Questões de Concurso Para terapeuta ocupacional

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Q1813601 Português
    Em maio, encerrei uma palestra sobre a Amazônia e a criação de futuro, na universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirmando que a esperança, assim como o desespero, é um luxo que não temos. Com um planeta superaquecendo, não há tempo para lamentações e para melancolias. Precisamos nos mover, mesmo sem esperança. Assim que terminei, um grande empresário brasileiro fez uma manifestação em defesa da esperança e foi aplaudido entusiasticamente por parte da plateia. A esperança, e não a destruição acelerada da Amazônia ou a emergência climática global, foi o assunto do debate que veio a seguir. Alguns entenderam que eu era uma espécie de inimiga da esperança e, portanto, uma inimiga do futuro (deles). A reação é reveladora de um momento em que a novíssima geração, a das crianças e adolescentes, tem enfiado o dedo na cara dos adultos e mandado eles crescerem.
    A esperança tem uma longa história, e espero que algum dia alguém a escreva. Das religiões à filosofia, do marketing político ao mundo das mercadorias do capitalismo. Num planeta com chão cada vez mais movediço, em que os estados- -nação se desmontam, a esperança tem progressivamente ocupado o lugar da felicidade como um ativo de mercado. Lembram que até bem pouco tempo atrás todo mundo era obrigado a ser feliz? E quem afirmava não ser tinha uma deformação de alma ou estava doente de depressão?
    A “felicidade” como mercadoria já foi bem dissecada por diferentes áreas do conhecimento e pela experiência cotidiana de cada um. Convertida em produto do capitalismo, no qual era objeto de consumo que supostamente se garantia por mais consumo, hoje perdeu valor de mercado, ainda que continue eventualmente a abarrotar as prateleiras de livros de autoajuda. A esperança vai ocupando o seu lugar num momento em que o futuro se desenha sombriamente como um futuro num planeta pior.
    O que levei para a parte final da minha palestra foi o que me parece o mais fascinante desta época: aquela que talvez seja a primeira geração sem esperança. Ao mesmo tempo, é também a geração que rompeu o torpor desse momento histórico marcado por adultos infantilizados, que alternam paralisia e automatismo, também no ato de consumir. Ao romper o torpor, essa geração deu esperança à geração de seus pais. O impasse em torno da esperança é revelador do impasse entre a geração que levou ao paroxismo o consumo do planeta, a dos pais, e a geração que vai viver no planeta esgotado por seus pais.
    A geração sem esperança tem a imagem de Greta Thunberg, a garota sueca que, em agosto do ano passado, com apenas 15 anos, iniciou uma greve escolar solitária em frente ao parlamento em Estocolmo. E, de lá para cá, já inspirou duas greves globais de estudantes pelo clima, levando para as ruas do mundo centenas de milhares de crianças e adolescentes em cada uma delas. Greta, que se tornou uma das pessoas mais influentes do planeta em menos de um ano, comparando-se com as virtudes geralmente atestadas por autoridades internacionais, é reconhecida por declarações tão brilhantes quanto afiadas. Em uma delas, responde aos adultos que olham extasiados para seu rosto de boneca de souvenir e confessam de olhos úmidos que ela e sua geração os enche de esperança. A adolescente, hoje com 16 anos, diz: “Nossa casa está em chamas. Eu não quero a sua esperança, não quero que vocês sejam esperançosos. Eu quero que vocês entrem em pânico, quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. Eu quero que vocês ajam, que ajam como se a casa estivesse em chamas, porque ela está”.
    Em vez de recusar o que ela diz, os adultos deveriam escutá-la com toda a atenção. O que testemunhamos é talvez a primeira geração a perceber que não tem tempo para esperar os pais resolverem o problema que até hoje só agravaram – e muito. Penso que, diante do impossível, precisamos criar um ser novo, fazer algo que nunca fizemos, nos arriscar a ser o que não sabemos. O futuro precisa também se desinventar como conceito de futuro para voltar a ser imaginado. Ou o futuro precisa se descolar dos conceitos hegemônicos de futuro para se abrir a outras possibilidades de ser pensado como futuro. Talvez não tenha nem mesmo o nome de futuro, mas outros. Esse futuro desinventado de futuro está sendo tecido por experiências de minorias vindas de outros territórios cosmopolíticos. Entre tantas más notícias, há uma ótima: por caminhos surpreendentes, a nova geração de suecas está vindo como índio.
