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Q2431187 Português

Como muito bem disse Pagliaro: “Também as palavras são uma espécie de conchas, às quais temos de encostar o ouvido com humilde atenção, se quisermos apreender a voz que dentro delas ressoa” (in BECHARA, 2019). Pensando nisso, e considerando o que nos ensina Bechara a respeito de figuras de linguagem, analise as assertivas que seguem a respeito de determinadas figuras:


I. Metáfora: translação de significado motivada pelo emprego em solidariedades, em que os termos implicados pertencem a classes diferentes, mas pela combinação se percebem também como assimilados. Por exemplo: cabelos de neve.

II. Antonomásia: substituição de um nome próprio por um comum ou vice-versa com intuito explicativo, elogioso, irônico, etc. Por exemplo: a cidade luz em referência a Paris.

III. Oximoro: figura em que se combinam palavras de sentido oposto que aparecem excluir-se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam a expressão. Por exemplo: obscura claridade.


Quais definições e exemplos acima estão corretos?

Alternativas
Q2431186 Português

De acordo com Cunha e Cintra, a respeito de ortografia, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) Para reproduzirmos na escrita as palavras de nossa língua, empregamos um certo número de sinais gráficos chamados letras e acentos gráficos; o conjunto ordenado de letras de que nos servimos para transcrever os sons que representam as ideias denomina-se vocábulo, o qual, hoje constitui-se de 23 letras.

( ) O acento pode ser agudo, grave ou circunflexo. O agudo é empregado para assinalar as vogais tônicas fechadas i e u, e as vogais tônicas abertas e semiabertas a, e e o. O acento grave é empregado para indicar a crase da preposição a com a forma feminina do artigo (a, as) e com os pronomes demonstrativos a(s), aquele(s), aquilo. O circunflexo é empregado para indicar o timbre semifechado das vogais tônicas a, e e o.

( ) O apóstrofo serve para assinalar a inserção de um fonema – geralmente de uma vogal – no texto lírico, em certas pronúncias populares e em palavras compostas ligadas pela preposição de.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q2431185 Português

Considere as seguintes assertivas acerca da conceituação, tipos e representação de fonemas:


I. Conforme descreve Azeredo, em sua Gramática Houaiss, em português há, basicamente, duas espécies de fonemas: vogais e consoantes. Esta distinção baseia-se em dois critérios: o modo de produzir o som e a situação deles na sílaba.

II. De acordo com Cunha e Cintra, em Nova Gramática do Português, os sons de nossa fala resultam quase todos da ação de certos órgãos sobre a corrente de ar vinda dos pulmões. Para a sua produção, três condições são necessárias: a corrente de ar; um obstáculo encontrado por essa correte de ar; uma caixa de ressonância.

III. Segundo Bechara, em Moderna Gramática Portuguesa, fonema, fone e alofone devem ser representados na escrita da mesma maneira, fazendo–se uso de barras, colchetes e travessões, respectivamente, para que se identifique cada um deles.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2426200 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990

A Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências.


(https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm)


Em conformidade a Lei enunciada, Capítulo II - Do Direito à Liberdade, ao Respeito e à Dignidade, marque a alternativa cujo Artigo que não contém o caput coerente com o título do Capítulo II.

Alternativas
Q2426199 Pedagogia

A Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014, aprova o Plano Nacional de Educação (PNE) e dá outras providências.


(https://www2.camara.leg.br/legin/fed/lei/2014/lei-13005-25-unho-2014-778970-publicacaooriginal-144468-pl.html)


À luz da Lei enunciada, marque a alternativa cujo artigo está com algum dado incoerente com a Lei.

Alternativas
Q2426198 Português
Toda linguagem carrega dentro de si uma visão de mundo, prenha (carregada) de significados e de significações que vão além do seu aspecto formal. O estudo apenas do aspecto formal, desconsiderando a interrelação contextual, semântica e gramatical própria da natureza e função da linguagem, desvincula o aluno do caráter intrassubjetivo, intersubjetivo e social da linguagem. (...) De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais, compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva de significados envolve também: I − Expressão. II − Comunicação. III − Informação. IV − Leituras. V − Habilidades e competências.
(http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/14_24.pdf)− (P.6) − (Adaptado)
Marque a alternativa com a série que está coerente com o contexto enunciado.
Alternativas
Q2426197 Pedagogia

A Lei nº 9394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.


