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Considere a palavra ASSARÉ. Ela possui 6 letras, sendo que a letra A aparece 2 vezes, a letra S aparece 2 vezes, e as letras R e E aparecem 1 vez cada.
Assinale a alternativa INCORRETA.
Em um sistema de monitoramento na cidade de Assaré, vale a seguinte regra:
“Sempre que o servidor estiver online e o backup
terminar com sucesso, então um alerta é enviado para a
equipe.”
Assinale a alternativa que expressa corretamente a negação dessa regra.
Considere as proposições P, Q e a sentença lógica
P → Q ∧ ¬ Q.
Complete a tabela-verdade e assinale a alternativa que contém a sequência correta de valores lógicos (V/F) da expressão
E = P→ Q ∧ ¬ Q
nas linhas 1 a 4, na ordem indicada.

“Fundada em 2010, a ZPE Ceará presta serviços às empresas instaladas na área da zona franca e promove instalações, estrutura e equipamentos necessários às atividades das autoridades aduaneiras. Parte do Complexo do Pecém, formado também pelo Porto do Pecém e por uma área industrial, a ZPE Ceará tem se consolidado como um importante instrumento de promoção do crescimento e consolidação da economia do Ceará e do Brasil em consonância com as melhores práticas internacionais. Com 6.182 hectares de área para investimentos, a ZPE Ceará iniciou sua produção em 2016 e já movimentou mais de 85 milhões de toneladas de cargas em sua história.”
(ZPE, s/d. Disponível em: https://zpeceara.com.br/zpe-ceara/)
O texto acima faz referência à Zona de Processamento de Exportações do Ceará (ZPE Ceará). A referida ZPE fica localizada no município cearense de:
Disponível em https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/2020-servulo-esmeraldo).
Uma das obras do artista cratense Sérvulo Esmeraldo está exposta no Bairro Seminário (Encosta do Seminário), no município do Crato-Ce. Em 2021, ela foi recuperada. O nome correto desta obra é:
O Brasil é uma República Federativa, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constituindo-se em Estado Democrático de Direito. A República Federativa do Brasil tem como fundamentos, exceto:
Poltrona sete
Desci para a plataforma de embarque. Vi o ônibus. Entrei.
Tudo era fim de tarde naquele universo de sol morrendo aos poucos. Poltrona sete. Sentei. O sol queria permanecer um pouco mais. A vida inteira cabia naquele espaço tão fechado quanto o tempo em meu rosto insone.
Aventurei um riso — me frustrei. Levantei as pernas em abraço de feto na barriga de uma mãe ausente — entristeci. O sol escureceu meus olhos — angustiei. Iria para sempre. Passei a mão no rosto. Iria para sempre. A boca amarga. Iria para sempre. Enquanto me perdia em solidão e caos, olhei pela janela.
Na rodoviária, com o sol se pondo, vi o amor se materializar na figura de dois rapazes.
De frente um para o outro, como se quisessem adiar a despedida, eles se abraçaram. Um era anêmico pela própria natureza — os cabelos escuros caíam nos olhos. O outro era sério — olhava perdido para o mundo e trazia nos ombros a letargia do domingo à tarde.
O sol espalhava prenúncios de adeus.
Com o transporte às vésperas de sair, o amor se fez carne e habitou entre nós. Eles se beijaram. Tanta ternura se deu no beijo, tanto amor concretizado se fez no gesto, mas o ódio, intolerante, resolveu puni-los.
O velho ao lado dele saiu com nojo. O menino que olhava foi repreendido pela mãe. O atendente da lanchonete riu. A mulher que limpava o local, estarrecida, cessou a vassoura. A moça com Frida Kahlo na blusa fez esforço para agir naturalmente. O homem ao lado dela conferiu o relógio e virou-se. A freira de hábito irrepreensível fez o sinal da cruz.
O desconforto passeou pela rodoviária, mas o amor, indiferente, dançou no espelho dos olhares perplexos. Quando o amor dança, o ódio não consegue prendê-lo com seus grilhões enferrujados.
Depois um se arrastou para o ônibus e o outro paralisou na plataforma. Sob vigília, eles sentiram o sol se tornar áspero. Irmãos de muitas lutas, não saberiam lidar com a distância que lhes queria perfurar os corações exangues.
