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Brasil fabricará medicamentos a partir da biodiversidade do país
Para desenvolver a indústria farmacêutica do Brasil, nada melhor do que trabalhar com aquilo que temos de melhor: dono da maior fauna e flora do planeta, o país ainda tem milhares de espécies vegetais não catalogadas e que podem contribuir para a fabricação de medicamentos responsáveis pelo tratamento de diferentes enfermidades.
Em uma parceria inédita, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) somou esforços com o Aché Laboratórios e a empresa Phytobios para encontrar moléculas de plantas que podem contribuir para remédios destinados às áreas de oncologia e dermatologia. O acordo foi assinado na última segunda-feira (11 de dezembro), durante um evento no auditório do CNPEM, em Campinas.
Com investimento planejado de R$ 10 milhões, as primeiras expedições comandadas pela Phytobios já reuniram exemplares de diferentes espécies vegetais que serão analisados no Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), que faz parte do CNPEM. “A expedição em busca das espécies é algo bastante complexo: temos de ter um cuidado enorme para não danificar o meio ambiente durante as coletas, além de preservar o material vegetal encontrado”, afirma Cristina Ropke, CEO da Phytobios. “Temos de coletar plantas na época em que elas estão floridas ou frutificadas para que um botânico especialista naquela família as identifique de maneira apropriada.”
À frente de projetos como o Sirius — maior projeto científico e tecnológico em desenvolvimento no Brasil —o CNPEM conta com equipamentos capazes de realizar a análise das moléculas e mapear suas potencialidades para o tratamento de enfermidades como o combate a diferentes tipos de câncer.
(Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/12/brasil-fabricara-medicamentos-partir-da-biodiversidade-do-pais. html.)
Brasil fabricará medicamentos a partir da biodiversidade do país
Para desenvolver a indústria farmacêutica do Brasil, nada melhor do que trabalhar com aquilo que temos de melhor: dono da maior fauna e flora do planeta, o país ainda tem milhares de espécies vegetais não catalogadas e que podem contribuir para a fabricação de medicamentos responsáveis pelo tratamento de diferentes enfermidades.
Em uma parceria inédita, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) somou esforços com o Aché Laboratórios e a empresa Phytobios para encontrar moléculas de plantas que podem contribuir para remédios destinados às áreas de oncologia e dermatologia. O acordo foi assinado na última segunda-feira (11 de dezembro), durante um evento no auditório do CNPEM, em Campinas.
Com investimento planejado de R$ 10 milhões, as primeiras expedições comandadas pela Phytobios já reuniram exemplares de diferentes espécies vegetais que serão analisados no Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), que faz parte do CNPEM. “A expedição em busca das espécies é algo bastante complexo: temos de ter um cuidado enorme para não danificar o meio ambiente durante as coletas, além de preservar o material vegetal encontrado”, afirma Cristina Ropke, CEO da Phytobios. “Temos de coletar plantas na época em que elas estão floridas ou frutificadas para que um botânico especialista naquela família as identifique de maneira apropriada.”
À frente de projetos como o Sirius — maior projeto científico e tecnológico em desenvolvimento no Brasil —o CNPEM conta com equipamentos capazes de realizar a análise das moléculas e mapear suas potencialidades para o tratamento de enfermidades como o combate a diferentes tipos de câncer.
(Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2017/12/brasil-fabricara-medicamentos-partir-da-biodiversidade-do-pais. html.)
Com relação a técnicas de multiplexação, considere as afirmações abaixo.
I - O sistema de comunicação GSM utiliza técnicas de multiplexação em frequência e tempo que garantam acesso ao meio para múltiplos usuários.
II - O acesso múltiplo nas redes 802.11-g é probabilístico e requer a contenção do meio de comunicação.
III- O sistema de acesso múltiplo ao meio CDMA utiliza códigos pseudoaleatórios e modulação de potência, a fim de garantir a coexistência de diversos usuários ao mesmo tempo.
Quais estão corretas?
O Guia PMBOK 5 apresenta técnicas para identificação de riscos que podem afetar o projeto. Uma das técnicas apresentadas examina o projeto do ponto de vista de suas forças e fraquezas, oportunidades e ameaças, com o objetivo de aumentar a abrangência de identificação dos riscos, incluindo os riscos gerados internamente.
O texto acima refere-se a
Conforme o Guia PMBOK 5, o ciclo de vida de um projeto é a série de fases pelas quais um projeto passa, do seu início ao seu término. Considere as seguintes afirmações sobre o ciclo de vida de projeto, apresentado pelo Guia PMBOK 5.
I - A fase de um projeto é um conjunto de atividades relacionadas de maneira lógica, que resulta na conclusão de uma ou mais entregas.
II - Em uma relação sobreposta, uma fase só poderá iniciar depois que a fase anterior terminar.
III- Em um ciclo de vida preditivo, o escopo do projeto, bem como o tempo e custos exigidos para entregar tal escopo, são determinados o mais cedo possível no ciclo de vida do projeto.
Quais estão corretas?
Considere as afirmações abaixo, relacionadas à Information Technology Infrastructure Library (ITIL).
I - Valor é um conceito-chave na ITIL, sendo relacionado a dois aspectos principais de serviços de TI: utilidade e garantia.
II - Os serviços de TI podem ser classificados em três tipos: serviços essenciais (core services), serviços capacitadores (enabling services) e serviços aprimoradores (enhancing services).
III- O ciclo de vida de serviço consiste em seis etapas ou fases: Estratégia, Desenho, Transição, Operação, Gerenciamento e Melhoria Contínua de Serviço.
Quais estão corretas?
