Questões de Concurso Para professor de música

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Q3456920 Pedagogia
De acordo com Fontana (1996), Vygotsky considera o processo de conceitualização como único e integrado, mas diferencia a atividade mental centrada na vida cotidiana daquela que se elabora na escola. Isso porque as interações escolarizadas são caracterizadas, entre outros aspectos, por terem uma
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Q3456919 Pedagogia
Para Dowbor (2007), a ideia da educação para o desenvolvimento local está diretamente vinculada à compreensão e à necessidade de se
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Q3456918 Pedagogia
De acordo com a perspectiva construtivista da aprendizagem escolar, conforme descrita por Mauri (em Coll, 1999), os alunos
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Q3456917 Sociologia
Auad (2016) entende que “as relações de gênero, do modo como estão organizadas em nossa sociedade, são uma máquina de produzir desigualdades”. Isso porque
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Q3456916 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Com uma trama intensa e provocações perturbadoras sobre a convivência escolar e digital dos jovens, a minissérie Adolescência (Netflix, 2025) dominou os debates nas redes sociais. Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea, desde o impacto das relações virtuais até os problemas das relações escolares. Mas como responsáveis e educadores podem lidar com esses desafios?


    Raul Alves de Souza, doutor em Educação Escolar pela UNESP e membro associado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da UNICAMP/UNESP, alerta para o papel essencial da escola na formação social, moral e emocional dos estudantes. Segundo ele, os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente são mais complexos do que os das gerações passadas, e a solução passa, necessariamente, por mais diálogo, planejamento e formação dos professores para lidar com essas questões. Em entrevista, o educador defende: 


    “A escola é responsável pela formação sociomoral e emocional dos alunos e pelas questões da saúde mental. Ela sempre foi e sempre será. Trata-se de um lugar que, por excelência, permite que os alunos convivam e criem laços sociais. Isso deve ser olhado pela escola de maneira concreta e objetiva, estabelecendo ações planejadas e intencionais que visam a melhoria da qualidade da convivência dentro do seu âmbito. Na série, fica claro o quanto a escola falhou nesse aspecto. Convivência escolar bem planejada é pré-requisito para saúde mental e relações mais saudáveis.


    Lidar com situações de conflitos, indisciplina, bullying, entre outros problemas de convivência existentes dentro da escola é parte da tarefa de educar. A grande questão é o quanto nós, professores, estamos preparados para lidar com esses problemas.”


(Tatiane Calixto. “Adolescência: quais alertas a minissérie traz para pais e escolas?”, 02.04.2025. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do trecho a seguir:


Adolescência é ________ minissérie de grande sucesso que explora de impactos das redes sociais ____ questões sobre _____ convivência escolar em relação ___________  juventude, em apenas quatro episódios.

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Q3456913 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Com uma trama intensa e provocações perturbadoras sobre a convivência escolar e digital dos jovens, a minissérie Adolescência (Netflix, 2025) dominou os debates nas redes sociais. Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea, desde o impacto das relações virtuais até os problemas das relações escolares. Mas como responsáveis e educadores podem lidar com esses desafios?


    Raul Alves de Souza, doutor em Educação Escolar pela UNESP e membro associado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da UNICAMP/UNESP, alerta para o papel essencial da escola na formação social, moral e emocional dos estudantes. Segundo ele, os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente são mais complexos do que os das gerações passadas, e a solução passa, necessariamente, por mais diálogo, planejamento e formação dos professores para lidar com essas questões. Em entrevista, o educador defende: 


    “A escola é responsável pela formação sociomoral e emocional dos alunos e pelas questões da saúde mental. Ela sempre foi e sempre será. Trata-se de um lugar que, por excelência, permite que os alunos convivam e criem laços sociais. Isso deve ser olhado pela escola de maneira concreta e objetiva, estabelecendo ações planejadas e intencionais que visam a melhoria da qualidade da convivência dentro do seu âmbito. Na série, fica claro o quanto a escola falhou nesse aspecto. Convivência escolar bem planejada é pré-requisito para saúde mental e relações mais saudáveis.


    Lidar com situações de conflitos, indisciplina, bullying, entre outros problemas de convivência existentes dentro da escola é parte da tarefa de educar. A grande questão é o quanto nós, professores, estamos preparados para lidar com esses problemas.”