O que se foi baixou os olhos. O que ficou conteve o choro. Nuvem não segura tempestade que teima em descer. Aos poucos, o que era lágrimas se fez soerguer do corpo.
Uns riam, outros estranhavam. Uns diziam que era o fim do mundo, outros reprovavam em silêncio.
O amor tem duas margens e um rio que lhe atravessa.
Eu contemplava a cena em silêncio. Não se pode dizer muito quando o amor derrama ausências. A distância cria ciladas.
Aonde iria um? Aonde iria o outro?
A rodoviária era pequena para o amor de dois homens em estado de lágrimas. O sol vestiu ausência, a lua solidão.
Eu flagrava a cena em silêncio, mas...
Sofri pancada no rosto ou pressenti o transporte em prenúncios de partida?
Saindo da rodoviária, constatei que um dos rapazes em despedida era eu. A escuridão engoliu meu corpo. Fiquei aos gritos. Ninguém me ouviu da sepultura. Elza Soares cantou Lírio Rosa. Apaguei os olhos para não ver pela janela.
Desejei dizer que... Minha boca tentou, mas... Meu corpo queria, só que... Não pude fugir, apesar de... Na poltrona, fui afixado por milhões de pregos.
E fui embora, doendo sempre nos solavancos do ter-que-ir-para-nunca-mais.
(Cardoso, Emerson. O baile das assimetrias. “Poltrona sete”. São Paulo: OIA, 2002.)
O sol espalhava prenúncios de adeus. É acentuada pela mesma regra da palavra grifada:
Poltrona sete
Desci para a plataforma de embarque. Vi o ônibus. Entrei.
Tudo era fim de tarde naquele universo de sol morrendo aos poucos. Poltrona sete. Sentei. O sol queria permanecer um pouco mais. A vida inteira cabia naquele espaço tão fechado quanto o tempo em meu rosto insone.
Aventurei um riso — me frustrei. Levantei as pernas em abraço de feto na barriga de uma mãe ausente — entristeci. O sol escureceu meus olhos — angustiei. Iria para sempre. Passei a mão no rosto. Iria para sempre. A boca amarga. Iria para sempre. Enquanto me perdia em solidão e caos, olhei pela janela.
Na rodoviária, com o sol se pondo, vi o amor se materializar na figura de dois rapazes.
De frente um para o outro, como se quisessem adiar a despedida, eles se abraçaram. Um era anêmico pela própria natureza — os cabelos escuros caíam nos olhos. O outro era sério — olhava perdido para o mundo e trazia nos ombros a letargia do domingo à tarde.
O sol espalhava prenúncios de adeus.
Com o transporte às vésperas de sair, o amor se fez carne e habitou entre nós. Eles se beijaram. Tanta ternura se deu no beijo, tanto amor concretizado se fez no gesto, mas o ódio, intolerante, resolveu puni-los.
O velho ao lado dele saiu com nojo. O menino que olhava foi repreendido pela mãe. O atendente da lanchonete riu. A mulher que limpava o local, estarrecida, cessou a vassoura. A moça com Frida Kahlo na blusa fez esforço para agir naturalmente. O homem ao lado dela conferiu o relógio e virou-se. A freira de hábito irrepreensível fez o sinal da cruz.
O desconforto passeou pela rodoviária, mas o amor, indiferente, dançou no espelho dos olhares perplexos. Quando o amor dança, o ódio não consegue prendê-lo com seus grilhões enferrujados.
Depois um se arrastou para o ônibus e o outro paralisou na plataforma. Sob vigília, eles sentiram o sol se tornar áspero. Irmãos de muitas lutas, não saberiam lidar com a distância que lhes queria perfurar os corações exangues.
O que se foi baixou os olhos. O que ficou conteve o choro. Nuvem não segura tempestade que teima em descer. Aos poucos, o que era lágrimas se fez soerguer do corpo.
Uns riam, outros estranhavam. Uns diziam que era o fim do mundo, outros reprovavam em silêncio.
O amor tem duas margens e um rio que lhe atravessa.
Eu contemplava a cena em silêncio. Não se pode dizer muito quando o amor derrama ausências. A distância cria ciladas.