(https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm)


À luz da Lei enunciada, analise o Art. 1º com os respectivos parágrafos:


Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

§ 1º Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.

§ 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.

§ 3º A igualdade de condições para o acesso e permanência na escola faz parte dos direitos da educação nacional.

§ 4º A liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber integram a educação conforme dispõe esta Lei.

§ 5º O pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas são essenciais para o cumprimento do que institui esta Lei.


Marque a alternativa com os parágrafos que estão em consonância o Art. 1º.

Alternativas
Q2426196 Português

Analise as informações a seguir:


I.Na linguística, é uma característica dos textos em que estão presentes diversas vozes. Trata-se de um termo formado por dois vocábulos que o definem perfeitamente. Nesse contexto, pode-se afirmar que existe intertextualidade também.

II.Na linguística, segunda a área de atuação do tipo de que contém diversas vozes, conceitua-se como: literária, musical, textual, discursiva.

II.Trata-se de um fenômeno linguístico em que uma mesma palavra ou expressão apresenta dois ou mais sentidos. Pode ocorrer ambiguidade se o duplo sentido dificultar o sentido do em um ciado.

IV.É a condição do sentido do discurso da linguagem; é a condição para que um enunciado tenha sentido, ou seja, que tenha sentido significativo.


Marque a alternativa com a opção que identifica corretamente as características de (I até IV), respectivamente.

Alternativas
Q2426195 Português

O "diálogo" que ocorre entre dois textos diferentes recebe a denominação de "intertextualidade", porque um faz referência a outro texto que já existia, servindo de inspiração para a criação de outro / novo texto. A "intertextualidade" pode ocorrer de modo explícito (facilmente perceptível) ou implícito (com menos possibilidade de ser percebida). Além disso, há tipos diferentes de intertextualidade (...).


(https://escolakids.uol.com.br/portugues/intertextualidade.htm)


Sobre os "Tipos de Intertextualidade", analise as assertivas com o código V (Verdadeiro) ou F (Falso):


(__)Epígrafe: trecho de outro texto colocado no início de uma obra ou capítulo para servir de inspiração ou tema para o que será abordado no novo texto.

(__)Paráfrase: assim como a citação, é uma referência direta a ideias discutidas em outro texto. Porém, enquanto a citação usa o trecho exatamente como veio escrito na fonte original, paráfrase é a reescrita desse trecho nas próprias palavras do autor do novo texto, também se faz a referência à fonte original.

(__)Paródia: reescrita de outra obra de maneira cômica e irônica com o intuito de divertir ou criticar.

(__)Alusão: referência indireta a outros textos pelo uso de elementos simbólicos, como certos vocabulários ou formas específicas da obra original.


Marque a alternativa com a opção correta.

Alternativas
Q2426194 Português

É imprescindível destacar que as competências gerais da Educação Básica, apresentadas pela BNCC, inter-relacionam-se e desdobram-se no tratamento didático proposto para as três etapas da Educação Básica (Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio), articulando-se na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores, nos termos da LDB.


http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf) − (P.11)


Nessa dimensão, analise as assertivas a seguir:


I.Valorizar e utilizar os conhecimentos historicamente construídos sobre o mundo físico, social, cultural e digital para entender e explicar a realidade, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva. Exercitar a curiosidade intelectual e recorrer à abordagem própria das ciências, incluindo a investigação, a reflexão, a análise crítica, a imaginação e a criatividade, para investigar causas, elaborar e testar hipóteses, formular e resolver problemas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das diferentes áreas.

II.Valorizar e fruir as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às mundiais, e também participar de práticas diversificadas da produção artístico-cultural. / Utilizar diferentes linguagens − verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital −, bem como conhecimentos das linguagens artística, matemática e científica, para se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que levem ao entendimento mútuo.

