Questões de Concurso
Para terapeuta ocupacional
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I - O TCE é definido como dano ao tecido cerebral causado por evento traumático, que pode ocasionar alterações físicas apenas. II - O Miniexame do Estado Mental é comumente utilizado para avaliar pacientes com TCE e poderá ser útil para a descrição da evolução cognitiva desse paciente. III - O tratamento de reabilitação poderá ser instaurado imediatamente após a estabilização do quadro clínico do paciente. IV - Devido à lesão axonal difusa, o paciente não poderá se beneficiar de atividades de estimulação sensorial.
Está correto o que se afirma em
O principal papel do Terapeuta Ocupacional nas equipes de saúde mental voltadas para o público infantil é o de ofertar um tratamento que possa impactar positivamente o desempenho ocupacional das crianças com disfunções psicossociais. Para tal, se faz necessário compreender o processo saúde/doença e seus impactos no cotidiano. Na coluna da esquerda, são apresentadas alterações no desenvolvimento infantil e na da direita, características de cada uma. Numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Autismo
2 - Sintomas maníacos
3 - Distúrbios do Humor (Transtornos
do Humor)
4 - Distúrbios de Conduta
5 - Distúrbios de Hiperatividade com
déficit de atenção (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade – TDAH)
( ) Padrão repetitivo e persistente do comportamento, em que os direitos básicos dos outros ou as normas/regras da sociedade são violados.
( ) Irritabilidade, labilidade emocional, elação, paranoia, hiperatividade, fala comprida, euforia, ilusões de grandeza e distração.
( ) Interesse diminuído e perda do prazer na maioria das atividades. São comuns queixas somáticas, irritabilidade e abstinência social.
( ) Impacto na capacidade de o indivíduo em responder rapidamente às tarefas apresentadas, mudar de atividade ou mesmo escolher o que fazer. Há excesso de ações motoras. Frequentemente são observadas dificuldades para esperar a vez e inibir os impulsos no comportamento social e nas tarefas cognitivas.
( ) Interesses e comportamentos restritos e repetitivos, além de déficit de comunicação e disfunção social.
Assinale a sequência correta.
O conhecimento acerca das ocupações humanas mantém uma relação intrínseca com a Terapia Ocupacional e viceversa. A respeito desse assunto, analise as assertivas.
I - As escolhas ocupacionais pessoais e da sociedade são importantes para o desenvolvimento humano e social, na medida em que as ocupações são sempre benéficas.
II - A ocupação pode ser descrita como “processo passivo de viver no início da vida, tornando-se ativo a partir da independência na infância até o final da vida, sendo que tem seu ápice nos processos ativos de cuidar de nós mesmos e dos outros”.
III - O ser humano é um ser ocupacional, pois se envolve em ocupações comuns (ler o jornal, lavar as mãos, caminhar, pedalar, etc.) e especiais (nova realização, celebrações e ritos de passagem etc.), que podem mudar com o passar do tempo.
IV - A Terapia Ocupacional tem seu conhecimento constituído principalmente pelas ciências psicossociológicas, biológicas e médicas. Seu objeto se diferencia dos dessas ciências quando procura integrar de modo específico tais conhecimentos, na intenção de estruturar um conhecimento a respeito do homem-ativo, como ponto de partida e meta de intervenção terapêutica.
Está correto o que se afirma em
Idosa, 77 anos, mora com o filho em uma comunidade periférica da capital. Sua casa tem três cômodos e a construção é de madeira. O acesso à moradia é dificultado por uma escada íngreme e a mobília dificulta a mobilidade em cadeiras de rodas. Considerando os Fatores do Domínio da Terapia Ocupacional, propostos pela Associação Americana de Terapia Ocupacional, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1 - Ocupações
2 - Fatores do Cliente
3 - Habilidades de Desempenho
4 - Padrões de Desempenho
( ) Durante a anamnese, o terapeuta ocupacional observou aspectos relevantes: vontade de voltar a ir à missa por acreditar que as orações poderiam ajudar em sua recuperação, exames que comprovavam lesões em áreas importantes do cérebro, prejuízos nas funções neuromusculoesqueléticas relacionadas ao movimento e funções mentais.
( ) Durante a avaliação funcional, o Terapeuta Ocupacional observou algumas dificuldades da idosa: movimentar-se na cama, mudar de postura/posicionamento (rolar, sentar, ficar em pé), instabilidade emocional e por não conseguir realizar suas atividades como antes, por exemplo, picar uma abobrinha.
( ) Nos atendimentos domiciliares, o Terapeuta Ocupacional buscou proporcionar vivências de tarefas conforme a rotina da idosa, como preparo de refogado de abobrinha, buscando fazê-lo da forma habitualmente feita por ela.
( ) O foco do Terapeuta Ocupacional foi estimular o engajamento em atividades da vida diária, como sair da cama, ir para a cozinha orientar e ajudar o filho no preparo da abobrinha refogada, ir à missa, realizar pequenas atividades/tarefas cotidianas.
Assinale a sequência correta.
Criação do Estado de Israel completou 70 anos em 2018.
Evento alterou o equilíbrio do Oriente Médio e insuflou um conflito com os árabes-palestinos, que perdura ainda hoje. Este é o direito natural do povo judeu de comandar o seu próprio destino como todas as outras nações em seu próprio Estado soberano”. Com essas palavras, o presidente da Agência Judaica para a Palestina, David Ben-Gurion, proclamou a criação do Estado de Israel, em ___________________________________:
(Disponível em: https://g1.globo.com/ Redação Aaptada)
I - proceder a exames visando ao diagnóstico e terapêutica de anormalidades no metabolismo do recém-nascido, bem como prestar orientação aos pais;
II - Os estabelecimentos de atendimento à saúde, inclusive as unidades neonatais, de terapia intensiva e de cuidados intermediários, deverão proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos pais ou responsável, nos casos de internação de criança ou adolescente;
III - Os casos de suspeita ou confirmação de castigo físico, de tratamento cruel ou degradante e de maus-tratos contra criança ou adolescente serão obrigatoriamente comunicados ao Conselho Tutelar da respectiva localidade, sem prejuízo de outras providências legais.
Assinale a alternativa que corresponde ao Art. 10.
Evidências associam o crânio do Museu Nacional à Cultura Clóvis, da pré-história dos EUA – e cravam que os traços do povo de Lagoa Santa (MG) eram mais próximos dos indígenas atuais.
Guilherme Eler
Na última atualização feita à imprensa sobre o estado do crânio de Luzia, pesquisadores já haviam resgatado 80% da peça dos escombros do Museu Nacional do Rio de Janeiro. (...)
A representação original do boneco de Luzia perdeu-se no fogo, mas, ainda que tivesse sobrevivido, acabaria tendo que ser substituída. Uma dupla de estudos publicados nas revistas científicas Cell e Science reuniu novos argumentos para defender a tese de que a representação não corresponde de fato à forma como ela deveria ser retratada.
Quando estudava o crânio de Luzia ao final da década de 1980, o antropólogo e ex-professor da USP (Universidade de São Paulo) Walter Neves formulou uma hipótese sobre a origem da dona da ossada. Segundo Neves, as características de seu crânio eram diferentes das dos povos indígenas atuais, o que sinalizaria que Luzia pertenceu a um grupo de humanos que chegou à América, também pelo estreito Bering, antes do grupo que deu origem aos indígenas da época de Cabral. Nesse caso, a aparência de Luzia seria mais próxima da dos africanos negros. Por isso, o antropólogo forense britânico Richard Neave, em 1996, reconstruiu sua face imaginando-a negra.
O que os novos estudos argumentam, porém, é que todos os indígenas que já perambularam pelas Américas descendem de uma única população humana. Natural do leste asiático, esse grupo ancestral teria chegado ao continente cerca de 20 mil anos atrás. Ou seja: não houve nenhuma migração anterior a que Luzia pudesse pertencer. Ela era uma indígena comum.
O que aconteceu de verdade foi um pouco mais complicado: a onda que povoou a América se dividiu dentro do próprio continente. Onde hoje estão os EUA, um grupo que ficou conhecido como “Cultura Clóvis” prosperou e avançou em direção ao sul. Quando chegou por aqui, deu origem a populações como a de Lagoa Santa (MG) – à qual pertence Luzia. Luzia, então, é “neta” de Clóvis.
Essa relação entre os primeiros americanos do norte e os primeiros do sul ficou clara pela análise de DNA de fósseis. Um esqueleto de 10 mil anos, encontrado em uma caverna do estado de Nevada, nos EUA, foi comparado com ossos da mesma idade naturais de Lagoa Santa. Mesmo distantes mais de 10 mil quilômetros, eram muito parecidos geneticamente. (...)