Aonde iria um? Aonde iria o outro?
A rodoviária era pequena para o amor de dois homens em estado de lágrimas. O sol vestiu ausência, a lua solidão.
Eu flagrava a cena em silêncio, mas...
Sofri pancada no rosto ou pressenti o transporte em prenúncios de partida?
Saindo da rodoviária, constatei que um dos rapazes em despedida era eu. A escuridão engoliu meu corpo. Fiquei aos gritos. Ninguém me ouviu da sepultura. Elza Soares cantou Lírio Rosa. Apaguei os olhos para não ver pela janela.
Desejei dizer que... Minha boca tentou, mas... Meu corpo queria, só que... Não pude fugir, apesar de... Na poltrona, fui afixado por milhões de pregos.
E fui embora, doendo sempre nos solavancos do ter-que-ir-para-nunca-mais.
(Cardoso, Emerson. O baile das assimetrias. “Poltrona sete”. São Paulo: OIA, 2002.)
Com o transporte às vésperas de sair. Há uma regra clara que justifica a utilização do acento grave (crase). Dadas as alternativas, marque a que não se aplica à mesma regra:
O mapa e o texto a seguir referem-se a um bioma brasileiro.

Disponível em: https://www.opresente.com.br/brasil/ibge-lanca-mapa-com-biomas-brasileiros/. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado
O bioma ocupa uma área de 176,5 mil Km2 . É caracterizado por clima chuvoso, sem período seco, com médias de 18 o C, mas com temperaturas negativas no inverno, que influenciam a vegetação. Esse bioma faz limite com o Bioma Mata Atlântica e é formado por quatro conjuntos principais de vegetação de campos, compostas por ervas e arbustos. Em toda a área de abrangência desse bioma, a atividade humana propiciou uma uniformização da cobertura vegetal que de um modo geral é usada como pastagem natural ou ocupada com atividades agrícolas principalmente o cultivo de arroz, além da pecuária.
Disponível em: https://geoftp.ibge.gov.br/informacoes_ambientais/estudos_ambientais/biomas/documentos/Sintese_Descricao_Biomas. pdf. Acesso em: 15 jan. 2026. Adaptado.
Tomando-se por base as informações do texto e o mapa, esse bioma brasileiro situa-se no domínio do tipo climático
O texto a seguir discorre sobre a Amazônia.
A Amazônia nunca foi homogênea, submetida a um rápido processo de destruição/construção, também se fragmenta em unidades sub-regionais constituídas por novas sociedades locais. Uma dessas unidades sub-regionais tem como núcleo o sul do Pará, situada estrategicamente no contato entre os centros dinâmicos do Centro-Sul e a bacia de mão de obra do Nordeste, tendo sido a primeira área a ser povoada na expansão recente da fronteira, cujo eixo de penetração foi a rodovia Belém-Brasília. A economia sub-regional se baseia na produção de madeira e arroz, criação de bovinos, além de contar com grandes projetos minerais.
BECKER, B. Amazônia. São Paulo: Ática, 1990. p.100-101. Adaptado.
Com base no texto, verifica-se que a unidade sub-regional mencionada é a
Considere os textos a seguir.
Texto 1
Em outras palavras, diríamos que a geografia é o campo de estudos que interpreta as razões pelas quais as coisas diversas estão situadas em posições diferentes ou porque as situações espaciais diversas podem explicar qualidades diferentes de objetos, coisas, pessoas e fenômenos. Trata-se de uma forma de construir questões, ou seja, a curiosidade de saber em que medida o sistema de localização pode ser um elemento explicativo.
GOMES, Paulo Cesar da Costa. Quadros geográficos: Uma forma de ver, uma forma de pensar. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. 20, 2017.
Texto 2
Para fazer a leitura do mundo em que vivem, com base nas aprendizagens em Geografia, os alunos precisam ser estimulados a pensar espacialmente, desenvolvendo o raciocínio geográfico. O pensamento espacial está associado ao desenvolvimento intelectual que integra conhecimentos não somente da Geografia, mas também de outras áreas.
BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: Ministério da Educação, 2018. p. 359. Disponível em: https://basenacionalcomum.mec. gov.br/ . Acesso em: 11 out. 2025.
