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Q3526447 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um documento que orienta a Educação Básica no Brasil. Esse documento apresenta as dez competências gerais da Educação Básica. Analise as alternativas a seguir e indique a que representa corretamente uma dessas competências. 
Alternativas
Q3526446 Pedagogia

Os professores de uma escola de Ensino Fundamental anos finais se reuniram com a equipe gestora e os coordenadores pedagógicos para elaborar o planejamento interdisciplinar para o ano letivo seguinte.


Durante o processo de estudos e debates, o grupo chegou a algumas conclusões sobre as etapas necessárias para a implementação do que foi previsto no planejamento, na perspectiva interdisciplinar. Assinale a alternativa que indica corretamente uma das características dessa perspectiva de organização curricular. 

Alternativas
Q3526445 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA "A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se-lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade".
Assinale a alternativa que indica corretamente, segundo o ECA, até que idade uma pessoa é considerada criança e a partir de que idade é considerada adolescente. 
Alternativas
Q3526444 Pedagogia
Em relação à carga horária mínima anual definida pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDB para a educação básica, nos níveis fundamental e médio, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3526443 Pedagogia

Basicamente constituída de provas ou exames, que tem por finalidade verificar o nível de desempenho dos alunos em determinado conteúdo e classificá-los, reprovando ou aprovando, seja por meio de conceitos ou notas.


 (LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. São Paulo: Cortez, 1995.)



Considerando as características descritas no texto, identifique o tipo de avaliação que está sendo evidenciado. Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3525767 Português
De acordo com Roxane Helena Rodrigues Rojo e Eduardo de Moura Almeida (Letramentos, mídias, linguagens. 2019), “O conceito de letramento, repetimos, passa ao plural: deixamos de falar em ‘letramento’ e passamos a falar em ‘letramentoS’.” Segundo os autores, essa mudança conceitual deve-se ao fato de
Alternativas
Q3525766 Português
Schneuwly (em Bernard Schneuwly & Joaquim Dolz. Gêneros orais e escritos na escola. 2004), retomando Bakhtin, explica que este designa os gêneros primários como
Alternativas
Q3525765 Português
De acordo com Luiz Antônio Marcuschi (Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008), no domínio discursivo jornalístico, são exemplos de gêneros da oralidade e de gêneros da escrita, correta e respectivamente:
Alternativas
Q3525764 Pedagogia
De acordo com Koch e Elias (Ler e escrever: estratégias de produção textual. 2011), a produção de um texto escrito é uma atividade complexa, diferenciando-se de uma produção oral pelo fato de ser
Alternativas
Q3525763 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Considere as passagens:

•  Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual... (3° parágrafo)
•  Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro... (6° parágrafo)

Os termos destacados estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
Alternativas
Q3525762 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
O tipo de relação coesiva estabelecido entre os termos destacados em – Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades (4° parágrafo) – ao redor de todo o país. – também ocorre em: 
Alternativas
Q3525761 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
O pronome destacado exerce função anafórica, retomando um longo trecho do texto (mais de 4 palavras), em:
Alternativas
Q3525760 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
De acordo com Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018), os modalizadores epistêmicos “assinalam o grau de comprometimento/engajamento do locutor com relação ao seu enunciado, o grau de certeza com relação aos fatos enunciados”. Essa afirmação se comprova com o termo destacado em: 
Alternativas
Q3525759 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
De acordo com Ingedore Grunfeld Villaça Koch (Desvendando os segredos do texto. 2018), “a seleção dos modificadores avaliativos é feita de acordo com a orientação argumentativa que se pretende dar ao texto”. Com base nessa explicação, é correto afirmar que há um modificador axiológico positivo na passagem: 
Alternativas
Q3525758 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Quando alude à leitura como forma de desenvolver o pensamento crítico, o Currículo Paulista: etapa ensino médio (2020) pressupõe que ela
Alternativas
Q3525757 Português
Leia o texto para responder à questão.


Regras atuais ainda limitam acesso à cannabis medicinal


    O mercado de cannabis medicinal tem crescido exponencialmente nos últimos anos no Brasil. Um levantamento feito pela consultoria Kaya Mind – o 3° Anuário da Cannabis Medicinal no Brasil – mostra um crescimento na receita gerada pelo setor de 22% em um ano no país — o correspondente a R$ 853 milhões.

    O perfil do paciente que utiliza a cannabis medicinal no Brasil é de 45 anos de idade, sendo a maioria mulheres. A geração X, das pessoas com 40 a 59 anos, apresenta a maior demanda do país em relação à importação dos produtos derivados de cannabis.

