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Lições erradas
Dividimos a história em eras, com começo e fim bem definidos, e mesmo que a ordem seja imposta depois dos fatos – a gente vive para a frente mas compreende para trás, ninguém na época disse “Oba, começou a Renascença!” – é bom acreditar que os fatos têm coerência, e sentido, e lições. Mas podemos aprender a lição errada.
A gente fala nos loucos anos 20, quando várias liberdades novas começavam a ser experimentadas, e esquece que foi a era que gerou o fascismo e outras formas liberticidas. O espírito da “era do jazz” foi também o espírito totalitário. Prevaleceram não os passos do charleston*, mas os passos de ganso dos nazistas.
A leitura convencional dos anos 40 é que foram os anos em que os Estados Unidos salvaram a Europa dela mesma. Na verdade, a Segunda Guerra salvou os Estados Unidos, acabou com a crise econômica que sobrara dos anos 30, fortalecendo a sua indústria ao mesmo tempo que os poupava da destruição que liquidou a Europa, fortalecendo um sistema econômico que mantém sua economia saudável até hoje. O fim da Segunda Guerra foi o começo da era americana. Os americanos salvaram o mundo – e ficaram com ele.
Já nos fabulosos anos 60, enquanto as drogas, o sexo e a comunhão dos jovens pela paz e contra tudo o que era velho tomavam conta das praças e das ruas, o conservadorismo se entrincheirava no poder.
Quando fizerem, no futuro, a leitura de nossa época, qual será a conclusão errada?
*Charleston = dança de salão muito difundida na década de 20
(Adaptado de: VERISSIMO, Luís Fernando. Banquete com os deuses. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003, p. 207/208)
Lições erradas
Dividimos a história em eras, com começo e fim bem definidos, e mesmo que a ordem seja imposta depois dos fatos – a gente vive para a frente mas compreende para trás, ninguém na época disse “Oba, começou a Renascença!” – é bom acreditar que os fatos têm coerência, e sentido, e lições. Mas podemos aprender a lição errada.
A gente fala nos loucos anos 20, quando várias liberdades novas começavam a ser experimentadas, e esquece que foi a era que gerou o fascismo e outras formas liberticidas. O espírito da “era do jazz” foi também o espírito totalitário. Prevaleceram não os passos do charleston*, mas os passos de ganso dos nazistas.
A leitura convencional dos anos 40 é que foram os anos em que os Estados Unidos salvaram a Europa dela mesma. Na verdade, a Segunda Guerra salvou os Estados Unidos, acabou com a crise econômica que sobrara dos anos 30, fortalecendo a sua indústria ao mesmo tempo que os poupava da destruição que liquidou a Europa, fortalecendo um sistema econômico que mantém sua economia saudável até hoje. O fim da Segunda Guerra foi o começo da era americana. Os americanos salvaram o mundo – e ficaram com ele.
Já nos fabulosos anos 60, enquanto as drogas, o sexo e a comunhão dos jovens pela paz e contra tudo o que era velho tomavam conta das praças e das ruas, o conservadorismo se entrincheirava no poder.
Quando fizerem, no futuro, a leitura de nossa época, qual será a conclusão errada?
*Charleston = dança de salão muito difundida na década de 20
(Adaptado de: VERISSIMO, Luís Fernando. Banquete com os deuses. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003, p. 207/208)
Lições erradas
Dividimos a história em eras, com começo e fim bem definidos, e mesmo que a ordem seja imposta depois dos fatos – a gente vive para a frente mas compreende para trás, ninguém na época disse “Oba, começou a Renascença!” – é bom acreditar que os fatos têm coerência, e sentido, e lições. Mas podemos aprender a lição errada.
A gente fala nos loucos anos 20, quando várias liberdades novas começavam a ser experimentadas, e esquece que foi a era que gerou o fascismo e outras formas liberticidas. O espírito da “era do jazz” foi também o espírito totalitário. Prevaleceram não os passos do charleston*, mas os passos de ganso dos nazistas.
