Foram encontradas 21.951 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Analise as seguintes afirmativas sobre o SINAES e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O objetivo da avaliação dos cursos de graduação é o de identificaras condições de ensino oferecidas aos estudantes, em especial as relativas ao perfil do corpo docente, às instalações físicas e à organização didático-pedagógica.
( ) O SINAES será desenvolvido em cooperação com os sistemas de ensino dos municípios e do Distrito Federal.
( ) A aplicação do ENADE será feita periodicamente, admitida a utilização de procedimentos amostrai, aos alunos de todos os cursos de graduação, ao final do segundo e do penúltimo ano de curso.
( ) Ao promover a avaliação de instituições, de cursos e de desempenho dos estudantes, o SINAES deverá assegurar, entre outras, o caráter público de todos os procedimentos, dados e resultados dos processos avaliativos.
Assinale a sequência CORRETA.
A Medida Provisória nº 746, de 22 de setembro de 2016, que altera alguns artigos e parágrafos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, criou uma grande polêmica entre os profissionais da Educação.
A mudança proposta que apresentou mais controvérsias foi quanto à:
Na década de 80, vários estados e municípios reestruturaram o Ensino Fundamental a partir das séries iniciais. Esse processo de reorganização, que tinha como objetivo político minimizar o problema da repetência e da evasão escolar, adotou como princípio norteador a flexibilização da seriação, o que abriria a possibilidade de o currículo ser trabalhado ao longo de um período de tempo maior e permitiria respeitar os diferentes ritmos de aprendizagem que os alunos apresentam. Essa medida é respaldada pelos Parâmetros Curriculares Nacionais.
Desse modo, a seriação inicial deu lugar:
Momentos de crise civilizatória como o que estamos vivendo valorizam, certamente, o papel da Educação. Educação em um sentido amplo. Momentos de transição podem fornecer elementos significativos para uma reflexão sobre uma nova escola. Uma escola que possa superar a atual, ainda calcada nos velhos paradigmas da civilização em crise, e que não conseguiu solucionar os problemas propostos pela própria. Uma escola que ainda se encontra fundamentada apenas no discurso oral e na escrita, centrada em procedimentos dedutivos e lineares, e que praticamente desconhece o universo audiovisual que domina o mundo contemporâneo.
A sociedade, ainda meio perplexa com os avanços do mundo tecnológico e da comunicação, começa a apresentar sinais de incorporação, aceitação e até de intimidade com os novos procedimentos desta nova era. Porém, para Nelson Pretto o papel reservado à escola:
A Educação dentro de uma sociedade não se manifesta como um fim em si mesmo, mas sim como um instrumento de manutenção ou transformação social. Assim sendo, ela necessita de pressupostos, de conceitos que fundamentem e orientem os seus caminhos.
Para Luckesi, as relações entre Educação e Filosofia parecem ser quase “naturais”. Enquanto a Educação trabalha com o desenvolvimento dos jovens e das novas gerações de uma sociedade, a Filosofia é a reflexão sobre o que e como devem ser ou desenvolver estes jovens e esta sociedade.
A sociedade dentro da qual a Educação se encontra deve possuir alguns valores norteadores de sua prática. Não é e nem pode ser a prática educacional que estabelece os seus fins. Quem o faz é:
Em uma aula tradicional, reprodutiva, o professor ensina e o aluno aprende, cada um no seu lugar.
Pedro Demo diz que se deve trabalhar não apenas a abordagem instrucionista do conhecimento e da aprendizagem, mas ir mais além, extrapolando a fronteira do que é ensinado e buscando, de forma proativa, uma maior riqueza na abordagem de fenômenos que necessitam gerar conhecimento e aprendizagem que vão além das fronteiras das disciplinas. O autor sugere que o ideal seria adotar uma postura não linear e complexa para a aprendizagem. Nesse sentido:
Vivemos hoje em uma destas épocas limítrofes na qual toda a antiga ordem das representações e dos saberes oscila para dar lugar a imaginários modos de conhecimento e estilos de regulação social ainda pouco estabilizados. Vivemos um destes raros momentos em que, a partir de uma nova configuração técnica, quer dizer, de uma nova relação com o cosmos, um novo estilo de humanidade é inventado. (…) Palavras, frases, letras, sinais ou caretas interpretam, cada um à sua maneira, a rede das mensagens anteriores e tentam influir sobre o significado das mensagens futuras. O sentido emerge e se constrói no contexto. É sempre local, datado, transitório. A cada instante, um novo comentário, uma nova interpretação, um novo desenvolvimento podem modificar o sentido que havíamos dado a uma proposição quando ela foi emitida inicialmente.
Pierre Lévy chama esse processo de: