3673981 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAISC) é estruturada em eixos estratégicos que visam qualificar as ações e serviços de saúde. Considerando a atenção humanizada e qualificada à gestação, ao parto, ao nascimento e ao recém-nascido, analise as afirmativas a seguir.

I.A alta qualificada do recém-nascido na maternidade prevê a vinculação precoce da dupla mãe-bebê à Atenção Básica para a continuidade do cuidado, como na estratégia do "5º Dia de Saúde Integral".
II.O "Método Canguru" é uma ação estratégica voltada para a atenção humanizada ao recém-nascido, especialmente o prematuro e de baixo peso, promovendo o contato pele a pele e o fortalecimento do vínculo. 
III.O seguimento do recém-nascido de risco após a alta hospitalar é de responsabilidade exclusiva da Atenção Especializada, não envolvendo a Atenção Básica no compartilhamento do cuidado.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3673980 Saúde Pública
A investigação epidemiológica de campo, especialmente em surtos, exige a organização de diversos aspectos técnicos, logísticos e administrativos para garantir a segurança da equipe e a qualidade dos dados. A respeito da organização do trabalho de campo, registre V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)A garantia do abastecimento prévio de insumos de laboratório, incluindo material para coleta, armazenamento e transporte de amostras biológicas, é um aspecto técnico fundamental.
(__)A confidencialidade e a discrição na manipulação das informações coletadas dos pacientes são princípios que devem ser garantidos ao longo de todo o processo de investigação.
(__)O planejamento do trabalho de campo deve ocorrer somente após a confirmação laboratorial de todos os casos suspeitos, para evitar o desperdício de recursos.
(__)A coordenação de campo deve se limitar a distribuir tarefas, não sendo responsável pela supervisão da execução geral do trabalho, que cabe a uma instância superior.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3673979 Saúde Pública
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) é uma ferramenta central para a vigilância epidemiológica no Brasil, sendo alimentado pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam na lista nacional de notificação compulsória. A respeito do processo de notificação, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
61: C
62: B
63: C
64: C
65: A
66: D
67: B
68: B
69: A
70: D
71: A
72: D
73: C
74: C
75: A
76: B
77: E
78: D
79: B
80: D