(Tatiane Calixto. “Adolescência: quais alertas a minissérie traz para pais e escolas?”, 02.04.2025. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Adaptado)
No trecho “Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea…” (1° parágrafo), a expressão destacada pode ser substituída, preservando o sentido do texto, por
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Q3456912 Pedagogia
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Com uma trama intensa e provocações perturbadoras sobre a convivência escolar e digital dos jovens, a minissérie Adolescência (Netflix, 2025) dominou os debates nas redes sociais. Para além da ficção, a produção escancara dilemas da juventude contemporânea, desde o impacto das relações virtuais até os problemas das relações escolares. Mas como responsáveis e educadores podem lidar com esses desafios?


    Raul Alves de Souza, doutor em Educação Escolar pela UNESP e membro associado ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Moral da UNICAMP/UNESP, alerta para o papel essencial da escola na formação social, moral e emocional dos estudantes. Segundo ele, os desafios enfrentados pelos adolescentes atualmente são mais complexos do que os das gerações passadas, e a solução passa, necessariamente, por mais diálogo, planejamento e formação dos professores para lidar com essas questões. Em entrevista, o educador defende: 


    “A escola é responsável pela formação sociomoral e emocional dos alunos e pelas questões da saúde mental. Ela sempre foi e sempre será. Trata-se de um lugar que, por excelência, permite que os alunos convivam e criem laços sociais. Isso deve ser olhado pela escola de maneira concreta e objetiva, estabelecendo ações planejadas e intencionais que visam a melhoria da qualidade da convivência dentro do seu âmbito. Na série, fica claro o quanto a escola falhou nesse aspecto. Convivência escolar bem planejada é pré-requisito para saúde mental e relações mais saudáveis.


    Lidar com situações de conflitos, indisciplina, bullying, entre outros problemas de convivência existentes dentro da escola é parte da tarefa de educar. A grande questão é o quanto nós, professores, estamos preparados para lidar com esses problemas.”


(Tatiane Calixto. “Adolescência: quais alertas a minissérie traz para pais e escolas?”, 02.04.2025. Disponível em: https://novaescola.org.br/. Adaptado)
No último parágrafo, o professor Raul Alves de Souza
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Q3456908 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.


    Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!


    Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.


    Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.


    Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a reescrita de trecho do 3° parágrafo preserva o sentido do texto.
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Q3456903 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    Quando me proponho a analisar a complexidade da identidade da educação brasileira, desde a sua formação histórica, passando por seus determinantes políticos e filosóficos, até chegar aos processos curriculares e à organização didática e administrativa da escola, acabo percebendo que deixamos de lado dimensões antropológicas essencialmente humanas, e que hoje são desafios e urgências, analíticas e propositivas. Uma das mais urgentes dimensões a se considerar é a questão da afetividade, a qualidade social e subjetiva das relações pessoais. Não assumimos como importantes ou até mesmo como consideráveis as questões que envolvem a educação afetiva e emocional.


    Afetividade significa educar para a sensibilidade, educar para ter imperativos éticos referentes a outras pessoas, à natureza, à diversidade da vida e do mundo, aos valores, às artes, aos conhecimentos e, sobretudo, à polifonia das personalidades, das diferentes pessoas, culturas, identidades, grupos e movimentos que nos cercam. A vida, em si, é uma grande epifania de vivências, de desabrochamentos de experiências, de vitalidades, emoções, alegrias, perdas e achados!


    Educação afetiva é a criação de uma atmosfera vivencial de sensibilidades, de gestos elevados, esteticamente belos e bons, como aqueles que cultivamos como essenciais. Praticar a palavra acolhedora, a celebrar os encontros, a pedir desculpas pelos erros, pelas contradições, pelos desvios padrões que acontecem entre nossos desejos, nossas necessidades e nossos atos reais é sempre cultivar a paz, a generosidade, a esperança, o bom trato, a convivência pluralista, diversa e amorosa.


