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Q3415571 Matemática
O gerente de uma fábrica fez uma pesquisa sobre a sua fabricação de peças automotivas do ano:
11.png (257×374)
Considerando-se as informações, assinalar a alternativa que corresponde à porcentagem que representa os meses de menor e maior fabricação de peças, respectivamente: 
Alternativas
Q3415570 Português
        O que menos fazemos hoje no telefone celular é telefonar. O smartphone se transformou em uma ferramenta essencial para o trabalho e um passatempo indispensável. Nos aplicativos de redes sociais e comunicação, compartilhamos bons e maus momentos em textos, áudios e vídeos, criando uma nova forma de interação social.
        A revolução de colocar o mundo na palma da mão é recente, um fragmento na história da humanidade que redefiniu a maneira como nos conectamos e comunicamos. O telefone celular, que começou como um dispositivo para ligações simples, evoluiu para uma central multifuncional que integra diversas atividades do nosso cotidiano.
        Há 20 anos, o Brasil superava a marca de 40 milhões de celulares em operação, registrando um crescimento impressionante de 30% em doze meses. Três em cada quatro eram da modalidade pré−pago. O número de telefones móveis ultrapassou o total de linhas de telefone fixo naquele ano, marcando uma mudança significativa nos hábitos de comunicação. Mesmo assim, com uma população superior a 170 milhões, a maioria dos brasileiros ainda não tinha comprado o primeiro celular.
        Os celulares de 20 anos atrás eram essencialmente para ligações e torpedos, as curtas mensagens de texto. Em alguns aparelhos, já era possível baixar jogos, gravar voz e até fazer fotos de baixa qualidade. No entanto, nem imaginávamos a revolução que estava por vir, transformando esses dispositivos em verdadeiras extensões de nossas vidas.
        Em 2023, o Brasil ultrapassou a marca de 250 milhões de telefones móveis ativos, um número surpreendente que supera a própria população do país. Essa explosão no número de smartphones mostra como são importantes no nosso cotidiano, uma peça fundamental nessa época de muita informação e conexão.
 
(Fonte: Leandro Staudt. GZH — adaptado.)
Sobre a estruturação do pensamento abaixo, assinalar a alternativa INCORRETA:
“É uma pena que o limite da inteligência humana não seja proporcional ao da sua estupidez.” (Adenauer)
Alternativas
Q3415568 Português
        O que menos fazemos hoje no telefone celular é telefonar. O smartphone se transformou em uma ferramenta essencial para o trabalho e um passatempo indispensável. Nos aplicativos de redes sociais e comunicação, compartilhamos bons e maus momentos em textos, áudios e vídeos, criando uma nova forma de interação social.
        A revolução de colocar o mundo na palma da mão é recente, um fragmento na história da humanidade que redefiniu a maneira como nos conectamos e comunicamos. O telefone celular, que começou como um dispositivo para ligações simples, evoluiu para uma central multifuncional que integra diversas atividades do nosso cotidiano.
        Há 20 anos, o Brasil superava a marca de 40 milhões de celulares em operação, registrando um crescimento impressionante de 30% em doze meses. Três em cada quatro eram da modalidade pré−pago. O número de telefones móveis ultrapassou o total de linhas de telefone fixo naquele ano, marcando uma mudança significativa nos hábitos de comunicação. Mesmo assim, com uma população superior a 170 milhões, a maioria dos brasileiros ainda não tinha comprado o primeiro celular.
        Os celulares de 20 anos atrás eram essencialmente para ligações e torpedos, as curtas mensagens de texto. Em alguns aparelhos, já era possível baixar jogos, gravar voz e até fazer fotos de baixa qualidade. No entanto, nem imaginávamos a revolução que estava por vir, transformando esses dispositivos em verdadeiras extensões de nossas vidas.
        Em 2023, o Brasil ultrapassou a marca de 250 milhões de telefones móveis ativos, um número surpreendente que supera a própria população do país. Essa explosão no número de smartphones mostra como são importantes no nosso cotidiano, uma peça fundamental nessa época de muita informação e conexão.
 