III.Compreender, utilizar e criar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas diversas práticas sociais (incluindo as escolares) para se comunicar, acessar e disseminar informações, produzir conhecimentos, resolver problemas e exercer protagonismo e autoria na vida pessoal e coletiva. / Valorizar a diversidade de saberes e vivências culturais e apropriar-se de conhecimentos e experiências que lhe possibilitem entender as relações próprias do mundo do trabalho e fazer escolhas alinhadas ao exercício da cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.

IV.Argumentar com base em fatos, dados e informações confiáveis, para formular, negociar e defender ideias, pontos de vista e decisões comuns que respeitem e promovam os direitos humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, com posicionamento ético em relação ao cuidado de si mesmo, dos outros e do planeta. / Conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreendendo-se na diversidade humana e reconhecendo suas emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas


Considerando as "Competências Gerais da Educação Básica", marque a alternativa com a série que contempla a maior parte delas.

Alternativas
Q2426193 Português

É normal alguém pensar em redigir uma carta, narrar um fato no estilo conto, fábula, romance ou outro tipo de texto, escrever uma receita de bolo ou de outro assunto e tipo textual diferente, sabendo que sempre haverá um interlocutor, que se considera um ser social. No momento em que alguém escreve, temos um enunciador ou emissor de uma mensagem. A partir de então, deve-se pensar que para materializar o que se pretende escrever, deve-se pensar sobre: "o motivo de escrever" (com vistas a revelar a intenção do emissor); "para quem vai escrever" (com vistas a revelar o interlocutor ou receptor da mensagem) e "como se deve escrever" (com vistas a revelar o tipo de texto usado para enviar a mensagem), estruturando, portanto, a base dos gêneros textuais orais e escritos. Dessa forma, o enunciador se vê repleto de habilidades que envolvem a escrita e que também afetam a oralidade, como componentes dos aspectos tipológicos: 1. Narrar. 2.Relatar. 3 Argumentar. 4. Expor. 5. Descrever ações.


(Por: Vânia Maria Duarte. Graduada em Letras. Equipe Brasil Escola)


Marque a alternativa com o aspecto tipológico que se pode relacionar coerentemente à sequência de informativa: "Instruções de montagem, receita, regulamento, instruções de uso, textos ´prescritivos, regras de jogo e comandos diversos".

Alternativas
Q2426192 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.


DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM NA TRILHA POÉTICA


E havia uma gramática que dizia assim:

"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica

Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta".

Eu gosto é das coisas. As coisas, sim!

As pessoas atrapalham. Estão em toda parte.

Multiplicam-se em excesso.

As coisas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.

Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre, pode estar choco: é inquietante.)

As coisas vivem metidas com as suas coisas.

E não exigem nada.

Apenas que não as tirem do lugar onde estão.

E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta.

Para quê? Não importa: João vem!

E há-de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,

Amigo ou adverso... João só será definitivo

Quando esticar a canela. Morre, João.

Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,

Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.

Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.

Sonoro. Lento. Eu sonho

Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos

Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.

Ainda mais:

Eu sonho com um poema

Cujas palavras sumarentas escorram

Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,

Um poema que te mate de amor.


(Mario Quintana. Poeta gaúcho) −− (Texto Adaptado)


(https://www.pensador.com/frase/MTE0MjU0Mw/) − (Acesso 06.10.2023)

Marque a alternativa com análise incorreta.

Alternativas
Q2426191 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.


DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM NA TRILHA POÉTICA


E havia uma gramática que dizia assim:

"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica

Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta".

Eu gosto é das coisas. As coisas, sim!

As pessoas atrapalham. Estão em toda parte.

Multiplicam-se em excesso.

As coisas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.

Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre, pode estar choco: é inquietante.)

As coisas vivem metidas com as suas coisas.

E não exigem nada.

Apenas que não as tirem do lugar onde estão.

E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta.

Para quê? Não importa: João vem!

E há-de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,

Amigo ou adverso... João só será definitivo

Quando esticar a canela. Morre, João.

Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,

Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.

Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.

Sonoro. Lento. Eu sonho

Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos

Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.

