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As Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, Resolução CNE/CEB nº 7/2010, orientam e organizam o Ensino Fundamental nesta idade no Brasil, inclusive, pautando os seus princípios e definindo sua estrutura curricular. Considerando as Diretrizes referidas, analise as assertivas a seguir:
I- As Diretrizes estabelecem que “a educação de qualidade, como um direito fundamental, é, antes de tudo, relevante, pertinente e equitativa”, traduzindo-se a equidade na “importância de tratar de forma diferenciada o que se apresenta como desigual no ponto de partida”, visando-se assim a promoção de aprendizagens equiparáveis.
II- De acordo com as Diretrizes, o currículo da Base Nacional Comum do Ensino Fundamental estabelece como não obrigatório o ensino da Arte e da Educação Física.
III- O currículo do Ensino Fundamental deve ser composto de uma Base Nacional Comum e de uma parte diversificada, cuja função é assegurar a contextualização dos conhecimentos em face das diferentes realidades sociais, culturais e econômicas regionais, formando, com a primeira, blocos distintos.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Segundo José Carlos Libâneo, acerca das tendências pedagógicas na prática escolar, em sua obra Democratização da Escola Pública – a pedagogia crítico-social dos conteúdos, não há neutralidade na atuação docente, sobre a qual sempre agem condicionantes sociopolíticos e visões específicas da sociedade.
Considerando a tese referida pelo autor, é CORRETO afirmar que:
Acerca das teorias do currículo, analise as assertivas a seguir.
I- Ao pensar o currículo, a perspectiva pós-estruturalista compreende que, na relação teoria-realidade, a teoria não descobre a realidade, mas a produz em suas descrições.
II- No campo das teorias pós-críticas do currículo, são conceitos centrais “eficiência, objetivos, planejamento e organização”.
III- Na obra “Documentos de identidade”, de Tomaz Tadeu da Silva, a conclusão acerca do que fundamenta qualquer teoria do currículo está relacionada à pergunta: “Que conhecimento deve ser ensinado, isto é, o que eles ou elas devem saber?”.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
À luz do que estabelece a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei 9.394/1996, considere os casos hipotéticos ocorridos em contexto escolar a seguir.
CASO 1: Em uma reunião de conselho escolar, um docente propõe limitar a participação, em feira de ciências da escola, aos estudantes com as maiores notas, apenas.
CASO 2: Ao procurar uma escola privada para matricular o seu filho surdo no Ensino Médio, uma mãe é orientada pela direção da escola a procurar uma escola especial, sob a justificativa de que no estabelecimento não haveria professores bilíngues.
A partir deste contexto, analise as afirmativas a seguir.
I- No CASO 1, o conselho escolar deve decidir a favor da proposta do docente com base no conceito de meritocracia.
II- No CASO 1, o conselho escolar deve recusar a proposta do docente com base em princípios constantes na LDB relacionados à igualdade de condições para o acesso e permanência na escola e do pleno desenvolvimento do educando.
III- No CASO 2, a escola não pode negar matrícula ao estudante com deficiência, haja vista estabelecer a LDB, dentre outros dispositivos legais, que a educação especial deve ser oferecida preferencialmente na rede regular de ensino.
IV- No CASO 2, a escola pode recusar a matrícula se demonstrada a inexistência de profissional qualificado em seus quadros para receber o estudante deficiente.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto II para responder à questão.
Texto II

O Texto II retrata uma situação comunicativa que simula uma interação entre terapeuta e paciente. A partir das falas presentes no Texto II, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- O Texto II explora a ambiguidade gerada pela referência do pronome “ela”, que pode retomar mais de um termo anteriormente mencionado.
PORQUE
II- O humor decorre da inversão da ordem direta da oração, dificultando a compreensão da mensagem.
A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Leia o Texto I para responder à questão:
Texto I
O governo agora é obrigado a escrever bem. Por lei.
O que não significa, é claro, que os jargões e o juridiquês vão desaparecer do setor público brasileiro da noite para o dia. Entenda as origens psicológicas e históricas da má comunicação.
Em novembro de 2025, o governo federal aprovou a Política Nacional de Linguagem Simples. Ela obriga os órgãos públicos a escrever de maneira clara e concisa em formulários, contratos, portais de internet, apps e outros textos que o cidadão precisa entender para, por exemplo, marcar um exame no SUS, matricular uma criança na escola ou pagar a conta de luz. A norma recomenda evitar termos estrangeiros que não sejam de uso corrente, começar os textos com a informação mais importante, sem enrolação, e preferir a voz ativa (por exemplo: “Collor confiscou as poupanças” em vez de “as poupanças foram confiscadas por Collor”). Outras orientações são escolher palavras comuns, de uso cotidiano, evitar jargões e juridiquês e redigir frases curtas, em ordem direta: opte por “as margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico” em vez do original “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um povo heroico o brado retumbante”.
