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Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934973 Pedagogia
O Projeto Político-Pedagógico (PPP) é considerado o principal instrumento de autonomia da escola. Do ponto de vista pedagógico, o PPP tem como finalidade: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934972 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva prevê que o Atendimento Educacional Especializado (AEE) deve disponibilizar recursos e serviços para a plena participação dos alunos. Sobre o AEE, é correto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934971 Pedagogia
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA - Lei nº 8.069/90), no artigo 54, detalha o dever do Estado com a educação. É dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente, especificamente na etapa da Educação Infantil: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934970 Pedagogia
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96), o artigo 12 estabelece as incumbências das instituições de ensino. Assinale a alternativa que descreve corretamente uma dessas obrigações:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934969 Direito Constitucional
A Constituição Federal de 1988, em seu Título I, estabelece os princípios que regem a República Federativa do Brasil em suas relações internacionais. Assinale a alternativa que apresenta um desses princípios: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934968 Português
Relacione as figuras de linguagem da Coluna I com as frases da Coluna II.

COLUNA I
1.Personificação
2.Hipérbole
3.Catacrese
4.Metáfora
5.Metonímia


COLUNA II
(  ) "Li Clarice Lispector a tarde inteira."
(  ) "A esperança sorria para os novos educadores."
(  ) "A educação é o farol que ilumina o futuro."
(  ) "Estou morrendo de cansaço após a jornada escolar."
(  ) "O pé da página estava rasgado."

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934967 Português
Assinale a alternativa em que o uso da vírgula está empregado de forma CORRETA
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934966 Português
Analise as frases a seguir e classifique a transitividade dos verbos destacados:
I. Obedecemos às normas do regimento escolar.
II. O diretor informou a mudança aos pais.
III. O sol nasceu radiante nesta manhã.
IV. Encontramos a solução do problema pedagógico.
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta da transitividade verbal, na ordem em que os verbos aparecem:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934965 Português
Assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo de crase está empregado de forma INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934964 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente, de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934963 Português

Leia o texto a seguir e responda à questão.



A Escola como Espaço de Tecituras Éticas


A democratização do ensino, para além da garantia do acesso físico aos bancos escolares, pressupõe uma reconfiguração profunda na arquitetura das relações pedagógicas. Não basta que o estudante ocupe uma cadeira; é imperativo que ele ocupe o lugar de sujeito no processo de construção do conhecimento. Nesse prisma, a escola contemporânea é convocada a abandonar o modelo de "transmissão bancária", onde o saber é depositado em mentes passivas, para se assumir como um organismo vivo, pautado pelo diálogo e pela pluralidade de vozes que compõem o tecido social.


Nesse contexto, a figura do docente transita da autoridade autocrática para a liderança mediadora. Esse movimento não implica a renúncia ao rigor ou ao domínio dos conteúdos, mas sim a compreensão de que o aprendizado é uma tecitura coletiva. Ao validar a bagagem cultural do aluno, o professor não está "facilitando" o currículo no sentido de empobê-lo, mas sim ancorando os conceitos científicos em realidades palpáveis. É nessa zona de intersecção entre o saber acadêmico e a vivência comunitária que a educação ganha sentido e potência transformadora.


Entretanto, a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática esbarra em atavismos estruturais que ainda assombram o cotidiano escolar. O burocratismo excessivo e a fragmentação do trabalho pedagógico muitas vezes sufocam a criatividade e a autonomia. Superar tais obstáculos exige mais do que diretrizes legais; requer um compromisso ético de todos os atores envolvidos — gestores, professores, pais e alunos — no sentido de transformar a escola em um laboratório de cidadania, onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento.


Por fim, cabe ressaltar que a educação do século XXI não pode se esquivar do debate sobre a inclusão e a diversidade. Uma escola que não se reconhece na diferença é uma instituição fadada ao anacronismo. Acolher a pluralidade não é um ato de benevolência, mas uma exigência da justiça social e um pressuposto para a excelência acadêmica. Somente através de uma prática docente reflexiva e humanizada será possível forjar cidadãos capazes de navegar em um mundo complexo, marcado por mudanças vertiginosas e pela necessidade constante de reinvenção.



No trecho "...onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento", a palavra destacada pode ser substituída, sem perda de sentido, por:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934962 Pedagogia

Leia o texto a seguir e responda à questão.



A Escola como Espaço de Tecituras Éticas


A democratização do ensino, para além da garantia do acesso físico aos bancos escolares, pressupõe uma reconfiguração profunda na arquitetura das relações pedagógicas. Não basta que o estudante ocupe uma cadeira; é imperativo que ele ocupe o lugar de sujeito no processo de construção do conhecimento. Nesse prisma, a escola contemporânea é convocada a abandonar o modelo de "transmissão bancária", onde o saber é depositado em mentes passivas, para se assumir como um organismo vivo, pautado pelo diálogo e pela pluralidade de vozes que compõem o tecido social.


Nesse contexto, a figura do docente transita da autoridade autocrática para a liderança mediadora. Esse movimento não implica a renúncia ao rigor ou ao domínio dos conteúdos, mas sim a compreensão de que o aprendizado é uma tecitura coletiva. Ao validar a bagagem cultural do aluno, o professor não está "facilitando" o currículo no sentido de empobê-lo, mas sim ancorando os conceitos científicos em realidades palpáveis. É nessa zona de intersecção entre o saber acadêmico e a vivência comunitária que a educação ganha sentido e potência transformadora.


Entretanto, a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática esbarra em atavismos estruturais que ainda assombram o cotidiano escolar. O burocratismo excessivo e a fragmentação do trabalho pedagógico muitas vezes sufocam a criatividade e a autonomia. Superar tais obstáculos exige mais do que diretrizes legais; requer um compromisso ético de todos os atores envolvidos — gestores, professores, pais e alunos — no sentido de transformar a escola em um laboratório de cidadania, onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento.