(Fonte: Leandro Staudt. GZH — adaptado.)
Está CORRETA a articulação entre os tempos e os modos verbais na frase em:
Alternativas
Q3415566 Português
        O que menos fazemos hoje no telefone celular é telefonar. O smartphone se transformou em uma ferramenta essencial para o trabalho e um passatempo indispensável. Nos aplicativos de redes sociais e comunicação, compartilhamos bons e maus momentos em textos, áudios e vídeos, criando uma nova forma de interação social.
        A revolução de colocar o mundo na palma da mão é recente, um fragmento na história da humanidade que redefiniu a maneira como nos conectamos e comunicamos. O telefone celular, que começou como um dispositivo para ligações simples, evoluiu para uma central multifuncional que integra diversas atividades do nosso cotidiano.
        Há 20 anos, o Brasil superava a marca de 40 milhões de celulares em operação, registrando um crescimento impressionante de 30% em doze meses. Três em cada quatro eram da modalidade pré−pago. O número de telefones móveis ultrapassou o total de linhas de telefone fixo naquele ano, marcando uma mudança significativa nos hábitos de comunicação. Mesmo assim, com uma população superior a 170 milhões, a maioria dos brasileiros ainda não tinha comprado o primeiro celular.
        Os celulares de 20 anos atrás eram essencialmente para ligações e torpedos, as curtas mensagens de texto. Em alguns aparelhos, já era possível baixar jogos, gravar voz e até fazer fotos de baixa qualidade. No entanto, nem imaginávamos a revolução que estava por vir, transformando esses dispositivos em verdadeiras extensões de nossas vidas.
        Em 2023, o Brasil ultrapassou a marca de 250 milhões de telefones móveis ativos, um número surpreendente que supera a própria população do país. Essa explosão no número de smartphones mostra como são importantes no nosso cotidiano, uma peça fundamental nessa época de muita informação e conexão.
 
(Fonte: Leandro Staudt. GZH — adaptado.)
Considerando−se as diferenças que há entre os conceitos de polissemia e homonímia, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Polissemia.
(2) Homonímia.

( ) A vizinha passa o dia no banco.
( ) Chico Buarque tem uma letra incrível.
( ) O garçom já não se lembrava qual cliente havia lhe pedido uma colher.
Alternativas
Q3415565 Português
        O que menos fazemos hoje no telefone celular é telefonar. O smartphone se transformou em uma ferramenta essencial para o trabalho e um passatempo indispensável. Nos aplicativos de redes sociais e comunicação, compartilhamos bons e maus momentos em textos, áudios e vídeos, criando uma nova forma de interação social.
        A revolução de colocar o mundo na palma da mão é recente, um fragmento na história da humanidade que redefiniu a maneira como nos conectamos e comunicamos. O telefone celular, que começou como um dispositivo para ligações simples, evoluiu para uma central multifuncional que integra diversas atividades do nosso cotidiano.
        Há 20 anos, o Brasil superava a marca de 40 milhões de celulares em operação, registrando um crescimento impressionante de 30% em doze meses. Três em cada quatro eram da modalidade pré−pago. O número de telefones móveis ultrapassou o total de linhas de telefone fixo naquele ano, marcando uma mudança significativa nos hábitos de comunicação. Mesmo assim, com uma população superior a 170 milhões, a maioria dos brasileiros ainda não tinha comprado o primeiro celular.
        Os celulares de 20 anos atrás eram essencialmente para ligações e torpedos, as curtas mensagens de texto. Em alguns aparelhos, já era possível baixar jogos, gravar voz e até fazer fotos de baixa qualidade. No entanto, nem imaginávamos a revolução que estava por vir, transformando esses dispositivos em verdadeiras extensões de nossas vidas.
        Em 2023, o Brasil ultrapassou a marca de 250 milhões de telefones móveis ativos, um número surpreendente que supera a própria população do país. Essa explosão no número de smartphones mostra como são importantes no nosso cotidiano, uma peça fundamental nessa época de muita informação e conexão.
 
