Questões de Concurso Para médico ginecologista e obstetra

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Q3754635 Saúde Pública
Em uma reunião de avaliação de indicadores de saúde, uma equipe técnica da secretaria municipal analisa dados sobre mortalidade infantil, incidência de doenças infecciosas e esperança de vida ao nascer. O objetivo é identificar qual indicador expressa, de forma mais ampla, o resultado acumulado das condições de vida, da cobertura de políticas públicas e da qualidade dos serviços de saúde, permitindo comparações consistentes entre diferentes regiões e períodos.

O indicador que melhor cumpre com essa função é:
Alternativas
Q3754634 Saúde Pública
Uma equipe de pesquisadores deseja avaliar a eficácia de um novo programa educativo para reduzir a incidência de diabetes tipo 2 em adultos com pré-diabetes na Estratégia Saúde da Família. O programa inclui consultas mensais com nutricionista, sessões de atividade física em grupo e acompanhamento por agente comunitário de saúde.

Assinale a alternativa que apresenta o desenho de estudo epidemiológico mais adequado para investigar a eficácia desta intervenção.
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Q3754633 Medicina
O médico atende um paciente de 55 anos, assintomático, com índice de massa corporal (IMC) de 32 kg/m2 e histórico familiar de diabetes mellitus tipo 2. Durante a consulta, aproveita para aconselhar o paciente a intensificar a prática de exercícios físicos e a aderir a uma dieta mediterrânea, a fim de reduzir seu risco cardiovascular e metabólico.

Essa ação específica pode ser classificada como Prevenção
Alternativas
Q3754632 Saúde Pública
Um técnico de enfermagem sofre um acidente perfuro-cortante durante a administração de medicação em um paciente internado em hospital público. O serviço de saúde realiza o atendimento imediato, com limpeza do ferimento e coleta de exames para controle sorológico.

Com relação à notificação desse acidente no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), é correto afirmar que
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Q3754631 Saúde Pública
A Constituição Federal de 1988 define as bases do Sistema Único de Saúde (SUS) e estabelece as diretrizes fundamentais para que as ações e serviços públicos de saúde componham uma rede regionalizada e hierarquizada.

Com base nesse dispositivo constitucional, é correto afirmar que
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Q3754630 Medicina
Um médico atuando na Estratégia Saúde da Família do município atende uma mulher de 32 anos com queixa e corrimento vaginal persistente há duas semanas. A paciente relata que já utilizou, por conta própria, um tratamento anteriormente prescrito, sem sucesso. Ela também menciona que sua parceira sexual apresenta sintomas semelhantes. Após o exame clínico e a coleta de exames complementares, o médico institui o tratamento adequado.

Considerando as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e os princípios da integralidade e resolutividade da atenção, a conduta mais apropriada é 
Alternativas
Q3754629 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Quando a ciência encontra o humano: a trajetória de um médico que enfrenta o câncer de próstata


      Hoje, apresento a minha aula da vida: não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.

   O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.

     Diante de três caminhos, precisei escolher. O primeiro, o mais tradicional, seria a cirurgia imediata, mas com chance maior de falhas. O segundo, apelidado por mim de “mítico”, reunia promessas milagrosas e pouco resultado real. E o terceiro, o mais longo, exigia paciência e disciplina: uma preparação com novos medicamentos que reduzem a força do tumor, seguida da cirurgia. Foi esse que abracei, por acreditar na ciência e confiar que a pesquisa moderna ainda pode abrir portas para resultados mais consistentes.

     A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional. Os efeitos do tratamento foram intensos: um esvaziamento da energia, da disposição e até da identidade masculina. Era como se apagassem um motor vital. Mas não me entreguei. Segui com disciplina, exercícios e trabalho, buscando manter vivo o meu propósito. Passei a sentir na pele o que tantos pacientes me confidenciaram ao longo dos anos. Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão, esperando uma resposta, um gesto de esperança.
    
   O que era previsível mudou de repente: novos exames mostraram que minha chance de resposta era mínima. Pensei em desistir e partir logo para a cirurgia. Mas respirei fundo e investiguei a resposta ao tratamento. Um exame avançado revelou que o tumor havia encolhido mais de 80%. Segui até o fim do protocolo. A cirurgia, então, foi um sucesso: o tumor removido, as funções recuperadas, a vida retomada. A ciência havia cumprido seu papel, mas o processo inteiro me ensinou que a jornada emocional pode ser tão ou mais difícil do que a jornada clínica.