(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https:// brasil.elpais.com/brasil/2019/06/05/politica/1559743351_956676.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Assinale a alternativa que mostra uma frase extraída do texto em que há, na palavra ou expressão sublinhada, a presença do sentido conotativo.
Alternativas
Q1813598 Português
    Em maio, encerrei uma palestra sobre a Amazônia e a criação de futuro, na universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirmando que a esperança, assim como o desespero, é um luxo que não temos. Com um planeta superaquecendo, não há tempo para lamentações e para melancolias. Precisamos nos mover, mesmo sem esperança. Assim que terminei, um grande empresário brasileiro fez uma manifestação em defesa da esperança e foi aplaudido entusiasticamente por parte da plateia. A esperança, e não a destruição acelerada da Amazônia ou a emergência climática global, foi o assunto do debate que veio a seguir. Alguns entenderam que eu era uma espécie de inimiga da esperança e, portanto, uma inimiga do futuro (deles). A reação é reveladora de um momento em que a novíssima geração, a das crianças e adolescentes, tem enfiado o dedo na cara dos adultos e mandado eles crescerem.
    A esperança tem uma longa história, e espero que algum dia alguém a escreva. Das religiões à filosofia, do marketing político ao mundo das mercadorias do capitalismo. Num planeta com chão cada vez mais movediço, em que os estados- -nação se desmontam, a esperança tem progressivamente ocupado o lugar da felicidade como um ativo de mercado. Lembram que até bem pouco tempo atrás todo mundo era obrigado a ser feliz? E quem afirmava não ser tinha uma deformação de alma ou estava doente de depressão?
    A “felicidade” como mercadoria já foi bem dissecada por diferentes áreas do conhecimento e pela experiência cotidiana de cada um. Convertida em produto do capitalismo, no qual era objeto de consumo que supostamente se garantia por mais consumo, hoje perdeu valor de mercado, ainda que continue eventualmente a abarrotar as prateleiras de livros de autoajuda. A esperança vai ocupando o seu lugar num momento em que o futuro se desenha sombriamente como um futuro num planeta pior.
    O que levei para a parte final da minha palestra foi o que me parece o mais fascinante desta época: aquela que talvez seja a primeira geração sem esperança. Ao mesmo tempo, é também a geração que rompeu o torpor desse momento histórico marcado por adultos infantilizados, que alternam paralisia e automatismo, também no ato de consumir. Ao romper o torpor, essa geração deu esperança à geração de seus pais. O impasse em torno da esperança é revelador do impasse entre a geração que levou ao paroxismo o consumo do planeta, a dos pais, e a geração que vai viver no planeta esgotado por seus pais.
    A geração sem esperança tem a imagem de Greta Thunberg, a garota sueca que, em agosto do ano passado, com apenas 15 anos, iniciou uma greve escolar solitária em frente ao parlamento em Estocolmo. E, de lá para cá, já inspirou duas greves globais de estudantes pelo clima, levando para as ruas do mundo centenas de milhares de crianças e adolescentes em cada uma delas. Greta, que se tornou uma das pessoas mais influentes do planeta em menos de um ano, comparando-se com as virtudes geralmente atestadas por autoridades internacionais, é reconhecida por declarações tão brilhantes quanto afiadas. Em uma delas, responde aos adultos que olham extasiados para seu rosto de boneca de souvenir e confessam de olhos úmidos que ela e sua geração os enche de esperança. A adolescente, hoje com 16 anos, diz: “Nossa casa está em chamas. Eu não quero a sua esperança, não quero que vocês sejam esperançosos. Eu quero que vocês entrem em pânico, quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. Eu quero que vocês ajam, que ajam como se a casa estivesse em chamas, porque ela está”.
