Questões de Concurso Para engenheiro eletricista

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Q1164774 Matemática
Considere um total de 150 lâmpadas de LED Bulbo, sendo 90 com 12W e as demais com 15W de potência. Pretende-se distribuir todas essas lâmpadas em um menor número de caixas possível, inicialmente vazias, todas elas contendo o mesmo número de lâmpadas, de modo a não existir lâmpadas de potências distintas em uma mesma caixa. Nessas condições, será necessário um número total de caixas igual a
Alternativas
Q1164773 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

O legado de meio milhão de jovens festejando em meio ____chuva é menos relacionado _____ uma subcultura revolucionária e mais ___ um clichê da cultura pop.


Considerando as regras de emprego do sinal indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas da frase.

Alternativas
Q1164772 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

… a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy… (2° parágrafo)
Preservando as relações de sentido e a correção quanto à norma-padrão da língua, o trecho destacado pode ser substituído por:
Alternativas
Q1164771 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

Está escrita em conformidade com a concordância da norma-padrão da língua a seguinte frase:
Alternativas
Q1164770 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

Quanto às regras de regência, a frase escrita em conformidade com a norma-padrão da língua é:
Alternativas
Q1164769 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

“O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão…” (2° parágrafo)


Ao reescrever esse trecho do texto, mantém-se a correção, conforme a norma-padrão da língua, e preserva-se o sentido original com a substituição do ponto final pela vírgula e da forma verbal destacada por:

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Q1164768 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

O trecho destacado em “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos.” (4° parágrafo) está substituído com o sentido preservado e de acordo com a norma-padrão da língua por:
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Q1164767 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, um dos efeitos de Woodstock foi
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Q1164766 Português

      Uma declaração política que definiu uma geração, uma epifania de paz, três caóticos dias que transformaram a história da música: os símbolos que cercam Woodstock são muitos, e às vezes é difícil separar o mito da realidade. O festival tem um peso cultural significativo, mas o legado de meio milhão de jovens festejando na chuva é menos sentido como uma subcultura revolucionária e mais como um clichê da cultura pop.

      Em 1969, a sociedade americana estava se recuperando de vários acontecimentos, entre eles os protestos contra a guerra do Vietnã, os distúrbios raciais e os assassinatos de figuras como Martin Luther King e Robert Kennedy, o que implicitamente colocou a paz e o amor de Woodstock como antídoto contra a raiva. “O estado de ânimo no país era um pouco como hoje. Havia uma sensação de violência, de verdadeiro ódio e divisão”, disse Martha Bayles, acadêmica do Boston College.

      Apesar de o Woodstock ter incluído canções de protesto, Bayles descartou a noção popular de que o festival foi político, o que considera um “mal-entendido”. “Nem o movimento contra a guerra, nem o movimento do poder negro… ninguém desse lado viu o Woodstock como algo além de uma piada”. “Foi visto pela militância política mais rígida como algo bobo e autoindulgente”.

      A artista mais ativa politicamente do evento foi Joan Baez, que recorda Woodstock como “um festival de alegria”. Os três dias “foram algo importante, mas não uma revolução”, disse ao jornal The New York Times. “Uma revolução ou mesmo uma mudança social não acontecem sem a vontade de correr riscos. E o único risco em Woodstock era não ser convidado para o evento”, afirmou.

(“Cinco décadas depois de Woodstock, ainda é difícil separar o mito da realidade”. AFP, https://gauchazh.clicrbs.com.br, 14.08.2019. Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta a tese central do texto.
Alternativas
Q1164765 Português

(Angeli. Wood & Stock. https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com. Adaptado)

As reticências na fala do segundo quadrinho – Quando penso no que ele quis dizer em Metamorfose Ambulante… – sinalizam
Alternativas
Q1164764 Português

(Angeli. Wood & Stock. https://deposito-de-tirinhas.tumblr.com. Adaptado)