A leitura convencional dos anos 40 é que foram os anos em que os Estados Unidos salvaram a Europa dela mesma. Na verdade, a Segunda Guerra salvou os Estados Unidos, acabou com a crise econômica que sobrara dos anos 30, fortalecendo a sua indústria ao mesmo tempo que os poupava da destruição que liquidou a Europa, fortalecendo um sistema econômico que mantém sua economia saudável até hoje. O fim da Segunda Guerra foi o começo da era americana. Os americanos salvaram o mundo – e ficaram com ele.
Já nos fabulosos anos 60, enquanto as drogas, o sexo e a comunhão dos jovens pela paz e contra tudo o que era velho tomavam conta das praças e das ruas, o conservadorismo se entrincheirava no poder.
Quando fizerem, no futuro, a leitura de nossa época, qual será a conclusão errada?
*Charleston = dança de salão muito difundida na década de 20
(Adaptado de: VERISSIMO, Luís Fernando. Banquete com os deuses. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003, p. 207/208)
Atente para as seguintes afirmações:
I. A ironia da frase “Oba, começou a Renascença!” deve-se ao fato de que só uma perspectiva histórica, e apenas ela, seria capaz de fixar a demarcação das eras da civilização.
II. O autor considera que os passos do charleston já prenunciavam a rigidez e a hostilidade que expressavam, nos desfiles militares, os passos de ganso dos soldados nazistas.
III. A expressão leitura convencional (3° parágrafo) traduz, neste contexto, o modo pelo qual todos deveríamos entender o que de fato se passou nos anos 40, com a Segunda Guerra.
Em relação ao texto está correto o que se afirma APENAS em
Lições erradas
Dividimos a história em eras, com começo e fim bem definidos, e mesmo que a ordem seja imposta depois dos fatos – a gente vive para a frente mas compreende para trás, ninguém na época disse “Oba, começou a Renascença!” – é bom acreditar que os fatos têm coerência, e sentido, e lições. Mas podemos aprender a lição errada.
A gente fala nos loucos anos 20, quando várias liberdades novas começavam a ser experimentadas, e esquece que foi a era que gerou o fascismo e outras formas liberticidas. O espírito da “era do jazz” foi também o espírito totalitário. Prevaleceram não os passos do charleston*, mas os passos de ganso dos nazistas.
A leitura convencional dos anos 40 é que foram os anos em que os Estados Unidos salvaram a Europa dela mesma. Na verdade, a Segunda Guerra salvou os Estados Unidos, acabou com a crise econômica que sobrara dos anos 30, fortalecendo a sua indústria ao mesmo tempo que os poupava da destruição que liquidou a Europa, fortalecendo um sistema econômico que mantém sua economia saudável até hoje. O fim da Segunda Guerra foi o começo da era americana. Os americanos salvaram o mundo – e ficaram com ele.
Já nos fabulosos anos 60, enquanto as drogas, o sexo e a comunhão dos jovens pela paz e contra tudo o que era velho tomavam conta das praças e das ruas, o conservadorismo se entrincheirava no poder.
Quando fizerem, no futuro, a leitura de nossa época, qual será a conclusão errada?
*Charleston = dança de salão muito difundida na década de 20
(Adaptado de: VERISSIMO, Luís Fernando. Banquete com os deuses. Rio de Janeiro: Objetiva, 2003, p. 207/208)
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
Um usuário deseja designar uma tarefa no MS-Project 2010. Há 2 modos de agendamento possíveis para essa tarefa, que são
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
No MS-PowerPoint 2010, considere o seguinte recurso, presente na guia Transições do aplicativo.
Sobre esse recurso, o tempo a ser inserido no campo “Após”, estando este campo selecionado,
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
No MS-Excel 2010, mudou-se a formatação padrão do texto presente na célula B2 de uma planilha, que ficou com a seguinte aparência.
Essa mudança de formatação é possível mediante a seleção, na guia Página Inicial, grupo Alinhamento, janela Formatar Células, da opção
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
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- Fim.
No MS-Excel 2010, foi elaborada a tabela a seguir.
