Questões de Concurso Para professor

Foram encontradas 89.829 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3816630 Matemática
Leonardo possui uma quantidade N de livros maior do que 60 e menor do que 70. Se os N livros fossem agrupados de 4 em 4 sobrariam três. Se houvesse um livro a mais, eles poderiam ser agrupados de 8 em 8 sem que sobrasse qualquer livro. 
A soma dos algarismos de N é: 
Alternativas
Q3816629 Física
O nordeste brasileiro é uma região de grande potencial eólico, por isso forma-se parques eólicos com uma certa quantidade de turbinas eólicas para que cada uma gere uma determinada quantidade de energia. Por exemplo a potência produzida por uma turbina eólica depende da velocidade do vento. Então, para uma turbina eólica de pás com comprimento de 4 metros, a potência P produzida é calculada por:
P (v) = 14,1∙v
Onde P é medido em watts [W] e v é a velocidade do vento em [m/s].
Assim, para um parque eólico com 4 turbinas eólicas, com essas mesmas características e assumindo uma velocidade do vento sempre constante em 8 [m/s], qual será a energia produzida em kW (kilowatts)?
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3816628 Redação Oficial
Assinale a alternativa que apresenta uma característica necessária e recomendável para a redação técnica oficial.
Alternativas
Q3816627 Português

                                                                       Imagem associada para resolução da questão


BECK, Alexandre. Armandinho. Disponível em <https://i.pinimg.com/736x/f5/bf/08/f5bf08846febf68bf00bc23543140f0b.jpg>.



No último quadrinho acima, as formas verbais destacadas em “Você pode levar meu gibi da Mônica! Mas tem que devolver!”, nessa mesma ordem, expressam os sentidos de: 

Alternativas
Q3816625 Português
Assinale a alternativa cuja colocação do pronome destacado na sentença se encontra de acordo com a norma-padrão. 
Alternativas
Q3816624 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada indica uma circunstância da ação expressa pelo verbo. 
Alternativas
Q3816623 Português

“A literatura, como toda a arte, é uma confissão de que a vida não basta.” (Fernando Pessoa) 


Assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem sob a qual se apresenta a palavra destacada no pensamento acima. 

Alternativas
Q3816622 Português
Assinale a alternativa em que a palavra “chão” está sendo empregada em sentido próprio, denotativo. 
Alternativas
Q3816621 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade


    Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.  


    É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?


    Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.


    A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.


    É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.


    Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.


    Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...) 


GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

“Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.” 


A palavra destacada no trecho acima remete ao sentido de algo que: 

Alternativas
Q3816620 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade


    Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.  


    É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?


    Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.


    A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.


    É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.


    Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.


    Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...) 


GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

“A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade.” 


Assinale a alternativa que apresenta o sentido expresso pela locução destacada no trecho acima e o termo que substitui adequadamente essa locução. 

Alternativas
Q3816619 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Dinheiro não traz felicidade


    Será totalmente verdadeiro este dito popular? Será que o dinheiro é de todo ruim e não pode nos proporcionar relativa felicidade? Este é um assunto que tem dois lados da moeda.  


    É tudo uma questão de ponto de vista. Não sejamos hipócritas em dizer que o dinheiro não compra uma boa parcela de felicidade. Quem de nós não se sente feliz em poder pagar um bom plano de saúde? Morar com dignidade, ou proporcionar uma boa educação para os filhos?


    Eu poderia citar milhares de felicidades que o dinheiro pode comprar e ainda seria pouco. A questão é qual será a nossa relação com o dinheiro para que ele nos proporcione genuína felicidade. Tudo é uma questão de caráter, sabedoria e preparo de quem o possui – e mais sabedoria ainda para aqueles que não o possuem; aqui a criatividade é fundamental.


    A frase correta deveria ser: “dinheiro não é garantia de felicidade, mas... sem ele também não”.


    É verdade que existem pessoas que se sentem felizes mesmo em extrema pobreza: isso já rendeu até matéria para o Globo Repórter. São pessoas que sentem uma felicidade interior na qual nem elas souberam explicar a razão. Mas, um detalhe ficou evidente: são pessoas dotadas de fé e esperança de dias melhores.


