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Durante o planejamento de uma sequência didática interdisciplinar, o professor regente e o Segundo Professor analisaram o perfil da turma e identificaram que alguns estudantes público-alvo da Educação Especial apresentavam necessidades distintas quanto ao acesso aos conteúdos, à comunicação, à organização das atividades e às formas de demonstrar suas aprendizagens. Em vez de elaborar planos paralelos para esses estudantes, decidiram construir conjuntamente estratégias pedagógicas, definir responsabilidades compartilhadas, selecionar recursos acessíveis e prever momentos permanentes de acompanhamento e avaliação.
À luz das Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado, da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva e das concepções contemporâneas de trabalho colaborativo, assinale a alternativa que melhor caracteriza essa atuação.
Uma escola passou a receber um estudante com deficiência física usuária de cadeira de rodas. Durante reunião administrativa, verificou-se que a instituição possuía escadas sem rampas, corredores estreitos, materiais didáticos inacessíveis e ausência de sinalização adequada. Além disso, alguns profissionais afirmaram que a adaptação da escola seria responsabilidade exclusiva da família do estudante.
À luz da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e dos princípios da acessibilidade, assinale a alternativa correta.
Considerando a legislação vigente e os princípios da avaliação inclusiva, a conduta mais adequada consiste em
Durante a elaboração do planejamento bimestral, a equipe docente analisou os objetivos de aprendizagem previstos na BNCC para determinada turma que incluía estudantes com deficiência física, deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista. O grupo concluiu que seria necessário reorganizar estratégias metodológicas, diversificar recursos didáticos e flexibilizar procedimentos avaliativos, preservando os objetivos essenciais de aprendizagem.
Essa organização pedagógica fundamenta-se, principalmente,
Durante o início do ano letivo, uma escola da rede pública recebeu um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA), regularmente matriculado em turma comum do Ensino Fundamental. Em reunião pedagógica, discutiu-se o papel do Segundo Professor, surgindo a proposta de que esse profissional permanecesse exclusivamente ao lado do estudante durante todas as atividades, realizando explicações paralelas e assumindo integralmente sua avaliação, enquanto o professor regente conduziria o trabalho com os demais alunos.
Considerando a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e os princípios da educação inclusiva, assinale a alternativa que apresenta a atuação pedagogicamente mais adequada do Segundo Professor.
Desprezando arredondamentos, o capital inicialmente aplicado foi de:
Considere o sistema linear

Após resolver o sistema, conclui-se corretamente que:
Considerando essas condições, o número de comissões distintas que podem ser formadas é:
Durante a elaboração de um levantamento estatístico sobre a produtividade de servidores, foram obtidos os seguintes resultados referentes ao número de atendimentos realizados em determinado período: 18, 20, 21, 22, 22, 24, 26, 27, 30, 40.
Ao analisar a distribuição desses dados, um pesquisador observou que um dos valores pode influenciar significativamente determinada medida de tendência central.
Nessas condições, é correto afirmar que:
Uma prefeitura pretende implantar um programa de monitoramento do consumo de água em prédios públicos.
Para isso, observou que o consumo médio mensal C(x), em metros cúbicos, pode ser estimado pela função C(x)=x2−12x+45 em que x representa o número de meses transcorridos desde o início da implantação do programa.
Com base nas propriedades dessa função quadrática, é correto afirmar que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Considere o seguinte trecho retirado do texto:
"A escola deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual."
Caso a oração seja corretamente reescrita na voz passiva analítica, mantendo-se o sentido e a correção gramatical, obtém-se:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No último parágrafo, o autor afirma que:
"O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela."
A principal estratégia argumentativa utilizada nesse trecho consiste em:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
Observe o período abaixo.
"Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática."
A expressão destacada "embora indispensável" estabelece, em relação à oração principal, uma ideia de:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
No segundo parágrafo, o autor afirma que "a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica."
A partir dessa afirmação e do contexto global do texto, pode-se inferir corretamente que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
O desafio da convivência em uma sociedade conectada.