Uma máquina pública que se expressa com clareza é um pré-requisito para uma democracia saudável. 29% da população brasileira acima de 15 anos é analfabeta funcional: até sabe ler e escrever, mas não consegue, de fato, interpretar um texto.
Mundo afora, há esforços parecidos. Em junho de 2023, a Organização Internacional de Normalização (ISO) – aquela que emite a certificação ISO 9001 – publicou a primeira norma internacional de Linguagem Simples. A Colômbia aprovou sua legislação sobre o tema em 2014. Nos EUA, em que uma norma desse tipo vigora desde 2010, uma ONG chamada Centro para Linguagem Simples organiza um concurso anual de redação em repartições públicas.
Infelizmente, tudo que esses conselhos têm de velhos eles têm de ignorados. Só nos EUA, falhas de comunicação custam US$ 1,2 trilhão por ano às empresas. Em um levantamento com 251 gestores, eles estimaram que suas equipes perdem, em média, 7,47 horas por semana por causa de falhas de comunicação. Um outro estudo, feito no Reino Unido, concluiu que o trabalhador médio torra cinco horas por semana esclarecendo o conteúdo de e-mails e mensagens. Uma enquete com 547 empresários revelou que 54% se incomodam com os jargões em suas leituras cotidianas.
O que torna esses dados preocupantes é que, em geral, ninguém escreve com o objetivo de não se fazer entender. Se todo mundo tenta ser claro, por que existem textos ruins por toda parte? A resposta tem duas camadas. A primeira é psicológica: nós temos vieses cognitivos – bugs de percepção e raciocínio – que nos tornam propensos a escrever mal. Asegunda é social: como o vizir egípcio já sabia, falar “bonito” e rebuscado é uma forma de a elite se diferenciar do povo, e esse preconceito deixou uma herança estilística.
Nem só de boas intenções, porém, nascem os textos ruins. Às vezes, eles são herméticos por escolha. Vide o Hino Nacional, já citado acima. A letra é obra de Osório Duque-Estrada, um poeta parnasiano e bacharel de Direito da USP. Ele pertencia à elite que fundou a República – e era o tipo de brasileiro que, no começo do século 20, escrevia rebuscado de propósito. Em 1907, quando mais de 70% da população brasileira era analfabeta, Osório se opôs a uma reforma ortográfica que ajudaria no ensino do português dizendo que “a corrente erudita há de reagir sempre contra o elemento popular e inconsciente e perturbador da pureza e das boas normas da linguagem”.
Diante de um histórico desses, é uma boa não depositar muitas esperanças na Lei Nacional de Linguagem Simples. Ela é um texto, não um milagre. Eliminar os vícios de linguagem do governo brasileiro exigiria uma equipe de redatores grande, caríssima e com paciência essencialmente infinita para dialogar com todos os burocratas. Porém, o simples fato de que essa norma existe é um passo na direção certa. Com algumas décadas de incentivo à boa escrita em Brasília, talvez seja possível espantar o fantasma parnasiano. E tornar o Brasil mais democrático não só na prática, mas também no discurso.
Fonte: VAIANO, Bruno. Superinteressante. 15 de maio de 2026. Página 6. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/superinteressante/20260515/page/6 . Acesso em: 11 jun. 2026 [Adaptado].
Analise as assertivas que seguem acerca da adequação da linguagem às diferentes situações de comunicação e da tipologia textual predominante no Texto I.
I- Por tratar de uma política pública, o texto adota exclusivamente linguagem técnico-jurídica, marcada pela presença constante de termos especializados e períodos excessivamente rebuscados.
II- A linguagem utilizada caracteriza-se pela informalidade típica das conversas espontâneas, com recorrente emprego de abreviações, estrangeirismos e desvios da norma-padrão.
III- O texto emprega predominantemente registro formal, mas incorpora, pontualmente, expressões mais próximas da oralidade e do cotidiano, adequando a linguagem ao propósito de divulgação para um público amplo.
IV- Do ponto de vista da tipologia textual, há um predomínio da tipologia expositiva, ao apresentar informações sobre a Política Nacional de Linguagem Simples.
V- Predomina a tipologia descritiva, própria dos verbetes enciclopédicos, tendo em vista a caracterização detalhada da Política Nacional de Linguagem Simples.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Leia o Texto I para responder à questão:
Texto I
O governo agora é obrigado a escrever bem. Por lei.