    Em vez de recusar o que ela diz, os adultos deveriam escutá-la com toda a atenção. O que testemunhamos é talvez a primeira geração a perceber que não tem tempo para esperar os pais resolverem o problema que até hoje só agravaram – e muito. Penso que, diante do impossível, precisamos criar um ser novo, fazer algo que nunca fizemos, nos arriscar a ser o que não sabemos. O futuro precisa também se desinventar como conceito de futuro para voltar a ser imaginado. Ou o futuro precisa se descolar dos conceitos hegemônicos de futuro para se abrir a outras possibilidades de ser pensado como futuro. Talvez não tenha nem mesmo o nome de futuro, mas outros. Esse futuro desinventado de futuro está sendo tecido por experiências de minorias vindas de outros territórios cosmopolíticos. Entre tantas más notícias, há uma ótima: por caminhos surpreendentes, a nova geração de suecas está vindo como índio.
(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https:// brasil.elpais.com/brasil/2019/06/05/politica/1559743351_956676.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Quando se flexiona o grau de um adjetivo, evidencia-se a intensidade da qualidade que ele quer expressar. No caso do termo “novíssima” (1º§), que representa a flexão do adjetivo “novo”, foi usado o:
Alternativas
Q1813597 Português
    Em maio, encerrei uma palestra sobre a Amazônia e a criação de futuro, na universidade de Harvard, nos Estados Unidos, afirmando que a esperança, assim como o desespero, é um luxo que não temos. Com um planeta superaquecendo, não há tempo para lamentações e para melancolias. Precisamos nos mover, mesmo sem esperança. Assim que terminei, um grande empresário brasileiro fez uma manifestação em defesa da esperança e foi aplaudido entusiasticamente por parte da plateia. A esperança, e não a destruição acelerada da Amazônia ou a emergência climática global, foi o assunto do debate que veio a seguir. Alguns entenderam que eu era uma espécie de inimiga da esperança e, portanto, uma inimiga do futuro (deles). A reação é reveladora de um momento em que a novíssima geração, a das crianças e adolescentes, tem enfiado o dedo na cara dos adultos e mandado eles crescerem.
    A esperança tem uma longa história, e espero que algum dia alguém a escreva. Das religiões à filosofia, do marketing político ao mundo das mercadorias do capitalismo. Num planeta com chão cada vez mais movediço, em que os estados- -nação se desmontam, a esperança tem progressivamente ocupado o lugar da felicidade como um ativo de mercado. Lembram que até bem pouco tempo atrás todo mundo era obrigado a ser feliz? E quem afirmava não ser tinha uma deformação de alma ou estava doente de depressão?
    A “felicidade” como mercadoria já foi bem dissecada por diferentes áreas do conhecimento e pela experiência cotidiana de cada um. Convertida em produto do capitalismo, no qual era objeto de consumo que supostamente se garantia por mais consumo, hoje perdeu valor de mercado, ainda que continue eventualmente a abarrotar as prateleiras de livros de autoajuda. A esperança vai ocupando o seu lugar num momento em que o futuro se desenha sombriamente como um futuro num planeta pior.
    O que levei para a parte final da minha palestra foi o que me parece o mais fascinante desta época: aquela que talvez seja a primeira geração sem esperança. Ao mesmo tempo, é também a geração que rompeu o torpor desse momento histórico marcado por adultos infantilizados, que alternam paralisia e automatismo, também no ato de consumir. Ao romper o torpor, essa geração deu esperança à geração de seus pais. O impasse em torno da esperança é revelador do impasse entre a geração que levou ao paroxismo o consumo do planeta, a dos pais, e a geração que vai viver no planeta esgotado por seus pais.
    A geração sem esperança tem a imagem de Greta Thunberg, a garota sueca que, em agosto do ano passado, com apenas 15 anos, iniciou uma greve escolar solitária em frente ao parlamento em Estocolmo. E, de lá para cá, já inspirou duas greves globais de estudantes pelo clima, levando para as ruas do mundo centenas de milhares de crianças e adolescentes em cada uma delas. Greta, que se tornou uma das pessoas mais influentes do planeta em menos de um ano, comparando-se com as virtudes geralmente atestadas por autoridades internacionais, é reconhecida por declarações tão brilhantes quanto afiadas. Em uma delas, responde aos adultos que olham extasiados para seu rosto de boneca de souvenir e confessam de olhos úmidos que ela e sua geração os enche de esperança. A adolescente, hoje com 16 anos, diz: “Nossa casa está em chamas. Eu não quero a sua esperança, não quero que vocês sejam esperançosos. Eu quero que vocês entrem em pânico, quero que vocês sintam o medo que eu sinto todos os dias. Eu quero que vocês ajam, que ajam como se a casa estivesse em chamas, porque ela está”.