No contexto do terceiro quadrinho, o termo “visionário” é usado para descrever alguém que
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Q1164653 Segurança e Saúde no Trabalho
A segurança e a saúde ocupacionais são regulamentadas no Brasil, como previsto na legislação trabalhista brasileira, na portaria n° 3.214 de 08 de junho de 1978, considerando o disposto no art. 200, da CLT, com redação dada pela Lei n° 6.514, de 22 de dezembro de 1977 do Ministério do Trabalho e Emprego, por intermédio da Norma Regulamentadora n° 4 (NR-4) e as normas da ABNT referentes à segurança no trabalho. O nome dos serviços desempenhados por uma equipe de profissionais especializados, contratados pelas empresas, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade física dos trabalhadores é:
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Q1164652 Engenharia Mecânica
O comando do AutoCAD capaz de criar sólidos ou superfícies por revolução ou extrusão de uma uma linha, curva ou sólido primitivo ao longo de um caminho predefinido é o comando
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Q1164651 Engenharia Elétrica
Seja em desenhos de eletricidade, eletrotécnica, eletrônica digital ou analógica, é comum descrever múltiplas conexões elétricas de uma mesma finalidade (fios, cabos e trilhas) por meio de um único fio, cortado com um pequeno traço ao longo de seu comprimento, tipicamente acompanhado por um número. Esse tipo de representação gráfica denota a presença de
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Q1164650 Engenharia Elétrica
Softwares de desenho assistido por computador são usados há mais de 20 anos, sendo fundamentais para os projetos de engenharia modernos. As ferramentas evoluíram de simples ábacos de desenho bidimensional (2D), com primitivas simples (retas, curvas, arcos, polilinhas, pontos) e elementos de apoio como projeções, dimensões, camadas, estilos, cores, tipos de linha, etc., para modernos sistemas de modelagem volumétrica tridimensional (3D), com superfícies complexas construídas por processos virtuais, que simulam o comportamento de ferramentas reais (como fresas, tornos, etc.) e permitem a construção de sólidos e peças complexas, com diversas partes móveis, que ainda podem ser analisadas quanto à sua interferência mecânica, rigidez a esforços estáticos e dinâmicos, comportamento termodinâmico, escoamento e mecânica dos fluídos, etc. Apesar de trabalharem com peças mais complexas, para que a produtividade seja aumentada, quase todos os CAD modernos permitem uma modelagem em que várias dimensões mecânicas, configurações e processos possam ser alterados com facilidade. Esses CADs permitem a chamada modelagem
Alternativas
Q1164649 Engenharia Elétrica
Em um condomínio de vários edifícios, um sistema de medição on-line de temperaturas em um transformador ficou coletando informações por vários anos, desde que o transformador foi colocado em operação até o surgimento de um problema no isolamento de um de seus enrolamentos, que precipitou um curto-circuito capaz de destruir o equipamento. Apesar do monitoramento constante, não foi possível detectar a falha incipiente. Entretanto, pela análise dos dados, com rotinas de sistemas especialistas, inteligência artificial, reconhecimento de padrões e machine learning, é possível criar um sensor de software, por exemplo, capaz de compreender a tendência de um equipamento desse tipo em evoluir para uma falha catastrófica. Esse algoritmo sensor pode ser usado para antecipar o surgimento desses problemas em equipamentos de um mesmo tipo ou de características semelhantes, para que seja possível intervir em sua operação, apenas quando estritamente necessário, para realizar sua manutenção. Com o uso dessas ferramentas, as empresas podem criar, seja nos cenários industriais, comerciais ou prediais, rotinas de manutenção:
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Q1164648 Engenharia Elétrica

      Para elaboração de um projeto de infraestrutura elétrica, foi especificada nos memoriais de cálculo quantitativos a utilização de 4500 [m] de cabos trifásicos, a 3 fios, em uma dada bitola, encordoados e isolados em PP. A quantidade estabelecida já contém margens e excesso para emendas e curvas. Esse material deve estar disponível até a data “X”, data essa para a qual uma equipe responsável pela instalação do material já foi alocada. O serviço de instalação custará R$ 5.000,00 e durará 9 semanas, com a instalação de 500 metros por semana. Entretanto, se o material não estiver disponível até a data de sua instalação, a equipe cobrará uma multa de R$ 2.000,00 por semana de atraso para início das atividades.