(Fonte: Leandro Staudt. GZH — adaptado.)
Assinalar a alternativa em que a concordância verbal está em conformidade com a norma−padrão:
Alternativas
Q3415563 Português
        O que menos fazemos hoje no telefone celular é telefonar. O smartphone se transformou em uma ferramenta essencial para o trabalho e um passatempo indispensável. Nos aplicativos de redes sociais e comunicação, compartilhamos bons e maus momentos em textos, áudios e vídeos, criando uma nova forma de interação social.
        A revolução de colocar o mundo na palma da mão é recente, um fragmento na história da humanidade que redefiniu a maneira como nos conectamos e comunicamos. O telefone celular, que começou como um dispositivo para ligações simples, evoluiu para uma central multifuncional que integra diversas atividades do nosso cotidiano.
        Há 20 anos, o Brasil superava a marca de 40 milhões de celulares em operação, registrando um crescimento impressionante de 30% em doze meses. Três em cada quatro eram da modalidade pré−pago. O número de telefones móveis ultrapassou o total de linhas de telefone fixo naquele ano, marcando uma mudança significativa nos hábitos de comunicação. Mesmo assim, com uma população superior a 170 milhões, a maioria dos brasileiros ainda não tinha comprado o primeiro celular.
        Os celulares de 20 anos atrás eram essencialmente para ligações e torpedos, as curtas mensagens de texto. Em alguns aparelhos, já era possível baixar jogos, gravar voz e até fazer fotos de baixa qualidade. No entanto, nem imaginávamos a revolução que estava por vir, transformando esses dispositivos em verdadeiras extensões de nossas vidas.
        Em 2023, o Brasil ultrapassou a marca de 250 milhões de telefones móveis ativos, um número surpreendente que supera a própria população do país. Essa explosão no número de smartphones mostra como são importantes no nosso cotidiano, uma peça fundamental nessa época de muita informação e conexão.
 
(Fonte: Leandro Staudt. GZH — adaptado.)
No trecho: “[...] No entanto, nem imaginávamos a revolução que estava por vir. *...+” (4º parágrafo), a conjunção sublinhada pode ser trocada, sem prejuízo ao significado no contexto, por:
Alternativas
Q3415562 Português
        O que menos fazemos hoje no telefone celular é telefonar. O smartphone se transformou em uma ferramenta essencial para o trabalho e um passatempo indispensável. Nos aplicativos de redes sociais e comunicação, compartilhamos bons e maus momentos em textos, áudios e vídeos, criando uma nova forma de interação social.
        A revolução de colocar o mundo na palma da mão é recente, um fragmento na história da humanidade que redefiniu a maneira como nos conectamos e comunicamos. O telefone celular, que começou como um dispositivo para ligações simples, evoluiu para uma central multifuncional que integra diversas atividades do nosso cotidiano.
        Há 20 anos, o Brasil superava a marca de 40 milhões de celulares em operação, registrando um crescimento impressionante de 30% em doze meses. Três em cada quatro eram da modalidade pré−pago. O número de telefones móveis ultrapassou o total de linhas de telefone fixo naquele ano, marcando uma mudança significativa nos hábitos de comunicação. Mesmo assim, com uma população superior a 170 milhões, a maioria dos brasileiros ainda não tinha comprado o primeiro celular.
        Os celulares de 20 anos atrás eram essencialmente para ligações e torpedos, as curtas mensagens de texto. Em alguns aparelhos, já era possível baixar jogos, gravar voz e até fazer fotos de baixa qualidade. No entanto, nem imaginávamos a revolução que estava por vir, transformando esses dispositivos em verdadeiras extensões de nossas vidas.
        Em 2023, o Brasil ultrapassou a marca de 250 milhões de telefones móveis ativos, um número surpreendente que supera a própria população do país. Essa explosão no número de smartphones mostra como são importantes no nosso cotidiano, uma peça fundamental nessa época de muita informação e conexão.
 
(Fonte: Leandro Staudt. GZH — adaptado.)
No 3º parágrafo, no segmento: “[...] Há 20 anos, o Brasil superava a marca de 40 milhões de celulares em operação.
[...]”, a palavra sublinhada significa:
Alternativas
Q3412890 Noções de Informática

Analiseas imagens a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

Alternativas
Q3412881 Raciocínio Lógico

Considere verdadeira a seguinte proposição condicional:


“Se Paulo sabe fazer bolo, então ele sabe fazer biscoitos.”


A partir dessa proposição, também é verdade que:

Alternativas
Q3412874 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão.


Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Os verbos “ouvira”, “anunciara” e “encontrara”, que ocorrem no excerto apresentado, estão conjugados no tempo: 
Alternativas
Q3412873 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão.


Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

Dentre todas as palavras que ocorrem no excerto apresentado, pertencem à classe gramatical das preposições: 
Alternativas
Q3412872 Português

Considere o excerto a seguir para responder à questão.