    Vários percalços foram superados, como a liberação da distribuição e venda de produtos terapêuticos à base da substância em farmácias; o tratamento à base de cannabis oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para algumas (ainda que poucas) condições médicas em âmbito municipal e estadual; e, mais recentemente, a importação, por parte de empresas, de sementes e o cultivo do cânhamo industrial (que contém baixo teor de tetrahidrocanabinol, o THC). Com isso, 2025 se apresenta como um ano promissor no que diz respeito a novos tratamentos e pesquisas no Brasil. 

    Alguns projetos têm sido realizados por 40 instituições – geralmente universidades – ao redor de todo o país. Destacam-se as regiões Sudeste e Sul, que apresentam a maior parte das instituições e dos estudos até o momento.

    Quanto às importações, mais de 400 empresas enviaram seus produtos para o país, cabendo à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o papel de analisar as autorizações dos medicamentos em seu país de origem.

    Para os próximos anos, o setor da cannabis medicinal continuará em alta, de acordo com a consultoria Kaya Mind. Segundo os especialistas, a previsão é de que o mercado brasileiro no setor alcance R$ 1 bilhão até o fim deste ano. Por enquanto, o Brasil ainda precisa melhorar na estruturação regulatória para facilitar a entrada de novas empresas no mercado brasileiro, aumentando assim a demanda por produtos.


(“Opinião”. https://www.correiobraziliense.com.br/, 03.01.2024. Adaptado)
Pretende-se que os jovens incorporem em suas vidas a prática de escuta, leitura e produção de textos pertencentes a gêneros da esfera jornalística em diferentes fontes, veículos e mídias, e desenvolvam autonomia e pensamento crítico para se situar em relação a interesses e posicionamentos diversos.

(SÃO PAULO [Estado]. Secretaria da Educação. Currículo Paulista: etapa ensino médio. São Paulo: SEDUC, 2020)

Com base no Currículo Paulista, na prática de leitura do texto sobre cannabis, espera-se que um aluno do ensino médio seja capaz de reconhecer
Alternativas
Q3525756 Português
Considere as informações:

•  São as perguntas que sugerem atividades mecânicas de transcrição de frases ou palavras.
•  São as perguntas que indagam sobre conteúdos objetivamente inscritos no texto numa atividade de pura decodificação. A resposta acha-se centrada no texto.
(“Tipologia das perguntas de compreensão em livros didáticos de língua portuguesa nos anos 1980-1990”. Em: Luiz Antônio Marcuschi. Produção textual, análise de textos e compreensão. 2008. Adaptado)

As informações apresentadas referem-se, correta e respectivamente, aos seguintes tipos de perguntas:
Alternativas
Q3525755 Literatura
Leia o texto para responder à questão.


Poema tirado de uma notícia de jornal


João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no [morro da Babilônia num barracão sem número

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

Bebeu

Cantou

Dançou

Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu [afogado.

(Manuel Bandeira. As cidades e as musas. 2008)
De acordo com o Currículo Paulista (2019), fundamentado em Antonio Candido, justifica-se a circulação de textos literários na escola, como o poema de Manuel Bandeira, considerando-se seu potencial
Alternativas
Q3525754 Português
Leia o texto para responder à questão.


Poema tirado de uma notícia de jornal


João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no [morro da Babilônia num barracão sem número

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

Bebeu

Cantou

Dançou

Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu [afogado.

(Manuel Bandeira. As cidades e as musas. 2008)
De acordo com Koch e Elias (Ler e compreender: os sentidos do texto. 2011), quando o locutor recorre a uma expressão nominal definida, tem a intenção de ativar, “dentre os conhecimentos pressupostos como partilhados com o(s) interlocutor(es), características ou traços do referente que pretende ressaltar ou enfatizar segundo suas intenções”. Isso se comprova com a expressão:
Alternativas
Q3525753 Literatura
Leia o texto para responder à questão.


Poema tirado de uma notícia de jornal


João Gostoso era carregador de feira-livre e morava no [morro da Babilônia num barracão sem número

Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro

Bebeu

Cantou

Dançou

Depois se atirou na Lagoa Rodrigo de Freitas e morreu [afogado.

(Manuel Bandeira. As cidades e as musas. 2008)
Tendo como referência Alfredo Bosi (História concisa da literatura brasileira. 2015), é correto afirmar que o poema
Alternativas
Respostas
5181: D
5182: C
5183: C
5184: A
5185: D
5186: B
5187: D
5188: A
5189: C
5190: B
5191: C
5192: E
5193: A
5194: E
5195: B
5196: D
5197: A
5198: E
5199: C
5200: A