Questões de Concurso Para engenheiro eletricista

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Q78813 Português

    Há uma rotina de ideias a que não escapa sequer o escritor original. Os grandes temas, os temas universais, reduzem-se a uma contagem nos dedos – e quem escreve ficção vai beber sempre na mesma aguada. Um ficcionista puxa outro. Dostoievski, Faulkner, Kafka deflagraram muitos contemporâneos, graças à sua força extraordinária de gravitação. Servem de impulso à primeira largada, seus modos de dizer e maneira de ver e sentir o mundo deixam de ser propriedade privada, incorporam-se à literatura como conquista de uma época, um condomínio em que as ideias se desligam e flutuam soltas. 

    Fala-se comumente em influências na obra deste ou daquele autor. O termo, com o tempo, perdeu contorno pejorativo. Quem não tem influências, quem não se abeberou em alguém? Literatura é um organismo vivo que não cessa de receber subsídios. Felizes os que, contribuindo com essa coisa inquietante que é escrever, revigoram-lhe o lastro. Eles se realizam em termos de criação artística e contribuem, com sua experiência e suas descobertas, para que outros cheguem e deitem ali, também, o seu fardo.

    Stendhal inventou para o amor a teoria da cristalização que se poderia aplicar à coisa literária. No fundo, as ideias são as mesmas, descrevem um círculo vicioso que o escritor preenche conscientemente, se acrescentar ao que já encontrou feito uma dimensão pessoal. Criação espontânea, inspiração, musa? Provavelmente não existem, pelo menos na proporção em que os românticos quiseram valorizar as manifestações do seu espírito. Escrever – e falo sempre em termos de criar – é um exercício meticuloso em busca do amadurecimento; quem escreve retoma uma experiência sedimentada, com o dever, que só alguns eleitos cumprem, de alargá-la dentro da perspectiva do homem e da época.

(Hélio Pólvora. Graciliano, Machado, Drummond & Outros. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975, pp. 37-38)

É correto afirmar que as questões colocadas nos 2º e 3º parágrafos
Alternativas
Q78812 Português

    Há uma rotina de ideias a que não escapa sequer o escritor original. Os grandes temas, os temas universais, reduzem-se a uma contagem nos dedos – e quem escreve ficção vai beber sempre na mesma aguada. Um ficcionista puxa outro. Dostoievski, Faulkner, Kafka deflagraram muitos contemporâneos, graças à sua força extraordinária de gravitação. Servem de impulso à primeira largada, seus modos de dizer e maneira de ver e sentir o mundo deixam de ser propriedade privada, incorporam-se à literatura como conquista de uma época, um condomínio em que as ideias se desligam e flutuam soltas. 

    Fala-se comumente em influências na obra deste ou daquele autor. O termo, com o tempo, perdeu contorno pejorativo. Quem não tem influências, quem não se abeberou em alguém? Literatura é um organismo vivo que não cessa de receber subsídios. Felizes os que, contribuindo com essa coisa inquietante que é escrever, revigoram-lhe o lastro. Eles se realizam em termos de criação artística e contribuem, com sua experiência e suas descobertas, para que outros cheguem e deitem ali, também, o seu fardo.

    Stendhal inventou para o amor a teoria da cristalização que se poderia aplicar à coisa literária. No fundo, as ideias são as mesmas, descrevem um círculo vicioso que o escritor preenche conscientemente, se acrescentar ao que já encontrou feito uma dimensão pessoal. Criação espontânea, inspiração, musa? Provavelmente não existem, pelo menos na proporção em que os românticos quiseram valorizar as manifestações do seu espírito. Escrever – e falo sempre em termos de criar – é um exercício meticuloso em busca do amadurecimento; quem escreve retoma uma experiência sedimentada, com o dever, que só alguns eleitos cumprem, de alargá-la dentro da perspectiva do homem e da época.

(Hélio Pólvora. Graciliano, Machado, Drummond & Outros. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975, pp. 37-38)

Fala-se comumente em influências na obra deste ou daquele autor. O termo, com o tempo, perdeu contorno pejorativo. (2º parágrafo)

A opinião exposta acima está corretamente reproduzida, com outras palavras, em:
Alternativas
Q78811 Português

    Há uma rotina de ideias a que não escapa sequer o escritor original. Os grandes temas, os temas universais, reduzem-se a uma contagem nos dedos – e quem escreve ficção vai beber sempre na mesma aguada. Um ficcionista puxa outro. Dostoievski, Faulkner, Kafka deflagraram muitos contemporâneos, graças à sua força extraordinária de gravitação. Servem de impulso à primeira largada, seus modos de dizer e maneira de ver e sentir o mundo deixam de ser propriedade privada, incorporam-se à literatura como conquista de uma época, um condomínio em que as ideias se desligam e flutuam soltas. 