    O câncer me tirou certezas e dogmas, mas me deu algo maior: a capacidade de olhar diferente para cada paciente, para cada vida que confia em mim. Não sou mais o mesmo médico, e esse é, hoje, o meu maior prêmio. Sou alguém que já atravessou a tempestade e, por isso, pode oferecer mais que técnica: pode oferecer presença, escuta e humanidade.


(Fabrício Carrerette. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 01.10.2025. Adaptado)
A concordância está em conformidade com a norma­-padrão em:
Alternativas
Q3754628 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Quando a ciência encontra o humano: a trajetória de um médico que enfrenta o câncer de próstata


      Hoje, apresento a minha aula da vida: não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.

   O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.

     Diante de três caminhos, precisei escolher. O primeiro, o mais tradicional, seria a cirurgia imediata, mas com chance maior de falhas. O segundo, apelidado por mim de “mítico”, reunia promessas milagrosas e pouco resultado real. E o terceiro, o mais longo, exigia paciência e disciplina: uma preparação com novos medicamentos que reduzem a força do tumor, seguida da cirurgia. Foi esse que abracei, por acreditar na ciência e confiar que a pesquisa moderna ainda pode abrir portas para resultados mais consistentes.

     A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional. Os efeitos do tratamento foram intensos: um esvaziamento da energia, da disposição e até da identidade masculina. Era como se apagassem um motor vital. Mas não me entreguei. Segui com disciplina, exercícios e trabalho, buscando manter vivo o meu propósito. Passei a sentir na pele o que tantos pacientes me confidenciaram ao longo dos anos. Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão, esperando uma resposta, um gesto de esperança.
    
   O que era previsível mudou de repente: novos exames mostraram que minha chance de resposta era mínima. Pensei em desistir e partir logo para a cirurgia. Mas respirei fundo e investiguei a resposta ao tratamento. Um exame avançado revelou que o tumor havia encolhido mais de 80%. Segui até o fim do protocolo. A cirurgia, então, foi um sucesso: o tumor removido, as funções recuperadas, a vida retomada. A ciência havia cumprido seu papel, mas o processo inteiro me ensinou que a jornada emocional pode ser tão ou mais difícil do que a jornada clínica.

    O câncer me tirou certezas e dogmas, mas me deu algo maior: a capacidade de olhar diferente para cada paciente, para cada vida que confia em mim. Não sou mais o mesmo médico, e esse é, hoje, o meu maior prêmio. Sou alguém que já atravessou a tempestade e, por isso, pode oferecer mais que técnica: pode oferecer presença, escuta e humanidade.


(Fabrício Carrerette. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 01.10.2025. Adaptado)
Não me entreguei       ideias negativas e segui com disciplina, exercícios e trabalho       fim de manter vivo o meu propósito e chegar bem       cirurgia. Depois de atravessar a tempestade, posso oferecer       meus pacientes mais do que técnica: presença, escuta e humanidade.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q3754627 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Quando a ciência encontra o humano: a trajetória de um médico que enfrenta o câncer de próstata


      Hoje, apresento a minha aula da vida: não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.

   O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.

     Diante de três caminhos, precisei escolher. O primeiro, o mais tradicional, seria a cirurgia imediata, mas com chance maior de falhas. O segundo, apelidado por mim de “mítico”, reunia promessas milagrosas e pouco resultado real. E o terceiro, o mais longo, exigia paciência e disciplina: uma preparação com novos medicamentos que reduzem a força do tumor, seguida da cirurgia. Foi esse que abracei, por acreditar na ciência e confiar que a pesquisa moderna ainda pode abrir portas para resultados mais consistentes.

     A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional. Os efeitos do tratamento foram intensos: um esvaziamento da energia, da disposição e até da identidade masculina. Era como se apagassem um motor vital. Mas não me entreguei. Segui com disciplina, exercícios e trabalho, buscando manter vivo o meu propósito. Passei a sentir na pele o que tantos pacientes me confidenciaram ao longo dos anos. Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão, esperando uma resposta, um gesto de esperança.
    
   O que era previsível mudou de repente: novos exames mostraram que minha chance de resposta era mínima. Pensei em desistir e partir logo para a cirurgia. Mas respirei fundo e investiguei a resposta ao tratamento. Um exame avançado revelou que o tumor havia encolhido mais de 80%. Segui até o fim do protocolo. A cirurgia, então, foi um sucesso: o tumor removido, as funções recuperadas, a vida retomada. A ciência havia cumprido seu papel, mas o processo inteiro me ensinou que a jornada emocional pode ser tão ou mais difícil do que a jornada clínica.

    O câncer me tirou certezas e dogmas, mas me deu algo maior: a capacidade de olhar diferente para cada paciente, para cada vida que confia em mim. Não sou mais o mesmo médico, e esse é, hoje, o meu maior prêmio. Sou alguém que já atravessou a tempestade e, por isso, pode oferecer mais que técnica: pode oferecer presença, escuta e humanidade.


(Fabrício Carrerette. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 01.10.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  “... não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente...” (1o parágrafo)
•  “... mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.” (2o parágrafo)
•  “A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional.” (4o parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas “não apenas ... mas”, “mesmo” e “no entanto” exprimem, correta e respectivamente, sentidos de:
Alternativas
Q3754626 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Quando a ciência encontra o humano: a trajetória de um médico que enfrenta o câncer de próstata


      Hoje, apresento a minha aula da vida: não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.

   O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.

     Diante de três caminhos, precisei escolher. O primeiro, o mais tradicional, seria a cirurgia imediata, mas com chance maior de falhas. O segundo, apelidado por mim de “mítico”, reunia promessas milagrosas e pouco resultado real. E o terceiro, o mais longo, exigia paciência e disciplina: uma preparação com novos medicamentos que reduzem a força do tumor, seguida da cirurgia. Foi esse que abracei, por acreditar na ciência e confiar que a pesquisa moderna ainda pode abrir portas para resultados mais consistentes.

     A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional. Os efeitos do tratamento foram intensos: um esvaziamento da energia, da disposição e até da identidade masculina. Era como se apagassem um motor vital. Mas não me entreguei. Segui com disciplina, exercícios e trabalho, buscando manter vivo o meu propósito. Passei a sentir na pele o que tantos pacientes me confidenciaram ao longo dos anos. Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão, esperando uma resposta, um gesto de esperança.
    
   O que era previsível mudou de repente: novos exames mostraram que minha chance de resposta era mínima. Pensei em desistir e partir logo para a cirurgia. Mas respirei fundo e investiguei a resposta ao tratamento. Um exame avançado revelou que o tumor havia encolhido mais de 80%. Segui até o fim do protocolo. A cirurgia, então, foi um sucesso: o tumor removido, as funções recuperadas, a vida retomada. A ciência havia cumprido seu papel, mas o processo inteiro me ensinou que a jornada emocional pode ser tão ou mais difícil do que a jornada clínica.

    O câncer me tirou certezas e dogmas, mas me deu algo maior: a capacidade de olhar diferente para cada paciente, para cada vida que confia em mim. Não sou mais o mesmo médico, e esse é, hoje, o meu maior prêmio. Sou alguém que já atravessou a tempestade e, por isso, pode oferecer mais que técnica: pode oferecer presença, escuta e humanidade.


(Fabrício Carrerette. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 01.10.2025. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de colocação pronominal.
Alternativas
Q3754624 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Quando a ciência encontra o humano: a trajetória de um médico que enfrenta o câncer de próstata


      Hoje, apresento a minha aula da vida: não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.

   O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.

     Diante de três caminhos, precisei escolher. O primeiro, o mais tradicional, seria a cirurgia imediata, mas com chance maior de falhas. O segundo, apelidado por mim de “mítico”, reunia promessas milagrosas e pouco resultado real. E o terceiro, o mais longo, exigia paciência e disciplina: uma preparação com novos medicamentos que reduzem a força do tumor, seguida da cirurgia. Foi esse que abracei, por acreditar na ciência e confiar que a pesquisa moderna ainda pode abrir portas para resultados mais consistentes.

