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Q3988478 Português
Leia o Texto II e responda à questão.


Texto II




Fonte: http://www.willtirando.com.br/anesia-809/. Acesso em 28 dez. 2025.


Considerando os recursos linguísticos verbais e não verbais presentes do Texto II, é CORRETO afirmar que:

I- o silêncio das pessoas pode ser interpretado como linguagem não verbal desprovida de sentido.
II- a fala final de Anésia confirma que havia uma expectativa previamente construída, evidenciando a previsibilidade da reação dos interlocutores.
III- a fala final de Anésia confirma o espírito colaborativo de todos os interlocutores na divisão das tarefas domésticas.
IV- a pergunta de Anésia “quem vai me ajudar hoje?”, por meio da seleção vocabular “ajudar” evidencia que esta assume para si o papel de principal responsável pela limpeza.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3988477 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies


    Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

    A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

    Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

    Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

    Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

    Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

    Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

    A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.


Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan.2026.
Analise as assertivas que seguem a respeito das estratégias de coesão textual empregadas no Texto I.

I- A repetição do termo “MEC” prejudica a fluidez do texto e a compreensão do Texto I.
II- O pronome “ele” em “Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas” (8º parágrafo) retoma o referente “Congresso”.
III- O pronome “os”, em “Caso não os aceite” (5º parágrafo) retoma “argumentos”.
IV- O pronome relativo “que”, em “que poderão recorrer sobre os resultados” (5º parágrafo) retoma “dessas instituições”.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3988476 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies


    Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

    A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

    Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

    Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

    Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

    Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

    Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

    A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.


Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan.2026.
Analise os fragmentos abaixo e avalie as assertivas acerca das suas relações sintáticas.

A – “O MEC avaliará os argumentos” (5º parágrafo)
B – “Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso” (8º parágrafo)

I- Em A, temos sujeito, verbo e complemento verbal do tipo objeto direto.
II- Em B, temos sujeito, verbo e complemento verbal oracional.
III- Em A, o complemento verbal é do tipo objeto indireto.
IV- Em B, o complemento verbal é uma oração subordinada substantiva objeta direta.
V- Em B, temos uma oração subordinada substantiva completiva nominal.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3988475 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies


    Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

    A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

    Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

    Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

    Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

    Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

    Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

    A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.


Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan.2026.
Acerca das relações morfossintáticas observadas no fragmento “Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC” (7º parágrafo), é CORRETO afirmar que em “que não estão sob regulação do MEC” o elemento “que” é:
Alternativas
Q3988472 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies


    Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

    A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

    Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

    Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

    Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

    Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

    Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

    A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.


Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan.2026.
Leia o fragmento abaixo transcrito e observe as relações coesivas nele estabelecidas:

“Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC). A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes.” (1º e 2º ) 

A partir da leitura do excerto, avalie as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas.

I- Os termos “prova” e “exame” formam uma cadeia coesiva por retomada lexical para referir-se à Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica.

PORQUE

II- Retomam o mesmo referente “Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica”, evitando repetições e garantindo a continuidade temática do texto.

A respeito dessas asserções, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3988471 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies


    Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

    A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

    Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

    Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

    Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

    Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

    Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

    A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.


Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan.2026.
No fragmento “Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC)” (1º ), o termo “ontem” funciona como um elemento:
Alternativas
Q3988470 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies


    Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

    A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

    Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

    Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

    Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

    Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

    Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

    A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.


Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan.2026.
Acerca da tipologia textual empregada no Texto I, trata-se de um texto predominantemente:
Alternativas
Q3988467 Português
Leia o Texto I e responda à questão.


Texto I


MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções


Entre as instituições mal avaliadas, MEC só pode tomar medidas em relação às federais e privadas; entre as sanções estão suspensão de vestibular e do Fies


    Cerca de um terço dos cursos de Medicina do país não alcançaram desempenho proficiente no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed). Os resultados da prova foram divulgados ontem pelo Ministério da Educação (MEC).

    A nota do exame varia de 1 a 5, sendo 1 e 2 consideradas não proficientes. A nota é utilizada para compor o conceito Enade, que avalia a qualidade das graduações. Segundo o MEC, 351 cursos de todo o país participaram do exame, incluindo universidades públicas (federais, estaduais e municipais), privadas com e sem fins lucrativos e especiais (criadas pelo poder público, mas não gratuitas). Conforme os resultados, 7,1% ficaram no conceito 1; 23,6%, no 2; 22,7%, no 3; 33%, no 4; e 13,6%, no 5.