Ainda mais:

Eu sonho com um poema

Cujas palavras sumarentas escorram

Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,

Um poema que te mate de amor.


(Mario Quintana. Poeta gaúcho) −− (Texto Adaptado)


(https://www.pensador.com/frase/MTE0MjU0Mw/) − (Acesso 06.10.2023)

Marque o verso escrito com os termos essenciais na ordem direta.

Alternativas
Q2426190 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.


DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM NA TRILHA POÉTICA


E havia uma gramática que dizia assim:

"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica

Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta".

Eu gosto é das coisas. As coisas, sim!

As pessoas atrapalham. Estão em toda parte.

Multiplicam-se em excesso.

As coisas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.

Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre, pode estar choco: é inquietante.)

As coisas vivem metidas com as suas coisas.

E não exigem nada.

Apenas que não as tirem do lugar onde estão.

E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta.

Para quê? Não importa: João vem!

E há-de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,

Amigo ou adverso... João só será definitivo

Quando esticar a canela. Morre, João.

Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,

Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.

Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.

Sonoro. Lento. Eu sonho

Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos

Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.

Ainda mais:

Eu sonho com um poema

Cujas palavras sumarentas escorram

Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,

Um poema que te mate de amor.


(Mario Quintana. Poeta gaúcho) −− (Texto Adaptado)


(https://www.pensador.com/frase/MTE0MjU0Mw/) − (Acesso 06.10.2023)

Sobre a frase que dá título ao texto: "De gramática e de linguagem na trilha poética", marque a alternativa com análise incorreta.

Alternativas
Q2426189 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.


DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM NA TRILHA POÉTICA


E havia uma gramática que dizia assim:

"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica

Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta".

Eu gosto é das coisas. As coisas, sim!

As pessoas atrapalham. Estão em toda parte.

Multiplicam-se em excesso.

As coisas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.

Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre, pode estar choco: é inquietante.)

As coisas vivem metidas com as suas coisas.

E não exigem nada.

Apenas que não as tirem do lugar onde estão.

E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta.

Para quê? Não importa: João vem!

E há-de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,

Amigo ou adverso... João só será definitivo

Quando esticar a canela. Morre, João.

Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,

Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.

Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.

Sonoro. Lento. Eu sonho

Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos

Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.

Ainda mais:

Eu sonho com um poema

Cujas palavras sumarentas escorram

Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,

Um poema que te mate de amor.


(Mario Quintana. Poeta gaúcho) −− (Texto Adaptado)


(https://www.pensador.com/frase/MTE0MjU0Mw/) − (Acesso 06.10.2023)

Marque o que não se comprova nos versos: "Eu gosto é das coisas. As coisas, sim! / As pessoas atrapalham. Estão em toda parte".

Alternativas
Q2426188 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.


DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM NA TRILHA POÉTICA


E havia uma gramática que dizia assim:

"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica

Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta".

Eu gosto é das coisas. As coisas, sim!

As pessoas atrapalham. Estão em toda parte.

Multiplicam-se em excesso.

As coisas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.

Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre, pode estar choco: é inquietante.)

As coisas vivem metidas com as suas coisas.

E não exigem nada.

Apenas que não as tirem do lugar onde estão.

E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta.

Para quê? Não importa: João vem!

E há-de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,

Amigo ou adverso... João só será definitivo

Quando esticar a canela. Morre, João.

Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,

Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.

Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.

Sonoro. Lento. Eu sonho

Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos

Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.

Ainda mais:

Eu sonho com um poema

Cujas palavras sumarentas escorram

Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,

Um poema que te mate de amor.


(Mario Quintana. Poeta gaúcho) −− (Texto Adaptado)


(https://www.pensador.com/frase/MTE0MjU0Mw/) − (Acesso 06.10.2023)

Marque o que não se comprova no verso: "E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta".

Alternativas
Q2426187 Português

O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 6.


DE GRAMÁTICA E DE LINGUAGEM NA TRILHA POÉTICA


E havia uma gramática que dizia assim:

"Substantivo (concreto) é tudo quanto indica

Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta".

Eu gosto é das coisas. As coisas, sim!

