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"Uma fina saudade, porém, começou a alinhavar-se em seus dias. Não saudade da mulher.
Mas do desejo inflamado que tivera por ela." Sobre as palavras destacadas, assinale a alternativa correta.
( ) O uso de “tosquiou-lhe” contribui para representar a mulher como alguém destituído de autonomia, aproximando a ação de um tratamento dado a animais.
( ) O ato de cortar os cabelos é apresentado como um gesto de cuidado e proteção do marido.
( ) O verbo “tosquiar” reforça o caráter agressivo da ação, revelando a intenção de controle sobre o corpo dela.
( ) O gesto do marido é descrito como iniciativa consensual entre o casal.
( ) A escolha lexical demonstra o comportamento autoritário do marido.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
“...o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida.”
No que diz respeito à estrutura sintática, o período acima é composto por:
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
“Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.”
Considerando as regras de pontuação, nesse período do texto, as vírgulas são usadas para:
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
“...incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve).”
De acordo com as normas gramaticais, a palavra acentuada pela mesma regra do vocábulo “disponíveis” é:
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
“...a má alimentação compromete uma futura mobilidade social...”
Analisando a estrutura sintática da oração, a alternativa que apresenta corretamente a reescrita desse período em ordem indireta, mantendo o sentido original e a correção gramatical, é:
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
“Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.”
No contexto em que está inserido, o conectivo destacado estabelece uma relação de:
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
Leia o texto a seguir:
Má alimentação ameaça o futuro das crianças e do Brasil
Autores: Raul Cutait, Marcos Kisil e Aracélia Costa
O Dia Mundial da Alimentação, celebrado nesta quinta-feira (16/10), enseja reflexões. Segundo relatório do IBGE desta semana, 25% dos brasileiros vivem com algum grau de insegurança alimentar: incerteza quanto à próxima refeição (grave), limitação na quantidade (moderada) ou composição inadequada dos alimentos disponíveis (leve). Quanto a crianças de 0 a 10 anos, 7% convivem com insegurança alimentar grave.
No estado de São Paulo, responsável pelo maior PIB do país, 12 milhões de pessoas não conseguem realizar as refeições diárias de forma adequada; ou seja, 25% da população paulista enfrenta algum grau de insegurança alimentar. Estudo da Rede Pensan estima que em um terço dos lares paulistas com crianças menores de 10 anos ocorre insegurança moderada ou grave.
Ora, o desenvolvimento saudável de uma criança depende não só de educação e amor, mas também da boa alimentação, que desempenha um papel central em sua formação física, cognitiva e emocional desde os primeiros anos de vida. Assim, carências impactam diretamente na formação do futuro cidadão. Porém, além da desnutrição, crianças vivenciam outro grave problema, a obesidade, relacionada com a ingestão excessiva de alimentos inadequados do ponto de vista nutricional.
No Brasil, 3 milhões de crianças com menos de 10 anos são obesas, e 6,4 milhões apresentam excesso de peso, sendo que esse problema afeta 1,2 milhão de crianças paulistas. A obesidade torna essas crianças sérias candidatas a desenvolver doenças crônicas quando adultas, dentre elas hipertensão arterial, diabetes, dislipidemias e câncer, o que irá interferir em sua qualidade de vida futura, sobrecarregar o sistema de saúde e gerar altos custos de tratamentos.
Adicionalmente, a má alimentação compromete uma futura mobilidade social, pois jovens que tiveram crescimento físico, cognitivo e emocional limitados convivem com limitações pessoais para se qualificar e disputar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Por outro lado, o setor produtivo encontra dificuldades na busca de profissionais qualificados, o que impacta em produtividade e competitividade econômica. Portanto, insegurança alimentar e nutricional é não só uma questão social, mas também econômica e de desenvolvimento humano.
Alimentar bem as crianças é uma missão para todos. Por esse motivo, a Fiesp, através de seu Conselho Superior de Responsabilidade Social, lançou há dois anos o Programa Alimentar o Futuro, em parceria com instituições nacionais e internacionais, visando aumentar a interação efetiva entre governos municipais e empresariado na busca de caminhos que permitam corrigir distorções como a por nós verificada em duas regiões do estado, onde 92% das refeições escolares não atendem plenamente os critérios nutricionais estabelecidos pelo Programa Nacional de Alimentação Escolar.
Assim, políticas de melhoria da alimentação infantil têm sido conjuntamente desenhadas pelos setores público e privado e complementadas com ações de capacitação de nutricionistas e cozinheiros das cidades envolvidas.
Como proposta, pretendemos estender essa experiência para outras regiões do estado e incluir creches públicas, bem como auxiliar na expansão da agricultura familiar, que por lei será responsável por 45% dos cardápios escolares. Acreditamos que, dessa forma, a Fiesp faz mais uma importante contribuição social, ao participar da construção de um futuro mais justo para nossas crianças e, consequentemente, para o desenvolvimento do país.
Fonte: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2025/10/ma-alimentacao-ameaca-ofuturo-das-criancas-e-do-brasil.shtml (consultado em 16/10/2025)
A partir desse contexto, analise as assertivas a seguir.
I. A metodologia de projetos é adequada ao trabalho dos conteúdos curriculares, pois aborda os conteúdos de forma disciplinar.
II. Aula expositiva é a forma mais eficaz para a desmistificação dos conteúdos por parte dos alunos.
III. Os conteúdos curriculares da educação básica devem ser trabalhados com ênfase na contextualização e na interdisciplinaridade.
Após análise, é correto o que se afirma em:
I. Ao aluno que não pode realizar prova, ou aula marcada, em uma data específica por entrar em choque com os preceitos de sua religião ou crença, é assegurado o direito de realizá-la(s) em data alternativa, mediante requerimento prévio e motivado.
II. O ensino regular noturno é assegurado para a população jovem e adulta, com as mesmas características ofertadas ao público da educação básica obrigatória.
III. É assegurado atendimento educacional ao aluno da educação básica que se encontre internado para tratamento de saúde, em regime hospitalar ou domiciliar, por um período que não ultrapasse 30 dias.
Está CORRETO o que se afirma apenas em.
I. A formação do professor, na atualidade, pressupõe a superação da lógica de conhecimento linear.
II. O contexto educativo atual demanda um professor com formação multidimensional, englobando saberes tecnológicos e científicos da profissão.
III. O professor precisa atualizar-se constantemente e pesquisar a sua prática, buscando compreender sua ação pedagógica e realizar a mudança necessária em sala de aula, estimulando o pensar crítico dos alunos.
Após análise, conclui-se que está correto o que se afirma em:
I. Para implantação do PNE se envolveu o regime de colaboração entre os Estados, os municípios e a sociedade civil.
II. O PNE é um plano estratégico que orienta e promove a melhoria da qualidade da educação em todos os níveis e modalidades do ensino.
III. O PNE em vigor teve início em 2014 e o seu exercício será até dezembro de 2025.
Após análise, é correto o que se afirma em:
I. A função da tecnologia assistiva é garantir: autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social para as pessoas com deficiência.
II. Piso tátil é uma tecnologia de acessibilidade para pessoa com deficiência física.
III. É através da eliminação de barreiras arquitetônicas que a inclusão escolar é garantida.
Após análise, é correto o que se afirma em: