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Q412026 Português
                       Internet e a importância da imprensa

       Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
       É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
       E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
       O risco está em que é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
       Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...
       A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
       Evidencia-se, aqui, um ponto importante. A internet não substitui a imprensa. Pelo contrário, esse fenômeno dos novos guetos põe em destaque o papel da imprensa no jogo democrático. Ao selecionar o que se publica, ela acaba sendo um importante moderador do debate público. Aquilo que muitos poderiam ver como uma limitação é o que torna possível o diálogo, ao criar um espaço de discussão num contexto de civilidade democrática, no qual o outro lado também é ouvido.
       A racionalidade não dialogada é estreita, já que todos nós temos muitos condicionantes, que configuram o nosso modo de ver o mundo. Sozinhos, nunca somos totalmente isentos, temos sempre um determinado viés. Numa época de incertezas sobre o futuro da mídia, aí está um dos grandes diferenciais de um jornal em relação ao que simplesmente é publicado na rede.
       Imprensa e internet não são mundos paralelos: comunicam-se mutuamente, o que é benéfico a todos. No entanto, seria um empobrecimento democrático para um país se a primeira página de um jornal fosse simplesmente o reflexo da audiência virtual da noite anterior. Nunca foi tão necessária uma ponderação serena e coletiva do que será manchete no dia seguinte.
       O perigo da internet não está propriamente nela. O risco é considerarmos que, pelo seu sucesso, todos os outros âmbitos devam seguir a sua mesma lógica, predominantemente quantitativa. O mundo contemporâneo, cada vez mais intensamente marcado pelo virtual, necessita também de outros olhares, de outras cores. A internet, mesmo sendo plural, não tem por que se tornar um monopólio.

                                       (CAVALCANTI, N. da Rocha. Jornal “O Estado de S. Paulo”, 12/05/14, com adaptações.)


“Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público.” (§ 5)

De acordo com o período transcrito acima, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público:
Alternativas
Q412021 Português
                       Internet e a importância da imprensa

       Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
       É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
       E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
       O risco está em que é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
       Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...
       A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
       Evidencia-se, aqui, um ponto importante. A internet não substitui a imprensa. Pelo contrário, esse fenômeno dos novos guetos põe em destaque o papel da imprensa no jogo democrático. Ao selecionar o que se publica, ela acaba sendo um importante moderador do debate público. Aquilo que muitos poderiam ver como uma limitação é o que torna possível o diálogo, ao criar um espaço de discussão num contexto de civilidade democrática, no qual o outro lado também é ouvido.
       A racionalidade não dialogada é estreita, já que todos nós temos muitos condicionantes, que configuram o nosso modo de ver o mundo. Sozinhos, nunca somos totalmente isentos, temos sempre um determinado viés. Numa época de incertezas sobre o futuro da mídia, aí está um dos grandes diferenciais de um jornal em relação ao que simplesmente é publicado na rede.
       Imprensa e internet não são mundos paralelos: comunicam-se mutuamente, o que é benéfico a todos. No entanto, seria um empobrecimento democrático para um país se a primeira página de um jornal fosse simplesmente o reflexo da audiência virtual da noite anterior. Nunca foi tão necessária uma ponderação serena e coletiva do que será manchete no dia seguinte.
       O perigo da internet não está propriamente nela. O risco é considerarmos que, pelo seu sucesso, todos os outros âmbitos devam seguir a sua mesma lógica, predominantemente quantitativa. O mundo contemporâneo, cada vez mais intensamente marcado pelo virtual, necessita também de outros olhares, de outras cores. A internet, mesmo sendo plural, não tem por que se tornar um monopólio.

                                       (CAVALCANTI, N. da Rocha. Jornal “O Estado de S. Paulo”, 12/05/14, com adaptações.)


Ao tratar do “empowerment ” do cidadão proporcionado pela grande rede, o texto faz referência não só a aspectos positivos, mas também a riscos da internet. Entre estes está o risco de a internet:
Alternativas
Q412020 Português
                       Internet e a importância da imprensa