As pessoas atrapalham. Estão em toda parte.

Multiplicam-se em excesso.

As coisas são quietas. Bastam-se. Não se metem com ninguém.

Uma pedra. Um armário. Um ovo. (Ovo, nem sempre, pode estar choco: é inquietante.)

As coisas vivem metidas com as suas coisas.

E não exigem nada.

Apenas que não as tirem do lugar onde estão.

E João pode, neste mesmo instante, vir bater à nossa porta.

Para quê? Não importa: João vem!

E há-de estar triste ou alegre, reticente ou falastrão,

Amigo ou adverso... João só será definitivo

Quando esticar a canela. Morre, João.

Mas o bom, mesmo, são os adjetivos,

Os puros adjetivos isentos de qualquer objeto.

Verde. Macio. Áspero. Rente. Escuro. Luminoso.

Sonoro. Lento. Eu sonho

Com uma linguagem composta unicamente de adjetivos

Como decerto é a linguagem das plantas e dos animais.

Ainda mais:

Eu sonho com um poema

Cujas palavras sumarentas escorram

Como a polpa de um fruto maduro em tua boca,

Um poema que te mate de amor.


(Mario Quintana. Poeta gaúcho) −− (Texto Adaptado)


(https://www.pensador.com/frase/MTE0MjU0Mw/) − (Acesso 06.10.2023)

Sobre a estrutura dos versos: "E havia uma gramática que dizia assim: / Substantivo (concreto) é tudo quanto indica /Pessoa, animal ou coisa: João, sabiá, caneta" − analise as assertivas:


I.Os verbos: "havia / dizia" são de segunda conjugação, comprovada pela vogal temática "E" da forma nominal do infinitivo; ambos enunciam ideia contínua no pretérito imperfeito do modo indicativo, na terceira pessoa do singular.

II.A expressão: "uma gramática" exemplifica concordância nominal.

III.No verso: "E havia uma gramática que dizia assim:" − comprovamos: uma conjunção coordenativa monossílaba; um termo dissílabo paroxítono; um substantivo polissílabo proparoxítono seguido de pronome relativo monossílabo escrito com dígrafo; um termo advérbio dissílabo escrito com dígrafo, que tem o mesmo sentido semântico contextual de: "desse modo" ou "dessa forma".

IV.A última sílaba de "animal" tem um ditongo pronunciado sem ser gráfico, pois a letra final tem o som de "u", servindo de semivogal para "a" - na formação de um ditongo oral decrescente.

VO binômio: "pessoa"; "quanto" se identifica pela quantidade de sílabas gramaticais; pela classificação da tonicidade e por ambos os termos estarem escritos com dígrafo.


Marque a alternativa com a opção correta.

Alternativas
Q2425896 Português

Texto 06 - ChatGPT: qual é o lugar da tecnologia na educação?


O ChatGPT já pode ser considerado um dos maiores fenômenos da internet. A tecnologia desenvolvida pela OpenAl faz uso da Inteligência Artificial (IA) para responder a qualquer pergunta. Desde "Deus existe?” até "receita de miojo", o chatbot conta com uma enorme quantidade de dados prévios capaz de gerar respostas coerentes. O ChatGPT está cada vez mais popular e, é claro, já chegou às salas de aula. Porém, os impactos da tecnologia na educação causam controvérsias.

Uma das primeiras polêmicas da tecnologia nos estudos aconteceu na Furman University, nos Estados Unidos. O professor de filosofia Darren Hick solicitou um texto de 500 palavras sobre o filósofo David Hume aos seus alunos. Ao receber os trabalhos, confirmou uma suspeita da maioria dos seus colegas educadores. Algumas redações tinham palavras peculiares demais e, apesar de serem coerentes, não apresentavam opinião própria. Hick usou um sistema de detecção do ChatGPT, também desenvolvido pela OpenAl, e descobriu que alguns alunos estavam usando a plataforma para fazer seus trabalhos.