Por fim, cabe ressaltar que a educação do século XXI não pode se esquivar do debate sobre a inclusão e a diversidade. Uma escola que não se reconhece na diferença é uma instituição fadada ao anacronismo. Acolher a pluralidade não é um ato de benevolência, mas uma exigência da justiça social e um pressuposto para a excelência acadêmica. Somente através de uma prática docente reflexiva e humanizada será possível forjar cidadãos capazes de navegar em um mundo complexo, marcado por mudanças vertiginosas e pela necessidade constante de reinvenção.



A partir de uma análise aprofundada das proposições contidas no último parágrafo do texto, que aborda os desafios da educação no século XXI e a necessidade de acolher a pluralidade, é correto inferir que, para o autor, o conceito de "excelência acadêmica": 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934961 Pedagogia

Leia o texto a seguir e responda à questão.



A Escola como Espaço de Tecituras Éticas


A democratização do ensino, para além da garantia do acesso físico aos bancos escolares, pressupõe uma reconfiguração profunda na arquitetura das relações pedagógicas. Não basta que o estudante ocupe uma cadeira; é imperativo que ele ocupe o lugar de sujeito no processo de construção do conhecimento. Nesse prisma, a escola contemporânea é convocada a abandonar o modelo de "transmissão bancária", onde o saber é depositado em mentes passivas, para se assumir como um organismo vivo, pautado pelo diálogo e pela pluralidade de vozes que compõem o tecido social.


Nesse contexto, a figura do docente transita da autoridade autocrática para a liderança mediadora. Esse movimento não implica a renúncia ao rigor ou ao domínio dos conteúdos, mas sim a compreensão de que o aprendizado é uma tecitura coletiva. Ao validar a bagagem cultural do aluno, o professor não está "facilitando" o currículo no sentido de empobê-lo, mas sim ancorando os conceitos científicos em realidades palpáveis. É nessa zona de intersecção entre o saber acadêmico e a vivência comunitária que a educação ganha sentido e potência transformadora.


Entretanto, a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática esbarra em atavismos estruturais que ainda assombram o cotidiano escolar. O burocratismo excessivo e a fragmentação do trabalho pedagógico muitas vezes sufocam a criatividade e a autonomia. Superar tais obstáculos exige mais do que diretrizes legais; requer um compromisso ético de todos os atores envolvidos — gestores, professores, pais e alunos — no sentido de transformar a escola em um laboratório de cidadania, onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento.


Por fim, cabe ressaltar que a educação do século XXI não pode se esquivar do debate sobre a inclusão e a diversidade. Uma escola que não se reconhece na diferença é uma instituição fadada ao anacronismo. Acolher a pluralidade não é um ato de benevolência, mas uma exigência da justiça social e um pressuposto para a excelência acadêmica. Somente através de uma prática docente reflexiva e humanizada será possível forjar cidadãos capazes de navegar em um mundo complexo, marcado por mudanças vertiginosas e pela necessidade constante de reinvenção.



Ao tratar da relação entre o "saber acadêmico" e a "bagagem cultural" do aluno no segundo parágrafo, o autor defende uma perspectiva pedagógica na qual a validação das experiências prévias dos estudantes:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934960 Pedagogia

Leia o texto a seguir e responda à questão.



A Escola como Espaço de Tecituras Éticas


A democratização do ensino, para além da garantia do acesso físico aos bancos escolares, pressupõe uma reconfiguração profunda na arquitetura das relações pedagógicas. Não basta que o estudante ocupe uma cadeira; é imperativo que ele ocupe o lugar de sujeito no processo de construção do conhecimento. Nesse prisma, a escola contemporânea é convocada a abandonar o modelo de "transmissão bancária", onde o saber é depositado em mentes passivas, para se assumir como um organismo vivo, pautado pelo diálogo e pela pluralidade de vozes que compõem o tecido social.


Nesse contexto, a figura do docente transita da autoridade autocrática para a liderança mediadora. Esse movimento não implica a renúncia ao rigor ou ao domínio dos conteúdos, mas sim a compreensão de que o aprendizado é uma tecitura coletiva. Ao validar a bagagem cultural do aluno, o professor não está "facilitando" o currículo no sentido de empobê-lo, mas sim ancorando os conceitos científicos em realidades palpáveis. É nessa zona de intersecção entre o saber acadêmico e a vivência comunitária que a educação ganha sentido e potência transformadora.


Entretanto, a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática esbarra em atavismos estruturais que ainda assombram o cotidiano escolar. O burocratismo excessivo e a fragmentação do trabalho pedagógico muitas vezes sufocam a criatividade e a autonomia. Superar tais obstáculos exige mais do que diretrizes legais; requer um compromisso ético de todos os atores envolvidos — gestores, professores, pais e alunos — no sentido de transformar a escola em um laboratório de cidadania, onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento.


Por fim, cabe ressaltar que a educação do século XXI não pode se esquivar do debate sobre a inclusão e a diversidade. Uma escola que não se reconhece na diferença é uma instituição fadada ao anacronismo. Acolher a pluralidade não é um ato de benevolência, mas uma exigência da justiça social e um pressuposto para a excelência acadêmica. Somente através de uma prática docente reflexiva e humanizada será possível forjar cidadãos capazes de navegar em um mundo complexo, marcado por mudanças vertiginosas e pela necessidade constante de reinvenção.



No terceiro parágrafo, ao discutir os entraves para a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática e participativa no cotidiano escolar, o autor utiliza a expressão "atavismos estruturais" para se referir a um conjunto de elementos que: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FRONTE Órgão: Prefeitura de Otacílio Costa - SC Provas: FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1° ao 5° ano - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Inglês - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Matemática - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Geografia - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Arte - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Ensino Religioso - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Educação Especial - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Não Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Professor de Anos Iniciais - 1 ° ao 5° ano - Educação no Campo - Habilitado | FRONTE - 2026 - Prefeitura de Otacílio Costa - SC - Apoio Pedagógico de Língua Portuguesa - Habilitado |
Q3934959 Pedagogia

Leia o texto a seguir e responda à questão.



