Questões de Concurso
Para professor - inglês
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Consider the sentences below:
The committee rejected the proposal after a long discussion.
The proposal, after a long discussion, was rejected.
After a long discussion, the proposal faced rejection.
Analyze the three statements considering voice, syntactic structure, systemic-functional grammar (theme/rheme), and changes in informational focus. Mark the correct alternative:
Nominal sentences present a relatively simple grammatical structure and fulfill their function in a direct way. Verbal sentences, on the other hand, due to the presence of lexical elements and more complex relations, have a more elaborate structure. Analyze the two examples below and mark the correct option:
“The little girl quickly opened the red box in the kitchen.”
“Absolute silence in the library.”
Read the following sentence carefully:
“Despite the heavy rain, Sarah continued her lecture with remarkable clarity and confidence. Her students, however, seemed distracted and tired.”
Sign the best explanation about the grammatical and discourse functions in the excerpt:
Choose the correct word formed from the base word “happy” to complete the sentence:
“Despite the bad weather, she remained ______ and cheerful throughout the trip.
Consider the English word record:
ˈrecord (noun)
reˈcord (verb)
The difference in stress placement shows the relationship between lexical stress and grammatical category. Based on this, choose the correct option:
Read the excerpts below, each from a different text genre:
(A) News article:
“Government officials announced new measures to reduce energy consumption across the country.”
(B) Advertisement:
“Looking for the perfect gift? Try our new fragrance and feel the difference!”
(C) Academic abstract:
“This study investigates the impact of digital tools on students” vocabulary acquisition.”
Considering the linguistic aspects and communicative purposes typical of these genres, choose the correct statement:
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Brincar no fim das férias prepara cérebro para volta às aulas
As férias escolares estão chegando ao fim, mas o
aprendizado não precisa ficar restrito à sala de aula que logo
voltará a ocupar a rotina.
Para especialistas em desenvolvimento infantil, o brincar
é o verdadeiro "motor" do crescimento das crianças,
funcionando como uma ferramenta essencial para organizar as
emoções e aliviar as tensões típicas da transição para o período
letivo.
Segundo Luciana Brites, mestre e doutoranda em
distúrbios do desenvolvimento e diretora executiva do instituto
Neurosaber, a brincadeira nas férias permite que a criança
explore territórios e interações sociais que a rotina escolar nem
sempre oferece.
Para as famílias que buscam mais conexão e menos
cobrança nesta reta final das férias, a dica é incluir a criança na
rotina da casa. Atividades simples, como ajudar a fazer um bolo
ou arrumar a mesa, podem ser transformadas em momentos
lúdicos que desenvolvem a autonomia.
A pediatra Mariana Lombardi Novello, pós-graduada em
neurociência, educação e desenvolvimento infantil, reforça
que o cérebro da criança não precisa de mais estímulos digitais
após um dia de aula, mas sim de experiências que ajudem a
integrar o aprendizado.
"O brincar não é um luxo, nem um passatempo extra. É
uma necessidade. O cérebro não se desenvolve apenas
sentado, ele precisa de movimento e imaginação", afirma a
médica.
Um dos maiores obstáculos para o brincar livre é o
excesso de tecnologia. As especialistas alertam que a criança
não consegue regular o uso de telas sozinha, cabendo aos
adultos estabelecer limites claros.
Mariana, a pediatra, afirma ainda que o brincar atua como
um protetor da saúde mental, agindo diretamente na redução
do estresse e no fortalecimento da autoestima.
Segundo ela, quando esse tempo de lazer é negligenciado
em função de uma agenda sobrecarregada, é comum observar
crianças mais irritadas, desatentas e emocionalmente
exaustas.
Para evitar problemas, Luciana Brites lembra ainda que,
com as crianças mais tempo em casa ou em brincadeiras livres,
é fundamental redobrar a atenção para evitar acidentes
domésticos, mantendo o ambiente sempre seguro e orientado.
Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/educacao/brincar-no-fim-das-feriasprepara-cerebro-para-volta-as-aulas-veja-dicas/ (adaptado)
Read the comic strip and choose the option that correctly explains the meaning of the expression “gravy boat” as used in the dialogue.