    Fala-se comumente em influências na obra deste ou daquele autor. O termo, com o tempo, perdeu contorno pejorativo. Quem não tem influências, quem não se abeberou em alguém? Literatura é um organismo vivo que não cessa de receber subsídios. Felizes os que, contribuindo com essa coisa inquietante que é escrever, revigoram-lhe o lastro. Eles se realizam em termos de criação artística e contribuem, com sua experiência e suas descobertas, para que outros cheguem e deitem ali, também, o seu fardo.

    Stendhal inventou para o amor a teoria da cristalização que se poderia aplicar à coisa literária. No fundo, as ideias são as mesmas, descrevem um círculo vicioso que o escritor preenche conscientemente, se acrescentar ao que já encontrou feito uma dimensão pessoal. Criação espontânea, inspiração, musa? Provavelmente não existem, pelo menos na proporção em que os românticos quiseram valorizar as manifestações do seu espírito. Escrever – e falo sempre em termos de criar – é um exercício meticuloso em busca do amadurecimento; quem escreve retoma uma experiência sedimentada, com o dever, que só alguns eleitos cumprem, de alargá-la dentro da perspectiva do homem e da época.

(Hélio Pólvora. Graciliano, Machado, Drummond & Outros. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975, pp. 37-38)

A afirmativa correta, de acordo com o texto, é:
Alternativas
Q78810 Português

    Há uma rotina de ideias a que não escapa sequer o escritor original. Os grandes temas, os temas universais, reduzem-se a uma contagem nos dedos – e quem escreve ficção vai beber sempre na mesma aguada. Um ficcionista puxa outro. Dostoievski, Faulkner, Kafka deflagraram muitos contemporâneos, graças à sua força extraordinária de gravitação. Servem de impulso à primeira largada, seus modos de dizer e maneira de ver e sentir o mundo deixam de ser propriedade privada, incorporam-se à literatura como conquista de uma época, um condomínio em que as ideias se desligam e flutuam soltas. 

    Fala-se comumente em influências na obra deste ou daquele autor. O termo, com o tempo, perdeu contorno pejorativo. Quem não tem influências, quem não se abeberou em alguém? Literatura é um organismo vivo que não cessa de receber subsídios. Felizes os que, contribuindo com essa coisa inquietante que é escrever, revigoram-lhe o lastro. Eles se realizam em termos de criação artística e contribuem, com sua experiência e suas descobertas, para que outros cheguem e deitem ali, também, o seu fardo.

    Stendhal inventou para o amor a teoria da cristalização que se poderia aplicar à coisa literária. No fundo, as ideias são as mesmas, descrevem um círculo vicioso que o escritor preenche conscientemente, se acrescentar ao que já encontrou feito uma dimensão pessoal. Criação espontânea, inspiração, musa? Provavelmente não existem, pelo menos na proporção em que os românticos quiseram valorizar as manifestações do seu espírito. Escrever – e falo sempre em termos de criar – é um exercício meticuloso em busca do amadurecimento; quem escreve retoma uma experiência sedimentada, com o dever, que só alguns eleitos cumprem, de alargá-la dentro da perspectiva do homem e da época.

(Hélio Pólvora. Graciliano, Machado, Drummond & Outros. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1975, pp. 37-38)

A ideia central do texto está corretamente reproduzida em:
Alternativas
Q78809 Português

Quando eu me encontrava preso 

Na cela de uma cadeia 

Foi que vi pela primeira vez 

As tais fotografias 

Em que apareces inteira

Porém lá não estavas nua

E sim coberta de nuvens... 


Terra! Terra!

Por mais distante

O errante navegante 

Quem jamais te esqueceria?... 

        Caetano Veloso

        (fragmento de “Terra” – http://letras.terra.com/caetano-veloso/44780/)

Desconsiderada a sua organização em versos, a primeira estrofe da canção está corretamente pontuada em:
Alternativas
Q78808 Português

Quando eu me encontrava preso 

Na cela de uma cadeia 

Foi que vi pela primeira vez 

As tais fotografias 

Em que apareces inteira

Porém lá não estavas nua

E sim coberta de nuvens... 


Terra! Terra!

Por mais distante

O errante navegante 

Quem jamais te esqueceria?... 

        Caetano Veloso

        (fragmento de “Terra” – http://letras.terra.com/caetano-veloso/44780/)

Considere as afirmativas abaixo.

I. Ao transpor-se para a voz passiva o período constituído pelos versos Foi que vi pela primeira vez / As tais fotografias, a forma verbal resultante é foram vistas.

II. Caso o verbo esquecer em Quem jamais te esqueceria?... tivesse sido empregado em sua forma pronominal (esquecer-se), a regência verbal teria permanecido inalterada.

III. Na frase que constitui a segunda estrofe do fragmento transcrito, o verso Por mais distante exerce a função sintática de adjunto adverbial.

Está correto o que se afirma APENAS em:

Alternativas
Q78807 Português
Os filhos dos japoneses davam um duro danado, em poucos anos tinham feito muitas coisas, trabalho de um
século. Na roça deles tinha tudo... Entravam na água e cortavam a juta, eram corajosos e disciplinados.
Vi vários deles, magros e tristes, na ilha das Ciganas, em Saracura, Arari, Itaboraí, e até no Paraná do Limão.
Cortavam juta com um terçado, secavam as fibras num varal e depois as carregavam para a propriedade, onde eram
prensadas e enfardadas; a maioria dos empregados morava em casebres espalhados em redor de Okayama Ken;
quando adoeciam, eram tratados por um dos poucos médicos de Parintins, que uma vez por semana visitava os
trabalhadores da propriedade.

(Cinzas do Norte. Milton Hatoum. São Paulo: Cia das Letras, 2005, p.71, com adaptações)

...secavam as fibras num varal e (...) as carregavam para a propriedade, onde eram prensadas e enfardadas...

Invertendo-se as vozes passiva e ativa da frase acima, a frase correta resultante será:
Alternativas
Q78806 Português

Os filhos dos japoneses davam um duro danado, em poucos anos tinham feito muitas coisas, trabalho de um século. Na roça deles tinha tudo... Entravam na água e cortavam a juta, eram corajosos e disciplinados.

Vi vários deles, magros e tristes, na ilha das Ciganas, em Saracura, Arari, Itaboraí, e até no Paraná do Limão. Cortavam juta com um terçado, secavam as fibras num varal e depois as carregavam para a propriedade, onde eram prensadas e enfardadas; a maioria dos empregados morava em casebres espalhados em redor de Okayama Ken; quando adoeciam, eram tratados por um dos poucos médicos de Parintins, que uma vez por semana visitava os trabalhadores da propriedade.

                            (Cinzas do Norte. Milton Hatoum. São Paulo: Cia das Letras, 2005, p.71, com adaptações)

Os filhos dos japoneses em poucos anos tinham feito o trabalho de um século. Entravam na água e cortavam a juta, eram corajosos e disciplinados.

O período acima está reescrito com correção, mantendo o sentido original, em:
Alternativas
Q78805 Português

Os filhos dos japoneses davam um duro danado, em poucos anos tinham feito muitas coisas, trabalho de um século. Na roça deles tinha tudo... Entravam na água e cortavam a juta, eram corajosos e disciplinados.

Vi vários deles, magros e tristes, na ilha das Ciganas, em Saracura, Arari, Itaboraí, e até no Paraná do Limão. Cortavam juta com um terçado, secavam as fibras num varal e depois as carregavam para a propriedade, onde eram prensadas e enfardadas; a maioria dos empregados morava em casebres espalhados em redor de Okayama Ken; quando adoeciam, eram tratados por um dos poucos médicos de Parintins, que uma vez por semana visitava os trabalhadores da propriedade.