A Escola como Espaço de Tecituras Éticas


A democratização do ensino, para além da garantia do acesso físico aos bancos escolares, pressupõe uma reconfiguração profunda na arquitetura das relações pedagógicas. Não basta que o estudante ocupe uma cadeira; é imperativo que ele ocupe o lugar de sujeito no processo de construção do conhecimento. Nesse prisma, a escola contemporânea é convocada a abandonar o modelo de "transmissão bancária", onde o saber é depositado em mentes passivas, para se assumir como um organismo vivo, pautado pelo diálogo e pela pluralidade de vozes que compõem o tecido social.


Nesse contexto, a figura do docente transita da autoridade autocrática para a liderança mediadora. Esse movimento não implica a renúncia ao rigor ou ao domínio dos conteúdos, mas sim a compreensão de que o aprendizado é uma tecitura coletiva. Ao validar a bagagem cultural do aluno, o professor não está "facilitando" o currículo no sentido de empobê-lo, mas sim ancorando os conceitos científicos em realidades palpáveis. É nessa zona de intersecção entre o saber acadêmico e a vivência comunitária que a educação ganha sentido e potência transformadora.


Entretanto, a implementação de uma gestão verdadeiramente democrática esbarra em atavismos estruturais que ainda assombram o cotidiano escolar. O burocratismo excessivo e a fragmentação do trabalho pedagógico muitas vezes sufocam a criatividade e a autonomia. Superar tais obstáculos exige mais do que diretrizes legais; requer um compromisso ético de todos os atores envolvidos — gestores, professores, pais e alunos — no sentido de transformar a escola em um laboratório de cidadania, onde o erro é visto como degrau e o dissenso como oportunidade de crescimento.


Por fim, cabe ressaltar que a educação do século XXI não pode se esquivar do debate sobre a inclusão e a diversidade. Uma escola que não se reconhece na diferença é uma instituição fadada ao anacronismo. Acolher a pluralidade não é um ato de benevolência, mas uma exigência da justiça social e um pressuposto para a excelência acadêmica. Somente através de uma prática docente reflexiva e humanizada será possível forjar cidadãos capazes de navegar em um mundo complexo, marcado por mudanças vertiginosas e pela necessidade constante de reinvenção.



Considerando as reflexões apresentadas pelo autor no primeiro parágrafo do texto, a verdadeira democratização do ensino não se limita apenas ao acesso físico às instituições ou à garantia de matrículas, mas se concretiza efetivamente no momento em que: 
Alternativas
Q3929336 Português

TEXTO III



Onde mora o beija-flor




    Era uma vez uma menina sozinha, pensativa, mas muito brincante: brincava de pensamento quando viajava nas nuvens; brincava de nuvem, quando viajava em seus pensamentos. 


    Brincava de casinha também.


    De correr.


    De desenhar.


    De contar histórias.


    A menina vivia de fabricar pensamentos brincantes ou brincadeiras pensantes, desenhando céu, mar, floresta, estrela, passarinho, ninho de passarinho até.  


    E nessa vida de brincar e pensar, ela desenhou uma bela roseira e advinha quem logo apareceu? Ele mesmo: um beija-flor! 


    Um beija-flor azul-esverdeado de bico bem afiado e estando muito apressado logo partiu e voou: 


    — Ora, ora Senhor Beija-flor! Por que voou sem demora? Nem sua história contou? — falou bem alto a menina esperando que o beija-flor voltasse, mas ele não voltou. 


    E querendo muito saber quem era o beija-flor, aquele bichinho engraçado, pequeno e apressado, mas muito visitador, foi perguntar pra sua mãe que também vivia apressada, pois vivia atarefada com um tanto de amor para distribuir para quem precisava: 


    — Mae, você sabe onde mora o beija-flor? 


    — Hum, onde mora, onde mora assim exatamente eu não sei, porém logo ali no quintal ou no jardim do seu Juvenal sempre vejo um beija-flor. Ele chega assim dançando, meio que se equilibrando, beija a flor e logo voou. 


    A menina achou boa ideia ir no jardim do seu Juvenal ou observar no quintal a visita do beija-flor. Passou uns dias de prontidão, com lápis e papel na mão para anotar o endereço daquele belo fujão. E foi bem verdade que o beija-flor apareceu uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, porém apressado e ocupado não quis muita conversa não!


    — Senhor Beija-flor não fuja! Você assim como a Dona Coruja deve ter casa e animal de estimação! 


    E o beija-flor, como vocês podem muito bem imaginar, não dava muito ouvidos. Era um bailarino concentrado, sempre muito arrumado pra uma apresentação! 


    Então a menina esperta, foi apelar pra escola, pois 14 havia uma professora sabida e que de tudo ensinava: sobre o barulho da cascata, sobre o nome das montanhas e sobre o verde da mata:


    — Professora querida, estou muito arrependida de brincar tanto na aula! Embora, pedindo desculpas estou agora na escuta, pois tenho uma pergunta interessante: você sabe onde mora o beija-flor dançante?


    A professora abriu um sorriso que mais parecia um abraço e foi logo falando: 


    — O beija-flor mora no seu compasso numa casa flutuante feita de ar, mas se você quer saber onde dorme, você vai ter que pesquisar! 


    E trouxe um montão de livros que explicava a natureza, cheios de desenhos de flores e beija-flores. Nem preciso dizer o quanto a menina ficou animada, correndo logo pra casa toda contente e feliz. Aqueles livros todos traziam a informação na frente do seu nariz! 