    Das 351 universidades avaliadas, 304 estão sob o crivo do MEC – as federais e privadas com e sem fins lucrativos. A pasta não pode supervisionar estaduais e municipais.

    Entre os cursos avaliados, 99 sofrerão sanções. Desses, 8 terão vestibular suspenso; 13, redução de 50% das vagas; e 33, redução de 25% das vagas. Além disso, eles terão o Fies suspenso e será avaliada a continuidade de outros programas federais. Os demais 45 cursos serão proibidos de ampliar vagas. As sanções são definidas a partir do porcentual de proficiência dos estudantes verificado em cada curso que ficou com nota geral 1 e 2. Dos 39.258 alunos que estão se formando e foram avaliados, 67% têm desempenho desejável.

    A Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC vai instaurar processo administrativo de supervisão dessas instituições, que poderão recorrer sobre os resultados e apresentar justificativas à pasta. O MEC avaliará os argumentos. Caso não os aceite, as sanções devem valer até a obtenção de novo conceito no Enamed no ano seguinte.

    Sobre a possibilidade de que instituições privadas contestem os resultados na Justiça, o ministro Camilo Santana disse ser um direito recorrer à via judicial, mas destacou a transparência do processo. Disse ainda que as instituições poderão dialogar com o MEC. “Todas terão o direito de se defender e apresentar suas justificativas. Queremos que corrijam o que tem de ser corrigido.”

    Considerando o tipo de instituição, o pior desempenho no Enamed foi o de universidades municipais, que não estão sob regulação do MEC. Em seguida, vêm instituições privadas com fins lucrativos, que serão sancionadas pela pasta. Entre as municipais, 87,5% tiveram notas 1 e 2. Das privadas com fins lucrativos, foram 58,4%. As notas mais baixas também apareceram entre as especiais (54,6%), privadas sem fins lucrativos (33,3%), comunitárias/confessionais (5,6%), federais (5,1%), e estaduais (2,6%).

    Santana disse que o governo enviará proposta ao Congresso para que o MEC tenha atribuição para supervisionar também as instituições municipais. Segundo ele, há ainda preocupação com o desempenho das privadas com fins lucrativos, que reúnem a maior parte das matrículas na área.

    A Associação Nacional das Universidades Particulares (Anup) tentou barrar a divulgação dos resultados na Justiça, mas o pedido foi negado. Para a entidade, a divulgação dos resultados causaria dano reputacional e material às instituições.


Fonte: FERREIRA, Paula. MEC reprova 1/3 dos cursos de Medicina avaliados; 99 terão sanções. O Estado de S. Paulo, São Paulo, seção Metrópole, p. A15, 20 Jan.2026.
Analise as assertivas abaixo, consoante às ideias apresentadas no Texto I.