A |
B |
C |
|
1 |
2 |
7 |
0 |
2 |
1 |
4 |
5 |
3 |
9 |
3 |
6 |
Na sequência, foram inseridas as seguintes fórmulas nas células E5, E6 e E7:
E5: =SE(MÁXIMO(A1:C3)>(2*MÍNIMO(A1:C3));"5";"7")
E6: =SE(MÁXIMO(A1;B3)>(2*MÍNIMO(A1;B3));"6";"8")
E7: =SE(MÁXIMO(A1;B2;C3)>(2*MÍNIMO(A1;B2;C3));"0";"9")
Os resultados que aparecerão nas células E5, E6 e E7 serão, respectivamente,
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
No MS-Word 2010, pode-se alterar a forma de exibição do documento por meio de seleções na janela Zoom, acessível por meio da guia Exibição, grupo Zoom. Em um documento com várias páginas, a aparência relacionada com a opção selecionada foi a seguinte, na janela Zoom.
Assinale a alternativa que apresenta uma opção que permite gerar essa aparência de exibição.
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
5. Segundo o PMI (Project Management Institute), em sua publicação PMBOK (Project Management Body of Knowledge), há 5 grupos de processos que cobrem as fases de um projeto, dentre as quais estão Iniciação e Encerramento. As 3 demais fases são
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
Considere a seguinte estrutura de dados do tipo pilha.
Considerando as operações usuais de empilhamento (PUSH) e desempilhamento (POP), com suas funcionalidades padrão, foram realizadas as seguintes operações, expressas na forma de uma pseudolinguagem:
X ← 10;
Y ← 20;
POP(Y);
PUSH(X);
POP(Y);
PUSH(Y);
PUSH(X);
Após a execução dessa sequência de operações, o novo conteúdo da pilha será, da base para o topo:
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
Considere a seguinte estrutura de dados do tipo árvore.
Trata-se de uma árvore
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
A comunicação entre funções de um programa com o restante do programa pode ser feita por meio de passagem e retorno de valores. O método em que uma cópia da variável é passada para a função, e que pode ser usada e também alterada dentro da função, porém sem que isso altere o conteúdo da variável original, é denominado
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
O maior e o menor valor armazenados após a execução do algoritmo na matriz Mat são, respectivamente,
Considere o algoritmo a seguir, apresentado na forma de uma pseudolinguagem e que implementa uma certa funcionalidade, para responder às questões de números 50 e 51.
Início
- as [
- asd Tipo TM = matriz[1..4, 1..4] de inteiros;
- asdas Inteiro: c, i, j, k;
- asda TM: Mat;
- asdas c ← 1;
- asdasd Para i de 1 até 4 faça
- asd[
- as Se (c é ímpar)
- asd[
- asas Então
- asd[ c ← c + 3*i;
- asd Para j de 1 até 4 faça
- ad[
- asdMat[i,j] ← i + j + c;
- a]
- ,]
- asas Senão
- ,[
- asasddc ← c + 2*i + 1
- asdasd; Para k de 1 até 4 faça
- [
- asdasdiiaMat[i,k] ← i + k - c;
- aaaad]
- aasa]
- aaa]
- ii,,]
- ,]
- Fim.
Após a execução do algoritmo, o número de posições da matriz Mat que foram atualizadas é igual a
O MPS.BR – Melhoria de Processo do Sofware Brasileiro estabelece 7 níveis de maturidade. Os níveis C e G são, respectivamente, denominados
Ao se medir a qualidade de software, há atributos considerados externos e outros classificados como internos. Assinale a alternativa que contém, respectivamente, um atributo do tipo externo e um atributo do tipo interno.
Sobre o tipo de teste de caixa preta, é correto afirmar que
O sistema gerenciador de bancos de dados Oracle (v. 11g) armazena os dados em tablespaces, sobre as quais é correto afirmar que
Uma das técnicas empregadas para a recuperação do conteúdo de bancos de dados relacionais utiliza-se da seguinte lógica: as modificações no conteúdo do banco de dados resultantes de uma transação são registradas no arquivo de log e somente são gravadas no banco de dados quando a ação final da transação tiver sido executada. A essa técnica atribui-se a denominação de modificação