Depois de alguns de milhares de anos, uma nova onda migratória, distinta da Cultura Clóvis, desceu para a América do Sul e tomou conta de tudo. A população a que pertencia Luzia sumiu, assim como os Clóvis do norte, que são verificados pela última vez há 9 mil anos. Foram duas ondas, de fato, mas ambas originadas de uma só migração que entrou pelo Estreito de Bering. O que contraria a hipótese de Neves.
O processo que permitiu tais conclusões envolveu a participação de uma equipe internacional de 72 pesquisadores. Deles, 17 são brasileiros. Os autores se basearam na análise do genoma de 49 fósseis, achados em 15 sítios arqueológicos do Brasil, Argentina, Belize, Chile e Peru.
“Por mais acostumados que estejamos com a tradicional reconstrução facial de Luzia, com traços fortemente africanos, essa nova imagem reflete de forma muito mais precisa a fisionomia dos primeiros habitantes do Brasil, apresentando traços generalizados e indistintos a partir dos quais, ao longo dos milhares de anos, a grande diversidade ameríndia se estabeleceu”, explicou André Strauss, arqueólogo do Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), da USP em entrevista à BBC Brasil. (...)
Disponível em https://super.abril.com.br/historia/analise-genetica-propoe-novo-rosto-para-luzia-ela-nao-era-negra/ Acessado em 10/11/2018 – Texto adaptado
De acordo com o texto, os novos estudos indicam que
A relação entre trabalho e felicidade costuma ser encarada como causa e consequência, mas talvez não seja tão simples assim. Vide o livro, recém-lançado nos Estados Unidos, The Happiness Track (“O caminho da felicidade”), de Emma Seppala, pesquisadora da Universidade Stanford. A autora argumenta que o caminho é outro: a felicidade abre portas para o sucesso profissional e não o oposto. Em outras palavras, costumamos buscar felicidade no trabalho, quando, para trabalhar bem, o melhor é já ser feliz. Satisfação no trabalho é possível e desejável, claro. O problema, segundo Seppala, não é ser “workaholic”, mas “successaholic”, o que leva à procura incessante de uma conquista atrás da outra, na esperança de que na próxima finalmente chegue a felicidade. A autora detecta nisso um círculo perverso que acaba resultando em exaustão e, como um tiro pela culatra, em desempenho medíocre no trabalho. Para piorar, esse é um comportamento incentivado socialmente. O vício em trabalho, diferentemente de outros vícios, é enaltecido em nossa cultura, não só pela admiração dos pares, mas também por meio de recompensas. Além do reforço do ambiente, no entanto, há um mecanismo biológico que “recompensa” igualmente a corrida pelo sucesso no trabalho – e funciona de modo semelhante a todo vício. Uma conquista de qualquer tipo dispara uma carga do neurotransmissor dopamina no cérebro, provocando sensação de prazer. Até enviar um e-mail importante ou “ticar” uma tarefa concluída são ações que podem acionar esse mecanismo. E nossa época, com celulares de trabalho que soam mesmo nos horários de descanso, não ajuda nada. Em algum momento, a necessidade constante de realizar uma tarefa a mais tem consequências que afetam a saúde e o funcionamento da mente. O resultado costuma ser estresse emocional, tensão nos relacionamentos e até cinismo. No trabalho, as consequências vão de queda na produtividade à perda da capacidade de atenção. Esse estado de coisas não é irremediável. A mudança necessária precisa se dar no âmbito individual e pode ser resumida a estar presente em todos os momentos. Em vez de fazer várias coisas ao mesmo tempo, Seppala recomenda que as coisas sejam feitas uma por vez. Os dividendos serão, depois de algum tempo, maior satisfação e produtividade. E há também as pequenas providências, como silenciar o celular, evitar as redes sociais e estabelecer para si mesmo períodos de tempo para focar apenas numa tarefa, sem nenhuma distração. Obsessão: o problema não é ser um “workaholic”, mas sim um “successaholic”. Isso resulta em exaustão e desempenho medíocre no trabalho. Publicado em: 31/05/2016 Texto adaptado. Disponível em: http://epocanegocios.globo.com/Carreira/ noticia/2016/05/busca-pelo-sucesso-nao-pode-virar-obsessao.html Acesso em: 01/02/2018
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo.