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Com base nas ideias apresentadas, é CORRETO afirmar que o texto defende:
A história mostra que a globalização pode sobreviver a choques profundos, desde que as forças que a moldam sejam reconhecidas, compreendidas e redirecionadas. Como a globalização está em permanente estado de mudança, cabe aos formuladores de políticas, acadêmicos e cidadãos, moldarem seu rumo futuro para que continue sendo grande fonte de prosperidade, inovação e melhoria da qualidade de vida em todos os países que dela participam ativamente.
Fonte: https://exame.com/colunistas/instituto-millenium/a-evolucao-da-globalizacao/
Marque a alternativa que apresenta uma das consequências do processo de globalização.
Fonte: TAVARES, Maria Goretti da Costa. A FORMAÇÃO TERRITORIAL DO ESPAÇO PARAENSE: dos fortes à criação de município. Revista ACTA Geográfica, ANO II, n°3, jan./jun. de 2008. p.59-83
Assinale a alternativa que indica uma das consequências do processo descrito no texto.
Observe a imagem abaixo.

Fonte: DUARTE, Paulo Araújo. Fundamentos de Cartografia. Florianópolis: Editora UFSC, 2002.
Sobre as projeções cartográficas, é correto afirmar que:
Em julho passado, um estudo da ONU mostrou que, em 2021, a fecundidade média da população mundial foi de 2,3 nascimentos por mulher durante sua vida. Esse número era 5 na década de 1950.
E para as Nações Unidas, a fecundidade deve cair ainda mais até 2050, chegando em 2,1 filhos por mulher. Uma taxa que estabiliza a população.
Todavia, segundo o estudo de Pomeroy, a tendência recente mostra que o declínio pode ser maior e mais rápido.
Um primeiro alerta foi lançado em 2019 por dois professores canadenses, Darrell Bricker e John Ibbitson, no livro “Empty Planet : the shock of global population decline" (Planeta Vazio: o choque do declínio populacional global, na tradução em português).
Fonte: https://exame.com/invest/mercados/populacao-mundial-cair-2100-estudo-hsbc
Marque a alternativa que justifique corretamente a redução das taxas de fecundidade no mundo.
A imagem acima retrata a estratificação da floresta amazônica. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta.

Assinale a alternativa correta sobre os conflitos na África.
FONTE: https://geografiaoseualcance.blogspot.com/2013/08/regiao-geoeconomica-nordeste.html
Assinale a alternativa correta sobre as sub-regiões do nordeste brasileiro.
A morfologia brasileira é resultante tanto de forças endógenas quanto de forças exógenas de formação do relevo, mas com a preponderância do segundo tipo. Os agentes exógenos são essencialmente aqueles causadores do intemperismo e da erosão, como a água, o vento e as oscilações de temperatura, representadas na variação do clima ao longo do tempo geológico"
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/brasil/relevo-brasileiro.htm
De acordo com Jurandyr Ross, o Brasil apresenta as seguintes formas de relevo:
Fonte: https://brasilescola.uol.com.br/geografia
Sobre os conceitos-chaves da geografia, é correto afirmar que:
“O Brics, formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, anunciou nesta quinta-feira (24/8) um processo de expansão do bloco.
Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Argentina, Egito, Irã e Etiópia foram "convidados" a entrar no grupo como membros plenos a partir de 1º de janeiro de 2024, segundo o anúncio do presidente da África do Sul, anfitrião da 15ª cúpula do bloco, que acontece em Joanesburgo.
O termo "convite", segundo diplomatas, é uma formalidade técnica, uma vez que os países anunciados já haviam demonstrado interesse em entrar no bloco.
Ainda não há definição se o nome do bloco, formado pelas iniciais dos atuais cinco membros, irá mudar com a sua expansão.”
Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3gz5nzlny5o
Sobre o BRICS, é correto afirmar que:
Leia o texto a seguir:
Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento
O desmatamento na Amazônia e no Cerrado diminuiu no período de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Na Amazônia, a queda foi de 11,08% em relação ao período anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. Já no Cerrado, a queda foi de 11,49%.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA).
Na Amazônia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km². Esta é a terceira menor taxa da série histórica, que começou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redução.
Os estados que mais contribuíram com o desmatamento foram o Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.
O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma área de f l oresta menor que os outros integrantes da Amazônia Legal. O Amapá teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.
Em Rondônia, a redução foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tendência na região desde 2021. Já no Maranhão, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.
Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área desmatada por degradação progressiva, com grandes incêndios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.
Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por incêndios.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/10/1057439-amazonia-e cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento.html. Acesso em 01/11/2025. Excerto.
Leia o texto a seguir:
Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento
O desmatamento na Amazônia e no Cerrado diminuiu no período de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Na Amazônia, a queda foi de 11,08% em relação ao período anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. Já no Cerrado, a queda foi de 11,49%.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA).
Na Amazônia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km². Esta é a terceira menor taxa da série histórica, que começou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redução.
Os estados que mais contribuíram com o desmatamento foram o Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.
O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma área de f l oresta menor que os outros integrantes da Amazônia Legal. O Amapá teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.
Em Rondônia, a redução foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tendência na região desde 2021. Já no Maranhão, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.
Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área desmatada por degradação progressiva, com grandes incêndios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.
Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por incêndios.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/10/1057439-amazonia-e cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento.html. Acesso em 01/11/2025. Excerto.
Leia o texto a seguir:
Amazônia e Cerrado registram queda de 11% no desmatamento
O desmatamento na Amazônia e no Cerrado diminuiu no período de agosto de 2024 a julho de 2025, segundo dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
Na Amazônia, a queda foi de 11,08% em relação ao período anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024. Já no Cerrado, a queda foi de 11,49%.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30), pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA).
Na Amazônia, os dados mostram que foram queimados 5.796 km². Esta é a terceira menor taxa da série histórica, que começou a ser medida em 1988, e o terceiro ano consecutivo de redução.
Os estados que mais contribuíram com o desmatamento foram o Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam, juntos, por 80% de todo o desmatamento na Amazônia Legal.
O Tocantins registrou a maior queda proporcional, com 62%. A queda pode ser explicada porque o estado possui uma área de f l oresta menor que os outros integrantes da Amazônia Legal. O Amapá teve uma queda de 42%; Roraima apresentou queda de 37%.
Em Rondônia, a redução foi de 33%. O Acre registrou queda de 27%, consolidando uma tendência na região desde 2021. Já no Maranhão, a queda foi de 26%; e no Amazonas o percentual foi de 16,93%.
Ainda que exista uma queda do desmatamento, uma coisa que chama atenção é o incremento da área desmatada por degradação progressiva, com grandes incêndios florestais que chegam a levar a floresta ao colapso, afirmou o coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.
Ele destaca o aumento de 25,05% no desmatamento em Mato Grosso, estado bastante afetado por incêndios.
Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/meio-ambiente/2025/10/1057439-amazonia-e cerrado-registram-queda-de-11-no-desmatamento.html. Acesso em 01/11/2025. Excerto.