Depois disso, diversos educadores dividiram opiniões sobre os prós e contras da tecnologia nas salas de aula. O ChatGPT pode ser uma ferramenta útil para melhorar a educação e o aprendizado em muitos aspectos, desde que seja usado de forma adequada e com cuidado. No entanto, como acontece com qualquer tecnologia, é importante ter em mente seus limites e desafios. Por exemplo, se os alunos dependem muito do ChatGPT para obter respostas e informações, isso pode prejudicar seu desenvolvimento de habilidades de pesquisa e pensamento crítico. Além disso, é importante que o ChatGPT seja programado de forma ética e precisa, sem preconceitos ou imprecisões que possam levar a informações incorretas ou enganosas.

Da segunda frase em diante, não fui eu que escrevi o parágrafo acima. Acessei a plataforma da OpenaAl, escrevi "o ChatGPT pode prejudicar a educação?” e enviei. Fácil assim. Uma resposta coerente e gramaticalmente correia. A tecnologia apresentou até uma visão crítica, já que disse que a plataforma pode prejudicar os alunos caso não seja usada da forma correta. Não é uma surpresa o fato de jovens e adolescentes, que fazem parte da geração com grande facilidade de se adaptar às novas tecnologias, já estejam usando o sistema ao seu favor. Agora, resta às unidades de educação adotarem o chatbot como um aliado também.

A proibição não é a solução. O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso. Basta fazer uma conta no site da OpenAl, incluir um e-mail e número de telefone e pronto. Devo concordar com a resposta fornecida pela Inteligência Artificial (IA), pois a tecnologia só é prejudicial quando não é empregada da forma correta. Caso contrário, pode ser uma ferramenta útil no processo de aprendizagem.

Quando o ChatGPT foi lançado, a revista The Atlantic divulgou uma sentença: a redação está morta. De fato, o robô consegue finalizar uma redação do Enem em menos de um minuto. De qualquer forma, é preciso enxergar a tecnologia não como uma substituição do trabalho das pessoas, mas sim como um ponto de apoio. A plataforma pode servir como uma mentora, fornecendo informações cruas sobre um assunto específico. A análise e o desenvolvimento de soluções, no entanto, ainda é uma competência excepcionalmente humana.

A tecnologia só é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar. As análises de situações reais e estudos de caso, seguindo o estilo de ensino de Harvard, vão fazer cada vez mais sentido nas salas de aula. De fato, decorar informações técnicas não é mais necessário. Isso a tecnologia nos entrega. O importante é focar nas competências socioemocionais e análises críticas que apenas o cérebro humano é capaz de desenvolver. É bem provável que as próximas gerações não gastem tempo tentando decorar a fórmula de Bhaskara.


Rodrigo Maia dos Santos - CEO da Gonow1. Acessado em 09 mai. 2023 em “https://mercadoeconsumo.com.br/21/02/2023/artigos/

Analise as afirmativas a seguir:


I. No excerto: "A tecnologia é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar.", o termo destaca “” pressupõe que a tecnologia será uma ameaça se as instituições não se reinventarem.

II. No excerto: “O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso.", o autor deixa subentendido que será inútil criar leis que tentem impedir que se utilize a referida tecnologia.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q2425895 Português

Texto 06 - ChatGPT: qual é o lugar da tecnologia na educação?


O ChatGPT já pode ser considerado um dos maiores fenômenos da internet. A tecnologia desenvolvida pela OpenAl faz uso da Inteligência Artificial (IA) para responder a qualquer pergunta. Desde "Deus existe?” até "receita de miojo", o chatbot conta com uma enorme quantidade de dados prévios capaz de gerar respostas coerentes. O ChatGPT está cada vez mais popular e, é claro, já chegou às salas de aula. Porém, os impactos da tecnologia na educação causam controvérsias.

Uma das primeiras polêmicas da tecnologia nos estudos aconteceu na Furman University, nos Estados Unidos. O professor de filosofia Darren Hick solicitou um texto de 500 palavras sobre o filósofo David Hume aos seus alunos. Ao receber os trabalhos, confirmou uma suspeita da maioria dos seus colegas educadores. Algumas redações tinham palavras peculiares demais e, apesar de serem coerentes, não apresentavam opinião própria. Hick usou um sistema de detecção do ChatGPT, também desenvolvido pela OpenAl, e descobriu que alguns alunos estavam usando a plataforma para fazer seus trabalhos.

