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Considerando os dados da tabela acima, que apresenta os resultados dos ensaios de circuito aberto (CA) e de curto-circuito (CC) efetuados em um transformador monofásico de 12 kVA, 2.200/220 V, 60 Hz, julgue o item a seguir.
A resistência equivalente dos enrolamentos, referida para o lado de baixa tensão, é de 0,10 Ω.
Os parâmetros do circuito equivalente de um transformador monofásico podem ser determinados por meio do ensaio em circuito aberto — que consiste na aplicação da tensão nominal em um dos terminais do transformador e na abertura do outro — e do ensaio em curto-circuito — que consiste no controle da tensão de entrada, com o secundário em curto-circuito, até o atingimento do valor da corrente nominal.
O ensaio de polarização por golpe indutivo é utilizado em transformadores trifásicos para determinar a polaridade das bobinas do transformador. No ensaio realizado com o auxílio de um galvanômetro, o golpe indutivo deve ser aplicado do lado de baixa para o lado de alta, a fim de se diminuir o risco de descarga elétrica.
No modelo do transformador monofásico real, para a determinação da resistência de perdas no núcleo, são considerados o efeito das correntes de circulação, as quais podem ser minimizadas pela laminação do ferro, e as perdas por histerese do material ferromagnético, as quais são proporcionais à frequência.
Nos transformadores do tipo núcleo envolvente ou shell type, as bobinas envolvem o núcleo ferromagnético.
Para diminuir o risco de centelhamento perigoso ou descarga elétrica inadmissível, os condutores de descida devem ser dispostos de modo que a corrente percorra diversos condutores em paralelo e o comprimento desses condutores seja o menor possível.
De acordo com as necessidades levantadas, no projeto dos captores podem ser utilizados, em conjunto ou isoladamente, os métodos de ângulo de proteção, esfera rolante, condutores em malha ou gaiola.
Devido às características elétricas, as seções mínimas dos componentes do SPDA feitos de cobre são maiores que as de alumínio; por exemplo, em captores e anéis intermediários, a seção mínima é de 70 mm² para o cobre e de 35 mm² para o alumínio.
A chave estática, um dos componentes de um sistema ininterrupto de energia, converte a tensão contínua proveniente do retificador ou do banco de baterias em tensão alternada para alimentar a carga, realizando também o controle de amplitude e frequência.
A topologia de nobreaks do tipo online protege a carga contra falta de rede, subtensão, sobretensão, surto de tensão, variação de frequência e ruído, além de não apresentar interrupção nas transferências de carga.
Os nobreaks podem ser classificados em três classes distintas, de acordo com a disposição dos circuitos, sendo o tempo de vida útil das baterias do nobreak do tipo stand-by maior que o dos outros tipos de nobreak, devido à sua capacidade de estabilização.
A potência térmica de um transformador de potencial é a maior potência aparente que ele pode fornecer em regime permanente, sob tensão e frequência nominais, sem que se excedam os limites de temperatura para a sua classe de isolamento.
As chaves secionadoras são dispositivos utilizados para isolar equipamentos, barramentos ou trechos de linha de transmissão. Em uma chave de operação por vara de manobra — tipo H —, a abertura ou o fechamento ocorre por meio do engate da vara de manobra em um gancho ou olhal apropriado.
O arranjo de subestação com duas entradas radiais ilustrado na figura abaixo só permite a alimentação da subestação por uma entrada de cada vez, o que causa o desligamento da carga em caso de necessidade de transferência de fonte.

As subestações podem ser classificadas de acordo com sua função no sistema elétrico. Uma subestação de chaveamento, por exemplo, é aquela que converte a tensão de suprimento para um nível diferente, maior ou menor.
Na figura a seguir, que ilustra uma estrutura de cabeamento centralizado que cria backbones/canais horizontais, as divisões de subsistemas identificadas estão de acordo com a NBR 14.565.
Perda de inserção é a atenuação de sinal ao longo dos canais, enlaces e componentes. Essa perda não é linearmente proporcional ao comprimento do cabo.
Atualmente, não se utiliza o regime de equalização de tarifas de energia elétrica nos estados brasileiros. Para as revisões tarifárias, consideram-se as características de cada área de concessão, tais como número de consumidores e densidade do mercado, entre outros parâmetros.
Desde 2010, não é mais permitida a utilização do reajuste tarifário anual para atualização do valor da energia paga pelo consumidor. Os contratos de concessão somente contemplam a revisão tarifária periódica, realizada a cada quatro anos.
Na composição da tarifa de energia elétrica, consideram-se somente dois custos distintos: o custo para geração de energia e o custo do transporte de energia até as unidades consumidoras. Os encargos e impostos ficam a cargo da concessionária, custo esse embutido em seus custos operacionais.