       Este artigo não é sobre a pornografia no mundo virtual nem tampouco sobre os riscos de as redes sociais empobrecerem o relacionamento humano. Trata de um dos aspectos mais festejados da internet: o empowerment (“empoderamento”, fortalecimento) do cidadão proporcionado pela grande rede.
       É a primeira vez na História em que todos, ou quase todos, podem exercer a sua liberdade de expressão, escrevendo o que quiserem na internet. De forma instantânea, o que cada um publica está virtualmente acessível aos cinco continentes. Tal fato, inimaginável décadas atrás, vem modificando as relações sociais e políticas: diversos governos caíram em virtude da mobilização virtual, notícias antes censuradas são agora publicadas na rede, etc. Há um novo cenário democrático mais aberto, mais participativo, mais livre.
       E o que pode haver de negativo nisso tudo? A facilidade de conexão com outras pessoas tem provocado um novo fenômeno social. Com a internet, não é mais necessário conviver (e conversar) com pessoas que pensam de forma diferente. Com enorme facilidade, posso encontrar indivíduos “iguais” a mim, por mais minoritária que seja a minha posição.
       O risco está em que é muito fácil aderir ao seu clube” e, por comodidade, quase sem perceber, ir se encerrando nele. Não é infrequente que dentro dos guetos, físicos ou virtuais, ocorra um processo que desemboca no fanatismo e no extremismo.
       Em razão da ausência de diálogo entre posições diversas, o ativismo na internet nem sempre tem enriquecido o debate público. O empowerment digital é frequentemente utilizado apenas como um instrumento de pressão, o que é legítimo democraticamente, mas, não raras vezes, cruza a linha, para se configurar como intimidação, o que já não é tão legítimo assim...
       A internet, como espaço de liberdade, não garante por si só a criação de consensos nem o estabelecimento de uma base comum para o debate.
       Evidencia-se, aqui, um ponto importante. A internet não substitui a imprensa. Pelo contrário, esse fenômeno dos novos guetos põe em destaque o papel da imprensa no jogo democrático. Ao selecionar o que se publica, ela acaba sendo um importante moderador do debate público. Aquilo que muitos poderiam ver como uma limitação é o que torna possível o diálogo, ao criar um espaço de discussão num contexto de civilidade democrática, no qual o outro lado também é ouvido.
       A racionalidade não dialogada é estreita, já que todos nós temos muitos condicionantes, que configuram o nosso modo de ver o mundo. Sozinhos, nunca somos totalmente isentos, temos sempre um determinado viés. Numa época de incertezas sobre o futuro da mídia, aí está um dos grandes diferenciais de um jornal em relação ao que simplesmente é publicado na rede.
       Imprensa e internet não são mundos paralelos: comunicam-se mutuamente, o que é benéfico a todos. No entanto, seria um empobrecimento democrático para um país se a primeira página de um jornal fosse simplesmente o reflexo da audiência virtual da noite anterior. Nunca foi tão necessária uma ponderação serena e coletiva do que será manchete no dia seguinte.
       O perigo da internet não está propriamente nela. O risco é considerarmos que, pelo seu sucesso, todos os outros âmbitos devam seguir a sua mesma lógica, predominantemente quantitativa. O mundo contemporâneo, cada vez mais intensamente marcado pelo virtual, necessita também de outros olhares, de outras cores. A internet, mesmo sendo plural, não tem por que se tornar um monopólio.

                                       (CAVALCANTI, N. da Rocha. Jornal “O Estado de S. Paulo”, 12/05/14, com adaptações.)


De acordo com o texto, em relação à internet, a importância da imprensa está direcionada essencialmente:
Alternativas
Q409012 Engenharia Elétrica
No circuito da figura abaixo, a potência dissipada no resistor de R1 é igual a 2% da potência dissipada na carga (R2). Nessas condições, o valor da relação de transformação, N1/N2, é:

Dados:
R1= 8 Ω
I2=20 A
R2=4 Ω

imagem-022.jpg
Alternativas
Q409011 Engenharia Elétrica
O aperto de porcas e parafusos e a verificação visual do estado geral dos contatos elétricos, realizados periodicamente, em quadros de distribuição, caracterizam a manutenção:
Alternativas
Q409010 Engenharia Elétrica
Considere os seguintes enunciados em relação aos motores síncronos:

I. Necessitam de fonte de excitação, requerendo manutenção constante e muitas vezes dispendiosa.
II. Não apresentam desvantagem na partida, quando comparado aos motores de indução.
III. São de ampla utilização na indústria, em relação aos motores de indução e de rotor bobinado.
IV. Pode ser usado como alternativa a um banco de capacitores, para corrigir fator de potência, desde que tomando cuidando especiais em relação a flutuação do torque .
V. Não pode usar enrolamento de compensação no auxílio a partida.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q409009 Engenharia Elétrica
Dentre os dispositivos de comando, podemos citar os seguintes: dimmer, relé de impulso e minuteria . Esses dispositivos citados, em instalações elétricas prediais, são usados em:
Alternativas
Q409008 Engenharia Elétrica
Os motores elétricos, em geral, podem ser em agrupados em motores de corrente contínua e motores de corrente alternada.
Considere os seguintes enunciados:

I. São exemplos de motores de corrente contínua: motores série, motores em derivação e motores compostos.
II. Motores assíncronos trifásicos são motores alimentados a 4 fios (3 fases e neutro).
III. Motores de indução são constituídos de duas partes básicas: rotor e estator.
IV. O comportamento de um motor de indução, no que se refere ao rotor, é comparável ao primário de um transformador.
V. Em um motor de indução, o único elemento que se liga à linha de alimentação é o estator.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q409007 Matemática
Programas tal como o Selo Procel da Eletrobrás tem por objetivo orientar o consumidor no ato da compra, indicando os produtos que apresentam os melhores níveis de eficiência energética dentro de cada categoria, proporcionando, assim, economia na conta de energia elétrica. Também estimula a fabricação e a comercialização de produtos mais eficientes, contribuindo para o desenvolvimento tecnológico e a preservação do meio ambiente. Com relação às práticas recomendadas para o uso eficiente de energia elétrica, considere os enunciados abaixo.