     A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional. Os efeitos do tratamento foram intensos: um esvaziamento da energia, da disposição e até da identidade masculina. Era como se apagassem um motor vital. Mas não me entreguei. Segui com disciplina, exercícios e trabalho, buscando manter vivo o meu propósito. Passei a sentir na pele o que tantos pacientes me confidenciaram ao longo dos anos. Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão, esperando uma resposta, um gesto de esperança.
    
   O que era previsível mudou de repente: novos exames mostraram que minha chance de resposta era mínima. Pensei em desistir e partir logo para a cirurgia. Mas respirei fundo e investiguei a resposta ao tratamento. Um exame avançado revelou que o tumor havia encolhido mais de 80%. Segui até o fim do protocolo. A cirurgia, então, foi um sucesso: o tumor removido, as funções recuperadas, a vida retomada. A ciência havia cumprido seu papel, mas o processo inteiro me ensinou que a jornada emocional pode ser tão ou mais difícil do que a jornada clínica.

    O câncer me tirou certezas e dogmas, mas me deu algo maior: a capacidade de olhar diferente para cada paciente, para cada vida que confia em mim. Não sou mais o mesmo médico, e esse é, hoje, o meu maior prêmio. Sou alguém que já atravessou a tempestade e, por isso, pode oferecer mais que técnica: pode oferecer presença, escuta e humanidade.


(Fabrício Carrerette. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 01.10.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  “... mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.” (1o parágrafo)
•  “O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.” (2o parágrafo)

Considerando o emprego do travessão, no primeiro parágrafo, e dos dois-pontos, no segundo, é correto afirmar que eles apresentam
Alternativas
Q3754623 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Quando a ciência encontra o humano: a trajetória de um médico que enfrenta o câncer de próstata


      Hoje, apresento a minha aula da vida: não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.

   O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.

     Diante de três caminhos, precisei escolher. O primeiro, o mais tradicional, seria a cirurgia imediata, mas com chance maior de falhas. O segundo, apelidado por mim de “mítico”, reunia promessas milagrosas e pouco resultado real. E o terceiro, o mais longo, exigia paciência e disciplina: uma preparação com novos medicamentos que reduzem a força do tumor, seguida da cirurgia. Foi esse que abracei, por acreditar na ciência e confiar que a pesquisa moderna ainda pode abrir portas para resultados mais consistentes.

     A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional. Os efeitos do tratamento foram intensos: um esvaziamento da energia, da disposição e até da identidade masculina. Era como se apagassem um motor vital. Mas não me entreguei. Segui com disciplina, exercícios e trabalho, buscando manter vivo o meu propósito. Passei a sentir na pele o que tantos pacientes me confidenciaram ao longo dos anos. Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão, esperando uma resposta, um gesto de esperança.
    
   O que era previsível mudou de repente: novos exames mostraram que minha chance de resposta era mínima. Pensei em desistir e partir logo para a cirurgia. Mas respirei fundo e investiguei a resposta ao tratamento. Um exame avançado revelou que o tumor havia encolhido mais de 80%. Segui até o fim do protocolo. A cirurgia, então, foi um sucesso: o tumor removido, as funções recuperadas, a vida retomada. A ciência havia cumprido seu papel, mas o processo inteiro me ensinou que a jornada emocional pode ser tão ou mais difícil do que a jornada clínica.

    O câncer me tirou certezas e dogmas, mas me deu algo maior: a capacidade de olhar diferente para cada paciente, para cada vida que confia em mim. Não sou mais o mesmo médico, e esse é, hoje, o meu maior prêmio. Sou alguém que já atravessou a tempestade e, por isso, pode oferecer mais que técnica: pode oferecer presença, escuta e humanidade.


(Fabrício Carrerette. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 01.10.2025. Adaptado)
Considere as passagens:

•  “A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional.” (4o parágrafo)
•  “Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão...” (4o parágrafo)
•  “O câncer me tirou certezas e dogmas...” (6o parágrafo)

No contexto em que estão empregadas, as expressões destacadas significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3754622 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Quando a ciência encontra o humano: a trajetória de um médico que enfrenta o câncer de próstata


      Hoje, apresento a minha aula da vida: não apenas como médico e pesquisador, mas como alguém que viveu no próprio corpo aquilo que estuda diariamente – o câncer de próstata.