    Uma coisa ninguém pode negar: todo mundo quer ser feliz, com ou sem dinheiro. Nem bem começamos a dar os primeiros passos e já começa a largada sem freio em busca da tal felicidade.


    Outro dia recebi um e-mail que tratava justamente deste assunto: a busca pela felicidade. E no final arrematava com a seguinte frase: “Não tenhas medo de abrir tuas cortinas e verás flores e borboletas na transparência de um novo dia...”. Lindo, não é mesmo?.. Sim, mas não pude evitar um pensamento naqueles que moram em favelas e becos, que, ao abrirem suas cortinas (se é que têm uma!), verão apenas esgoto a céu aberto, e não flores e borboletas. (...) 


GALACCI, Sueli. Dinheiro não traz felicidade. Crônicas & agudas. Disponível em  <https://cronicasiagudas.blogspot.com/2010/07/dinheiro-nao-traz-felicidade.html>.

A autora do texto “Dinheiro não traz felicidade” defende a ideia de que: 
Alternativas
Q3815748 História e Geografia de Estados e Municípios
A dinâmica da imigração europeia no Sul do Brasil esteve associada a transformações econômicas, jurídicas e territoriais que estimularam o deslocamento interno de populações já estabelecidas. A consolidação de núcleos coloniais iniciais provocou mudanças na ocupação do solo, na organização produtiva e nas relações culturais regionais. A escassez de terras disponíveis e o esgotamento dos incentivos oficiais impulsionaram novos movimentos migratórios, direcionando grupos para áreas ainda pouco exploradas. Esse processo foi fundamental para a formação de comunidades no Oeste de Santa Catarina, entre elas o atual município de Itapiranga/SC. Considerando esse contexto histórico, qual fator explica diretamente o deslocamento de colonos para a região onde se desenvolveu Itapiranga/SC?
Alternativas
Q3815747 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
A Lei Orgânica de Itapiranga/SC descreve que constituir, finalmente, uma Comunidade livre, justa, solidária, desenvolvida é uma das competências do município e que, para tal finalidade, é preciso, entre outros:

"conceder auxílio financeiro, nos limites estabelecidos na Lei de Diretrizes Orçamentárias anual, a __________, desde que declaradas de utilidade pública por lei deste Município ou por lei estadual e que tenham sede e foro jurídico neste Município."

Qual das alternativas abaixo completa corretamente o texto acima?
Alternativas
Q3815746 Atualidades
A 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) representou um marco importante no regime climático internacional, ao reafirmar compromissos e indicar novos rumos para a ação climática global. Considerando esse contexto, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3815745 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Dose



Dois anos, quase três, e a memória insiste em voltar quando mais tento enterrá-la. Ela desperta logo cedo, nos gestos automáticos da manhã, até que um som familiar reabre a ferida quase cicatrizada. O "bom dia" ritmado da padaria, marcado por um sotaque conhecido, desencadeia outros sinais e faz tudo desaguar.



No ônibus lotado, os cumprimentos se acumulam: do motorista, do cobrador, das senhoras a caminho da igreja. Ainda é cedo, seis da manhã, Estação Vila União. Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve.



Quando o som some, resta o silêncio misturado de "oxe" e "mano", a bandeira do Sport na janela, a jaca na budega. O homem também migrou, como nós. Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.



QUEIROZ, Danilo Roberto Silva. Uma dose. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. Número 4. São Paulo: ECA-USP, 2024. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 15 dez. 2025.


Observe o trecho do texto:


Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.


Considerando o uso dos sinais de pontuação, a regência verbal implícita e o uso da crase, assinale a alternativa que apresenta a análise correta dos recursos linguísticos empregados no trecho.


Alternativas
Q3815744 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Dose



Dois anos, quase três, e a memória insiste em voltar quando mais tento enterrá-la. Ela desperta logo cedo, nos gestos automáticos da manhã, até que um som familiar reabre a ferida quase cicatrizada. O "bom dia" ritmado da padaria, marcado por um sotaque conhecido, desencadeia outros sinais e faz tudo desaguar.