I. O monitor tradicional é responsável pelo consumo de 60% a 80% da energia gasta pelo computador. Por isso, deve-se preferir a tela de cristal líquido, que economiza até 40% em relação ao total gasto pelo computador, apesar de mais cara.
II. Segundo a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), a geladeira é o segundo equipamento que mais consome energia em uma residência, ficando atrás apenas do chuveiro. Ela contribui com 25% a 30% do valor da conta de luz. Para gastar menos energia com o uso da geladeira, não se deve descongelá-la regularmente. A crosta de gelo ajuda a reduzir o consumo energético.
III. Instalações com tensão em 110 V gastam menos energia que as instalações com tensão em 220 V, e, portanto, as primeiras devem ser priorizadas.

Está correto APENAS o que se afirma em:
Alternativas
Q409006 Engenharia Eletrônica
Considere um canal sem ruído com uma largura de banda de 3000 Hz transmitindo um sinal que possui uma quantidade de 8 níveis. Determine a máxima taxa de transmissão desse canal em bps (bits por segundo).
Alternativas
Q409005 Engenharia Elétrica
A perda em um cabo de transmissão é geralmente definida em decibéis por quilômetro (dB/km). Se o sinal no inicio de um cabo com perda de -0,4dB/km tem a potência de 2 mW, determine a potência do sinal há 50 km do inicio do cabo.
Alternativas
Q409004 Engenharia Elétrica
Um técnico de laboratório possui quatro produtos químicos, A, B, C e D, que devem ser guardados em dois depósitos. As vezes, é preciso mover um ou mais produtos de um depósito para o outro. A natureza dos produtos são tais que seria perigoso guardar B e C juntos, a não ser que A esteja no mesmo depósito. Também seria perigoso guardar C e D juntos se A não estiver no depósito. Uma expressão para uma função Y(A,B, C,D), tal que Y = 1 sempre que exista uma combinação perigosa
Alternativas
Q409003 Redes de Computadores
O modelo de interconexão de sistemas abertos (OSI) tem sete camadas e foi criado com o objetivo de padronizar os protocolos das diversas camadas de serviços de comunicação. Nesse modelo de sete camadas, a camada de número 4 (quatro) é denominada camada de:
Alternativas
Q409002 Arquitetura de Computadores
Os sistemas de computadores modernos possuem técnicas para duplicar parte dos dados contidos na memória principal (a memória lenta, neste caso) em um módulo menor. Esse módulo menor é composto por dispositivos de memória mais rápidos. As palavras de memória usadas com mais frequência são nela mantidas. Esse tipo de memória é denominado:
Alternativas
Q409001 Engenharia Elétrica
A saída Y do circuito digital abaixo é:

imagem-006.jpg
Alternativas
Q409000 Engenharia Elétrica
Considere o circuito ilustrado abaixo, onde em um galvanômetro G, com resistência Rg de 20 ohms, uma corrente de 5 x 10-4A provoca o desvio sobre toda a escala. Sabendo-se que o amperímetro usa esse galvanômetro, calcule o valor aproximado da resistência em paralelo Rp que indique 5 A na escala inteira.

imagem-005.jpg
Alternativas
Q408999 Engenharia Elétrica
Um transformador de 32 kVA fornece 12 kW a uma carga com fator de potência de 0,6 atrasado. Desejando-se cargas de fator de potência unitário com esse mesmo transformador, determine quantos kW podem ser acrescentados, até que o transformador esteja a plena carga.

Dados:
sen30° =0,5
cos30° =0,8
Alternativas
Q408998 Engenharia Elétrica
Uma unidade trifásica de aquecimento de 1500 watts, fator de potência unitário e um motor de indução de 5HP, rendimento de 80% e fator de potência 0,90, são alimentados pelo mesmo sistema trifásico a três condutores, 200 volts. Determinar a amplitude da corrente de linha, em ampéres, para o regime normal do motor de indução, considerando que ele é uma carga trifásica equilibrada.

Dados:
1HP=740 watts
√3 = 1,7
Alternativas
Q408997 Engenharia Elétrica
Dado o circuito abaixo, calcule a impedância para o circuito equivalente de Norton em relação aos terminais A e B.

Dados:
- Todas as unidades de medidas são as do Sistema Internacional de Unidades (SI)
Vac=60; C = -j6; R = 5 e L = j6

imagem-004.jpg
Alternativas
Q408996 Engenharia Elétrica
Os esquemas, ilustrados abaixo, representam instalações elétricas de uma casa. A respeito das descrições dos esquemas mencionados, pode-se afirmar que:

imagem-003.jpg
Alternativas
Respostas
14721: D
14722: E
14723: A
14724: B
14725: A
14726: B
14727: D
14728: B
14729: A
14730: B
14731: D
14732: A
14733: D
14734: E
14735: A
14736: A
14737: A
14738: C
14739: B
14740: A