O que não significa, é claro, que os jargões e o juridiquês vão desaparecer do setor público brasileiro da noite para o dia. Entenda as origens psicológicas e históricas da má comunicação.
Em novembro de 2025, o governo federal aprovou a Política Nacional de Linguagem Simples. Ela obriga os órgãos públicos a escrever de maneira clara e concisa em formulários, contratos, portais de internet, apps e outros textos que o cidadão precisa entender para, por exemplo, marcar um exame no SUS, matricular uma criança na escola ou pagar a conta de luz. A norma recomenda evitar termos estrangeiros que não sejam de uso corrente, começar os textos com a informação mais importante, sem enrolação, e preferir a voz ativa (por exemplo: “Collor confiscou as poupanças” em vez de “as poupanças foram confiscadas por Collor”). Outras orientações são escolher palavras comuns, de uso cotidiano, evitar jargões e juridiquês e redigir frases curtas, em ordem direta: opte por “as margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico” em vez do original “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um povo heroico o brado retumbante”.
Uma máquina pública que se expressa com clareza é um pré-requisito para uma democracia saudável. 29% da população brasileira acima de 15 anos é analfabeta funcional: até sabe ler e escrever, mas não consegue, de fato, interpretar um texto.
Mundo afora, há esforços parecidos. Em junho de 2023, a Organização Internacional de Normalização (ISO) – aquela que emite a certificação ISO 9001 – publicou a primeira norma internacional de Linguagem Simples. A Colômbia aprovou sua legislação sobre o tema em 2014. Nos EUA, em que uma norma desse tipo vigora desde 2010, uma ONG chamada Centro para Linguagem Simples organiza um concurso anual de redação em repartições públicas.
Infelizmente, tudo que esses conselhos têm de velhos eles têm de ignorados. Só nos EUA, falhas de comunicação custam US$ 1,2 trilhão por ano às empresas. Em um levantamento com 251 gestores, eles estimaram que suas equipes perdem, em média, 7,47 horas por semana por causa de falhas de comunicação. Um outro estudo, feito no Reino Unido, concluiu que o trabalhador médio torra cinco horas por semana esclarecendo o conteúdo de e-mails e mensagens. Uma enquete com 547 empresários revelou que 54% se incomodam com os jargões em suas leituras cotidianas.
O que torna esses dados preocupantes é que, em geral, ninguém escreve com o objetivo de não se fazer entender. Se todo mundo tenta ser claro, por que existem textos ruins por toda parte? A resposta tem duas camadas. A primeira é psicológica: nós temos vieses cognitivos – bugs de percepção e raciocínio – que nos tornam propensos a escrever mal. Asegunda é social: como o vizir egípcio já sabia, falar “bonito” e rebuscado é uma forma de a elite se diferenciar do povo, e esse preconceito deixou uma herança estilística.
Nem só de boas intenções, porém, nascem os textos ruins. Às vezes, eles são herméticos por escolha. Vide o Hino Nacional, já citado acima. A letra é obra de Osório Duque-Estrada, um poeta parnasiano e bacharel de Direito da USP. Ele pertencia à elite que fundou a República – e era o tipo de brasileiro que, no começo do século 20, escrevia rebuscado de propósito. Em 1907, quando mais de 70% da população brasileira era analfabeta, Osório se opôs a uma reforma ortográfica que ajudaria no ensino do português dizendo que “a corrente erudita há de reagir sempre contra o elemento popular e inconsciente e perturbador da pureza e das boas normas da linguagem”.
Diante de um histórico desses, é uma boa não depositar muitas esperanças na Lei Nacional de Linguagem Simples. Ela é um texto, não um milagre. Eliminar os vícios de linguagem do governo brasileiro exigiria uma equipe de redatores grande, caríssima e com paciência essencialmente infinita para dialogar com todos os burocratas. Porém, o simples fato de que essa norma existe é um passo na direção certa. Com algumas décadas de incentivo à boa escrita em Brasília, talvez seja possível espantar o fantasma parnasiano. E tornar o Brasil mais democrático não só na prática, mas também no discurso.
Fonte: VAIANO, Bruno. Superinteressante. 15 de maio de 2026. Página 6. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/superinteressante/20260515/page/6 . Acesso em: 11 jun. 2026 [Adaptado].
Leia o Texto I para responder à questão:
Texto I
O governo agora é obrigado a escrever bem. Por lei.