    As tardes depois da escola passava toda estudando a vida do beija-flor: o que se alimentava, de as cores que mais gostava, as flores visitava e até em que família vivia — que era a família Trochilidae. Uma família imensa que morava em todo o continente americano dos livros de geografia. Mas, afinal, em que lugar vivia? Bem, o livro bem que dizia onde morava o beija-flor, exatamente, nas Américas, em vários habitats: no Alaska, no Chile, na Guatemala, em qualquer lugar que tenha mata, floresta ou uma flor! 


    — A América é tão grande, pensava a menina. Como poderei assim achar meu beija-flor? 


    E teve a feliz ideia de perguntar pro carteiro que todo dia em sua rua passava fazendo a entregas do Correios. O carteiro sem demora logo apareceu e ela, na calçada, olhou pro moço concentrada e a pergunta logo fez:


    — Senhor carteiro, responda-me de uma vez: onde mora o beija-flor? Ele é assim azulado, pequeno e delicado, rápido como o fogo e sereno como a lua. Há muito tempo procuro, mas não consigo achá-lo! 


    O carteiro olhou para a menina, ficou um pouco surpreso, digo até emocionado, mas disfarçou e falou: 


    — Olha Dona Menina, eu até conheço esse beija-flor, mas nunca fiz entrega pra ele não! Até gostaria de encontrá-lo pra falar um pouco da vida, já que a dele parece muito com a minha. Porém, eu tenho pra você uma boa solução. Nessa vida aperre- ada, de achar endereços e entregar coisas, eu fiz pra mim uma receita para encontrar tudo o que quiser, é assim: eu, as vezes, paro e desenho um enorme coração, porque um coração também é um mapa, uma espécie de gps pra quando a gente está perdido. Fico olhando o coração até encontrar nele uma estrada e daí é só seguir a instrução! 


    A menina, que adorava desenhar, partiu para o quintal e, perto de um pé de amora, com papel e lápis de cor, desenhou um coração gigante, pulsante e cheio de cor! Logo percebeu que aquele coração era seu. Ficou um pouco com medo de entrar em seu próprio coração e lembrou-se de um ditado que sua mãe sempre dizia: “coração dos outros é terra que ninguém anda”. Acontece que aquele coração era o da própria menina, sendo as- sim, nele ela poderia andar. Respirou fundo, abriu bem os olhos e viu que em seu coração havia muitas estradas, ruazinhas, placas e casas. Morava muita gente nele, gente que ela nem esperava: a amiga da escola, sua vizinha, o rapaz que dirigia o ônibus que ela ia até a escola. Também morava seu cachorro, é claro. Umas bonecas, um aviãozinho de brinquedo, sua caixa de lápis-de-cor. Estava 14 até mesmo a menina que ela não gostava da escola, até mesmo o dentista que ela não gostava de ir!


    Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque há muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia. Ele estava guardado no fundo, tão no fundo que chegava quase no seu estômago. Ele estava com a menina o tempo todo, bastou ela olhar com amor para dentro de si. A menina guardou o desenho do coração em uma gaveta e foi feliz para sempre com seu amigo beija-flor. 

Com base na leitura do texto, que narra a busca de uma menina por descobrir o paradeiro de um beija-flor, assinale a alternativa que define corretamente sua tipologia predominante e seu gênero textual: 
Alternativas
Q3929335 Português

TEXTO III



Onde mora o beija-flor




    Era uma vez uma menina sozinha, pensativa, mas muito brincante: brincava de pensamento quando viajava nas nuvens; brincava de nuvem, quando viajava em seus pensamentos. 


    Brincava de casinha também.


    De correr.


    De desenhar.


    De contar histórias.


    A menina vivia de fabricar pensamentos brincantes ou brincadeiras pensantes, desenhando céu, mar, floresta, estrela, passarinho, ninho de passarinho até.  


    E nessa vida de brincar e pensar, ela desenhou uma bela roseira e advinha quem logo apareceu? Ele mesmo: um beija-flor! 


    Um beija-flor azul-esverdeado de bico bem afiado e estando muito apressado logo partiu e voou: 


    — Ora, ora Senhor Beija-flor! Por que voou sem demora? Nem sua história contou? — falou bem alto a menina esperando que o beija-flor voltasse, mas ele não voltou. 


    E querendo muito saber quem era o beija-flor, aquele bichinho engraçado, pequeno e apressado, mas muito visitador, foi perguntar pra sua mãe que também vivia apressada, pois vivia atarefada com um tanto de amor para distribuir para quem precisava: 


    — Mae, você sabe onde mora o beija-flor? 


    — Hum, onde mora, onde mora assim exatamente eu não sei, porém logo ali no quintal ou no jardim do seu Juvenal sempre vejo um beija-flor. Ele chega assim dançando, meio que se equilibrando, beija a flor e logo voou. 


    A menina achou boa ideia ir no jardim do seu Juvenal ou observar no quintal a visita do beija-flor. Passou uns dias de prontidão, com lápis e papel na mão para anotar o endereço daquele belo fujão. E foi bem verdade que o beija-flor apareceu uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, porém apressado e ocupado não quis muita conversa não!


    — Senhor Beija-flor não fuja! Você assim como a Dona Coruja deve ter casa e animal de estimação! 


    E o beija-flor, como vocês podem muito bem imaginar, não dava muito ouvidos. Era um bailarino concentrado, sempre muito arrumado pra uma apresentação! 


    Então a menina esperta, foi apelar pra escola, pois 14 havia uma professora sabida e que de tudo ensinava: sobre o barulho da cascata, sobre o nome das montanhas e sobre o verde da mata:


    — Professora querida, estou muito arrependida de brincar tanto na aula! Embora, pedindo desculpas estou agora na escuta, pois tenho uma pergunta interessante: você sabe onde mora o beija-flor dançante?