Nunca a humanidade produziu e compartilhou tantas informações quanto na atualidade. Em poucos segundos, notícias atravessam continentes, opiniões se multiplicam nas redes sociais e acontecimentos locais tornam-se conhecidos em escala mundial. Paradoxalmente, essa facilidade de comunicação não tem sido suficiente para fortalecer o diálogo entre as pessoas. Em muitos casos, observa-se justamente o contrário: opiniões divergentes passam a ser tratadas como ofensas pessoais, o respeito cede espaço à intolerância e o debate perde qualidade.
Nesse contexto, torna-se evidente que o acesso à informação, embora indispensável, não garante, por si só, uma convivência democrática. Saber ouvir, interpretar diferentes pontos de vista e fundamentar argumentos com responsabilidade constituem habilidades tão importantes quanto dominar tecnologias ou acumular conhecimentos técnicos. Afinal, a informação somente produz transformação quando é acompanhada de reflexão crítica.
A escola, por sua vez, desempenha papel essencial na formação de cidadãos capazes de exercer a participação social de forma ética e consciente. Mais do que transmitir conteúdos, ela deve promover experiências que desenvolvam a autonomia intelectual, o pensamento crítico e o respeito às diferenças. Esse compromisso ultrapassa os limites da sala de aula, pois prepara indivíduos para enfrentar desafios sociais cada vez mais complexos.
Assim, em uma sociedade marcada pela velocidade das mudanças, o verdadeiro diferencial não está apenas na quantidade de informações disponíveis, mas na capacidade de utilizá-las com discernimento, responsabilidade e compromisso com o bem coletivo. O desenvolvimento de uma comunidade mais justa depende menos da tecnologia em si e muito mais da forma como as pessoas escolhem agir diante dela.
I.O pluralismo de ideias deve ser assegurado nas atividades escolares, enquanto as concepções pedagógicas devem seguir uma orientação comum definida pelos sistemas de ensino. II.A liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber constitui princípio previsto na legislação educacional. III.A igualdade de condições para o acesso e a permanência na escola integra os princípios estabelecidos para o ensino. IV.A valorização do profissional da educação escolar integra os princípios segundo os quais o ensino deve ser ministrado.
É correto o que se afirma em:
(__)A identificação das barreiras à participação e à aprendizagem pode orientar a organização de recursos de acessibilidade e estratégias pedagógicas adequadas às necessidades dos estudantes. (__)O Atendimento Educacional Especializado integra as ações de apoio à escolarização e utiliza recursos pedagógicos e de acessibilidade conforme as necessidades específicas dos estudantes atendidos. (__)A articulação entre os profissionais envolvidos pode contribuir para a organização de estratégias que ampliem a participação, a autonomia e as possibilidades de aprendizagem do estudante. (__)A necessidade de adaptações curriculares indica que os objetivos educacionais da turma devem ser substituídos por propostas individualizadas sempre que o estudante apresentar dificuldades persistentes de aprendizagem.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:
I.O estudo do corpo humano pode favorecer a compreensão de características corporais e de práticas relacionadas à manutenção da saúde. II.O ensino sobre saúde deve priorizar a apresentação de comportamentos considerados adequados, utilizando a investigação científica posteriormente para confirmar as orientações trabalhadas. III.A abordagem da saúde pode envolver discussões sobre alimentação, higiene, atividade física e outros hábitos presentes na vida cotidiana. IV.A investigação de situações cotidianas pode contribuir para que os estudantes relacionem conhecimentos científicos às práticas de cuidado com o corpo.
É correto o que se afirma em:
(__)O desenvolvimento das competências gerais prioriza a aquisição de conhecimentos conceituais e conteúdos curriculares, enquanto atitudes e valores são tratados separadamente das competências previstas para a Educação Básica. (__)As competências gerais orientam as aprendizagens essenciais ao longo da Educação Básica e estão relacionadas à perspectiva de formação humana integral. (__)As competências gerais são distribuídas entre as áreas do conhecimento, de modo que cada área se responsabilize pelo desenvolvimento das competências que apresentam maior relação com seus componentes curriculares. (__)Entre as dimensões contempladas pelas competências gerais estão pensamento crítico e criativo, comunicação, cultura digital, argumentação, empatia, cooperação, responsabilidade e cidadania.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Considerando a educação como prática social, assinale a alternativa correta.