No ônibus lotado, os cumprimentos se acumulam: do motorista, do cobrador, das senhoras a caminho da igreja. Ainda é cedo, seis da manhã, Estação Vila União. Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve.



Quando o som some, resta o silêncio misturado de "oxe" e "mano", a bandeira do Sport na janela, a jaca na budega. O homem também migrou, como nós. Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.



QUEIROZ, Danilo Roberto Silva. Uma dose. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. Número 4. São Paulo: ECA-USP, 2024. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 15 dez. 2025.


A partir da leitura atenta do texto "Uma Dose", é possível observar uma estrutura narrativa que, embora breve, articula diferentes níveis de temporalidade e espacialidade, evocando sensações, memórias e elementos da cultura regional brasileira. Considerando os mecanismos discursivos empregados, os efeitos de sentido gerados e os recursos linguístico-textuais utilizados, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada ao funcionamento dos elementos implícitos e à lógica interna do texto.
Alternativas
Q3815743 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Uma Dose



Dois anos, quase três, e a memória insiste em voltar quando mais tento enterrá-la. Ela desperta logo cedo, nos gestos automáticos da manhã, até que um som familiar reabre a ferida quase cicatrizada. O "bom dia" ritmado da padaria, marcado por um sotaque conhecido, desencadeia outros sinais e faz tudo desaguar.



No ônibus lotado, os cumprimentos se acumulam: do motorista, do cobrador, das senhoras a caminho da igreja. Ainda é cedo, seis da manhã, Estação Vila União. Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve.



Quando o som some, resta o silêncio misturado de "oxe" e "mano", a bandeira do Sport na janela, a jaca na budega. O homem também migrou, como nós. Fica a saudade das viagens, das cantorias no carro, do "vai Safadão" ecoando rumo à praia, com a prima.



QUEIROZ, Danilo Roberto Silva. Uma dose. In: MALULY, Luciano Victor Barros et al. (org.). Crônicas para ler e ouvir [recurso eletrônico]. Número 4. São Paulo: ECA-USP, 2024. Disponível em: https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/1 379/1256/4887 . Acesso em: 15 dez. 2025.


Considere o trecho extraído do texto "Uma Dose":


"Ali, quem nos recebe diariamente é a música que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza, capaz de lavar lembranças e aliviar a saudade que nem a chamada de vídeo resolve."


Sobre a colocação do pronome oblíquo átono em "quem nos recebe" e sobre a oração "que sai da velha caixinha de som do funcionário da limpeza", assinale a alternativa correta.


Alternativas
Q3815742 Pedagogia
Ao longo da história, a surdez foi compreendida, predominantemente, sob a ótica médica e reabilitadora, sendo o sujeito surdo visto como alguém a ser "corrigido" por meio da aquisição da linguagem oral. Esse paradigma patologizante, centrado na deficiência, ignorava os modos próprios de existência, produção de sentido e pertencimento cultural da pessoa surda. Em contraposição, a perspectiva socioantropológica introduzida a partir da década de 1980 trouxe uma ruptura epistêmica, ao deslocar o foco do déficit para a diferença, reconhecendo a surdez como constitutiva de uma identidade linguística e cultural específica.

Diante desse novo olhar, avalia-se que:
Alternativas
Q3815741 Pedagogia
As práticas escolares contemporâneas demandam competências que transcendam o domínio didático-metodológico, convocando o educador a atuar em contextos marcados por tensões relacionais, pluralidade de sentidos e regimes éticos em disputa. Nessa tessitura, as relações interpessoais e socioemocionais não constituem aspectos periféricos da ação docente, mas atravessam o ethos profissional, exigindo articulação entre sensibilidade crítica, escuta qualificada e responsabilidade coletiva. Considerando tal contexto, pode-se afirmar que:
Alternativas
Respostas
15181: A
15182: D
15183: E
15184: C
15185: D
15186: B
15187: A
15188: C
15189: B
15190: D
15191: E
15192: A
15193: D
15194: D
15195: A
15196: D
15197: D
15198: A
15199: C
15200: B