    A professora abriu um sorriso que mais parecia um abraço e foi logo falando: 


    — O beija-flor mora no seu compasso numa casa flutuante feita de ar, mas se você quer saber onde dorme, você vai ter que pesquisar! 


    E trouxe um montão de livros que explicava a natureza, cheios de desenhos de flores e beija-flores. Nem preciso dizer o quanto a menina ficou animada, correndo logo pra casa toda contente e feliz. Aqueles livros todos traziam a informação na frente do seu nariz! 


    As tardes depois da escola passava toda estudando a vida do beija-flor: o que se alimentava, de as cores que mais gostava, as flores visitava e até em que família vivia — que era a família Trochilidae. Uma família imensa que morava em todo o continente americano dos livros de geografia. Mas, afinal, em que lugar vivia? Bem, o livro bem que dizia onde morava o beija-flor, exatamente, nas Américas, em vários habitats: no Alaska, no Chile, na Guatemala, em qualquer lugar que tenha mata, floresta ou uma flor! 


    — A América é tão grande, pensava a menina. Como poderei assim achar meu beija-flor? 


    E teve a feliz ideia de perguntar pro carteiro que todo dia em sua rua passava fazendo a entregas do Correios. O carteiro sem demora logo apareceu e ela, na calçada, olhou pro moço concentrada e a pergunta logo fez:


    — Senhor carteiro, responda-me de uma vez: onde mora o beija-flor? Ele é assim azulado, pequeno e delicado, rápido como o fogo e sereno como a lua. Há muito tempo procuro, mas não consigo achá-lo! 


    O carteiro olhou para a menina, ficou um pouco surpreso, digo até emocionado, mas disfarçou e falou: 


    — Olha Dona Menina, eu até conheço esse beija-flor, mas nunca fiz entrega pra ele não! Até gostaria de encontrá-lo pra falar um pouco da vida, já que a dele parece muito com a minha. Porém, eu tenho pra você uma boa solução. Nessa vida aperre- ada, de achar endereços e entregar coisas, eu fiz pra mim uma receita para encontrar tudo o que quiser, é assim: eu, as vezes, paro e desenho um enorme coração, porque um coração também é um mapa, uma espécie de gps pra quando a gente está perdido. Fico olhando o coração até encontrar nele uma estrada e daí é só seguir a instrução! 


    A menina, que adorava desenhar, partiu para o quintal e, perto de um pé de amora, com papel e lápis de cor, desenhou um coração gigante, pulsante e cheio de cor! Logo percebeu que aquele coração era seu. Ficou um pouco com medo de entrar em seu próprio coração e lembrou-se de um ditado que sua mãe sempre dizia: “coração dos outros é terra que ninguém anda”. Acontece que aquele coração era o da própria menina, sendo as- sim, nele ela poderia andar. Respirou fundo, abriu bem os olhos e viu que em seu coração havia muitas estradas, ruazinhas, placas e casas. Morava muita gente nele, gente que ela nem esperava: a amiga da escola, sua vizinha, o rapaz que dirigia o ônibus que ela ia até a escola. Também morava seu cachorro, é claro. Umas bonecas, um aviãozinho de brinquedo, sua caixa de lápis-de-cor. Estava 14 até mesmo a menina que ela não gostava da escola, até mesmo o dentista que ela não gostava de ir!


    Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque há muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia. Ele estava guardado no fundo, tão no fundo que chegava quase no seu estômago. Ele estava com a menina o tempo todo, bastou ela olhar com amor para dentro de si. A menina guardou o desenho do coração em uma gaveta e foi feliz para sempre com seu amigo beija-flor. 

Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque “” muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia.
Sobre o uso da palavra “há” nesse contexto, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Q3929334 Português

TEXTO III



Onde mora o beija-flor




    Era uma vez uma menina sozinha, pensativa, mas muito brincante: brincava de pensamento quando viajava nas nuvens; brincava de nuvem, quando viajava em seus pensamentos. 


    Brincava de casinha também.


    De correr.


    De desenhar.


    De contar histórias.


    A menina vivia de fabricar pensamentos brincantes ou brincadeiras pensantes, desenhando céu, mar, floresta, estrela, passarinho, ninho de passarinho até.  


    E nessa vida de brincar e pensar, ela desenhou uma bela roseira e advinha quem logo apareceu? Ele mesmo: um beija-flor! 


    Um beija-flor azul-esverdeado de bico bem afiado e estando muito apressado logo partiu e voou: 


    — Ora, ora Senhor Beija-flor! Por que voou sem demora? Nem sua história contou? — falou bem alto a menina esperando que o beija-flor voltasse, mas ele não voltou. 


    E querendo muito saber quem era o beija-flor, aquele bichinho engraçado, pequeno e apressado, mas muito visitador, foi perguntar pra sua mãe que também vivia apressada, pois vivia atarefada com um tanto de amor para distribuir para quem precisava: 


    — Mae, você sabe onde mora o beija-flor? 


    — Hum, onde mora, onde mora assim exatamente eu não sei, porém logo ali no quintal ou no jardim do seu Juvenal sempre vejo um beija-flor. Ele chega assim dançando, meio que se equilibrando, beija a flor e logo voou. 


    A menina achou boa ideia ir no jardim do seu Juvenal ou observar no quintal a visita do beija-flor. Passou uns dias de prontidão, com lápis e papel na mão para anotar o endereço daquele belo fujão. E foi bem verdade que o beija-flor apareceu uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, porém apressado e ocupado não quis muita conversa não!


    — Senhor Beija-flor não fuja! Você assim como a Dona Coruja deve ter casa e animal de estimação! 


    E o beija-flor, como vocês podem muito bem imaginar, não dava muito ouvidos. Era um bailarino concentrado, sempre muito arrumado pra uma apresentação! 