Depois disso, diversos educadores dividiram opiniões sobre os prós e contras da tecnologia nas salas de aula. O ChatGPT pode ser uma ferramenta útil para melhorar a educação e o aprendizado em muitos aspectos, desde que seja usado de forma adequada e com cuidado. No entanto, como acontece com qualquer tecnologia, é importante ter em mente seus limites e desafios. Por exemplo, se os alunos dependem muito do ChatGPT para obter respostas e informações, isso pode prejudicar seu desenvolvimento de habilidades de pesquisa e pensamento crítico. Além disso, é importante que o ChatGPT seja programado de forma ética e precisa, sem preconceitos ou imprecisões que possam levar a informações incorretas ou enganosas.

Da segunda frase em diante, não fui eu que escrevi o parágrafo acima. Acessei a plataforma da OpenaAl, escrevi "o ChatGPT pode prejudicar a educação?” e enviei. Fácil assim. Uma resposta coerente e gramaticalmente correia. A tecnologia apresentou até uma visão crítica, já que disse que a plataforma pode prejudicar os alunos caso não seja usada da forma correta. Não é uma surpresa o fato de jovens e adolescentes, que fazem parte da geração com grande facilidade de se adaptar às novas tecnologias, já estejam usando o sistema ao seu favor. Agora, resta às unidades de educação adotarem o chatbot como um aliado também.

A proibição não é a solução. O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso. Basta fazer uma conta no site da OpenAl, incluir um e-mail e número de telefone e pronto. Devo concordar com a resposta fornecida pela Inteligência Artificial (IA), pois a tecnologia só é prejudicial quando não é empregada da forma correta. Caso contrário, pode ser uma ferramenta útil no processo de aprendizagem.

Quando o ChatGPT foi lançado, a revista The Atlantic divulgou uma sentença: a redação está morta. De fato, o robô consegue finalizar uma redação do Enem em menos de um minuto. De qualquer forma, é preciso enxergar a tecnologia não como uma substituição do trabalho das pessoas, mas sim como um ponto de apoio. A plataforma pode servir como uma mentora, fornecendo informações cruas sobre um assunto específico. A análise e o desenvolvimento de soluções, no entanto, ainda é uma competência excepcionalmente humana.

A tecnologia só é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar. As análises de situações reais e estudos de caso, seguindo o estilo de ensino de Harvard, vão fazer cada vez mais sentido nas salas de aula. De fato, decorar informações técnicas não é mais necessário. Isso a tecnologia nos entrega. O importante é focar nas competências socioemocionais e análises críticas que apenas o cérebro humano é capaz de desenvolver. É bem provável que as próximas gerações não gastem tempo tentando decorar a fórmula de Bhaskara.


Rodrigo Maia dos Santos - CEO da Gonow1. Acessado em 09 mai. 2023 em “https://mercadoeconsumo.com.br/21/02/2023/artigos/

Há uma virgula empregada para circunscrever informação sobre referente:

Alternativas
Q2425894 Português

Texto 06 - ChatGPT: qual é o lugar da tecnologia na educação?


O ChatGPT já pode ser considerado um dos maiores fenômenos da internet. A tecnologia desenvolvida pela OpenAl faz uso da Inteligência Artificial (IA) para responder a qualquer pergunta. Desde "Deus existe?” até "receita de miojo", o chatbot conta com uma enorme quantidade de dados prévios capaz de gerar respostas coerentes. O ChatGPT está cada vez mais popular e, é claro, já chegou às salas de aula. Porém, os impactos da tecnologia na educação causam controvérsias.