    Em vez de recusar o que ela diz, os adultos deveriam escutá-la com toda a atenção. O que testemunhamos é talvez a primeira geração a perceber que não tem tempo para esperar os pais resolverem o problema que até hoje só agravaram – e muito. Penso que, diante do impossível, precisamos criar um ser novo, fazer algo que nunca fizemos, nos arriscar a ser o que não sabemos. O futuro precisa também se desinventar como conceito de futuro para voltar a ser imaginado. Ou o futuro precisa se descolar dos conceitos hegemônicos de futuro para se abrir a outras possibilidades de ser pensado como futuro. Talvez não tenha nem mesmo o nome de futuro, mas outros. Esse futuro desinventado de futuro está sendo tecido por experiências de minorias vindas de outros territórios cosmopolíticos. Entre tantas más notícias, há uma ótima: por caminhos surpreendentes, a nova geração de suecas está vindo como índio.
(Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em: https:// brasil.elpais.com/brasil/2019/06/05/politica/1559743351_956676.html. Acesso em: 12/12/2019.)

Considere as seguintes afirmativas relacionadas ao uso do acento indicativo de crase existente no excerto “(...) essa geração deu esperança à geração de seus pais.” (4º§)
I. O verbo “dar” é transitivo direto, não requisitando o uso de preposição. II. Caso a palavra “geração” aparecesse flexionada no plural, não haveria uso do acento indicativo de crase se o termo “à”, que o antecede, permanecesse no singular. III. Se o trecho “essa geração deu esperança” fosse flexionado no plural, ou seja, “essas gerações deram esperança”, o acento indicativo de crase deveria ser abolido na sequência da oração.
É correto o que se afirma em
Alternativas
Q1782042 Terapia Ocupacional
Entende-se que não é tarefa fácil empreender nos serviços de saúde mental a condução de propostas clínicas coletivas no atendimento de crianças e adolescentes. Nesse sentido, é importante ressaltar que embora os atendimentos individuais estejam em grande maioria apontado em vários estudos, a indicação da criação de espaços de convivência para o acolhimento e acompanhamento desses sujeitos pode se configurar como potente espaço de trocas sociais e de ofertas condizentes às demandas e necessidades das crianças e adolescentes.
Tomando-se essa afirmação, evidencia-se que:
Alternativas
Q1782041 Terapia Ocupacional
No ano de 2003, a Portaria Nº 1947/GM apresentou o plano estratégico para a expansão de serviços destinados a crianças e adolescentes com sofrimento psíquico e caracteriza os Centros de Atenção Psicossocial Infanto juvenis (CAPSi) como serviço prioritário para o atendimento de pessoas com transtornos mentais graves e persistentes.
A Política de Saúde Mental para crianças e adolescentes opera a partir de dois principais focos de ação e organização, quais sejam:
I. Implantação e manutenção do CAPsi. II. Articulação de rede intersetorial com responsabilidades diferentes para cada setor no cuidado a infância e adolescência. III. Produção de modos de encontros na clínica, orientados por princípios éticos. IV. Articulação de rede intersetorial que se corresponsabilize no cuidado à infância e adolescência.
Quais estão corretos?
Alternativas
Q1782040 Terapia Ocupacional
As explanações sobre as Residências Terapêuticas (RTs) e as contribuições da Terapia Ocupacional podem ser descritas a partir de múltiplas perspectivas; no entanto, no artigo intitulado “As residências terapêuticas e a clínica do cotidiano: contribuições da terapia ocupacional”, os autores optaram por abordá-los, considerando a dimensão da experiência, ou seja, a dimensão da clínica cotidiana que é produzida nesses serviços.
Com o objetivo de sistematizar as ações dos terapeutas ocupacionais que contribuem para o trabalho nas Residências Terapêuticas, identificamos quatro planos de intervenção apontados no artigo, são eles, EXCETO as intervenções:
Alternativas
Q1782039 Terapia Ocupacional
Nos CECOs (Centros de Convivência), de acordo com Ferigato et al. (2016), que encontros contribuem para a construção da rede de saúde? Que afetos e práticas esses encontros produzem? Os autores, ao analisar o material produzido durante a realização de uma pesquisa, identificaram, pelo menos, quatro planos de encontros, quais sejam:
Alternativas
Q1782038 Terapia Ocupacional
Para Spinosa, segundo Ferigato et al. (2016), os encontros são essencialmente ético-afetivos, vinculados à noção de composição ou de decomposição na relação entre os corpos, na imanência da própria experiência.
A transformação que um encontro pode gerar num corpo é:
Alternativas
Q1782037 Terapia Ocupacional
Ferigato et al. (2016) nos aponta que a partir de Spinoza podemos identificar que a natureza dos encontros não é por si só positiva, nem negativa. O encontro entre os corpos se dá por conveniência ou desconveniência.
O que se coloca no centro de interesse de um encontro é o(a):
Alternativas
Q1782036 Terapia Ocupacional
Nos processos de sofrimento psíquico com rupturas no cotidiano, a prática da Terapia Ocupacional funciona como forma de recompor, organizar e renovar novas ou antigas cadeias operatórias do sujeito. Nessa perspectiva, outro conceito utilizado aponta para os fundamentos básicos corporais e as formas de sensibilidade que permeiam nosso cotidiano pelas cadeias operatórias: tato, equilíbrio, gustação, olfato e audição de sons geralmente apartados da linguagem verbal.
Por qual razão estes podem ser determinantes na organização do pensamento e afeto do sujeito?
Alternativas
Q1782035 Terapia Ocupacional
De acordo com Lorenzon e Marquetti (2016), o processo de sofrimento psíquico pode ser compreendido a partir da ruptura das cadeias de gestos intimamente acopladas ao nosso corpo e cotidiano.
Nessa perspectiva, o sofrimento psíquico pode ser visto como determinado pela:
Alternativas
Q1782034 Terapia Ocupacional
Para Saraceno (1998 in: Morato e Lussi, 2018), a função da reabilitação é justamente a de tornar a produção de sentido digna, o que pressupõe acompanhar o sujeito na (re)conquista de espaços que não sejam protegidos, mas abertos socialmente.
Para esse autor, a produção de valor tem relação direta com o(a):
Alternativas
Q1782033 Terapia Ocupacional
Sob o prisma da atividade, Castro, Lima e Brunello (2001 in: Morato e Lussi, 2018) afirmam que, no contexto de transformação no campo da saúde mental, houve uma reconfiguração na concepção das atividades, as quais assumem função importante no processo de superação da exclusão e alienação.
Assim, essas atividades passaram a ser valorizadas como elementos de:
Alternativas
Q1770120 Terapia Ocupacional
Existem três métodos principais para que os profissionais obtenham dados sobre o desempenho ocupacional de seus clientes: formulando perguntas sobre o desempenho através de questionários ou entrevistas estruturadas ou abertas; observando o desempenho em um contexto laboratorial (na clínica, por exemplo) ou natural (na casa, na escola, entre outros); ou testando o desempenho, usando avaliações referenciadas por normas ou critérios. Sobre os elementos observados pelo Terapeuta na avaliação do desempenho ocupacional de seus clientes, analisar os itens abaixo:
I. O parâmetro mais comumente utilizado para analisar o desempenho ocupacional é o nível de independência que os clientes apresentam quando realizam uma tarefa. II. A segurança é o risco suscitado pelos clientes ou pelo ambiente quando os clientes realizam suas tarefas, e costuma ser difícil saber determinar quando o desempenho da tarefa é suficientemente inseguro, de modo que a independência deva ser restringida. III. A eficiência do desempenho da tarefa implica um mínimo de esforço desnecessário e pode envolver elementos como a dificuldade percebida na realização da tarefa, dor, fadiga ou dispneia ou duração da tarefa.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1770119 Terapia Ocupacional