    Então a menina esperta, foi apelar pra escola, pois 14 havia uma professora sabida e que de tudo ensinava: sobre o barulho da cascata, sobre o nome das montanhas e sobre o verde da mata:


    — Professora querida, estou muito arrependida de brincar tanto na aula! Embora, pedindo desculpas estou agora na escuta, pois tenho uma pergunta interessante: você sabe onde mora o beija-flor dançante?


    A professora abriu um sorriso que mais parecia um abraço e foi logo falando: 


    — O beija-flor mora no seu compasso numa casa flutuante feita de ar, mas se você quer saber onde dorme, você vai ter que pesquisar! 


    E trouxe um montão de livros que explicava a natureza, cheios de desenhos de flores e beija-flores. Nem preciso dizer o quanto a menina ficou animada, correndo logo pra casa toda contente e feliz. Aqueles livros todos traziam a informação na frente do seu nariz! 


    As tardes depois da escola passava toda estudando a vida do beija-flor: o que se alimentava, de as cores que mais gostava, as flores visitava e até em que família vivia — que era a família Trochilidae. Uma família imensa que morava em todo o continente americano dos livros de geografia. Mas, afinal, em que lugar vivia? Bem, o livro bem que dizia onde morava o beija-flor, exatamente, nas Américas, em vários habitats: no Alaska, no Chile, na Guatemala, em qualquer lugar que tenha mata, floresta ou uma flor! 


    — A América é tão grande, pensava a menina. Como poderei assim achar meu beija-flor? 


    E teve a feliz ideia de perguntar pro carteiro que todo dia em sua rua passava fazendo a entregas do Correios. O carteiro sem demora logo apareceu e ela, na calçada, olhou pro moço concentrada e a pergunta logo fez:


    — Senhor carteiro, responda-me de uma vez: onde mora o beija-flor? Ele é assim azulado, pequeno e delicado, rápido como o fogo e sereno como a lua. Há muito tempo procuro, mas não consigo achá-lo! 


    O carteiro olhou para a menina, ficou um pouco surpreso, digo até emocionado, mas disfarçou e falou: 


    — Olha Dona Menina, eu até conheço esse beija-flor, mas nunca fiz entrega pra ele não! Até gostaria de encontrá-lo pra falar um pouco da vida, já que a dele parece muito com a minha. Porém, eu tenho pra você uma boa solução. Nessa vida aperre- ada, de achar endereços e entregar coisas, eu fiz pra mim uma receita para encontrar tudo o que quiser, é assim: eu, as vezes, paro e desenho um enorme coração, porque um coração também é um mapa, uma espécie de gps pra quando a gente está perdido. Fico olhando o coração até encontrar nele uma estrada e daí é só seguir a instrução! 


    A menina, que adorava desenhar, partiu para o quintal e, perto de um pé de amora, com papel e lápis de cor, desenhou um coração gigante, pulsante e cheio de cor! Logo percebeu que aquele coração era seu. Ficou um pouco com medo de entrar em seu próprio coração e lembrou-se de um ditado que sua mãe sempre dizia: “coração dos outros é terra que ninguém anda”. Acontece que aquele coração era o da própria menina, sendo as- sim, nele ela poderia andar. Respirou fundo, abriu bem os olhos e viu que em seu coração havia muitas estradas, ruazinhas, placas e casas. Morava muita gente nele, gente que ela nem esperava: a amiga da escola, sua vizinha, o rapaz que dirigia o ônibus que ela ia até a escola. Também morava seu cachorro, é claro. Umas bonecas, um aviãozinho de brinquedo, sua caixa de lápis-de-cor. Estava 14 até mesmo a menina que ela não gostava da escola, até mesmo o dentista que ela não gostava de ir!


    Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque há muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia. Ele estava guardado no fundo, tão no fundo que chegava quase no seu estômago. Ele estava com a menina o tempo todo, bastou ela olhar com amor para dentro de si. A menina guardou o desenho do coração em uma gaveta e foi feliz para sempre com seu amigo beija-flor. 

Dado o excerto, marque a opção que analisa sintaticamente o termo em destaque: Porém, eu tenho “pra você” uma boa solução.
Alternativas
Q3929333 Português

TEXTO III



Onde mora o beija-flor




    Era uma vez uma menina sozinha, pensativa, mas muito brincante: brincava de pensamento quando viajava nas nuvens; brincava de nuvem, quando viajava em seus pensamentos. 


    Brincava de casinha também.


    De correr.


    De desenhar.


    De contar histórias.


    A menina vivia de fabricar pensamentos brincantes ou brincadeiras pensantes, desenhando céu, mar, floresta, estrela, passarinho, ninho de passarinho até.  


    E nessa vida de brincar e pensar, ela desenhou uma bela roseira e advinha quem logo apareceu? Ele mesmo: um beija-flor! 


    Um beija-flor azul-esverdeado de bico bem afiado e estando muito apressado logo partiu e voou: 


    — Ora, ora Senhor Beija-flor! Por que voou sem demora? Nem sua história contou? — falou bem alto a menina esperando que o beija-flor voltasse, mas ele não voltou. 


    E querendo muito saber quem era o beija-flor, aquele bichinho engraçado, pequeno e apressado, mas muito visitador, foi perguntar pra sua mãe que também vivia apressada, pois vivia atarefada com um tanto de amor para distribuir para quem precisava: 


    — Mae, você sabe onde mora o beija-flor? 


    — Hum, onde mora, onde mora assim exatamente eu não sei, porém logo ali no quintal ou no jardim do seu Juvenal sempre vejo um beija-flor. Ele chega assim dançando, meio que se equilibrando, beija a flor e logo voou. 