    Educação afetiva é erigir alguns valores como “sagrados” para a convivência familiar, escolar e social, tais como a disposição para o trabalho em grupo, a decisão consultiva, as escolhas voltadas ao bem de todos, a paz e a democracia, o respeito à dignidade de toda pessoa, a condenação de toda forma de violência, simbólica ou real, a condenação firme de toda crueldade, de toda covardia, de toda destruição predatória do ecossistema, dos animais, das flores, do meio ambiente, da natureza. Ter sobretudo o sagrado amor à vida, proteger os que precisam de mais afeto, de mais proteção, combater todo sofrimento humano, notadamente aquele socialmente produzido, para que possa ser socialmente transformado.


    Educação afetiva é mudar o olhar para com as crianças, os adolescentes, os jovens. É ser exemplo, é convencer pela palavra e testemunhar com as atitudes. Como cantava o poeta Almir Sater, com seu amigo Renato Teixeira: “É preciso amor pra poder pulsar, é preciso paz pra poder sorrir, é preciso a chuva para florir!”. Observem bem, a chuva está caindo, a natureza está fazendo a sua parte! Faltam as outras duas disposições para a vida ser melhor!


(César Nunes. “A educação afetiva e a ética da convivência amorosa”. In: Da educação que ama ao amor que educa. Adaptado)
O autor inicia os três últimos parágrafos do texto com a expressão “Educação afetiva é”. Esse recurso foi empregado para
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Q3456861 Música
Importante baixista e compositor de jazz estadunidense, foi um dos protagonistas do jazz fusion na década de 1970 e um dos principais responsáveis pela popularização do baixo elétrico fretless. Atuou ao lado de nomes como Wayne Shorter, Tony Williams e John McLaughlin e, no fim de sua vida, fez gravações e turnês liderando sua própria big band. Trata-se de
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Q3456860 Música
Em relação às quatro cordas de um contrabaixo convencional, é correto afirmar que o baixo de seis cordas adiciona
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Q3456859 Música
A tablatura mostra uma adaptação de um excerto do solo inicial de Fish On, do grupo Primus, tocado originalmente por Les Claypool em um baixo de seis cordas. Analise o excerto:


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que identifica corretamente os dois modos empregados. 
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Q3456858 Música
Assinale a alternativa que apresenta a linha de baixo mais representativa de um acompanhamento tradicional de samba.
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Q3456857 Música
É correto afirmar que, no baixo elétrico, em comparação com o pizzicato convencional, a palheta produz um som com 
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Q3456856 Música
Analise o excerto de Sequenza XIVb, para contrabaixo solo, de Luciano Berio, para responder à questão:


Atenção: a terceira corda é afinada um semitom abaixo, em Lá bemol (ou Sol sustenido), para executar essa partitura. 


Assinale a alternativa que identifica corretamente as alturas resultantes, em sons reais, dos harmônicos naturais empregados no excerto (desconsiderando enarmonias).
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Q3456855 Música
Analise o excerto de Sequenza XIVb, para contrabaixo solo, de Luciano Berio, para responder à questão:


Atenção: a terceira corda é afinada um semitom abaixo, em Lá bemol (ou Sol sustenido), para executar essa partitura. 


Quantas cordas soltas são empregadas para executar o excerto?
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Q3456854 Música
Analise o excerto de Sequenza XIVb, para contrabaixo solo, de Luciano Berio, para responder à questão:


Atenção: a terceira corda é afinada um semitom abaixo, em Lá bemol (ou Sol sustenido), para executar essa partitura. 


Assinale a alternativa que apresenta apenas técnicas empregadas no excerto.
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Q3456853 Música

Analise o excerto da linha de baixo cifrada de Strictly Genteel, de Frank Zappa:



Imagem associada para resolução da questão



Assinale a alternativa que identifica, correta e respectivamente, em que posição ou inversão estão os acordes na cabeça de cada compasso.

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Q3456852 Música
Qual é a principal diferença entre o uso do arco alemão e do arco francês na execução do contrabaixo?
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Q3456847 Música

Observe a escala a seguir:



Imagem associada para resolução da questão



Para que essa escala se transforme em uma escala no modo eólio, é necessário rebaixar 

Alternativas
Respostas
1201: A
1202: B
1203: A
1204: C
1205: E
1206: A
1207: C
1208: D
1209: C
1210: C
1211: D
1212: A
1213: C
1214: E
1215: B
1216: D
1217: C
1218: D
1219: B
1220: E