Reabilitação Psicossocial é uma proposta teórica, a qual se constituiu como modelo de prática que orienta as ações de transformação da assistência em saúde mental no País. Sobre esse assunto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1770118 Terapia Ocupacional
Amputação é um termo definido como a retirada cirúrgica ou traumática de um membro, sendo suas causas mais comuns trauma, infecções prolongadas, comprometimento neuromuscular grave e tumores. Sobre esse tema, analisar os itens abaixo:
I. As amputações traumáticas normalmente geram cotos que podem dificultar a colocação de uma prótese, pois é necessário um mínimo de alavanca que possibilite o movimento do coto. II. As próteses de membro superior podem ser classificadas em: estéticas, ativas, mioelétricas e híbridas. III. No que se refere ao nível da amputação, no caso de desarticulação do cotovelo, é favorável a colocação de próteses funcionais (mecânicas ou mioelétricas) com bom funcionamento do aparelho de preensão da prótese.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1770115 Terapia Ocupacional
Na construção do raciocínio clínico para organização do processo de intervenção, o Terapeuta Ocupacional pode lançar mão de uma abordagem centrada na resolução de problemas. O uso desse modelo representa uma tentativa consciente do terapeuta considerar a pessoa e seus problemas holística e objetivamente, antes de determinar a natureza do problema e em como tratá-lo. São pressupostos básicos para sua utilização:
Alternativas
Q1770114 Terapia Ocupacional
A Terapia Ocupacional produz processos de mudança através do “fazer”. Seus princípios se originaram de bases teóricas e científicas de vários processos fundamentais de mudança, como desenvolvimento, aprendizado e adaptação humanos. Sobre o tema do processo de mudança, analisar os itens abaixo:
I. O desenvolvimento produz mudanças, por meio da maturidade e do uso ativo dos potenciais que constroem as habilidades mais complexas. II. A reabilitação produz mudanças que atuam na recuperação das funções e da independência que seguem doenças ou traumas. III. A adaptação produz importantes mudanças que capacitam a pessoa a responder às demandas da vida diária e a manter e aumentar o bem-estar.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1770112 Terapia Ocupacional
A capacidade funcional tem sido como um novo paradigma em saúde, especialmente relevante em se tratando da população idosa. Uma série de conceitos, então, passam a ser utilizados pela comunidade dos profissionais da saúde, em especial por Terapeutas Ocupacionais. Sobre esse assunto, analisar os itens abaixo:
I. A capacidade funcional pode ser definida como habilidade para desempenhar, independentemente, as atividades da vida cotidiana. II. Independência é a capacidade de decisão e comando sobre suas ações. Esse conceito inclui liberdade individual, privacidade, livre escolha, autogoverno e regulação, independência moral e liberdade para satisfazer suas necessidades e sentimentos. III. A saúde é considerada como o equilíbrio entre as necessidades e as habilidades individuais em relação às demandas, às exigências ou ao reconhecimento da comunidade para o desempenho ocupacional.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q1770110 Enfermagem
Os planos da anatomia humana são as divisões imaginárias do corpo em partes para promover o estudo e dar nome às estruturas anatômicas. É utilizado para descrever a localização espacial do corpo e a direção dos seus movimentos. Sobre os planos principais, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Plano coronal. (2) Plano sagital. (3) Plano transversal.
( ) Corta o corpo lateralmente, indo de uma orelha a outra. Passa na sutura coronal do crânio. Também chamado de plano frontal. Ele determina se uma estrutura é anterior ou posterior. ( ) Corta o corpo em dois lados, mais precisamente direita e esquerda. Ocorre simetria externa, mas alguns órgãos não ficam simétricos internamente. ( ) Corta o corpo ao meio, de forma que ele esteja separado em superior (parte de cima) e inferior (parte de baixo). Pode também ser chamado de plano horizontal.
Alternativas
Respostas
13261: A
13262: A
13263: C
13264: D
13265: C
13266: E
13267: A
13268: B
13269: E
13270: C
13271: D
13272: B
13273: A
13274: D
13275: A
13276: C
13277: A
13278: E
13279: D
13280: A