O Geógrafo Paulo César Gomes sugere que devemos entender a Geografia para além do campo disciplinar, isto é, desenvolver uma forma de ver e pensar geograficamente. A Base Nacional Comum Curricular – BNCC reforça a ideia de que o raciocínio geográfico, uma maneira de exercitar o pensamento espacial, aplica determinados princípios para compreender aspectos fundamentais da realidade.
Dentre os princípios do raciocínio geográfico na Base Nacional Comum Curricular – BNCC, a posição particular de um objeto geográfico na superfície terrestre, definida por um sistema de coordenadas geográficas ou expressa por meio de relações espaciais topológicas ou por interações espaciais, é definida como
Considere o mapa a seguir.
GEOGRAFIA DO FLUXO DE MERCADORIAS ATRAVÉS DO CANAL DO PANAMÁ, 2023

Disponível em: https://bibnum.sciencespo.fr/files/original/f2d7d68b65670c9f2d3221abbdc7eb2ed62656 ea.jpg. Acesso em: 6 jan. 2026. Adaptado
Considerando-se o mapa, o Canal do Panamá para o comércio mundial e o interesse geopolítico, em uma perspectiva histórica e atual,
A partir da leitura desse samba-enredo, verifica-se que a exclusão socioespacial da população afrobrasileira
Disponível em: https://earth.google.com/web/search/ponta+da+alcaíra+arraial+do+cabo/@-22.92670618,-42.22569529,6.94536197a,216
56.829918d,35y,49.95022583h,60.09211558t,-0r/data=CmsaPRI3CiMweDk3MTkzYjEwZDdjN2E5OjB4NjVhYmM4NTVjZDQ2MDM5MCoQU
G9udGEgZGEgQWNhw61yYRgBIAEiJgokCfiGRTNqqjhAEfiGRTNqqjjAGVrb54afbEpAIYeNhXZHU0vAQgIIAToDCgEwQgIIAEoNCP___________
wEQAA . Acesso em: 11 jan. 2026. Adaptado. A feição geomorfológica costeira representada nessa imagem de satélite é classificada como
Considere o texto a seguir.
A ciência atual é, assim, um produto da universalidade. Nos primórdios a ciência é um produto das necessidades práticas da vida. O cotidiano se resolve nas práticas espaciais. As práticas espaciais se traduzem em saberes espaciais. E a generalização supralocal leva as práticas e saberes espaciais — atividades de caráter geograficamente localizado — a se transformar na ciência geográfica. É assim que historicamente nasce em tese a Geografia.
MOREIRA, Ruy. O discurso do Avesso: para a crítica da geografia que se ensina. São Paulo: Contexto, 2014, p. 90. Adaptado.
À luz desse texto, historicamente, a função da Geografia científica, posteriormente apropriada pela Geografia escolar, caracterizou-se fundamentalmente por
Os gráficos a seguir representam a área colhida (em %) de soja em grão nos anos de 2006 e 2017.

BRASIL. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Censo Agropecuário 2017. Rio de janeiro: IBGE, 2022. Adaptado
Diante desse cenário, a região com maior crescimento relativo da área colhida de soja em grão foi a região
Considere a charge a seguir.

Disponível em: https://www.acaricatura.com.br/copia-publicacoes-a?lightbox=dataltem-k8j8u0ab1. Acesso em: 27 jan. 2026.Adaptado.
A charge sinaliza o processo de precarização do trabalho no Brasil contemporâneo, que se manifesta, de forma estrutural, sobretudo pela
O processo de urbanização, intensificado a partir da segunda metade do século XX, ocorreu de maneira acelerada, resultando no fato de que mais da metade da população mundial passou a viver em áreas urbanas. Segundo projeções da Organização das Nações Unidas (ONU), essa tendência deverá se manter, com o crescimento contínuo do número de cidades com mais de 10 milhões de habitantes nas próximas décadas. O gráfico a seguir ilustra os aglomerados urbanos mais populosos no ano de 2020.

Disponível em: https://population.un.org/wup/assets/WUP2018-Report.pdf. Acesso em: 10 jan. 2026. Adaptado.
Em termos absolutos, cidades como Tóquio, Xangai, Déli, Nova Iorque, São Paulo e Cidade do México são classificadas como