O que não significa, é claro, que os jargões e o juridiquês vão desaparecer do setor público brasileiro da noite para o dia. Entenda as origens psicológicas e históricas da má comunicação.
Em novembro de 2025, o governo federal aprovou a Política Nacional de Linguagem Simples. Ela obriga os órgãos públicos a escrever de maneira clara e concisa em formulários, contratos, portais de internet, apps e outros textos que o cidadão precisa entender para, por exemplo, marcar um exame no SUS, matricular uma criança na escola ou pagar a conta de luz. A norma recomenda evitar termos estrangeiros que não sejam de uso corrente, começar os textos com a informação mais importante, sem enrolação, e preferir a voz ativa (por exemplo: “Collor confiscou as poupanças” em vez de “as poupanças foram confiscadas por Collor”). Outras orientações são escolher palavras comuns, de uso cotidiano, evitar jargões e juridiquês e redigir frases curtas, em ordem direta: opte por “as margens plácidas do Ipiranga ouviram o brado retumbante de um povo heroico” em vez do original “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas / De um povo heroico o brado retumbante”.
Uma máquina pública que se expressa com clareza é um pré-requisito para uma democracia saudável. 29% da população brasileira acima de 15 anos é analfabeta funcional: até sabe ler e escrever, mas não consegue, de fato, interpretar um texto.
Mundo afora, há esforços parecidos. Em junho de 2023, a Organização Internacional de Normalização (ISO) – aquela que emite a certificação ISO 9001 – publicou a primeira norma internacional de Linguagem Simples. A Colômbia aprovou sua legislação sobre o tema em 2014. Nos EUA, em que uma norma desse tipo vigora desde 2010, uma ONG chamada Centro para Linguagem Simples organiza um concurso anual de redação em repartições públicas.
Infelizmente, tudo que esses conselhos têm de velhos eles têm de ignorados. Só nos EUA, falhas de comunicação custam US$ 1,2 trilhão por ano às empresas. Em um levantamento com 251 gestores, eles estimaram que suas equipes perdem, em média, 7,47 horas por semana por causa de falhas de comunicação. Um outro estudo, feito no Reino Unido, concluiu que o trabalhador médio torra cinco horas por semana esclarecendo o conteúdo de e-mails e mensagens. Uma enquete com 547 empresários revelou que 54% se incomodam com os jargões em suas leituras cotidianas.
O que torna esses dados preocupantes é que, em geral, ninguém escreve com o objetivo de não se fazer entender. Se todo mundo tenta ser claro, por que existem textos ruins por toda parte? A resposta tem duas camadas. A primeira é psicológica: nós temos vieses cognitivos – bugs de percepção e raciocínio – que nos tornam propensos a escrever mal. Asegunda é social: como o vizir egípcio já sabia, falar “bonito” e rebuscado é uma forma de a elite se diferenciar do povo, e esse preconceito deixou uma herança estilística.
Nem só de boas intenções, porém, nascem os textos ruins. Às vezes, eles são herméticos por escolha. Vide o Hino Nacional, já citado acima. A letra é obra de Osório Duque-Estrada, um poeta parnasiano e bacharel de Direito da USP. Ele pertencia à elite que fundou a República – e era o tipo de brasileiro que, no começo do século 20, escrevia rebuscado de propósito. Em 1907, quando mais de 70% da população brasileira era analfabeta, Osório se opôs a uma reforma ortográfica que ajudaria no ensino do português dizendo que “a corrente erudita há de reagir sempre contra o elemento popular e inconsciente e perturbador da pureza e das boas normas da linguagem”.
Diante de um histórico desses, é uma boa não depositar muitas esperanças na Lei Nacional de Linguagem Simples. Ela é um texto, não um milagre. Eliminar os vícios de linguagem do governo brasileiro exigiria uma equipe de redatores grande, caríssima e com paciência essencialmente infinita para dialogar com todos os burocratas. Porém, o simples fato de que essa norma existe é um passo na direção certa. Com algumas décadas de incentivo à boa escrita em Brasília, talvez seja possível espantar o fantasma parnasiano. E tornar o Brasil mais democrático não só na prática, mas também no discurso.
Fonte: VAIANO, Bruno. Superinteressante. 15 de maio de 2026. Página 6. Disponível em: https://www.pressreader.com/brazil/superinteressante/20260515/page/6 . Acesso em: 11 jun. 2026 [Adaptado].
Considerando que não houve cobrança de taxas administrativas ou impostos adicionais durante o período, assinale a alternativa CORRETA que apresenta a taxa mensal de juros compostos aplicada nessa operação financeira para que o valor final atingisse o montante mencionado.