                            (Cinzas do Norte. Milton Hatoum. São Paulo: Cia das Letras, 2005, p.71, com adaptações)

Está INCORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: FIOCRUZ Provas: FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Segurança da Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquivologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia de Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - TI - Sistemas de Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biossegurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Fisioterapia Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacologia Aplicada a Produtos Naturais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Eletrônica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Mecânica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Entomologia e Outros Artrópodes | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Estatística | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Experimentação Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacocinética | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacotécnica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacovigilância | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Flexografia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Genômica Funcional e Sequenciamento de DNA | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Geoprocessamento | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Gestão de Informação Bibliográfica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico alergista e imunologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Informação Científica e Imagem em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Malacologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Manutenção de Coleções Biológicas em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Micobactérias | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Neonatologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Nutrição | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação de Laboratório de Nível de Segurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação e Manutenção de Plataformas Tecnológicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica - Ensaios Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Processamento Final de Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Fitomedicamentos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Virais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Programação Visual | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteção Radiológica e Radiometria | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteômica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Psicologia da Criança e do Adolescente | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Síntese Química de Derivados Orgânicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte Tecnológico em Anatomia Patológica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Terapia Intensiva Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Uroginecologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Virologia Aplicada a Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Zoologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório II | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Análises Físico-Químicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico anestesiologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura e Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Aspectos Regulatórios de Estudos Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Assistência Farmacêutica Hospitalar | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Bacteriologia da Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular e Molecular Aplicada à Virologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Molecular de Microorganismos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório I | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Boas Práticas de Laboratório | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Ciências Sociais e Saúde nas Fronteiras | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Citogenética Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Conservação, preservação e restauração | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Controle Microbiológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Culicídeos Vetores | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Embalagem | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Insumos Biológicos para a Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Bacteriológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Difusão Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Divulgação Científica em Museus | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Endoscopia Digestiva | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Enfermagem do Trabalho | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Civil | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Elétrica |
Q78633 Português
O segmento do texto que mostra um erro ortográfico é:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: FIOCRUZ Provas: FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Segurança da Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquivologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia de Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - TI - Sistemas de Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biossegurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Fisioterapia Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacologia Aplicada a Produtos Naturais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte à Infra-estrutura Tecnológica da Pesquisa | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Eletrônica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Mecânica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Entomologia e Outros Artrópodes | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Estatística | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Experimentação Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacocinética | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacotécnica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacovigilância | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Flexografia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Genômica Funcional e Sequenciamento de DNA | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Geoprocessamento | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Gestão de Informação Bibliográfica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico alergista e imunologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Informação Científica e Imagem em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Malacologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Manutenção de Coleções Biológicas em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Micobactérias | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Neonatologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Nutrição | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação de Laboratório de Nível de Segurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Operação e Manutenção de Plataformas Tecnológicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Pesquisa Clínica - Ensaios Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Processamento Final de Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Fitomedicamentos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Produção de Vacinas Virais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Programação Visual | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteção Radiológica e Radiometria | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Proteômica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Psicologia da Criança e do Adolescente | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Síntese Química de Derivados Orgânicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte Tecnológico em Anatomia Patológica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Terapia Intensiva Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Uroginecologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Virologia Aplicada a Imunobiológicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Zoologia Médica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório II | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Análises Físico-Químicas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Médico anestesiologista | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquitetura e Urbanismo | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Aspectos Regulatórios de Estudos Clínicos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Assistência Farmacêutica Hospitalar | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Bacteriologia da Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Animal | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Celular e Molecular Aplicada à Virologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biologia Molecular de Microorganismos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biotecnologia em Animais de Laboratório I | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Boas Práticas de Laboratório | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Ciências Sociais e Saúde nas Fronteiras | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Citogenética Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Conservação, preservação e restauração | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Controle Microbiológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Culicídeos Vetores | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Biofármacos | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Embalagem | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Insumos Biológicos para a Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Desenvolvimento de Vacinas Bacterianas | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Bacteriológico | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Diagnóstico Laboratorial | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Difusão Audiovisual em Saúde | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Divulgação Científica em Museus | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Endoscopia Digestiva | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Enfermagem do Trabalho | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Civil | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Elétrica |
Q78632 Português
Assinale a alternativa que mostra uma modificação inadequada de um segmento por um outro equivalente semanticamente.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FGV Órgão: FIOCRUZ Provas: FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Segurança da Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Arquivologia | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia de Produção | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - TI - Sistemas de Informação | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Biossegurança | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Fisioterapia Pediátrica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Farmacologia Aplicada a Produtos Naturais | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Suporte à Infra-estrutura Tecnológica da Pesquisa | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Eletrônica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Engenharia Mecânica | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Entomologia e Outros Artrópodes | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Estatística | FGV - 2010 - FIOCRUZ - Tecnologista em Saúde - Experimentação Animal | FGV - 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Q78628 Português
O texto é um editorial de uma revista intitulada Horizonte geográfico.