    A menina achou boa ideia ir no jardim do seu Juvenal ou observar no quintal a visita do beija-flor. Passou uns dias de prontidão, com lápis e papel na mão para anotar o endereço daquele belo fujão. E foi bem verdade que o beija-flor apareceu uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, porém apressado e ocupado não quis muita conversa não!


    — Senhor Beija-flor não fuja! Você assim como a Dona Coruja deve ter casa e animal de estimação! 


    E o beija-flor, como vocês podem muito bem imaginar, não dava muito ouvidos. Era um bailarino concentrado, sempre muito arrumado pra uma apresentação! 


    Então a menina esperta, foi apelar pra escola, pois 14 havia uma professora sabida e que de tudo ensinava: sobre o barulho da cascata, sobre o nome das montanhas e sobre o verde da mata:


    — Professora querida, estou muito arrependida de brincar tanto na aula! Embora, pedindo desculpas estou agora na escuta, pois tenho uma pergunta interessante: você sabe onde mora o beija-flor dançante?


    A professora abriu um sorriso que mais parecia um abraço e foi logo falando: 


    — O beija-flor mora no seu compasso numa casa flutuante feita de ar, mas se você quer saber onde dorme, você vai ter que pesquisar! 


    E trouxe um montão de livros que explicava a natureza, cheios de desenhos de flores e beija-flores. Nem preciso dizer o quanto a menina ficou animada, correndo logo pra casa toda contente e feliz. Aqueles livros todos traziam a informação na frente do seu nariz! 


    As tardes depois da escola passava toda estudando a vida do beija-flor: o que se alimentava, de as cores que mais gostava, as flores visitava e até em que família vivia — que era a família Trochilidae. Uma família imensa que morava em todo o continente americano dos livros de geografia. Mas, afinal, em que lugar vivia? Bem, o livro bem que dizia onde morava o beija-flor, exatamente, nas Américas, em vários habitats: no Alaska, no Chile, na Guatemala, em qualquer lugar que tenha mata, floresta ou uma flor! 


    — A América é tão grande, pensava a menina. Como poderei assim achar meu beija-flor? 


    E teve a feliz ideia de perguntar pro carteiro que todo dia em sua rua passava fazendo a entregas do Correios. O carteiro sem demora logo apareceu e ela, na calçada, olhou pro moço concentrada e a pergunta logo fez:


    — Senhor carteiro, responda-me de uma vez: onde mora o beija-flor? Ele é assim azulado, pequeno e delicado, rápido como o fogo e sereno como a lua. Há muito tempo procuro, mas não consigo achá-lo! 


    O carteiro olhou para a menina, ficou um pouco surpreso, digo até emocionado, mas disfarçou e falou: 


    — Olha Dona Menina, eu até conheço esse beija-flor, mas nunca fiz entrega pra ele não! Até gostaria de encontrá-lo pra falar um pouco da vida, já que a dele parece muito com a minha. Porém, eu tenho pra você uma boa solução. Nessa vida aperre- ada, de achar endereços e entregar coisas, eu fiz pra mim uma receita para encontrar tudo o que quiser, é assim: eu, as vezes, paro e desenho um enorme coração, porque um coração também é um mapa, uma espécie de gps pra quando a gente está perdido. Fico olhando o coração até encontrar nele uma estrada e daí é só seguir a instrução! 


    A menina, que adorava desenhar, partiu para o quintal e, perto de um pé de amora, com papel e lápis de cor, desenhou um coração gigante, pulsante e cheio de cor! Logo percebeu que aquele coração era seu. Ficou um pouco com medo de entrar em seu próprio coração e lembrou-se de um ditado que sua mãe sempre dizia: “coração dos outros é terra que ninguém anda”. Acontece que aquele coração era o da própria menina, sendo as- sim, nele ela poderia andar. Respirou fundo, abriu bem os olhos e viu que em seu coração havia muitas estradas, ruazinhas, placas e casas. Morava muita gente nele, gente que ela nem esperava: a amiga da escola, sua vizinha, o rapaz que dirigia o ônibus que ela ia até a escola. Também morava seu cachorro, é claro. Umas bonecas, um aviãozinho de brinquedo, sua caixa de lápis-de-cor. Estava 14 até mesmo a menina que ela não gostava da escola, até mesmo o dentista que ela não gostava de ir!


    Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque há muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia. Ele estava guardado no fundo, tão no fundo que chegava quase no seu estômago. Ele estava com a menina o tempo todo, bastou ela olhar com amor para dentro de si. A menina guardou o desenho do coração em uma gaveta e foi feliz para sempre com seu amigo beija-flor. 

Assinale a alternativa correta sobre o uso da pontuação:
Alternativas
Q3929332 Português

TEXTO III



Onde mora o beija-flor




    Era uma vez uma menina sozinha, pensativa, mas muito brincante: brincava de pensamento quando viajava nas nuvens; brincava de nuvem, quando viajava em seus pensamentos. 


    Brincava de casinha também.


    De correr.


    De desenhar.


    De contar histórias.


    A menina vivia de fabricar pensamentos brincantes ou brincadeiras pensantes, desenhando céu, mar, floresta, estrela, passarinho, ninho de passarinho até.  


    E nessa vida de brincar e pensar, ela desenhou uma bela roseira e advinha quem logo apareceu? Ele mesmo: um beija-flor! 


    Um beija-flor azul-esverdeado de bico bem afiado e estando muito apressado logo partiu e voou: 


    — Ora, ora Senhor Beija-flor! Por que voou sem demora? Nem sua história contou? — falou bem alto a menina esperando que o beija-flor voltasse, mas ele não voltou. 


    E querendo muito saber quem era o beija-flor, aquele bichinho engraçado, pequeno e apressado, mas muito visitador, foi perguntar pra sua mãe que também vivia apressada, pois vivia atarefada com um tanto de amor para distribuir para quem precisava: 


    — Mae, você sabe onde mora o beija-flor? 


