Questões de Concurso
Para professor
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I. Conhecimento de mundo: desempenha papel decisivo no estabelecimento da coerência – se o texto falar de coisas absolutamente desconhecidas, será difícil calcular o seu sentido e ele parecerá destituído de coerência. II. Elementos linguísticos: servem como pistas para a ativação dos conhecimentos armazenados na memória, constituem o ponto de partida para a elaboração de inferências e ajudam a captar a orientação argumentativa dos enunciados que compõem o texto. III. Fatores de contextualização: são aqueles que ancoram o texto em uma situação comunicativa determinada.
Quais estão corretos?
São características da ambiguidade, conforme descreve Cegalla (2010) em “Novíssima Gramática da Língua Portuguesa”:
I. Vício de linguagem que se evidencia no uso da língua falada ou escrita.
II. Defeito da frase que apresenta duplo sentido.
III. Sentido obscuro ou duvidoso decorrente do emaranhado de frases e má colocação de palavras.
Quais estão corretas?
I. Narração, argumentação, exposição, descrição e injunção são tipos textuais. II. São exemplos de tipos textuais: romance, edital de concurso e instruções de uso. III. Bate-papo por computador, aula expositiva e telefonema são exemplos de gêneros textuais.
Quais estão corretas?
I. Semântica: derivadas de regras do uso da linguagem. II. Lógica: determinadas por relações entre proposições; são decorrências necessárias de implicações entre proposições. III. Pragmática: decorrentes do significado de palavras ou expressões, como no caso dos pressupostos.
Quais estão corretas?
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Diante da situação apresentada, qual prática pedagógica mostra-se mais adequada?
I.O campo numérico envolve conhecimentos relacionados à contagem, quantificação, operações e diferentes representações dos números.
II.O pensamento algébrico prescinde da identificação de regularidades, padrões e relações matemáticas inerentes a diferentes situações.
III.O campo geométrico relaciona-se à compreensão das formas, localização espacial, movimentação e representação de objetos no espaço.
IV.O tratamento da informação envolve leitura, interpretação e organização de dados apresentados em tabelas, gráficos e diferentes registros estatísticos.
V.O ensino dos campos conceituais matemáticos deve ocorrer de maneira fragmentada, sem articulação entre situações do cotidiano e resolução de problemas.
É CORRETO o que se afirma em:
I.O diálogo constitui elemento relevante para a construção coletiva do conhecimento no contexto educativo.
II.A prática pedagógica envolve a valorização das experiências sociais e culturais dos estudantes.
III.A neutralidade diante das questões sociais corresponde a princípio relacionado à educação problematizadora.
IV.A educação relaciona-se à formação da autonomia e da consciência crítica dos sujeitos.
V.A transmissão verticalizada dos conteúdos caracteriza a concepção dialógica de educação proposta por Paulo Freire.
É CORRETO o que se afirma em:
Diante do caso hipotético acima apresentado, a violação da conduta ética deverá ser comunicada à:
As cidades são construções do homem, mas são uma reconstrução através da representação imagética, reunindo visível e imaginário. E nesta representação temos em Goiás a Art Déco.
FREITAS, Lázara Alzira de. História de Goiás: do povoamento aos trilhos do progresso. Goiânia: Kelps, 2010. p. 87.
A arquitetura dos prédios construídos em Goiânia seguiu o estilo Art Déco, vertente decorativa do Modernismo. A despeito da proposta moderna, o Art Déco agrega elementos geométricos inspirados na arte
Leia o texto a seguir.
A escravidão negra sustentou a exploração do ouro em Goiás. No apogeu desta fase (1726–1778), as estatísticas mostraram a superioridade numérica do negro sobre o branco [...]. O censo de 1804 indicou que 3/5 da população goiana era constituída de homens livres.
PALACÍN, Luís; MORAES, Maria Augusta de Sant”Anna. História de Goiás. Goiânia: Editora da UCG, 1994. p. 77.
Diante do cenário descrito na citação e com a descoberta de ouro em Anicuns em 1807, verificou-se
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.
Leia os textos a seguir para responder à questão
Retrato
Eu não tinha este rosto de hoje,
Assim calmo, assim triste, assim magro,
Nem estes olhos tão vazios,
Nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
Tão paradas e frias e mortas;
Eu não tinha este coração
Que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
Tão simples, tão certa, tão fácil:
— Em que espelho ficou perdida
a minha face?
MEIRELES, Cecília. Viagem: poesia. Lisboa: Império, 1939. p. 21.
Não, ela não se envergonhava de seu narcisismo. Era com ele que ela compunha e recompunha toda a sua dignidade. Encarou novamente o espelho e se lembrou de um poema, em que uma mulher, contemplando a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua imagem refletida, perguntava angustiada onde é que ela deixara a sua outra face, a antiga, pois não se reconhecia naquela que estava sendo apresentada.
EVARISTO, Conceição. Luamanda. Olhos d’água. Rio de Janeiro: Pallas, 2014. p. 63.