Por conta de um desacordo comercial com um antigo fornecedor, o cabo não pôde ser comprado antecipadamente. Faltando 2 semanas para a data “X”, deve-se mobilizar, de forma urgente, a compra do cabo para sua instalação, minimizando prejuízos em termos de prazo, multas e custos.

Três fornecedores para o referido cabo foram consultados para atender a esse pedido em caráter emergencial, com os seguintes orçamentos:


●     Fornecedor VENDFIL – Custo por metro de R$ 3,00. Prazo de entrega de 1 semana para metragens até 2,0 [km].

●     Fornecedor ATACOND – Custo por bobina de 2,0 [km] de R$ 4.000,00. A bobina não pode ser fracionada. Prazo de entrega de 3 semanas para até 5 bobinas.

●     Fornecedor ELEMAST – Custo por bobina de 1,0 [km] de R$ 1.800,00. A bobina não pode ser tracionada. Prazo de entrega de 5 semanas para até 5 bobinas. 

Devido à inexperiência do engenheiro responsável pelo setor de compras, optou-se por comprar imediatamente 1000 [m] do fornecedor VENDFIL e quatro bobinas de 1,0 [km] do fornecedor ELEMAST. Os custos resultantes dessa solução de emergência, desconsiderando o serviço de instalação, são de:
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Q1164647 Engenharia Elétrica

      Para elaboração de um projeto de infraestrutura elétrica, foi especificada nos memoriais de cálculo quantitativos a utilização de 4500 [m] de cabos trifásicos, a 3 fios, em uma dada bitola, encordoados e isolados em PP. A quantidade estabelecida já contém margens e excesso para emendas e curvas. Esse material deve estar disponível até a data “X”, data essa para a qual uma equipe responsável pela instalação do material já foi alocada. O serviço de instalação custará R$ 5.000,00 e durará 9 semanas, com a instalação de 500 metros por semana. Entretanto, se o material não estiver disponível até a data de sua instalação, a equipe cobrará uma multa de R$ 2.000,00 por semana de atraso para início das atividades.

Por conta de um desacordo comercial com um antigo fornecedor, o cabo não pôde ser comprado antecipadamente. Faltando 2 semanas para a data “X”, deve-se mobilizar, de forma urgente, a compra do cabo para sua instalação, minimizando prejuízos em termos de prazo, multas e custos.

Três fornecedores para o referido cabo foram consultados para atender a esse pedido em caráter emergencial, com os seguintes orçamentos:


●     Fornecedor VENDFIL – Custo por metro de R$ 3,00. Prazo de entrega de 1 semana para metragens até 2,0 [km].

●     Fornecedor ATACOND – Custo por bobina de 2,0 [km] de R$ 4.000,00. A bobina não pode ser fracionada. Prazo de entrega de 3 semanas para até 5 bobinas.

●     Fornecedor ELEMAST – Custo por bobina de 1,0 [km] de R$ 1.800,00. A bobina não pode ser tracionada. Prazo de entrega de 5 semanas para até 5 bobinas. 

Para suprir essa demanda específica de material para a obra, o cronograma físico mais vantajoso para a compra de urgência do cabo é:
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Q1164646 Engenharia Elétrica
A elaboração de quantitativos é uma etapa fundamental de um projeto; ela consiste em
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Q1164645 Engenharia Elétrica
A automação predial é uma rotina determinante do sucesso de um empreendimento ou edifício moderno. Pelo seu uso, são estabelecidos sistemas capazes de prover serviços novos ou melhores aos seus usuários, por exemplo: segurança individual e patrimonial, eficiência e manejo energético, consumo otimizado e diminuição de desperdícios, conforto individual e coletivo, auxílio à manutenção da edificação, e maior flexibilidade para uso de espaços e recursos. Nesse contexto, uma das áreas mais exploradas na automação predial são novos sistemas de iluminação, utilizando módulos PoE de controle de lâmpadas LED. A respeito desses sistemas, é correto afirmar que as luminárias PoE
Alternativas
Respostas
9141: B
9142: E
9143: A
9144: A
9145: E
9146: C
9147: B
9148: B
9149: D
9150: C
9151: D
9152: E
9153: A
9154: A
9155: D
9156: C
9157: D
9158: C
9159: B
9160: C