I- Os dados apresentados no primeiro parágrafo referem-se ao Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed).
II- Os dados apresentados no segundo parágrafo referem-se exclusivamente ao Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade).
III- Ao todo, 351 cursos participaram do exame, mas apenas 304 obtiveram desempenho proficiente.
IV- Cerca de um terço dos cursos de medicina obtiveram conceito 4.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3981565 Pedagogia
Nos anos iniciais, a escrita em Língua Inglesa é introduzida progressivamente a partir das necessidades criadas na situação desencadeadora, mantendo a ênfase na oralidade. Essa organização do ensino está alinhada a:
Alternativas
Q3981564 Português
Durante a leitura de um texto, o professor orienta os estudantes a inferirem significados a partir do contexto e dos conhecimentos prévios, antes de recorrer ao dicionário. Essa prática fortalece: 
Alternativas
Q3981563 Pedagogia
Em uma Atividade Orientadora de Ensino, os alunos comparam manifestações culturais locais com práticas de países de língua inglesa, problematizando estereótipos. Essa abordagem desenvolve:
Alternativas
Q3981562 Pedagogia
Ao analisar produções escritas do 7º ano, o professor percebe uso instável de there is/ there are. Em vez de “dar a regra” isoladamente, ele seleciona exemplos reais dos textos e propõe revisão coletiva com reescrita. Essa decisão articula conhecimentos linguísticos com:
Alternativas
Q3981561 Inglês
Em uma situação desencadeadora, estudantes do 8º ano simulam organizar um evento escolar e precisam negociar funções e horários em inglês. Alguns erros aparecem, mas há troca real de informações. Nessa situação, a prática favorece principalmente:
Alternativas
Q3981560 Pedagogia
No 6º ano, o professor utiliza um áudio curto de uma conversa no supermercado. Alguns estudantes não reconhecem todas as palavras, mas compreendem a intenção dos falantes e identificam itens comprados. Para fortalecer a compreensão oral, a ação pedagógica mais coerente é: 
Alternativas
Q3981559 Pedagogia
Em uma turma do 2º ano, a professora deseja iniciar o ensino de Língua Inglesa. Ela propõe rotinas curtas de sala (saudações, comandos simples, escuta) e pequenas interações em duplas. A coordenação pedagógica sugere “começar pela lista de verbos e regras do simple present para depois iniciar a conversar”. Considerando a organização do componente (ênfase na oralidade nos anos iniciais), a orientação mais adequada é:
Alternativas
Q3973917 Inglês
Read the excerpts written by John Robert Schmitz, from the Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), São Paulo, taken from his article entitled “To ELF or not to ELF? (English as a Lingua Franca): That is the question for Applied Linguistics in a globalized world”:


The realization that there are today more nonnative speakers than native speakers of English in the world with institutionalized and nativized varieties as well as their own specific communicative, cultural and pragmatic competencies has led to the rethinking of present-day practices in teaching, teacher preparation, and the writing of textbooks. Jenkins' publications (2000, 2003) dealing with the phonology of English and material for teaching English as an international language along with her book English as a Lingua Franca (ELF) (2007) call for the disengagement of the language from Anglo-American native speaker norms. This line of research presents serious questions for Applied Linguistics (AL) and English Language Teaching (ELT) that will, if implemented, entail major changes in that endeavor. The winds of change may indeed be beneficial for some and a threat to others. I argue in this paper for an open mindset with respect to the issues and to the new state of affairs in this globalized world today. [...] The appearance of Lingua Franca English has contributed to rethinking the role of language assessment and testing (ELDER; DAVIES, 2006) along with reasoned debate (TAYLOR, 2006) with Jenkins (2006a, 2006b). In addition, the field of Second Language Acquisition has also been questioned (FIRTH, 1990, 1996), FIRTH; WAGNER, [1997] 2007) with regard to its dependence on native speaker standards as the measuring rod that determines successful learning. Finally, House (2003, p. 575) calls for continuing research on ELF in Europe and elsewhere, but concludes that it is "(...) not, for the present time, a threat to multilingualism".


Source: Schmitz, J. R. (2012). “To ELF or not to ELF?” (English as a Lingua Franca): that’s the question for Applied Linguistics in a globalized world. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 12(2), 249–284. https://doi.org/10.1590/s1984-63982012000200003
Read the excerpt below, taken from the official English Language Curriculum Guidelines for Elementary Education (1st to 9th grade) of the municipality of Bombinhas:

“In this context, English is no longer treated as a foreign language, but as a lingua franca of global communication, used by speakers worldwide with different linguistic and cultural repertoires.”

(Bombinhas, 2024, p. 188. Diretrizes Curriculares da Educação Básica da Rede Municipal de Ensino de Bombinhas.)

Based on this excerpt and on contemporary principles of English Language Teaching, choose the correct alternative. 
Alternativas
Q3973916 Inglês
Read the excerpts written by John Robert Schmitz, from the Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), São Paulo, taken from his article entitled “To ELF or not to ELF? (English as a Lingua Franca): That is the question for Applied Linguistics in a globalized world”:


The realization that there are today more nonnative speakers than native speakers of English in the world with institutionalized and nativized varieties as well as their own specific communicative, cultural and pragmatic competencies has led to the rethinking of present-day practices in teaching, teacher preparation, and the writing of textbooks. Jenkins' publications (2000, 2003) dealing with the phonology of English and material for teaching English as an international language along with her book English as a Lingua Franca (ELF) (2007) call for the disengagement of the language from Anglo-American native speaker norms. This line of research presents serious questions for Applied Linguistics (AL) and English Language Teaching (ELT) that will, if implemented, entail major changes in that endeavor. The winds of change may indeed be beneficial for some and a threat to others. I argue in this paper for an open mindset with respect to the issues and to the new state of affairs in this globalized world today. [...] The appearance of Lingua Franca English has contributed to rethinking the role of language assessment and testing (ELDER; DAVIES, 2006) along with reasoned debate (TAYLOR, 2006) with Jenkins (2006a, 2006b). In addition, the field of Second Language Acquisition has also been questioned (FIRTH, 1990, 1996), FIRTH; WAGNER, [1997] 2007) with regard to its dependence on native speaker standards as the measuring rod that determines successful learning. Finally, House (2003, p. 575) calls for continuing research on ELF in Europe and elsewhere, but concludes that it is "(...) not, for the present time, a threat to multilingualism".


Source: Schmitz, J. R. (2012). “To ELF or not to ELF?” (English as a Lingua Franca): that’s the question for Applied Linguistics in a globalized world. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 12(2), 249–284. https://doi.org/10.1590/s1984-63982012000200003
Consider the excerpt below:

“Professor House calls for continuing research on ELF in Europe and elsewhere, but concludes that it is ‘not, for the present time, a threat to multilingualism’.”

With respect to the use of pronouns and prepositional expressions in the excerpt, choose the correct alternative.
Alternativas
Q3973915 Inglês
Read the excerpts written by John Robert Schmitz, from the Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), São Paulo, taken from his article entitled “To ELF or not to ELF? (English as a Lingua Franca): That is the question for Applied Linguistics in a globalized world”:


The realization that there are today more nonnative speakers than native speakers of English in the world with institutionalized and nativized varieties as well as their own specific communicative, cultural and pragmatic competencies has led to the rethinking of present-day practices in teaching, teacher preparation, and the writing of textbooks. Jenkins' publications (2000, 2003) dealing with the phonology of English and material for teaching English as an international language along with her book English as a Lingua Franca (ELF) (2007) call for the disengagement of the language from Anglo-American native speaker norms. This line of research presents serious questions for Applied Linguistics (AL) and English Language Teaching (ELT) that will, if implemented, entail major changes in that endeavor. The winds of change may indeed be beneficial for some and a threat to others. I argue in this paper for an open mindset with respect to the issues and to the new state of affairs in this globalized world today. [...] The appearance of Lingua Franca English has contributed to rethinking the role of language assessment and testing (ELDER; DAVIES, 2006) along with reasoned debate (TAYLOR, 2006) with Jenkins (2006a, 2006b). In addition, the field of Second Language Acquisition has also been questioned (FIRTH, 1990, 1996), FIRTH; WAGNER, [1997] 2007) with regard to its dependence on native speaker standards as the measuring rod that determines successful learning. Finally, House (2003, p. 575) calls for continuing research on ELF in Europe and elsewhere, but concludes that it is "(...) not, for the present time, a threat to multilingualism".


Source: Schmitz, J. R. (2012). “To ELF or not to ELF?” (English as a Lingua Franca): that’s the question for Applied Linguistics in a globalized world. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 12(2), 249–284. https://doi.org/10.1590/s1984-63982012000200003
Match the expressions taken from the text with their grammatical classification.

Column A
1) a threat
2) present-day practices
3) their own specific communicative, cultural and pragmatic competencies
4) an open mindset

Column B
(__) Noun phrase with indefinite article + abstract noun
(__) Noun phrase expressing possession
(__) Noun phrase with adjective modifying a compound noun
(__) Noun phrase formed by adjective + noun

Choose the correct sequence.
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Q3973914 Inglês
Read the excerpts written by John Robert Schmitz, from the Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), São Paulo, taken from his article entitled “To ELF or not to ELF? (English as a Lingua Franca): That is the question for Applied Linguistics in a globalized world”:


The realization that there are today more nonnative speakers than native speakers of English in the world with institutionalized and nativized varieties as well as their own specific communicative, cultural and pragmatic competencies has led to the rethinking of present-day practices in teaching, teacher preparation, and the writing of textbooks. Jenkins' publications (2000, 2003) dealing with the phonology of English and material for teaching English as an international language along with her book English as a Lingua Franca (ELF) (2007) call for the disengagement of the language from Anglo-American native speaker norms. This line of research presents serious questions for Applied Linguistics (AL) and English Language Teaching (ELT) that will, if implemented, entail major changes in that endeavor. The winds of change may indeed be beneficial for some and a threat to others. I argue in this paper for an open mindset with respect to the issues and to the new state of affairs in this globalized world today. [...] The appearance of Lingua Franca English has contributed to rethinking the role of language assessment and testing (ELDER; DAVIES, 2006) along with reasoned debate (TAYLOR, 2006) with Jenkins (2006a, 2006b). In addition, the field of Second Language Acquisition has also been questioned (FIRTH, 1990, 1996), FIRTH; WAGNER, [1997] 2007) with regard to its dependence on native speaker standards as the measuring rod that determines successful learning. Finally, House (2003, p. 575) calls for continuing research on ELF in Europe and elsewhere, but concludes that it is "(...) not, for the present time, a threat to multilingualism".


Source: Schmitz, J. R. (2012). “To ELF or not to ELF?” (English as a Lingua Franca): that’s the question for Applied Linguistics in a globalized world. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 12(2), 249–284. https://doi.org/10.1590/s1984-63982012000200003
Consider the excerpt below:

“The field of Second Language Acquisition has also been questioned with regard to its dependence on native speaker standards as the measuring rod that determines successful learning.”

The choice of the passive voice in the excerpt serves to:
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Q3973913 Inglês
Read the excerpts written by John Robert Schmitz, from the Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), São Paulo, taken from his article entitled “To ELF or not to ELF? (English as a Lingua Franca): That is the question for Applied Linguistics in a globalized world”:


The realization that there are today more nonnative speakers than native speakers of English in the world with institutionalized and nativized varieties as well as their own specific communicative, cultural and pragmatic competencies has led to the rethinking of present-day practices in teaching, teacher preparation, and the writing of textbooks. Jenkins' publications (2000, 2003) dealing with the phonology of English and material for teaching English as an international language along with her book English as a Lingua Franca (ELF) (2007) call for the disengagement of the language from Anglo-American native speaker norms. This line of research presents serious questions for Applied Linguistics (AL) and English Language Teaching (ELT) that will, if implemented, entail major changes in that endeavor. The winds of change may indeed be beneficial for some and a threat to others. I argue in this paper for an open mindset with respect to the issues and to the new state of affairs in this globalized world today. [...] The appearance of Lingua Franca English has contributed to rethinking the role of language assessment and testing (ELDER; DAVIES, 2006) along with reasoned debate (TAYLOR, 2006) with Jenkins (2006a, 2006b). In addition, the field of Second Language Acquisition has also been questioned (FIRTH, 1990, 1996), FIRTH; WAGNER, [1997] 2007) with regard to its dependence on native speaker standards as the measuring rod that determines successful learning. Finally, House (2003, p. 575) calls for continuing research on ELF in Europe and elsewhere, but concludes that it is "(...) not, for the present time, a threat to multilingualism".


Source: Schmitz, J. R. (2012). “To ELF or not to ELF?” (English as a Lingua Franca): that’s the question for Applied Linguistics in a globalized world. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 12(2), 249–284. https://doi.org/10.1590/s1984-63982012000200003
Consider the excerpt below:

“The realization that there are today more nonnative speakers than native speakers of English in the world […] has led to the rethinking of present-day practices in teaching…”

Mark the statements as True (T) or False (F).

(__) The structure there are is used to introduce the existence of a situation rather than to identify a specific agent.
(__) The expression there are today functions as a stylistic device to emphasize the current relevance of the situation described.
(__) Replacing there are with they are would preserve the same meaning and discourse function.
(__) The use of there to be is common in academic writing to present factual information impersonally.

Choose the correct alternative. 
Alternativas
Respostas
2221: D
2222: C
2223: D
2224: A
2225: B
2226: C
2227: A
2228: E
2229: D
2230: A
2231: C
2232: A
2233: A
2234: B
2235: B
2236: D
2237: C
2238: A
2239: B
2240: A