    — Hum, onde mora, onde mora assim exatamente eu não sei, porém logo ali no quintal ou no jardim do seu Juvenal sempre vejo um beija-flor. Ele chega assim dançando, meio que se equilibrando, beija a flor e logo voou. 


    A menina achou boa ideia ir no jardim do seu Juvenal ou observar no quintal a visita do beija-flor. Passou uns dias de prontidão, com lápis e papel na mão para anotar o endereço daquele belo fujão. E foi bem verdade que o beija-flor apareceu uma vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, porém apressado e ocupado não quis muita conversa não!


    — Senhor Beija-flor não fuja! Você assim como a Dona Coruja deve ter casa e animal de estimação! 


    E o beija-flor, como vocês podem muito bem imaginar, não dava muito ouvidos. Era um bailarino concentrado, sempre muito arrumado pra uma apresentação! 


    Então a menina esperta, foi apelar pra escola, pois 14 havia uma professora sabida e que de tudo ensinava: sobre o barulho da cascata, sobre o nome das montanhas e sobre o verde da mata:


    — Professora querida, estou muito arrependida de brincar tanto na aula! Embora, pedindo desculpas estou agora na escuta, pois tenho uma pergunta interessante: você sabe onde mora o beija-flor dançante?


    A professora abriu um sorriso que mais parecia um abraço e foi logo falando: 


    — O beija-flor mora no seu compasso numa casa flutuante feita de ar, mas se você quer saber onde dorme, você vai ter que pesquisar! 


    E trouxe um montão de livros que explicava a natureza, cheios de desenhos de flores e beija-flores. Nem preciso dizer o quanto a menina ficou animada, correndo logo pra casa toda contente e feliz. Aqueles livros todos traziam a informação na frente do seu nariz! 


    As tardes depois da escola passava toda estudando a vida do beija-flor: o que se alimentava, de as cores que mais gostava, as flores visitava e até em que família vivia — que era a família Trochilidae. Uma família imensa que morava em todo o continente americano dos livros de geografia. Mas, afinal, em que lugar vivia? Bem, o livro bem que dizia onde morava o beija-flor, exatamente, nas Américas, em vários habitats: no Alaska, no Chile, na Guatemala, em qualquer lugar que tenha mata, floresta ou uma flor! 


    — A América é tão grande, pensava a menina. Como poderei assim achar meu beija-flor? 


    E teve a feliz ideia de perguntar pro carteiro que todo dia em sua rua passava fazendo a entregas do Correios. O carteiro sem demora logo apareceu e ela, na calçada, olhou pro moço concentrada e a pergunta logo fez:


    — Senhor carteiro, responda-me de uma vez: onde mora o beija-flor? Ele é assim azulado, pequeno e delicado, rápido como o fogo e sereno como a lua. Há muito tempo procuro, mas não consigo achá-lo! 


    O carteiro olhou para a menina, ficou um pouco surpreso, digo até emocionado, mas disfarçou e falou: 


    — Olha Dona Menina, eu até conheço esse beija-flor, mas nunca fiz entrega pra ele não! Até gostaria de encontrá-lo pra falar um pouco da vida, já que a dele parece muito com a minha. Porém, eu tenho pra você uma boa solução. Nessa vida aperre- ada, de achar endereços e entregar coisas, eu fiz pra mim uma receita para encontrar tudo o que quiser, é assim: eu, as vezes, paro e desenho um enorme coração, porque um coração também é um mapa, uma espécie de gps pra quando a gente está perdido. Fico olhando o coração até encontrar nele uma estrada e daí é só seguir a instrução! 


    A menina, que adorava desenhar, partiu para o quintal e, perto de um pé de amora, com papel e lápis de cor, desenhou um coração gigante, pulsante e cheio de cor! Logo percebeu que aquele coração era seu. Ficou um pouco com medo de entrar em seu próprio coração e lembrou-se de um ditado que sua mãe sempre dizia: “coração dos outros é terra que ninguém anda”. Acontece que aquele coração era o da própria menina, sendo as- sim, nele ela poderia andar. Respirou fundo, abriu bem os olhos e viu que em seu coração havia muitas estradas, ruazinhas, placas e casas. Morava muita gente nele, gente que ela nem esperava: a amiga da escola, sua vizinha, o rapaz que dirigia o ônibus que ela ia até a escola. Também morava seu cachorro, é claro. Umas bonecas, um aviãozinho de brinquedo, sua caixa de lápis-de-cor. Estava 14 até mesmo a menina que ela não gostava da escola, até mesmo o dentista que ela não gostava de ir!


    Agora não é difícil de adivinhar onde morava o beija-flor: ele estava o tempo todo dentro do seu coração de menina, porque há muito ela amava o beija-flor e ainda não percebia. Ele estava guardado no fundo, tão no fundo que chegava quase no seu estômago. Ele estava com a menina o tempo todo, bastou ela olhar com amor para dentro de si. A menina guardou o desenho do coração em uma gaveta e foi feliz para sempre com seu amigo beija-flor. 

Analise as duas asserções (I e II) e a relação proposta entre elas: 



I. Na jornada da protagonista, a transição da busca externa (jardins e livros) para a exploração do “mapa interno" revela que o pertencimento não é um local geográfico, mas um território afetivo.



PORQUE



II. O coração, ao ser apresentado como o verdadeiro mapa, funciona como um espaço de acolhimento complexo onde residem tanto as memórias queridas quanto os elementos de desafetos, unificados pela importância que o sujeito lhes atribui.



A respeito dessas asserções, assinale a opção correta: 

Alternativas
Respostas
8981: E
8982: B
8983: C
8984: A
8985: D
8986: B
8987: D
8988: A
8989: A
8990: E
8991: B
8992: B
8993: C
8994: C
8995: C
8996: C
8997: B
8998: E
8999: C
9000: A