Durante dez anos, Jacinta ouvira críticas à sua omelete. Quando Luiz Augusto anunciara que encontrara uma mulher que fazia omeletes perfeitas — melhores, inclusive, que as do Caio Ribeiro — e que iria morar com ela, acrescentou: — Você não pode dizer que não lhe dei todas as chances, Cintinha.

No contexto apresentado, em relação à classe gramatical, os vocábulos “que” em destaque atuam, respectivamente, como: 
Alternativas
Q3405491 Fisioterapia
A fisioterapia em pacientes com doenças neuromusculares, como a esclerose lateral amiotrófica (ELA), inclui técnicas para melhorar a função motora e minimizar os sintomas. De acordo com Lima et al. (2021), a estimulação elétrica funcional é uma abordagem eficaz para melhorar a força muscular e a qualidade de vida desses pacientes. Qual intervenção fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a força muscular em pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA)?
Alternativas
Q3405490 Fisioterapia
A fisioterapia em pacientes com artrite reumatoide envolve intervenções para reduzir a dor e melhorar a função articular. De acordo com Santos et al. (2019), a combinação de exercícios de fortalecimento muscular e técnicas de terapia de calor é uma abordagem eficaz para gerenciar essa condição. Qual intervenção fisioterapêutica é mais eficaz para gerenciar a dor e melhorar a função articular em pacientes com artrite reumatoide?
Alternativas
Q3405489 Fisioterapia
A fisioterapia em pacientes com fibromialgia pode incluir técnicas de relaxamento muscular e exercícios aeróbicos. Segundo Silva et al. (2020), a combinação de intervenções fisioterapêuticas é eficaz para melhorar a dor e a qualidade de vida desses pacientes. Qual intervenção fisioterapêutica é mais eficaz para gerenciar a dor e melhorar a qualidade de vida em pacientes com fibromialgia?
Alternativas
Q3405488 Fisioterapia
A fisioterapia em pacientes com lesões de coluna vertebral envolve intervenções para melhorar a funcionalidade e minimizar os sintomas. De acordo com Carvalho et al. (2018), a terapia de estabilização vertebral é uma abordagem eficaz para gerenciar a dor e melhorar o controle postural. Qual abordagem fisioterapêutica é mais eficaz para gerenciar a dor e melhorar o controle postural em pacientes com lesões de coluna vertebral?
Alternativas
Q3405487 Fisioterapia
A fisioterapia em pacientes com osteoporose visa prevenir fraturas e melhorar a qualidade de vida. De acordo com Santos et al. (2017), o treinamento de resistência é uma abordagem comum para melhorar a força óssea e muscular nesses pacientes. Qual é a intervenção fisioterapêutica mais eficaz para melhorar a densidade óssea em pacientes com osteoporose?
Alternativas
Q3405486 Fisioterapia
O manejo fisioterapêutico em pacientes com distúrbios neuromusculares, como a esclerose múltipla, envolve intervenções que melhoram a qualidade de vida e minimizam os sintomas. De acordo com Silva et al. (2019), a fisioterapia pode incluir técnicas de estimulação elétrica funcional para ajudar na recuperação muscular. Qual intervenção fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a força muscular em pacientes com esclerose múltipla?
Alternativas
Q3405485 Fisioterapia
A fisioterapia respiratória é crucial para pacientes com doenças respiratórias crônicas, como a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Segundo Oliveira e Santos (2018), a reabilitação pulmonar é essencial para melhorar a qualidade de vida desses pacientes. Qual intervenção fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a função pulmonar em pacientes com DPOC?
Alternativas
Q3405484 Fisioterapia
A fisioterapia em pacientes com acidente vascular cerebral (AVC) envolve o uso de técnicas para melhorar a mobilidade e a independência funcional. De acordo com Silva et al. (2016), a reabilitação neurofuncional é fundamental para a recuperação neuromuscular pós-AVC. Qual técnica fisioterapêutica é mais eficaz para melhorar a mobilidade em pacientes pós-AVC?
Alternativas
Respostas
10781: C
10782: B
10783: C
10784: A
10785: C
10786: B
10787: C
10788: E
10789: A
10790: C
10791: E
10792: A
10793: A
10794: D
10795: A
10796: A
10797: C
10798: A
10799: C
10800: A