A respeito do conteúdo desse texto é correto afirmar que:
Alternativas
Q77490 Engenharia Elétrica
Imagem 030.jpg

A figura acima ilustra a relação conjugado × velocidade de um motor de indução com rotor bobinado, cuja característica pode variar mediante a inserção de uma resistência externa ao circuito do rotor. Nessa figura, apresentam-se quatro curvas associadas a diferentes valores de resistências, identificados por Imagem 031.jpgImagem 032.jpg

Nessa situação, é correto afirmar que as resistências estão relacionadas da forma
Alternativas
Q77489 Engenharia Elétrica
Um motor de indução trifásico de 20 cv, 380 V, 4 polos, 60 Hz, opera a plena carga em regime permanente com escorregamento de 4%. Considerando-se que as perdas mecânicas sejam de 880 W e assumindo-se que 1 cv = 736 W, é correto afirmar que o valor da potência transferida no entreferro está entre
Alternativas
Q77488 Engenharia Elétrica
A tabela a seguir apresenta o resultado de medições elétricas realizadas em uma instalação industrial para identificar as componentes harmônicas presentes na corrente de alimentação de uma carga não linear.

Imagem 029.jpg

A partir dessas informações, é correto afirmar que o valor da distorção harmônica total na corrente avaliada está entre
Alternativas
Q77487 Engenharia Elétrica
Os dispositivos diferenciais residuais (DR) de seccionamento mecânico são utilizados na proteção contra choques elétricos provocados por contato direto e indireto. Segundo a NBR 5410/2005, não podem ser utilizados dispositivos DR em instalações elétricas residenciais cujo esquema de aterramento seja o

Alternativas
Q77486 Engenharia Elétrica
Um engenheiro eletricista deve dimensionar os condutores de um circuito terminal trifásico a quatro fios, com 380 V e 100 m de extensão, cuja corrente de projeto é igual a 76,8 A. Para isso, ele decidiu utilizar condutores de cobre, com isolação em PVC, instalados em eletroduto aparente de seção circular. Após consulta à norma NBR 5410/2005, ele verificou que os valores dos fatores de correção de temperatura e de agrupamento que devem ser utilizados são, respectivamente, 0,96 e 0,8. Considerando-se as características do referido circuito trifásico, apresentam-se, na tabela a seguir, para algumas seções de condutores de cobre, a capacidade de condução de corrente, segundo a referida norma, e a queda de tensão unitária, de acordo com valores típicos de fabricantes.

Imagem 028.jpg

Com base nessas informações, assinale a opção correta a respeito do dimensionamento dos condutores da instalação em questão.
Alternativas
Q77485 Engenharia Elétrica
Imagem 027.jpg

A tabela acima apresenta parâmetros relativos a dois transformadores trifásicos T1 e T2, conectados em paralelo para alimentar uma carga de 5kVA. A partir dessas informações, é correto afirmar que os valores da potência fornecida à carga pelos transformadores T1 e T2 são iguais, respectivamente, a
Alternativas
Q77484 Engenharia Elétrica
Para que fossem determinados os parâmetros do circuito equivalente de um transformador de 50 kVA, 2000:200 V, foram realizados ensaios de curto-circuito e de circuito aberto. No ensaio de curto-circuito, os instrumentos foram instalados no lado de alta tensão, deixando-se o lado de baixa tensão em curto-circuito. No ensaio de circuito aberto, os instrumentos foram instalados no lado de baixa tensão, deixando-se o lado de alta tensão em aberto. A tabela a seguir apresenta as medições realizadas nesses ensaios.

Imagem 022.jpg

Considerando as informações acima, assinale a opção correta.
Alternativas
Q77483 Engenharia Elétrica
Imagem 013.jpg

A figura acima ilustra o esquema de medição de potência de uma carga trifásica pelo método dos dois wattímetros. Assinale a opção correta, considerando que as medições dos wattímetros WA e WB sejam, respectivamente, iguais a 50 Imagem 014.jpgW e 150 Imagem 015.jpgW.
Alternativas
Respostas
18221: B
18222: D
18223: A
18224: A
18225: C
18226: D
18227: C
18228: A
18229: E
18230: E
18231: D
18232: D
18233: A
18234: D
18235: A
18236: B
18237: B
18238: B
18239: B
18240: X