Uma das primeiras polêmicas da tecnologia nos estudos aconteceu na Furman University, nos Estados Unidos. O professor de filosofia Darren Hick solicitou um texto de 500 palavras sobre o filósofo David Hume aos seus alunos. Ao receber os trabalhos, confirmou uma suspeita da maioria dos seus colegas educadores. Algumas redações tinham palavras peculiares demais e, apesar de serem coerentes, não apresentavam opinião própria. Hick usou um sistema de detecção do ChatGPT, também desenvolvido pela OpenAl, e descobriu que alguns alunos estavam usando a plataforma para fazer seus trabalhos.

Depois disso, diversos educadores dividiram opiniões sobre os prós e contras da tecnologia nas salas de aula. O ChatGPT pode ser uma ferramenta útil para melhorar a educação e o aprendizado em muitos aspectos, desde que seja usado de forma adequada e com cuidado. No entanto, como acontece com qualquer tecnologia, é importante ter em mente seus limites e desafios. Por exemplo, se os alunos dependem muito do ChatGPT para obter respostas e informações, isso pode prejudicar seu desenvolvimento de habilidades de pesquisa e pensamento crítico. Além disso, é importante que o ChatGPT seja programado de forma ética e precisa, sem preconceitos ou imprecisões que possam levar a informações incorretas ou enganosas.

Da segunda frase em diante, não fui eu que escrevi o parágrafo acima. Acessei a plataforma da OpenaAl, escrevi "o ChatGPT pode prejudicar a educação?” e enviei. Fácil assim. Uma resposta coerente e gramaticalmente correia. A tecnologia apresentou até uma visão crítica, já que disse que a plataforma pode prejudicar os alunos caso não seja usada da forma correta. Não é uma surpresa o fato de jovens e adolescentes, que fazem parte da geração com grande facilidade de se adaptar às novas tecnologias, já estejam usando o sistema ao seu favor. Agora, resta às unidades de educação adotarem o chatbot como um aliado também.

A proibição não é a solução. O ChatGPT é gratuito e de fácil acesso. Basta fazer uma conta no site da OpenAl, incluir um e-mail e número de telefone e pronto. Devo concordar com a resposta fornecida pela Inteligência Artificial (IA), pois a tecnologia só é prejudicial quando não é empregada da forma correta. Caso contrário, pode ser uma ferramenta útil no processo de aprendizagem.

Quando o ChatGPT foi lançado, a revista The Atlantic divulgou uma sentença: a redação está morta. De fato, o robô consegue finalizar uma redação do Enem em menos de um minuto. De qualquer forma, é preciso enxergar a tecnologia não como uma substituição do trabalho das pessoas, mas sim como um ponto de apoio. A plataforma pode servir como uma mentora, fornecendo informações cruas sobre um assunto específico. A análise e o desenvolvimento de soluções, no entanto, ainda é uma competência excepcionalmente humana.

A tecnologia só é uma ameaça para as instituições que não conseguirem se reinventar. As análises de situações reais e estudos de caso, seguindo o estilo de ensino de Harvard, vão fazer cada vez mais sentido nas salas de aula. De fato, decorar informações técnicas não é mais necessário. Isso a tecnologia nos entrega. O importante é focar nas competências socioemocionais e análises críticas que apenas o cérebro humano é capaz de desenvolver. É bem provável que as próximas gerações não gastem tempo tentando decorar a fórmula de Bhaskara.


Rodrigo Maia dos Santos - CEO da Gonow1. Acessado em 09 mai. 2023 em “https://mercadoeconsumo.com.br/21/02/2023/artigos/

Com base no Texto 06 "ChatGPT": qual é o lugar da tecnologia na educação?”, analise as afirmativas a seguir:


I. O tema central abordado no texto é o impacto negativo que as tecnologias costumam trazer para a educação como um todo.

Il. O texto objetiva mostrar que o ChtGPT é um perigo à aprendizagem dos estudantes, haja vista seu potencial de liquidar a redação.

III. O propósito comunicativo do autor é mostrar que a tecnologia vem a ser uma aliada da educação, se usada com razoabilidade.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Respostas
12661: E
12662: D
12663: C
12664: A
12665: D
12666: C
12667: C
12668: B
12669: B
12670: D
12671: A
12672: C
12673: C
12674: D
12675: D
12676: A
12677: C
12678: A
12679: A
12680: C