   O resultado do exame trouxe uma verdade incômoda: mesmo conhecendo profundamente a medicina e tendo acesso à tecnologia mais avançada, eu estava vulnerável como qualquer homem.

     Diante de três caminhos, precisei escolher. O primeiro, o mais tradicional, seria a cirurgia imediata, mas com chance maior de falhas. O segundo, apelidado por mim de “mítico”, reunia promessas milagrosas e pouco resultado real. E o terceiro, o mais longo, exigia paciência e disciplina: uma preparação com novos medicamentos que reduzem a força do tumor, seguida da cirurgia. Foi esse que abracei, por acreditar na ciência e confiar que a pesquisa moderna ainda pode abrir portas para resultados mais consistentes.

     A escolha, no entanto, não me poupou do peso emocional. Os efeitos do tratamento foram intensos: um esvaziamento da energia, da disposição e até da identidade masculina. Era como se apagassem um motor vital. Mas não me entreguei. Segui com disciplina, exercícios e trabalho, buscando manter vivo o meu propósito. Passei a sentir na pele o que tantos pacientes me confidenciaram ao longo dos anos. Entendi, de forma brutal e transformadora, que, por trás de cada prontuário, há uma vida em suspensão, esperando uma resposta, um gesto de esperança.
    
   O que era previsível mudou de repente: novos exames mostraram que minha chance de resposta era mínima. Pensei em desistir e partir logo para a cirurgia. Mas respirei fundo e investiguei a resposta ao tratamento. Um exame avançado revelou que o tumor havia encolhido mais de 80%. Segui até o fim do protocolo. A cirurgia, então, foi um sucesso: o tumor removido, as funções recuperadas, a vida retomada. A ciência havia cumprido seu papel, mas o processo inteiro me ensinou que a jornada emocional pode ser tão ou mais difícil do que a jornada clínica.

    O câncer me tirou certezas e dogmas, mas me deu algo maior: a capacidade de olhar diferente para cada paciente, para cada vida que confia em mim. Não sou mais o mesmo médico, e esse é, hoje, o meu maior prêmio. Sou alguém que já atravessou a tempestade e, por isso, pode oferecer mais que técnica: pode oferecer presença, escuta e humanidade.


(Fabrício Carrerette. https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao, 01.10.2025. Adaptado)
Ao relatar a sua trajetória no combate ao câncer de próstata, o autor revela que
Alternativas
Q3754621 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão: 



Em relação à fala do primeiro quadro “Achei que você tinha dito que berinjela fatiada reduziria minha cintura.”, a forma verbal que substitui “tinha dito” e o sentido expresso por “reduziria” são, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3754620 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão: 



O efeito de humor da tira decorre
Alternativas
Q3746070 Medicina
O manejo do HIV na gestação é fundamental para reduzir a transmissão vertical ao recém-nascido.
Sobre esse tema, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3746069 Medicina
A prematuridade (parto antes de 37 semanas de idade gestacional) é a principal causa de morbimortalidade neonatal no Brasil e no mundo. A identificação de gestantes de risco e a implementação de medidas preventivas eficazes são prioridades no pré-natal de alto risco.
Assinale a alternativa CORRETA sobre as estratégias preventivas para o parto prematuro espontâneo em gestantes de alto risco: 
Alternativas
Q3746068 Medicina
As doenças hipertensivas na gestação são causas importantes de morbimortalidade materna e fetal. Sobre essas condições, analise as alternativas e assinale a CORRETA: 
Alternativas
Q3746067 Medicina
Complicações da gestação, como aborto, gravidez ectópica, mola hidatiforme e coriocarcinoma, além das infecções maternas transmitidas ao feto, são condições relevantes na prática obstétrica. O diagnóstico precoce, o manejo adequado e a prevenção são fundamentais para reduzir morbimortalidade materna e fetal.
Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q3746066 Medicina
O câncer de mama é a neoplasia maligna mais comum entre mulheres.
Sobre rastreamento e tratamento, assinale a alternativa correta: 
Alternativas
Respostas
1701: A
1702: B
1703: D
1704: E
1705: C
1706: C
1707: E
1708: B
1709: A
1710: D
1711: B
1712: C
1713: A
1714: E
1715: C
1716: C
1717: A
1718: B
1719: C
1720: C