A figura a seguir, ilustra o gráfico da função f(x) = ax + b, com a ≠ 0.

Assinale o valor correspondente a (25 x
)2.
Um boleto bancário no valor de R$ 2.400,00 apresenta uma cláusula contratual estabelecendo que, em casos de inadimplência, deve-se aplicar uma taxa de juros simples de 9% ao mês. O cliente efetuou o pagamento desse título com exatos 12 dias de atraso.
Considerando as normas do mês comercial(com 30 dias) para o cálculo proporcional dos juros diários, assinale a alternativa CORRETA que indica o valor total a ser desembolsado pelo cliente para a quitação integral desta dívida, incluindo o valor principal e os encargos.
Um tradutor autônomo realizou um projeto de legendagem para uma produtora audiovisual e, ao final do mês, recebeu o pagamento líquido de R$ 1.275,00. No contrato estabelecido, ficou acordado que seriam retidos na fonte os impostos obrigatórios para profissionais liberais, sendo 10% destinados à contribuição previdenciária (INSS) e 5% referentes ao Imposto Sobre Serviços (ISS).
Considerando que nenhum outro desconto foi aplicado sobre o faturamento original do serviço prestado, assinale a alternativa CORRETA que indica o valor bruto acordado entre o tradutor e a produtora
Uma distribuidora de combustíveis armazena um lote de 60.000 litros de uma mistura composta por 30% de etanol e 70% de gasolina pura. Devido a uma nova diretriz técnica de qualidade, o gestor da unidade precisa ajustar essa proporção para que o etanol represente exatamente 25% do volume total da mistura final.
Para realizar essa alteração adequando o combustível em estoque e acrescentando exclusivamente gasolina pura ao reservatório, assinale a alternativa CORRETA que indica a quantidade exata, em litros, de gasolina pura que deve ser adicionada para atingir a nova especificação exigida.
Uma equipe composta por doze jardineiros profissionais foi contratada para realizar todo o paisagismo de um novo parque municipal, estimando concluir o trabalho em exatamente vinte e cinco dias. No entanto, a prefeitura decidiu acelerar o processo e contratou mais três jardineiros com a mesma produtividade dos anteriores, totalizando quinze trabalhadores no canteiro de obras.
Supondo que todos mantenham o mesmo ritmo de trabalho constante, assinale a alternativa CORRETA que indica em quantos dias essa nova equipe completará integralmente o serviço contratado.
Durante a organização de uma festa escolar, uma coordenadora pedagógica decidiu preparar suco de uva para os alunos. Ela utilizou garrafas individuais de 300 ml para servir exatamente 60 convidados, garantindo que cada um recebesse uma unidade completamente cheia. Para registrar o consumo total de bebidas no relatório final do evento, a coordenadora precisa converter essa quantidade total para litros.
Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o volume total de suco de uva, em litros, preparado para essa celebração da festa escolar.
Considere que os elementos que compõem as sequências numéricas finitas (8; p; 4) e (15; 12; q) estabelecem entre si uma relação de proporcionalidade inversa (são duas sequências inversamente proporcionais), seguindo rigorosamente a ordem em que aparecem.
Com base nessa informação, assinale a única alternativa que apresenta CORRETAMENTE o resultado numérico final para a expressão matemática definida por p + 2q.
Em um estudo geográfico, um estudante analisa um mapa que indica a distância entre duas capitais brasileiras. Ele utiliza uma régua e verifica que a distância no papel é de exatamente 5 centímetros.
Considerando que a distância real em linha reta entre essas cidades é de 450 quilômetros, assinale a alternativa que apresenta a escala cartográfica CORRETA utilizada no mapa em questão.
• Marca P possui 15mg de vitamina C para cada 100ml;
• Marca Q apresenta 24mg de vitamina C em 120ml;
• Marca R contém 30mg de vitamina C a cada 150ml;
• Marca S dispõe de 18mg de vitamina C em 60ml;
• Marca T oferece 20mg de vitamina C a cada 80ml.
Considerando que a recomendação deve ser feita exclusivamente para o suco com a maior concentração de vitamina C por volume(em ml), qual marca deve ser selecionada?
Uma avó deseja distribuir uma quantia de R$ 18.000,00 entre seus três netos, de forma que o valor recebido por cada um seja diretamente proporcional à sua respectiva idade. Os netos possuem, hoje, 5, 7 e 8 anos de idade.
Considerando que o valor total deve ser integralmente dividido e que a regra da proporcionalidade direta deve ser rigorosamente seguida para evitar conflitos familiares, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE os valores que cada neto receberá, na ordem crescente das idades mencionadas