Questões de Concurso Para professor - história

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Q2342001 História
As principais forças de mudança que intervieram sobre a concepção historiográficas tradicionais e ensino de História a partir do final do século XIX são de ordem social e de ordem epistemológica, que inclui, EXCETO:
Alternativas
Q2342000 Artes Visuais
O Quadro Batalha de Guararapes, do pernambucano João de Deus Sepúlveda refere-se a que período: 
Alternativas
Q2341999 História
O Brasil da década de 1930 era marcado por grandes diferenças regionais e uma distribuição espacial cheia de contraste que refletia na falta de mercado interno consolidado, num país dominado por uma economia agrícola de exportação. Num quadro de carência de mercado, originaram-se dois partidos políticos: a Ação Integralista Brasileira e a Aliança Nacional Libertadora. Logo, Das alternativas abaixo, indique a INCORRETA:
Alternativas
Q2341998 História
Após o período da ditadura de Vargas, por diversos fatores, a história ficou sendo vista como uma mera transmissora de acontecimentos, cronologicamente organizados e hierarquicamente submetidos a um “policiamento” ideológico, privando aqueles que se dedicavam à análise das ações humanas. Foi em um contexto de perseguições e tentativas de privações intelectuais que se ensaiaram outras práticas do ensino da História, das quais é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2341997 História
Sobre o parlamento no reinado de Jorge III é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2341996 História
Charles Fourrier (1760-1858), crítico social, foi um dos maiores satíricos do século. Na Teoria dos quatro movimentos e dos destinos gerais, dividiu a história da sociedade em quatro fases, que inclui, EXCETO:
Alternativas
Q2341995 Economia
Sobre o teorema da queda tendencial da taxa de lucro é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2341994 História
Em 8 de janeiro de 1918, Woodrow Wilson, antigo professor de Direito Constitucional e presidente dos Estados Unidos, propunha um programa com 14 itens para realização da paz, conhecido posteriormente como Quatorze Princípios, que inclui, EXCETO:
Alternativas
Q2341993 Conhecimentos Gerais
Referente à História Ambiental é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2341992 História
Qual ano ficou conhecido como Ano Africano e por qual motivo?
Alternativas
Q2341991 História
Carlos Magno morreu em 814, sendo sucecido por seu filho Luís, o Piedoso. Os filhos de Luís passaram a disputar o poder, arrastando o império carolíngio a uma longa guerra civil que fez este império desaparecer. Está entre as razões principais dessa desintegração, EXCETO: 
Alternativas
Q2341990 História
De uma forma sintética, os pressupostos da Escola dos Annales foram, EXCETO:
Alternativas
Q2341989 História
“Desviou-se de seu intuito original pelo doge (duque) Dândolo, de Veneza, que levou os cristãos a saquear Zara e Constantinopla, onde fundaram o Reino Latino de Constantinopla, que durou até 1261. Veneza assumiu o domínio do Mediterrâneo, restabelecendo o comércio entre Ocidente e Oriente”.

O texto descreve:
Alternativas
Q2341988 História
Referente à Guerra dos 7 anos é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2341987 História
Quanto à cultura negra no segundo reinado é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2341986 Pedagogia
Quanto à pedagogia histórico-crítica é INCORRETO afirmar:
Alternativas
Q2341985 História
Pertencem ao grupo Tártaro-mongóis:
Alternativas
Q2341984 Pedagogia
De acordo com as disposições da Base Nacional Comum Curricular, o ensino de história nos anos iniciais do Ensino Fundamental deverá enfatizar, ao longo dos cinco anos, EXCETO:
Alternativas
Q2340116 Português
Texto 1


Tecnologia: o uso excessivo e os impactos na saúde mental

          Pesquisas norte-americanas recentes revelam o quão solitários os americanos se sentem, tendo como prevalência os jovens, que tiveram o tempo de qualidade em suas relações, com amigos e colegas, reduzido por mais de 50%.

       Outro estudo, lançado em 2021, sobre o tempo de exposição a telas, de crianças e adolescentes, revelam que o Brasil está em terceiro lugar no ranking dos países que mais utilizam celular ou dispositivos eletrônicos, passando até nove horas diárias consumindo conteúdos pela internet.

              Considerando que podemos resolver muitas coisas virtualmente, sem precisar sair de casa, temos poucas motivações para sair do conforto e segurança do lar. Desta forma, temos cada vez mais homens e mulheres, jovens e crianças, com poucas interações sociais e maior isolamento. A pandemia acelerou um processo natural que já vinha acontecendo, e assim, este fenômeno tecnológico foi potencializado.

              A vida já estava sendo desenhada para favorecer o isolamento, mas esse caminho não era apresentado como isolamento, mas como privacidade, como algo bom. Porém, a privacidade não pode levar ao isolamento.

             Perguntemos para nossos avós, como era a convivência com a vizinhança na época em que eram crianças? Como viviam, brincavam, e como os nossos bisavós viviam? Precisamos resgatar os bons exemplos! A tecnologia trouxe inúmeros benefícios, sem dúvidas, mas é preciso saber usá-la sem que nos adoeça.

           Quanto mais tempo na internet, menos tempo presencialmente teremos com as pessoas e, automaticamente, mais chances de nos sentirmos solitários. Afinal, existe uma diferença muito grande entre o virtual e o real!

            As alterações neuroquímicas provocadas pela internet, especialmente pelas mídias sociais, são semelhantes às de uma pessoa que possui um vício, nunca fica satisfeita, sempre quer mais e mais. Nessa busca por mais, muitos caem no vazio, na depressão, sofrem por não conseguir lidar com pequenas frustrações e, às vezes, atentam contra a própria vida.

              É como se entrasse em uma roda gigante, onde não se sabe mais o início e o fim dela, pois a busca pelo prazer e realização na internet vai levando ao isolamento, que gera um buraco dentro do peito, que sufoca a ponto de perder o sentido da vida. Repito: Não é que devamos parar de usar a internet e a tecnologia! Afinal de contas, se você está lendo este texto neste momento é graças a essa tecnologia que te alcança, com esse grande benefício.

            Porém, não se pode fechar os olhos para os malefícios de algo vivido de forma desordenada. Faça as seguintes perguntas a você neste momento: Tenho me sentido sozinho(a), mesmo tendo muitas pessoas ao meu redor? Quanto tempo tenho passado na internet? Esse tempo tem me privado de fazer algo importante, de conviver com pessoas que amo? Quando estou em uma roda de conversa, em uma festa, ou até mesmo em casa, com minha família, estou inteiro (a) ou divido minha atenção com a tela mais próxima? Quantas vezes saio de casa durante a semana? Quanto tempo me exponho ao ar livre? Qual foi a última vez que me senti feliz?

              Perguntas “fáceis” que precisam ser respondidas de tempo em tempo, com o objetivo de nos mover para uma vida ativa e rica de sentido, e não uma vida enjaulada dentro de um aparelho em uma casa fria e vazia. Mas atenção! Se você já se percebe com uma dor no peito que parece não ter fim e, mesmo estando rodeado de pessoas, se sente sozinho e não sabe por onde começar para mudar a sua história, procure ajuda! Você não precisa passar por isso sozinho, e nem deve ter vergonha de recorrer a alguém próximo ou a um profissional da área da saúde que possa ajudar.

                  Viva a alegria de uma vida na verdade!


(RODRIGUES, Aline https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/tecnologiao-uso-excessivo-e-os-impactos-na-saude-mental-1.988232 Acesso em 16/11/2023)
Analise os elementos morfossintáticos presentes no texto e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2340115 Português
Texto 1


Tecnologia: o uso excessivo e os impactos na saúde mental

          Pesquisas norte-americanas recentes revelam o quão solitários os americanos se sentem, tendo como prevalência os jovens, que tiveram o tempo de qualidade em suas relações, com amigos e colegas, reduzido por mais de 50%.

       Outro estudo, lançado em 2021, sobre o tempo de exposição a telas, de crianças e adolescentes, revelam que o Brasil está em terceiro lugar no ranking dos países que mais utilizam celular ou dispositivos eletrônicos, passando até nove horas diárias consumindo conteúdos pela internet.

              Considerando que podemos resolver muitas coisas virtualmente, sem precisar sair de casa, temos poucas motivações para sair do conforto e segurança do lar. Desta forma, temos cada vez mais homens e mulheres, jovens e crianças, com poucas interações sociais e maior isolamento. A pandemia acelerou um processo natural que já vinha acontecendo, e assim, este fenômeno tecnológico foi potencializado.

              A vida já estava sendo desenhada para favorecer o isolamento, mas esse caminho não era apresentado como isolamento, mas como privacidade, como algo bom. Porém, a privacidade não pode levar ao isolamento.

             Perguntemos para nossos avós, como era a convivência com a vizinhança na época em que eram crianças? Como viviam, brincavam, e como os nossos bisavós viviam? Precisamos resgatar os bons exemplos! A tecnologia trouxe inúmeros benefícios, sem dúvidas, mas é preciso saber usá-la sem que nos adoeça.

           Quanto mais tempo na internet, menos tempo presencialmente teremos com as pessoas e, automaticamente, mais chances de nos sentirmos solitários. Afinal, existe uma diferença muito grande entre o virtual e o real!

            As alterações neuroquímicas provocadas pela internet, especialmente pelas mídias sociais, são semelhantes às de uma pessoa que possui um vício, nunca fica satisfeita, sempre quer mais e mais. Nessa busca por mais, muitos caem no vazio, na depressão, sofrem por não conseguir lidar com pequenas frustrações e, às vezes, atentam contra a própria vida.

              É como se entrasse em uma roda gigante, onde não se sabe mais o início e o fim dela, pois a busca pelo prazer e realização na internet vai levando ao isolamento, que gera um buraco dentro do peito, que sufoca a ponto de perder o sentido da vida. Repito: Não é que devamos parar de usar a internet e a tecnologia! Afinal de contas, se você está lendo este texto neste momento é graças a essa tecnologia que te alcança, com esse grande benefício.

            Porém, não se pode fechar os olhos para os malefícios de algo vivido de forma desordenada. Faça as seguintes perguntas a você neste momento: Tenho me sentido sozinho(a), mesmo tendo muitas pessoas ao meu redor? Quanto tempo tenho passado na internet? Esse tempo tem me privado de fazer algo importante, de conviver com pessoas que amo? Quando estou em uma roda de conversa, em uma festa, ou até mesmo em casa, com minha família, estou inteiro (a) ou divido minha atenção com a tela mais próxima? Quantas vezes saio de casa durante a semana? Quanto tempo me exponho ao ar livre? Qual foi a última vez que me senti feliz?

              Perguntas “fáceis” que precisam ser respondidas de tempo em tempo, com o objetivo de nos mover para uma vida ativa e rica de sentido, e não uma vida enjaulada dentro de um aparelho em uma casa fria e vazia. Mas atenção! Se você já se percebe com uma dor no peito que parece não ter fim e, mesmo estando rodeado de pessoas, se sente sozinho e não sabe por onde começar para mudar a sua história, procure ajuda! Você não precisa passar por isso sozinho, e nem deve ter vergonha de recorrer a alguém próximo ou a um profissional da área da saúde que possa ajudar.

                  Viva a alegria de uma vida na verdade!


(RODRIGUES, Aline https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/opiniao/tecnologiao-uso-excessivo-e-os-impactos-na-saude-mental-1.988232 Acesso em 16/11/2023)
Nos fragmentos: “Precisamos resgatar os bons exemplos!” e “... se sente sozinho e não sabe por onde começar para mudar a sua história, procure ajuda!”, há traços predominantes das seguintes funções de linguagem:
Alternativas
Respostas
12481: A
12482: A
12483: E
12484: D
12485: C
12486: B
12487: C
12488: D
12489: D
12490: D
12491: E
12492: D
12493: E
12494: C
12495: C
12496: D
12497: C
12498: B
12499: C
12500: B